Nascido em gelo 

Nora Roberts

Nascido no Trilogy - reserve 2

Concannon Sisters 02


Prlogo
O vento corria amaldioando silvestres atravs do Atlntico e golpeou seus punhos sobre os campos dos condados ao oeste. Duro, bale de bordado de chuva golpeava
no cho e na carne em rodelas de um homem para golpear a seus ossos. As flores que tinham florescido brilhantemente da primavera at o outono enegrecido sob a geada.
Em casas de campo e pubs, pessoas se reuniram ao redor de fogueiras e falou de suas granjas e seus tetos, os seres queridos que tinham emigrado a Alemanha ou Estados
Unidos. Pouco importava se tinham deixado no dia anterior, ou a gerao de uma. Irlanda foi perdendo seu povo, j que quase tinha perdido seu idioma.
falou-se sobre os problemas ocasionais, que a guerra sem fim no norte. Mas Belfast estava longe da aldeia do Kilmilhil, em milhas, e na emoo. A gente se preocupava
mais por suas colheitas, seus animais, e as bodas e velrios que viria com o inverno.
A poucos quilmetros do povo, em uma cozinha quente com o calor e os aromas da coco, Brianna Concannon olhou pela janela como a chuva de gelo fio atacou a seu
jardim.
"vou perder a comprida e magra, que estou pensando. E a digital." Lhe rompeu o corao ao pensar nele, mas tinha desenterrado o que pde e se armazenam as novelo
na pequena cabine deslocada para trs. A tormenta tinha chegado to rpido.
-vais semear mais na primavera. " Maggie estudou o perfil de sua irm. Brie preocupados com suas flores como uma me sobre seus bebs. Com um suspiro, Maggie se
esfregou os ventres avultados. Ainda lhe surpreende que era ela quem estava casado e com um menino, e no sua irm caseira. "Amo-te cada minuto dele." 
-Suponho. O que preciso  um estufa. estive olhando as imagens. Acredito que se podia fazer. " E provavelmente o podia permitir a primavera, se se tomava cuidado. 
Sonhar acordado um pouco a respeito das novelo que florescem no recinto de vidro novo, deslizou-se um novo lote de muffins de arndanos do forno. Maggie havia lhe 
trazido os bagos todo o caminho de um mercado do Dubln. -vais ter esta casa. " 
Assim o farei, se." Maggie sorriu e lhe arrebatou uma da cesta, lanar de emano em mo para que se esfrie o suficiente antes de que ela pouco pulg "depois de que 
comi at me fartar. Juro-lhe isso, todos os Rogam, mas pesa cada bocado que ponho em minha boca." 
"Ele quer que voc e o beb so." 
"OH, ele o faz. E acredito que  preocupam-se a respeito de quanto de mim  o beb e quanto  graxa". 
Brianna olhos de sua irm. Maggie tinha crescido redondo e suave, e havia uma rosa de sua alegria enquanto se aproximava o ltimo trimestre de seu embarao que foi 
um agudo contraste com o pacote de energia e o nervo Brianna estava acostumado. 
Ela  feliz, Brianna pensamento, no amor. E sabe que seu amor  assim devolvidos. "Ter que pr em mais de uns poucos, Margarida Mara", disse Brianna e observou 
humor perverso em lugar de olhos temperamento luz do Maggie. 
"Estou tendo um concurso com uma das vacas do Murphy, e estou ganhando". Ela acabou com a madalena, alcanou descaradamente para outro. "dentro de umas semanas no 
serei capaz de ver alm de meu ventre at o final da pipa para soprar vidro. Terei que troque a um trabalho do abajur." 
"Voc poderia tirar frias de seu copo," assinalou Brianna a cabo. "Sei que Rogam te h dito que voc tem feito j o suficiente para todas suas galerias." 
"E o que faria eu, alm de morrer de aborrecimento? Tenho uma idia para uma pea especial para a galeria de novo aqui no Clare." 
"O que no se abrir at a primavera." 
"Para ento Rogam ter feito bem em sua ameaa de me atar  cama se fizer um movimento para minha loja." Ela suspirou, mas Brie suspeita Maggie no lhe importava 
a ameaa tanto. No conta sutis forma dominantes de Rogam. Ela tinha medo de que se envelhea. "Quero trabalhar enquanto possa", acrescentou Maggie. "E  bom estar 
em casa, inclusive em condies climticas tais. Suponho que no tem os hspedes que vm." 
"Se chegar o caso, fao-o. Um ianque, na prxima semana." Brianna refrescou Maggie taa de ch, e logo a sua, antes de sentar-se. O co, que tinha estado esperando 
pacientemente ao lado de sua cadeira, ps sua grande cabea no regao. 
"Um ianque? S um? Um homem?" 
"Mmmm." Brianna acariciou a cabea do Concobar. " um escritor.  uma habitao reservada, quer a bordo, assim, por um perodo indefinido. Ele pagou um ms de antecipao." 
"Um ms mais! Nesta poca do ano?" Divertida, Maggie apareceu como o vento sacudia as janelas da cozinha. Acolhendo com beneplcito o tempo no o era. "E dizem que 
os artistas so excntricos. Que tipo de escritor  ele, ento? " 
"Um tipo de mistrio. Tenho lido uns poucos, e  bom. ganhou prmios e realizou filmes deles." 
"Um escritor de xito, um ianque, o gasto dos mortos de inverno em um B and B no Condado do Clare. Bom, tero muito que dizer a respeito disso no pub". 
Maggie lambeu as migalhas de seus dedos e estudou a sua irm com os olhos de um artista. Brianna era uma mulher encantadora, todo rosa e ouro com a pele cor nata 
e uma multa, figura esbelta. Um rosto ovalado clssico, uma boca que era suave, sem pintar, e muitas vezes muito srio. Olhos de cor verde plida, que tendiam a 
sonhar, a comprido, membros de lquidos, o cabelo que sujeitava tranqila fogo de grosso, de cabelo escorregadia que freqentemente escapou suas patas. 
E ela era brando de corao, pensou Maggie. Completamente muito ingnuo, apesar de seu contato com estranhos como o proprietrio de um B e B, pelo que aconteceu 
o mundo alm da porta de seu prprio jardim. 
"No sei como eu gosto, Brie, que solo na casa com um homem durante semanas de uma vez." 
"Eu estou freqentemente s com os convidados, Maggie. Assim  como ganho a vida." 
"Voc raramente tm s um, e no meio do inverno. No sei se teremos que voltar para o Dubln, e" 
"No estar aqui para cuidar de mim?" Brianna sorriu, mais divertido que ofendido. "Maggie, sou uma mulher adulta. Uma mulher de negcios que podem crescido cuidar 
de si mesmo." "A gente sempre est muito ocupado cuidando de todos outros." -No comece o da Me ". os lbios apertados da Brianna. "Fazem-me muito pouco agora que 
est a um acordo com o Lottie na casita." 
"Sei exatamente o que faz," Maggie jogou atrs. "Correr cada vez que move seu dedo, escutando seus queixa, arrastando fora ao mdico cada vez que ela se imagina 
com uma nova enfermidade mortal." Maggie levantou uma mo, furiosa consigo mesma por ser uma mierda, uma vez mais,  ira e a culpa. "Esse no  minha preocupao 
neste momento. Este homem-" 
"Grayson Thane," Brianna subministrado, mais que agradecido o tema se apartou de sua me. "Um respeitado autor americano que tem desenhos em uma habitao tranqila 
em um estabelecimento bem administrado, no oeste da Irlanda. No tem desenhos em sua patr." Tomou seu ch, bebeu um sorvo. "E ele vai pagar por minha estufa." 
Captulo um 
No era estranho que Brianna a ter um convidado ou dois no Blackthorn Cottage no pior das tormentas do inverno. Entretanto, janeiro foi lento, e mais das vezes sua 
casa estava vazia. No lhe importava a solido, ou o uivo do vento co do inferno, ou inclusive o cu de chumbo que vomitava a chuva e o gelo depois de dia desgraado 
dia. Lhe deu tempo para planejar. 
Ela desfrutou dos viajantes, que se espera ou no. De um ponto de vista empresarial as libras e peniques contados. Mas alm disso, Brianna gostava da companhia e 
a oportunidade de servir e fazer um lar temporrio para os que aconteciam sua maneira. 
Tinha, nos anos desde que seu pai morreu e sua me se mudaram a cabo, converteu a casa na casa que ela tinha desejado quando era menino, com chamins e as cortinas 
de encaixe e os aromas procedentes da coco da cozinha. Entretanto, h-se Maggie, e a arte do Maggie, que tinha feito possvel que Brianna para ampliar, pouco a 
pouco. No era algo que Brianna esqueceu. 
Mas a casa era dela. Seu pai tinha entendido seu amor e sua necessidade dela. Ela tendeu seu legado como a um menino. 
Talvez foi o tempo que lhe fez pensar em seu pai. Tinha morrido em um dia muito parecido a isto. de vez em quando, a momentos perdidos, quando se encontrou sozinha, 
ela descobriu que ela ainda levava os bolsos pouco de dor, de lembranas, bons e maus, escondido nelas. 
O trabalho era o que necessitava, disse-se, apartando-se da janela antes de que pudesse reprodutores por muito tempo. 
Com a chuva torrencial para baixo, decidiu-se postergar uma viagem  aldeia e em lugar de fazer frente a uma tarefa que lhe tinha atrasado durante muito tempo. Ningum 
se esperava esse dia, e sua nica reserva no vencia at o final da semana. Com seu co em turba detrs dela, Brianna levaram vassoura, cubo, trapos e um carto 
vazio at o apartamento de cobertura. 
Limpou aqui com regularidade. No se permitiu o p na casa da Brianna por muito tempo. Mas havia caixas e bas que tinha ignorado em sua rotina do dia a dia. No 
mais, disse-se e mantm aberta a porta do apartamento de cobertura. Esta vez ia fazer tabela rasa. E ela no permitiria que o sentimento que lhe impede de fazer 
frente s lembranas de sobra. 
Se a habitao se limpou a cabo corretamente uma vez por todas, pensou, ela poderia ser capaz de pagar os materiais e mo de obra necessria para remodelar. Um acolhedor 
loft habitao que poderia ser, pensou, apoiando-se em sua vassoura. Com uma dessas janelas de teto, e talvez uma gua-furtada. pintura amarela Soft para trazer 
o sol dentro. Polnia e um de seus tapetes enganchado no cho. 
Ela j o podia ver, a cama bem talher de uma colcha de cores, uma cadeira Sugan, um escritrio pequeno. E se houvesse ... 
Brianna negou com a cabea e riu de si mesmo. Ela estava diante dela mesma. 
"Sempre sonhando, Con-murmurou, esfregando-a cabea do co. "E o que se necessita aqui  graxa do cotovelo e a crueldade." 
Caixas em primeiro lugar, decidiu. J era hora de limpar os velhos papis, roupa velha. 
Trinta minutos mais tarde havia pilhas ordenadas. Algum se tomaria  igreja para os pobres, outro seria farrapos. A ltima vez que manteria. 
"Ah, olhe isto, Com". Reverncia tirou um vestido de batismo pequenos brancos, agitando brandamente as dobras. fibras de lavanda dbeis enfeitiada o ar. pequenos 
botes e borde de encaixe decorados estreita a roupa. obra de sua av, Brianna conhecia, e sorriu. "Ele o salvou", murmurou. Sua me nunca tinha pensado sentimental 
como s geraes futuras. "Maggie e eu teria posto isto, voc v. E se d empacotados para nossos filhos. " 
Houve uma dor, to familiar que apenas se sentia. No tinha dormido em um bero de beb para ela, nenhum pacote de soft esperando que se celebrar e cuidou e amou. 
Mas Maggie, pensou, queria que isto. Cuidar, dobrou o vestido novo. 
A caixa do dia, se cheia de papis que a fez suspirar. Ela teria que ler, explorar pelo menos. Seu pai tinha guardado todos os refugos da correspondncia. No haveria 
recortes de peridicos tambm. Suas idias, que haveria dito, para novas empresas. 
Sempre uma nova empresa. Deixou de lado os diversos artigos que tinha recortado, sobre invenes, a selvicultura, a carpintaria, as vendas por. Nenhum da agricultura, 
deu-se conta com um sorriso. Um agricultor que nunca tinha estado. Ela encontrou as cartas de familiares, de empresas que tinha escrito na Amrica, na Austrlia, 
no Canad. E aqui a prova de compra para o velho caminho que tinham tido quando tinha sido um menino. Um documento da deteve, fez-lhe franzir o cenho, desconcertada. 
Parecia uma espcie de certificado de aes. Minerao Triquarter, no Gales. Da data em que parecia que o tinha comprado umas semanas antes de morrer. 
Triquarter Minerao? Outro risco, D, pensou, o gasto de dinheiro que logo que teve. Bom, ela teria que escrever a esta empresa Triquarter e ver o que estava por 
fazer.  pouco provvel que a ao estava vale mais que o papel em que foi impresso. Tal sorte sempre tinha sido Tom Concannon com negcios. Esse anel de lato brilhante 
que tinha chegado para sempre jamais havia forma a palma de sua mo. 
Afundou mais na caixa, divertia-se com cartas de primos e tios e tias. O tinha amado. Todo mundo o tinha amado. Quase, corrigiu, pensando em sua me. 
Empurrando a um lado esse pensamento, tirou um trio de cartas atadas com uma cinta descolorida vermelha. A direo do remetente era Nova Iorque, mas que no foi 
uma surpresa. O Concannons havia uma srie de amigos e parentes nos Estados Unidos. O nome, entretanto, era um mistrio para ela. Amanda Dougherty. 
Brianna desdobrou a carta, escaneada a escritura limpa, convento da escola. Como o flego apanhado em sua garganta, leu de novo, cuidadosamente, palavra por palavra. 
Meu querido Tommy, 
Disse-te que no escreveria. Talvez no vou enviar esta carta, mas tenho que fingir, pelo menos, que posso falar com voc. estive que volta em Nova Iorque por s 
um dia. J te sinto to longe, e o tempo que passamos juntos todos os mais preciosos. estive na confisso e de receber minha penitncia. Entretanto, em meu corao, 
nada do que aconteceu ns  um pecado. O amor no pode ser um pecado. E eu sempre te amarei. Um dia, se Deus for bom, vamos encontrar uma maneira de estar juntos. 
Mas nunca se isso acontecer, quero que saiba que vou entesourar cada momento nos deu. Sei que  meu dever lhe dizer que honre o sacramento de seu matrimnio, para 
dedicar-se aos dois bebs quero muito. E o fao. Mas, entretanto,  egosta, eu tambm peo que em algum momento, quando chega a primavera a Clara, e o do Shannon 
 brilhante com a luz solar, que pensa de mim. E como para aqueles poucas semanas, que me queria. E Te amo ... 
Sempre, Amanda 
Cartas de amor, pensou com voz surda. Para seu pai. Escrito, viu, olhando  data, quando era um beb. 
Suas mos refrigerados. Como era uma mulher, uma mulher adulta de vinte e oito anos, supe para reagir quando soube que seu pai tinha amado a uma mulher que no 
seja sua esposa? Seu pai, com sua risada rpida, seus projetos inteis. Estas palavras foram escritas para os olhos de ningum mas sim dele. E, entretanto, como 
no as leu? 
Com o corao lhe pulsava densamente no peito, Brianna desenvolveu a seguinte. Meu querido Tommy, 
Tenho lido e lido sua carta at que possa ver todas as palavras em minha cabea. Me parte o corao ao pensar em ti to infeliz. Eu tambm, muitas vezes olhando 
por volta do mar e a imagem que olhe atravs da gua para mim. H tanto que quero te dizer, mas me temo que s servir para aumentar sua angstia. Se no haver amor 
com sua esposa, tem que haver direito. No h necessidade de que te diga que seus filhos so sua primeira preocupao. Sei, sempre soubemos, que so pela primeira 
vez em seu corao e em seus pensamentos. Deus te benza, Tommy, para pensar tambm em mim. E pelo presente que me deu. Pensei que minha vida estaria vazia, agora 
no ser nada mais que completo e rico. Quero-te agora inclusive mais que eu quando nos separamos. No te aflija quando voc pensa de mim. Mas pensa em mim. 
Sempre, Amanda 
Amor, Brianna pensou enquanto seus olhos lhe encheram de lgrimas. Havia tanto amor aqui, embora to pouco se havia dito. Quem tinha sido ela, esta Amanda? Como 
tinham conhecido? E quantas vezes tinha pensado em seu pai a esta mulher? Com que freqncia o tivesse querido para ela? 
Galopando uma lgrima, Brianna abriu a ltima letra. 
Meu querido, 
rezei e orou antes de escrever isto. Pedi-lhe  a Santa Me para me ajudar ou seja o que  correto. 
O que  justo para ti, no posso estar seguro. S posso esperar que o que te digo te dar alegria, no dor. 
Lembrana as horas que passamos juntos em minha pequena habitao na estalagem com vista ao rio Shannon. Que doce e suave que est, como os dois estvamos cegados 
pelo amor que se estendeu atravs de ns. Nunca conheci, nem vou ou seja mais, que o amor profundo, permanente. Assim estou agradecido de que embora nunca podemos 
estar juntos, vou ter algo precioso para me recordar que me queriam. Estou levando a seu filho, Tommy. Por favor, seja feliz para mim. No estou sozinho, e eu no 
tenho medo. Talvez deveria estar envergonhado. Solteiras, grvidas pelo marido de outra mulher. Talvez a vergonha vir, mas por agora, s me cheia de alegria. 
Conheo h semanas, mas no pde encontrar o valor para dizer-lhe Parece-me agora, sentindo a acelerao da primeiro vida que fizemos dentro de mim. Tenho que te 
dizer o muito a este menino, ser amado? J imaginei sustentando nosso beb em meus braos. Por favor, meu amor, pelo bem de nosso filho, que no haja dor ou culpa 
em seu corao. E, pelo bem de nosso filho, vou. Embora eu penso em ti cada dia, cada noite, no vou escrever de novo. Amarei-te toda minha vida, e cada vez que 
Miro  vida que criamos nessas horas, perto da magia Shannon, vou amar te mais. 
Dar tudo o que sente por mim a seus filhos. E ser feliz. 
Sempre, Amanda 
Um menino.  medida que seu nadou os olhos de lgrimas, Brianna se tampou a boca com a mo. Uma irm. Um irmo. Querido Deus. Em algum lugar, havia um homem ou uma 
mulher atada a ela pelo sangue. Seriam perto da idade. Talvez compartilham a mesma cor, as mesmas caractersticas. 
O que podia fazer? O que poderia ter feito seu pai, faz tantos anos? Se tivesse procurado a mulher e seu beb? Tinha tratado de esquecer? 
N  Brianna brandamente alisada as letras. No se tinha tratado de esquecer. Ele tinha guardado suas cartas sempre. Fechou os olhos, sentado no apartamento de cobertura 
com pouca luz. E, pensou, ele tinha amado a sua Amanda. Sempre. 
Tinha que pensar antes disse ao Maggie o que ela tinha encontrado. Brianna melhor pensamento quando ela estava ocupada. J no podia confrontar o apartamento de 
cobertura, mas havia outras coisas que se podia fazer. esfregou-se e se pole e se assa. A sensao caseira simples das tarefas, o prazer dos aromas que criaram, 
aliviou o nimo. Acrescentou grama aos incndios, ch elaborado, e ficou a esboar idias para sua estufa. A soluo viria com o tempo, disse-se. depois de mais 
de vinte e cinco anos, poucos dias de pensamento machucaria a ningum. Se uma parte da demora foi a covardia, uma dbil necessidade de evitar o ltego das emoes 
de sua irm, ela o reconheceu. 
Brianna nunca pretendeu ser uma mulher valente. 
Em sua forma prtica, comps uma carta formal, srio ao Triquarter Minerao no Gales e mant-lo em reserva para ser publicado ao dia seguinte. 
Ela tinha uma lista de tarefas para a manh, chova ou troveje. No momento em que tinha apostado o fogo da noite, sentia-se agradecida Maggie tinha estado muito ocupada 
para passar por. Outro dia, possivelmente dois, Brianna se disse, e ela mostraria sua irm as cartas. 
Mas esta noite ia relaxar se, deixar que sua mente vazia. Uma indulgncia era o que necessitava, decidiu Brianna. Na verdade as costas lhe doa um pouco de exagero 
de sua limpeza. Um comprido banho com algumas das borbulhas do Maggie havia lhe trazido de Paris, uma taa de ch, um livro. Ela usasse o piso de acima banheira 
grande e tratar a si mesmo como um convidado. Em lugar de sua estreita cama na sala  cozinha, dormia no esplendor do que ela considerava a sute nupcial. 
"Estamos reis de esta noite, Com," disse-lhe o co enquanto vertia profusamente borbulhas sob o jorro de gua. "Uma bandeja do jantar na cama, um livro escrito por 
nosso logo-a-ser convidado. Um puxo muito importante, recorde", acrescentou como Com sua cauda golpeou no cho. 
desceu-se de sua roupa e na gua quente e fragrante. O suspiro se levantaram de seus dedos. Uma histria de amor pode ser mais apropriado ao momento, pensou, que 
um thriller com o ttulo do Legado Bloodstone. Mas Brianna se recostou na banheira e se meteu na histria de uma mulher atormentada por seu passado e ameaado por 
sua presente. 
Lhe chamou. Tanto  assim quando sua gua se esfriou, que sustentava o livro em uma mo, a leitura, enquanto se secava com a outra. Tremendo, atirou-se de um comprido 
camisola de flanela, desprendida de seu cabelo. S hbito enraizado havia fixar o livro a um lado o tempo suficiente para pr em ordem o banho. Mas ela no se incomodou 
com a bandeja do jantar. Em troca, ela se acurruc na cama, atirando da manta de perto. 
Logo que ouviu o tiro do vento nas janelas, a chuva navalhada a eles. Cortesia do livro do Grayson Thane, o Brianna foi no vero abafadio do sul dos Estados Unidos, 
aoitado por um assassino. 
Era mais de meia-noite quando o cansao a venceu. Ela ficou dormido com o livro ainda em suas mos, o co rouco ao p da cama e o vento uivando como uma mulher assustada. 
Sonhava,  obvio, de terror. 
Grayson Thane era um homem de impulsos. Porque ele o reconheceu, geralmente se os desastres que aumentaram deles to filosoficamente como os triunfos. No momento 
em que se viu obrigado a admitir que o impulso da unidade do Dubln a Clara, em pleno inverno, no rosto de uma das tormentas mais mau gnio que tinha experiente 
nunca, provavelmente tinha sido um engano. Mas ainda era uma aventura. E ele viveu sua vida por eles. 
Ele tinha tido um fora plaina do Limerick. Uma puno, Gray corrigido. Quando em Roma, falar o jargo. No momento em que tinha trocado o pneumtico, que havia via 
e se sentia como um rato afogado, apesar de Macintosh que tinha comprado em Londres na semana anterior. 
Tinha chegado perdeu duas vezes, ao ver-se reptando estreitas e sinuosas estradas que no eram mais que as sarjetas. Sua investigao lhe havia dito que perder-se 
na Irlanda era parte de seu encanto. 
Estava tratando de recordar isso. 
Tinha fome, impregnado at os ossos, e medo de que ele ficaria sem gs-gasolina antes de encontrar algo remotamente parecido a uma estalagem ou povo. 
Em sua mente se foi sobre o mapa. Visualizao de um talento que tinha nascido com, e pde, com pouco esforo, reproduzem-se cada linha da folha de cuidado sua anfitri 
lhe tinha enviado. 
O problema era que estava muito escuro, a chuva se apoderou de seu pra-brisa como um rio rugiente, e o vento sacode seu automvel nesta desculpa esquecido de Deus 
por um caminho como se o Mercedes era um Tinkertoy. 
Desejava com violncia para o caf. 
Quando o caminho se bifurcava, Gray teve suas oportunidades e se guia o carro  esquerda. Se no encontrar a estalagem ou algo assim nele outras dez milhas, que 
havia dormir no carro maldito e volta a tent-lo na manh. 
Foi uma lstima que no pude ver nenhuma das zonas rurais. Tinha a sensao de desolao na escurido da tormenta seria exatamente o que estava procurando. Queria 
que seu livro aqui, entre os escarpados e os campos do oeste da Irlanda, com o feroz Atlntico ameaador, e os tranqilos povos se acurruc contra ele. E ele s 
pode ter seu cansao, o heri cansado do mundo que chegam aos dentes de um vendaval. 
Ele olhou na escurido. Uma luz? Tinha a esperana de Cristo foi. Ele alcanou a ver um sinal, balanando-se no vento duro. Cinza investido, com o objetivo dos faris, 
e sorriu. 
O pster dizia Blackthorn Cottage. Seu sentido da orientao no lhe tinha falhado depois de tudo. Ele esperava que sua anfitri demonstrou a lenda da hospitalidade 
irlandesa-que tinha dois primeiros dias, depois de tudo. E eram as duas da manh. 
Cinza procurou um caminho de entrada, no viu nada mas que compense empapado. Com um encolhimento de ombros, deteve-se o carro na estrada, guardou-se as chaves. 
Tinha tudo o que havia necessidade de que a noite em uma mochila no assento junto a ele. Oscilante com ele, deixou o carro onde estava e entrou na tormenta. 
Lhe deu uma bofetada, como uma mulher zangada, todos os dentes e as unhas. cambaleou-se, quase se abriu passo entre os sebes empapado de fcsia, e por mais sorte 
que todo o desenho mas se encontrou com a porta do jardim. Cinza de sua abertura, continuando, lutou a fech-la. Desejava poder ver a casa com mais claridade. No 
havia mais que uma impresso da forma e tamanho atravs da escurido, com essa luz brilhante em um s piso de acima da janela. 
Ele a utilizou como um farol e comeou a sonhar com o caf. Ningum respondeu a sua chamada. Com o vento a gritar, ningum duvidava de que escute um arete. Tomou 
menos de dez segundos para decidir a abertura da porta si mesmo. Uma vez mais, havia s impresses. A tormenta nas costas, o calor dentro. Havia aromas de limo, 
polons, lavanda e romeiro. perguntou-se se a anci irlandesa que dirigia a estalagem fez sua prpria composio. perguntou-se se despertava e fixar ele uma comida 
quente. 
Ento ouviu o grunhido profundo, javalis e ficou tenso. Sua cabea batida para acima, os olhos entrecerrados. Ento sua mente, por um momento impressionante, em 
branco. 
Mais adiante, ele pensaria que era uma cena de um livro. Um de suas prprias talvez. A bela mulher, o vestido comprido e branco ondeando, seu cabelo se derrame como 
o ouro despedido por seus ombros. Sua cara estava plida  luz oscilante da vela que levava em uma mo. Sua outra mo se aferrou ao pescoo de um co que olhava 
e grunhia como um lobo. Um co cujos ombros chegado  cintura. 
Ela ficou olhando do alto da escada, como uma viso que tinha conjurado. Poderia ter sido esculpida em mrmore, ou o gelo. Estava to quieto, to absolutamente perfeito. 
Ento o co tenso para diante. Com um movimento que agitou seu vestido, ela o deteve. 
"Est deixando que a chuva", disse ela com uma voz que se somou  fantasia. Suave, musical, cadencioso da Irlanda que tinha chegado a descobrir. 
"Sinto muito". Procurou provas detrs dele  porta, fechando assim o que a tormenta se converteu em uma cortina de fundo. 
O corao lhe segue rudo surdo. O rudo e a resposta Com a tinha despertado de um sonho de perseguio e terror. Agora, Brianna ficou olhando um homem vestido de 
negro e sem forma, mas por seu rosto, que estava em sombra. Quando ele se aproximou, ficou com mo trmula apertada no pescoo Com. Uma cara larga e estreita, viu 
agora. Um poeta da cara com seus olhos escuros, boca curioso e solene. Um pirata rosto, endurecido pelos ossos proeminentes e o cabelo comprido ao sol veteada que 
se frisava mido a seu redor. 
Silly ter medo, ela se arreganhou. Era s um homem, depois de tudo. 
"Perdeste-te, ento?" -perguntou-lhe. 
"No" Sorriu, lento, fcil. "Estou encontrado. trata-se do Blackthorn Cottage?" 
", sim." 
"Estou Grayson Thane. Sou um par de dias tempranos, mas a senhorita Concannon est esperando de mim." 
"OH." Brianna murmurou algo ao co cinza no entendi, mas teve o efeito de relaxar os msculos canina agrupado. "Eu estava procurando na sexta-feira, o Sr. Thane. 
Mas de nada". Ela comeou a baixar as escadas, o co a seu lado, a vacilao das velas. "Estou Brianna Concannon." Lhe ofereceu uma mo. 
Ele a olhou um momento. Tinha estado esperando uma mulher agradvel, acolhedor, com cabelo grisalho que aparecia em um coque. "Despertei-te bobamente. 
"Pelo general, dormir aqui no meio da noite. Passa pelo fogo". Dirigiu-se  sala, acender as luzes. depois de ajustar a vela a um lado, soprando para fora, voltou-se 
a tomar seu casaco molhado. " uma noite terrvel para viajar." 
"Assim descobri." 
No estava sem forma no marco do MAC. Embora no era to alto como a imaginao inquieta Brianna lhe tinha feito, ele era magro e robusto. Ao igual a um boxeador, 
pensou, e sorriu a si mesmo. Poeta, pirata, boxeador. O homem era um escritor, e um convidado. "Warm voc, Sr. Thane. Farei-te um pouco de ch, de acordo? Ou mas 
bem I. .." Ela tinha comeado a oferecer para lhe mostrar a seu quarto, e lembrana que ela estava dormindo nela. 
"estive sonhando com caf para a ltima hora. Se no ser muita molstia." 
"No  um problema. No h problema absolutamente. Fique a vontade." 
Era muito bonito para passar uma cena sozinha, decidiu. "vou entrar na cozinha com voc. Sinto-me bastante mau sobre voc arrastando da cama a esta hora." Tendeu-lhe 
uma mo para a fraude para farejar. "Isto  um pouco co. Por um momento tomei por um lobo." 
"Um co lobo, que ". Sua mente estava ocupada pensando detalhes. "Convidamo-lhe a sentar-se na cozinha. Tem fome, ento?" 
esfregou-se a cabea e sorriu Com para ela. "Miss Concannon, acredito que Te amo." 
Ela se ruborizou em seu elogio. -Bom, voc d a seu corao com facilidade pois, embora no seja mais que um prato de sopa. " "No pelo que ouvi falar de sua cozinha." 
"OH?" Ela abriu o caminho  cozinha e baixou a gotejando casaco em um gancho junto  porta traseira. 
"Um amigo de um sobressaio de meu editor dormido aqui um ano ou faz tanto. A palavra era que a anfitri da Blackthorn cozinhados como um anjo." Ele no tinha ouvido 
que se parecia com um tambm. 
"Isso  um completo muito bem." Brianna pr na bule, continuando, ladeled ensopa em uma panela para esquentar. "Temo-me que s posso lhes oferecer esta noite tarifa 
normal, o Sr. Thane, mas no irei  cama com fome". Tomou o po de soda de uma caixa e a cortou com generosidade. "Voc viajou hoje a comprido?" "Comecei a finais 
do Dubln. Pensava ficar um dia mais, mas tive o comicho". Ele sorriu, tomando o po que na mesa e mordendo na primeira parte antes de que pudesse lhe oferecer 
a manteiga. "J era hora de empreender o caminho. Falta a este lugar sozinho?" 
"Eu fao. Temo-me que ter uma falta de companhia nesta poca do ano". 
"No vim para a companhia", disse, observando como se mediu o caf. A cozinha estava comeando a cheirar como o cu. 
"Para o trabalho, voc h dito. Acredito que deve ser maravilhoso ser capaz de contar histrias." 
"Tem seus momentos." 
"Eu como o teu." limitou-se a dizer que ela colocou a mo em um armrio para um recipiente de barro vidrado em azul profundo. 
Levantou uma sobrancelha. A gente comeou a perguntar pelo geral dezenas de perguntas neste momento. Como se escreve, de onde tira as idias-el mais odiado de perguntas-, 
como se publicam? E as perguntas foram seguidos pelo general pela informao imortais que o investigador tinha uma histria que contar. 
Mas isso foi tudo o que disse. Cinza se viu sonriendo de novo. "Obrigado. s vezes o fao, tambm." inclinou-se para frente, aspirou profundamente quando Deixou 
o prato de sopa diante dele. "No cheira como a tarifa normal para mim." 
" vegetais, com um pouco de carne de vacino. Posso-te fazer um sandwich, se quiser." 
"No, isto  genial." mostra-se, suspirou. "Realmente genial." Ele a olhou de novo. Acaso sua pele sempre se vem to suave e vermelha? , perguntou-se. Ou foi a 
sonolncia? "Estou tratando de ser haver despertado-dijo, e seguiu comendo. "Isto  o que  difcil". 
"Uma boa estalagem est sempre aberto a um viajante, o Sr. Thane." Deixou seu caf a seu lado, assinalou que o co que imediatamente se levantou de onde estava sentado 
ao lado da mesa da cozinha. "te sirva outro tigela, se quiser. I'll tendem a sua habitao." 
Ela se apressou a sair, seus passos se aceleraram quando ela chegou s escadas. Teria que trocar os lenis na cama, as toalhas no banheiro. No ocorreu a ela para 
lhe oferecer uma das outras habitaes.  medida que sua nico hspede, tinha direito ao melhor que tinha. 
Ela trabalhou com rapidez e estava a engordar os travesseiros em seus casos fio de encaixe, quando ouviu o som na porta. 
Sua primeira reao foi de mal-estar ao ver o de p na soleira. Seu dia, renuncia-se. Era sua casa, depois de tudo. Ela tinha direito a utilizar qualquer parte dela. 
"Estava-me dando um pouco de um dia de festa", comeou a ela e atirou da manta. 
Estranho, pensou, que a mulher de realizar a simples tarefa de meter nas folhas que se vem to escandalosamente sexy. Deve estar mais cansado do que pensava. "Pareceu-me 
lhe haver tirado rastros de sua cama em mais de um sentido. No foi necessria para que voc se v." 
"Este  o quarto que voc est pagando. Faz calor. constru o fogo, e h seu prprio banho. Se" 
interrompeu-se porque tinha chegado a ela por detrs. O comicho lhe percorreu as costas lhe havia rigidez, mas s alcanou para o livro na mesita de noite. 
Brianna se esclareceu garganta e deu um passo atrs. "Fiquei dormida lendo," comeou a dizer, ento fui com os olhos abertos em perigo. "Eu no quero dizer que me 
ps a dormir. Eu s" Estava sonriendo, assinalou. No, ele sorria a ela. As comissuras de sua boca atirou em resposta. "Deu-me pesadelos." 
"Obrigado". 
relaxou-se de novo, acenda automaticamente lenis e edredom em sinal de bem-vinda. "E voc que da tormenta havia imaginando o pior. Eu estava seguro de que o assassino 
tinha feito estalar a direita fora do livro, faca ensangentada na mo." 
E quem  ele? " 
Ela elevou uma sobrancelha. "No posso dizer, mas hei minhas suspeitas. H uma maneira inteligente de torcer as emoes, o Sr. Thane." 
"Cinza", disse, lhe entregando o livro. "depois de tudo, em uma espcie de retorcida maneira, estamos compartilhando uma cama." Tomou a mo antes de que pudesse 
pensar em como responder, e logo a deixou sem resolver mediante o aumento aos lbios. "Obrigado pela sopa." 
"No h de que. Durma bem." 
No duvidava de que o faria. Brianna se tinha ido apenas para fora e fechou a porta quando ele se tirou a roupa e caiu nu na cama. Houve um tnue aroma das lils 
no ar, lils e alguns aroma pradaria vero reconheceu como o cabelo da Brianna. 
dormiu com um sorriso em seu rosto. 
Captulo dois 
Seguia chovendo. O primeiro que notou ao cinza pried os olhos abertos pela manh era a escurido. Poderia ter sido qualquer momento do amanhecer at o anoitecer. 
O velho relgio da chamin de pedra, disse que nove e quarto. mostrou-se otimista no suficiente para apostar que era AM 
Ele no tinha estudado a habitao a noite anterior. a fadiga da viagem, e a bonita vista da Brianna Concannon fazer sua cama, havia fuzzed seu crebro. Assim o 
fez agora, quente sob o edredom de fundo comum. As paredes estavam empapeladas de maneira que pequenos ramitos de violetas e casulos de rosa subido do cho at o 
teto. O fogo, que se tornou frio agora, ps-se em um lar de pedra e tijolos de grama se encontra em uma caixa grafite a seu lado. 
Havia um escritrio que parecia velho e robusto. Sua superfcie foi polida a um alto brilho. Um abajur de lato, um tinteiro de idade, e um tigela de vidro de composio 
estava nele. Um vaso de flores secas se centrou em um armrio de espelho. Duas cadeiras, talheres de um suave rosa, flanqueada uma mesa auxiliar pequena. Havia um 
tapete trancado no cho que recolheu os tons apagados da sala e gravuras de flores silvestres na parede. 
Cinza se apoiou na cabeceira, bocejou. No necessitava ambiente quando trabalhava, mas ele o aprecia. Contudo, pensou que tinha eleito bem. 
Em sua opinio, a volta, para voltar a dormir. Ainda no tinha fechado a porta da jaula detrs de l-una analogia que utiliza freqentemente para a escritura. Frio, 
chuva pela manh em qualquer parte do mundo estavam destinados a ser gastos na cama. Mas pensou em sua patr, bonita, de bochechas rosadas Brianna. A curiosidade 
sobre seu entorno o tinha cuidadosamente seus ps no cho frio. 
Ao menos a gua quente correndo, pensou enquanto se encontrava aturdida sob a ducha. E o sabo cheirava  ligeira, e virtualmente, de um bosque de pinheiros. A viagem 
como o fez, enfrentou-se a um grande nmero de duchas geladas. A sensao caseira simples do banho, as toalhas brancas com um toque encantador de bordado adaptado 
seu estado de nimo  perfeio. Por outra parte, seu entorno pelo general lhe convinha, a partir de uma carpa no deserto do Arizona aos hotis luxuosos na Revisse. 
Cinza gostava de pensar que se torceu o estabelecimento para adaptar-se a suas necessidades, at que,  obvio, suas necessidades trocado. 
Para os prximos meses pensou que a acolhedora estalagem na Irlanda faria muito bem. Em particular, com a vantagem acrescentada de sua caseira encantada. A beleza 
era sempre um plus. 
No v nenhuma razo para barbear-se, e ficou uns jeans e uma sudadera feita farrapos. Dado que o vento tinha amainado grandemente, poderia ter um vagabundo nos 
campos depois do caf da manh. Tome um pouco de ambiente. 
Mas foi o caf da manh que lhe enviou a planta baixa. 
No se surpreendeu de encontr-la na cozinha. A habitao parecia ter sido desenhado para ela, a chamin com fumaa, as paredes brilhantes, os contadores asseado-as-a-pin-. 
Havia recolheu o cabelo esta manh, assinalou. imaginou que ela pensava que o n na parte superior de sua cabea era prtico. E talvez era, pensou, mas o fato de 
que os fios escapou a revoar e cachos no pescoo e as bochechas fez a prtica sedutora. 
Provavelmente foi uma m idia em tudo ser seduzido por sua patr. 
Estava cozinhando algo, e o aroma de o fazia gua a boca. Sem dvida, era o aroma dos mantimentos e no os olhos dela em seu avental branco que tinha acabado seus 
sucos correndo. 
voltou-se ento, os braos carregados de um enorme tigela, o contedo da que ela continuava golpeando com uma colher de madeira. Ela piscou com surpresa, logo sorriu 
em precavida bem-vinda. -bom dia. Voc quer que seu caf da manh. " 
"vou ter o que estou cheirando". -No, no o far. " De uma maneira competente que terei que admirar, verteu o contedo de um recipiente em uma caarola. "No tem 
feito ainda, e  o que  uma torta para o ch." 
"Apple", disse, farejando o ar. "Canela". 
"Seu nariz est bem. pode-se dirigir um caf da manh irlands, ou vai querer algo mais ligeiro?" 
"A luz no  o que eu tinha em mente." 
-Muito bem, ento, o comilo atravs da porta h. Trarei-te em um caf e po-doces para te sustentar. " 
"Posso comer aqui?" Lhe deu seu sorriso mais encantador e se apoiou contra a ombreira da porta. "Ou te incomoda que a gente v cozinhar?" Ou simplesmente seu relgio, 
pensou, fazer nada absolutamente. 
"No, absolutamente." Alguns de seus clientes o preferiam, embora a maioria gostou para ser servido. Lhe serve caf j tinha calefao. "Voc se o negro?" 
"Isso  correto." Ele o bebeu de p, olhando-a. "Cresceu voc nesta casa?" 
"Eu o fiz." Ela se deslizou salsichas de graxa em uma caarola. 
"Pensei que parecia mais de um lar de uma estalagem." 
"significou. Tnhamos uma granja, que v, mas sim se vendem a maior parte da terra. mantivemos a casa e o pequeno endoideci que estabelecem a maneira em que minha 
irm e seu marido vivem de vez em quando." 
"de vez em quando?" 
"Ele tem uma casa no Dubln assim.  dono das galerias. Ela  uma artista". 
"OH, que tipo?" 
Ela sorriu um pouco enquanto se dirigia sobre a cozinha. A maioria da gente supunha artista significava pintor, um fato que irritou ao Maggie sempre. "Um artista 
do vidro. Ela vidro golpes." Brianna fez um gesto  taa no centro da mesa da cozinha. sangrou-se de fuso com bolos, seu fluido bordo, como as ptalas lavadas pela 
chuva. "Esse  seu trabalho." 
"Impressionante". Curioso, que se aproximou, correu a ponta do dedo pelo bordo ondulado. "Concannon," murmurou, e logo riu para seus adentros. "Maldita seja, MM 
Concannon, a sensao da Irlanda." 
os olhos da Brianna danava com prazer. "A chame assim, verdade? OH, ela vai encantar." O orgulho brilhou pulg-E voc reconhece seu trabalho. " 
-Deveria, acabo de comprar a gripe aviar no sei que diabos . Uma escultura. Galerias do mundo, Londres, faz duas semanas. " 
"Galeria de Rogam. Seu marido". 
"Handy". Se aproximou da estufa para rematar seu prprio copo. As salsichas fritar cheirava quase to bom como sua anfitri. " uma incrvel pea. Vidro gelado branco 
com este pulso de fogo no interior. Pensei que se parecia com a Fortaleza da Solido". Em seu olhar em branco, ps-se a rir. santurio privado "Voc no  para acima 
em seu comics americanos, a meu entender. Superman, no rtico, acredito." 
"Ela vai gostar que o far. Maggie grandes santurios em privado". Em um hbito inconsciente se meteu de novo no cabelo solto alfinetes. Seus nervos estavam cantarolando 
um pouco. Ela sups que era devido  forma em que a olhava, que a avaliao franco e sem arrependimentos que foi incmodamente ntimos. Foi o escritor nele, disse-se 
e deixou cair as batatas na graxa cuspir. "Esto construindo uma galeria aqui no Clare", continuou. "vai ser aberto na primavera. Continuando, mingaus para comear 
enquanto que o resto se est cozinhando". 
Papa de aveia. foi perfeito. Uma manh de chuva em uma casa de campo irlands e a aveia em um recipiente marrom de espessura. Sonriendo, sentou-se e comeou a comer. 
"Est estabelecendo um livro aqui, na Irlanda?" Ela olhou por cima do ombro. "Est bem pedir?" 
"claro que sim. Esse  o plano. Lonely acampo, os campos de chuvas, os escarpados elevados." encolheu-se de ombros. "Tidy pequenos povos. Postais. Mas, que paixes 
e as ambies esto por debaixo." 
Agora ela ps-se a rir, voltando toucinho. "Eu no sei se encontrar nossas paixes e as ambies do povo at seu mbito de aplicao, o Sr. Thane." "Cinza". 
-Sim, Gray. Ela tomou um ovo, rompeu-o uma s mo na frigideira chispar. "Agora, o meu correu bastante alto quando uma das vacas do Murphy rompeu o cerco e pisoteado 
minhas rosas o vero passado. E se no recordar mau, Tommy Duggin e Ryan Joe tinha uma briga sangrenta fora de um pub de Ou'Malley no muito tempo atrs." 
"mais de uma mulher?" 
-No, durante um jogo de futebol na televiso. Mas ento, eram um pouco bbado wee no momento, ho-me dito, e o fez bastante bem at uma vez a cabea deixou de sonar. 
" 
"Bom, nada de fico, a no ser uma mentira de todos os modos." 
"Mas no o ." Seus olhos, verdes e grave voz baixa, conheceu seu como o manifestou um prato frente a ele. " um tipo diferente de verdade. Seria sua verdade no 
momento da escritura, no? " 
Sua percepo surpreso e quase o envergonhado. "Sim. Sim, faria-o". 
Satisfeito, voltou-se para a estufa para embutidos monto, uma fatia de toucinho, ovos, panqueques de batata em um prato. -vais ser uma sensao no povo. Nos irlandeses 
so selvagens para os escritores, j sabe. " 
"No sou um Yeats." 
Ela sorriu, agradado quando fichou por pores saudveis dos mantimentos em seu prato. "Mas no queremos ser, verdade? 
Olhou para cima, fazendo ranger em sua primeira fatia de toucinho. Tinha-o vinculado com tanta preciso to rapidamente? , perguntou-se. Ele, que se orgulhava de 
sua prpria aura de mistrio, nem passado nem futuro. 
antes de que pudesse pensar em uma resposta, a porta da cozinha aberta e se estrelou em um torvelinho da chuva e a mulher entrou "Alguns knothead deixou o carro 
justo no meio da estrada fora da casa, Brie". Maggie se deteve, miservel uma boina de destilao, e olhos cinzas. 
"Guilty", disse, levantando uma mo. "Me esqueceu. O vou mover." 
"No h pressa agora." Lhe devolveu a saudao em seu assento e o arrastaram fora de seu casaco. "Terminar o caf da manh, tenho tempo. Seria o escritor ianque, 
verdade?" 
"Duas vezes culpado. E voc seria MM Concannon." 
"Eu o faria." 
"Minha irm, Maggie," disse Brianna enquanto servia o ch. "Grayson Thane." 
Maggie se sentou com um pequeno suspiro de alvio. O beb estava levantando uma tormenta prpria. "um pouco logo, verdade?" 
"Mudana de planos." Ela era uma verso mais clara da Brianna, Gray pensamento. o cabelo mais vermelho, mais verde olhos-ojos mais afiado. "Sua irm no teve a amabilidade 
de fazer dormir no ptio." 
"OH, ela  una uma espcie, Brie ." Maggie se serve uma parte de toucinho no prato. "Bolo de ma?" -Perguntou Maggie, farejando o ar. 
"Para o ch." Brianna tomou um po do forno, meteu-se outra polegadas "Voc e Rogam so bem-vindos a alguns." 
"Talvez vamos conseguir." Ela tomou um po da cesta sobre a mesa e comeou a mordiscar. "Plano de ficar um momento, verdade?" 
"Maggie, no incomode a meu convidado. Hei pozinhos extra se quer tomar algo a casa." 
"Eu no vou ainda. Rogam no telefone, ser a medida do que posso dizer at o dia do julgamento final j passou. Dirigia-me  aldeia um pouco de po." 
"Eu tenho muito que perder." Maggie sorriu, mordeu o po de novo. -Pensei que poderia. " voltou-se os olhos penetrantes verde em cinza. "Ela assa suficiente para 
todo o povo." 
"O talento artstico lhe vem de famlia", disse Gray facilmente. depois de aglomerao gelia de morango em um pedao de po, passou a jarra amigablemente ao Maggie. 
"Voc com o vidro, Brianna com a cozinha." Sem vergonha, olhou ao bolo de refrigerao na parte superior da estufa. "Quanto tempo demorar o ch?" 
Maggie lhe sorriu. -Pode que voc queira. 
-Pode que voc gosta de voltar. " ficou de p. "vou mover o carro." 
"Se voc acabar de atirar  rua." 
Deu Brianna um olhar em branco. "Em que rua?" 
"Ao lado da casa-el caminho que o tinha chamado. vai necessitar ajuda com sua bagagem? " 
"No, no posso dirigi-lo. Encantado de te haver conhecido, Maggie." 
-E voc. " Maggie se lambeu os dedos, esperou at que ouviu a porta fechada. " melhor olhar que seu quadro na parte traseira de seus livros." 
"Ele ". 
"A gente no pensaria que um escritor haveria uma gerao como a que-todos os duros e musculosos." 
Conscientes Maggie estava procurando uma reao, Brianna manteve de costas. -Suponho que est muito bem juntos. No me ocorreria uma mulher casada de entrar em seu 
sexto ms de embarao pagariam sua construo importa muito ". 
Maggie soltou um bufido. "Tenho uma idia de todas as mulheres pagariam faam conta. E se no termos, mais vale que tenham mais de verificaes dos olhos." 
"Meus olhos esto muito bem, obrigado. E no  voc o que estava preocupado por mim estar a ss com ele? " 
"Isso foi antes de que decidisse ele." 
Com um pequeno suspiro Brianna olhou para a porta da cozinha. Duvidava de que havia muito tempo. Brianna se umedeceu os lbios, manteve suas mos ocupadas com ordenando 
os pratos do caf da manh. "Maggie, eu estaria contente se pudesse encontrar o tempo para vir mais tarde. Preciso falar com voc a respeito de algo." 
"Fale agora." 
-No, no posso. " Jogou um olhar  porta da cozinha. "Temos que ser privado.  importante." 
"Voc est molesto." 
"No sei se estiver molesto ou no." 
"Fez algo? O ianque? Apesar de sua corpulncia, Maggie estava fora de sua cadeira e preparado para brigar. 
-No, no. No tem nada que ver com ele. " Exasperado, Brianna estabelecer as mos nos quadris. "Acaba de dizer que gostava." 
"No, se te incomoda." 
-Bom, no o . No pressione sobre isso agora. vai vir por mais tarde, uma vez que estou seguro de que est arrumado? " 
" obvio que o farei." Preocupada, Maggie roou uma mo sobre o ombro da Brianna. "Quer Roga vir?" 
"Se ele puder. Sim," decidiu Brianna, o pensamento da condio do Maggie. -Sim, por favor lhe pea que lhe acompanhe. " 
"antes de ch, e logo dois, trs?" 
"Isso seria bom. Tome os po-doces, Maggie, e o po. Quero ajudar a solucionar o Sr. Thane pulg" 
No havia nada mais da Brianna temido enfrentamentos, palavras de irritao, emoes amargas. Tinha crescido em uma casa onde tinha cozinhado a fogo lento o ar sempre 
com eles. Os ressentimentos fervendo em blowups. As decepes intermitente em gritos. Em defesa que sempre tratou que manter seus prprios sentimentos controlados, 
a direo na medida de que o plo oposto do possvel das tormentas e raiva que tinha servido como escudo de sua irm  misria de seus pais. 
Ela podia admitir, para si mesmo, que ela tinha desejado freqentemente a despertar uma manh e descobre que seus pais tinham decidido ignorar a tradio e a igreja 
e segue seu caminho por separado. Mas mais freqentemente, muito freqentemente, tinha rezado por um milagre. O milagre de ter a seus pais descobrem de novo, e reacendendo 
a fasca que os tinha unido durante tantos anos antes. 
Agora, entende, ao menos em parte, por que esse milagre nunca poderia ter acontecido. Amanda. O nome da mulher tinha sido Amanda. 
De ter conhecido a sua me? Brianna se perguntou. De ter sabido que o marido tinha chegado a detestar tinha amado a outro? Sabia ela havia um menino, que se cultiva 
agora, quem foi o resultado de que o amor imprudente, proibido? 
Ela nunca poderia pedir. Nunca pediria, Brianna se prometeu. A cena horrvel que faria seria mais do que podia suportar. 
J tinha passado a maior parte do dia temendo compartilhar o que tinha descoberto com sua irm. Sabendo, pois sabia bem Maggie, que no haveria dor e irritao e 
a desiluso da alma profunda. 
Havia-o posposto por hora. A maneira covarde, sabia, e se envergonhou dela. Mas se disse que necessitava hora de colocar seu prprio corao antes de que pudesse 
ter sobre a carga do Maggie. 
Gray foi a perfeita distrao. Ajudar a resolver ele em seu quarto, respondendo a suas perguntas sobre os povos prximos e o campo. E as perguntas que tinha, por 
dzias. No momento em que lhe assinalou para fora do Ennis, estava esgotada. Sua energia mental foi incrvel, lhe recordando de uma contorcionista que tinha visto 
uma vez em uma feira, dando voltas a si mesmo em formas extravagantes, continuando, fazer estalar para fora s para girar e girar de novo. 
Para relaxar-se, baixou-lhe as mos e joelhos e esfregar o cho da cozinha. 
Eram apenas as duas quando escutou latidos de bem-vinda Com. O ch foi a fermentao e seus bolos gelados, sandwiches e o pouco que tinha feito cortar em tringulos 
asseado. Brianna se retorcia as mos uma vez, logo abriu a porta da cozinha a sua irm e cunhado. 
"Sabia que caminha no, ento?" 
"Sweeney reclamaes que precisam fazer exerccio." a cara do Maggie era cor de rosa, com os olhos danando. Tomou um comprido e profundo farejar o ar. "E eu, depois 
do ch." 
"Ela  ambicioso nestes dias." Rogam pendurado o casaco e os ganchos do Maggie na porta. Poderia ter usada calas velhas e robustos sapatos para caminhar, mas nada 
podia dissimular o que sua esposa tivesse chamado do Dubln nele. Alto, moreno, elegante, estaria em lao negro ou trapos. " uma sorte que nos pediu para o ch, 
Brianna. Ela  limpar nossa despensa." 
"Bom, havemos abundncia aqui. v sentar te junto ao fogo e o vou pr de manifesto". <p > "No estamos convidados", ops-se ao Maggie. "O kitchen'll fazer por ns." 
"estive em todo o dia." Foi uma desculpa pouco convincente. No havia lugar mais atrativo na casa para ela. Mas ela queria, necessitava, a formalidade da sala pelo 
que terei que fazer. "E h um bonito fogo posto. 
"Levarei-me a bandeja," ofereceu Rogam. 
No momento em que resolveram na sala, Maggie chegou para um bolo. 
"Toma um sndwich", disse-lhe Rogam. 
"Ele me trata mais como a um menino que uma mulher que leva uma." Mas ela tomou a primeira sndwich. "estive dizendo a respeito de seu Rogam muito atrativo ianque. 
Larga boquilha dourada de cabelo, msculos fortes, e grandes olhos marrons. No  unir-se a ns para tomar o ch?" <p > "Estamos a princpios de ch", assinalou 
Rogam a cabo. "Tenho lido seus livros," disse a Brianna. "Tem uma forma inteligente de sumir ao leitor no caos." 
"Sei." Ela sorriu um pouco. "Fiquei dormida com a luz acesa. saiu a dar uma volta, para e a respeito do Ennis. Ele teve a amabilidade de enviar uma carta para mim." 
A forma mais fcil, Brianna pensamento, freqentemente pela porta traseira. "Encontrei uns papis quando estava no desvo de ontem." 
"No passamos por esse negcio antes?" -Perguntou Maggie. 
"Deixou-nos um monto de caixas D intacta. Quando a me estava aqui, pareceu-me melhor no tocar o tema." 
"Ela tivesse feito nada mais que criticar e elogiar". Maggie franziu o cenho em seu ch. "Voc no deveria ter que acontecer seus papis por sua conta, Brie". "No 
me importa. estive pensando que poderia a sua vez o apartamento de cobertura em uma habitao tipo loft, para os clientes." 
"Mais clientes." Maggie ps os olhos. -Voc  invadida por eles agora, a primavera e o vero. " 
"Eu gosto de ter gente na casa." Era um velho argumento, uma que nunca voltaria a ver com os mesmos olhos. "Em todo caso, eram mais de tempo para passar pelas coisas. 
Havia um pouco de roupa, assim, alguns de no mais de trapos agora. Mas encontrei isto." levantou-se e se foi a uma pequena caixa. Ela tirou o vestido branco de 
encaixe. " um trabalho da Av, estou seguro. D o tivesse guardado para seus netos." 
"OH." Tudo a respeito do Maggie se suavizou. Seus olhos, sua boca, sua voz. Lhe tendeu a mo, tomou o vestido neles. "Assim pequena", murmurou. Inclusive enquanto 
acariciava a roupa, o beb se moveu dentro dela. 
"Pensei que sua famlia possa ter uma a um lado e, Rogam, mas-" 
"vamos usar isto. Obrigado, Brie". Um olhar  cara de sua mulher o tinha decidido. "Aqui, Margarida Mara." 
Maggie tomou o leno que se oferecem e se secou os olhos. "Os livros dizem que  hormnios. Sempre me parece que se estenda". 
"vou pr de novo para voc." depois de substituir o vestido, Brianna deu o seguinte passo e se ofereceu o certificado de aes. "Encontrei isto tambm. D que hav-lo 
comprado ou investido, o que seja, pouco antes de morrer." 
Um olhar no peridico havia suspirando Maggie. "Outro dos sistemas de seu manancial de benefcios." Ela era to sentimental sobre o certificado de aes como a tinha 
visto no vestido de beb. "Como gosta. Assim que ele pensou que iria  minerao, verdade?" 
"Bom, ele tinha tentado todo o resto." Rogam franziu o cenho no certificado. "Eu gosto de olhar nesta empresa, a ver o que  o que?" 
anncio "que tenho escrito para eles. Sr. Thane  a carta para mim. vai chegar a nada, imagino." Nenhum dos regimes do Tom Concannon tenha tido alguma vez. "Mas 
voc pode ser que tenha o papel para mim at que ouo de novo." -So dez mil aes ", assinalou Rogam a cabo. Maggie e Brianna sorriram. "E se vale a pena mais que 
o papel que est impresso, ele tem quebrado o recorde." Maggie se encolheu de ombros e se trata a si mesmo a uma torta. "Sempre foi investir em algo, ou iniciar 
um novo negcio. Foi seus sonhos que eram grandes, Rogam, e seu corao." 
sorriso da Brianna atenuado. "encontrei outra coisa. Algo tenho que te mostrar. Letras." "Ele era famoso pelas escrever." "No", Brianna interrompido antes Maggie 
poderia lanar em uma de suas histrias. Faz-o agora, ela se ordenou quando seu corao se evitou as costas. Faa-o rapidamente. "Estas foram escritas para ele. 
H trs deles, e acredito que  melhor se voc os ler por si mesmo." 
Maggie podia ver os olhos da Brianna tinha ido fria e remota. Uma defesa, sabia, contra algo de humor detrs decepo. -Muito bem, Brie ". 
Sem dizer nada, Brianna recolheu as cartas, p-las na mo do Maggie. Maggie havia mais que olhar  direo do remetente no sobre pela primeira vez seu ritmo cardaco 
a espessar. Abriu a carta. 
Brianna escutou o som rpida de angstia. Os dedos se encerrou junto torcido. Viu chegar ao Maggie, o punho de Rogam. Uma mudana, Brianna pensamento com um pequeno 
suspiro. Inclusive um ano antes de que Maggie se impuseram a qualquer mo reconfortante a um lado. 
"Amanda". Havia lgrimas na voz do Maggie. "Foi Amanda disse antes de morrer. De p nos escarpados do Loop Head, nesse lugar que tanto amava. Ns gostaramos de 
ir ali e ele brincadeira a respeito de como havamos hop em um navio e nossa seguinte parada se poderia um pub em Nova Iorque ". Agora as lgrimas derramou. "Em 
Nova Iorque. Amanda estava em Nova Iorque ". 
"Disse-me seu nome." Brianna dedos foram  boca. Ela se deteve, apenas, antes de dar  infncia em seu hbito de roer as unhas. "Agora recordo que voc h dito algo 
a respeito em sua esteira. Disse algo mais, dir-lhe nada a respeito dela?" 
"No disse nada mas seu nome." Maggie descontnua em lgrimas com uma mo furiosa. "No disse nada ento, nada. Ele a amava, mas ele no fez nada a respeito". 
"O que podia fazer?" Brianna perguntou. "Maggie" 
"Algo". Havia mais lgrimas e mais fria quando Maggie levantou a cabea. "O que seja. Doce Jesus, passou sua vida no inferno. por que? devido a que a Igreja diz 
que  um pecado no faz-lo. Bom, j que tinha pecado, no? Tinha cometido adultrio. No culpo a ele por isso? No sei que posso, recordando o que enfrentou nesta 
casa. Mas Por Deus, no poderia ter seguido atravs dela? No poderia por fim seguiram atravs de? 
"ficou para ns". Brianna voz era firme e fria. "Voc sabe que ele ficou para ns". 
"Supe-se que me fazem agradecidos?" 
"vai culpar o por te amar? Rogam perguntou em voz baixa. "Ou o condenam por amar a algum mais?" 
Seus olhos se iluminaram. Mas a amargura que se levantou na garganta morreu na dor. -No, no vou fazer. Mas deveria ter tido mais de lembranas ". 
"Ler os outros, Maggie." 
"Farei-o. Nasceu apenas quando estes foram escritos", disse enquanto abria a segunda carta. "J sei-disse Brianna devidamente. 
"Acredito que ela o queria muito. H um favor aqui. No  muito pedir, o amor, a bondade." Maggie olhou Brianna ento, por alguma sinal. No viu nada, mas que frio 
desapego mesma. Com um suspiro, abriu a carta final, enquanto que Brianna sb rgido e frio. "Eu s lhe desejo ..." Suas palavras se cambaleou. "OH, Meu deus. Um 
beb". Instintivamente, a mo foi se cobrir a sua. "Ela estava grvida." 
"Temos um irmo ou irm em algum lugar. No sei o que fazer." 
Comoo e fria havia Maggie tombos para seus ps. Taas de ch sacudiu enquanto empurrava de novo a p ao redor da habitao. Faz "O que fazer? feito-se, no? Vinte 
e oito anos para ser exatos." 
Dolorida, Brianna comeou a aumentar, mas Rogam se cobriu a mo. "Que se v", murmurou. "vai ser melhor para depois." 
"Que direito tinha ela para lhe dizer isto e logo desaparecem?" Maggie demandada. "Que direito tinha ele para deix-la? E agora, est pensando que nos corresponde? 
Para ns o cumpram? Isto no  um menino abandonado sem pais que estamos falando de agora, Brianna, mas que cresceu a uma pessoa. O que tm que ver conosco? " 
"Nosso pai, Maggie. Nossa famlia". 
-OH, sim, a famlia Concannon. Deus nos ajude. " Afligido, apoiou-se contra o suporte da chamin, olhando cegamente no fogo. "Estava to dbil, ento?" 
"No sabemos o que fez, ou poderia ter feito. Pode que nunca saibamos." Brianna respirou cuidado. "Se minha me tinha conhecido" 
Maggie interrompeu com uma risada breve e amarga. "Ela no o fez. Crie que no teria usado uma arma como esta para golpe-lo na terra? Deus sabe que ela utiliza 
todo o resto." 
"Ento no h ponto de lhe dizer agora, verdade?" 
Pouco a pouco se voltou Maggie. "Voc quer dizer nada?" 
"Para ela. Que propsito teria que servir para lhe fazer danifico?" 
a boca do Maggie emagrecido. "Crie que  assim?" 
" voc to seguro de que no o faria?" 
O fogo se apagou no Maggie to rapidamente como se queimou. -No sei. Como posso saber? Sinto-me como se os dois so estrangeiros agora. " 
"Ele te amou, Maggie." Rogam aumentou agora a ir ver a. "Voc sabe." 
"J sei." Ela se deixou magra. "Mas no sei o que sinto." 
"Acredito que devemos tratar de encontrar Amanda Dougherty, "Brianna comeou", e " 
"No me ocorre." Maggie fechou os olhos. Houve muitas emoes mau trato dentro dela que lhe permitisse ver, como ela queria, a direo correta a tomar. "Tenho que 
pensar nisto, Brie.  descansado tanto tempo. pode-se descansar um momento mais largo." 
-Sinto muito, Maggie. " 
"No tome isto em seus ombros tambm." um pouco da mordida e ligeireza se voltou na voz do Maggie. "So uma carga suficiente. me d uns dias, Brie, ento vamos decidir 
juntos o que est por fazer." 
-Est bem. " 
"Eu gostaria de ter as letras, por agora." 
- obvio. " 
Maggie cruzado, ps uma mo na bochecha plida da Brianna. "Ele lhes quis, tambm, Brie". "A sua maneira." 
"Em todos os sentidos. Voc era seu anjo, seu sangue-frio rosa. No se preocupe. Encontraremos uma maneira de fazer o melhor." 
Gray no lhe importava que o cu plmbeo comeou a cuspir chuva outra vez. deteve-se em um parapeito de um castelo em runas que dava a um rio lento. O vento assobiava 
e gemia atravs de gretas na pedra. Poderia ter estado sozinho, no somente neste espao, mas neste pas, no mundo. 
Foi, disse-se, o lugar perfeito para o assassinato. 
A vtima poderia ser atrado aqui, poderia levar-se a cabo at a antiga escada de pedra de liquidao, puderam fugir desesperadamente, at que qualquer migalha de 
esperana se dissolveria. No haveria nenhum escapamento. 
Aqui, onde se tinha derramado sangue velho, onde se filtrava na pedra e a terra to profundo, mas no to profundo, o assassinato fresca se levaria a cabo. No Por 
Deus, no para o pas. Mas para o prazer. 
Cinza j sabia que seu vilo, no podia imagin-lo, corte em rodelas de maneira que a ponta de sua faca brilhou  luz de prata mate. Sabia que sua vtima, o terror 
e a dor. O heri, e a mulher que adoraria, foram o mais claro  cinza como a marcha lenta do rio. 
E sabia que teria que comear logo a criar com as palavras. No havia nada que gozava na escritura mais que fazer seu flego a gente, lhes dando carne e osso. Descobrir 
seus antecedentes, seus temores ocultos, todas as peripcias de seu passado. 
Foi, possivelmente, porque no tinha prprio passado. feito-se, capa por capa, a maior destreza e meticulosamente desenhada como ele seus personagens. Grayson Thane 
era quem tinha decidido ser, e sua habilidade para contar histrias proporcionou um meio para converter-se em quem e o que ele queria, em um certo estilo. 
Nunca se considera a si mesmo um homem modesto, mas considerava a si mesmo nada mais que um escritor competente, um controle de nmero de contos. Ele escreveu para 
entreter-se em primeiro lugar, e reconheceu que sua sorte em golpear a alguns acordes no pblico. 
Brianna tinha razo. No tinha nenhum desejo de ser um Yeats. Ser um bom escritor significava que podia ganh-la vida e fazer o que quisesse. Ser um grande traria 
responsabilidades e expectativas que ele no tinha desejos de cara. O que Gray no optar pela cara, ele simplesmente deu as costas. 
Mas houve momentos, como este, quando se perguntava o que poderia ser como ter razes, antepassados, uma devoo pura sangre  famlia ou pas. A gente que tinha 
construdo este castelo que seguiam em p, os que tinham lutado ali, onde morreu. O que se sentiam? O que tinham desejado? E como poderia batalhas lutaram faz tanto 
tempo ainda ressonam, to clara como a msica mortal da espada contra espada, no ar? 
Tinha escolhido a Irlanda para isto, para a histria, para a gente cujas lembranas eram largas e as razes eram profundas. Para as pessoas, admitiu, ao igual a 
Brianna Concannon. 
Foi um estranho e bonificao de interesse que deve ser muito o que estava procurando em sua herona. 
Fisicamente estava perfeito. Que a beleza suave e luminosa, a graa de maneira singela e tranqila. Mas debaixo da casca, a diferena de que a hospitalidade abrir 
a mo, foi um grande lonjura, e uma tristeza. Complexidades, pensou, deixando que a bofetada de chuva pelas bochechas. Gostava de nada melhor que contraste e complexidades, 
quebra-cabeas por resolver. O que tinha posto esse olhar encantado em seus olhos, essa frescura de defesa com sua atitude? Seria interessante averiguar. 
Captulo Trs 
Ele pensou que estava fora quando ele voltou. Como enfocado como um co em um aroma, Gray dirigiu  cozinha. Era sua voz que o deteve-suave, tranqila, e com gelo. 
Sem dar uma reflexo sobre a tica da escuta, ele trocou de posto e se transladou  porta da sala. 
Via-a no telefone. Sua mo torcida na medula, um gesto de raiva ou dos nervos. No podia ver seu rosto, mas o conjunto rgido de suas costas e ombros Segundo os 
dados suficientes de seu humor. 
"Acabo de entrar, a Me. Eu tinha que recolher algumas costure no povo. Hei convidado." 
Houve uma pausa, Gray, vistos como Brianna elevou uma mo, esfregou fixamente a seu templo. 
-Sim, sei. Sinto que o zanga. Virei o dia de amanh. Posso " 
interrompeu-se, obviamente, interrompido por alguns comentrios agudos no outro extremo do telefone. Cinza para trs uma necessidade de mover  habitao e acalmar 
os ombros tensos. 
"Levarei-te aonde queira ir amanh. Eu nunca disse que estava muito ocupada, e eu sinto que voc no se sente bem. vou fazer a comercializao, sim, no h problema. 
Antes do meio-dia, prometo-o. Tenho que ir agora. Hei bolos no forno. vou trazer algumas, eu? Amanh, Me, prometo-lhe isso. "Murmurou um adeus e se voltou. A angstia 
em seu rosto cansado voltou para golpes quando viu cinza, e logo se deslizou um rubor em suas bochechas." Voc se move em silncio ", disse com o mais leve rastro 
de molstia no tom. "Eu no te ouvi entrar- 
"Eu no queria interromper." No tinha vergonha de escutar sua conversao, nem de ver suas distintas reaes ilumina intermitentemente sua cara. -Sua me vive perto? 
" 
"No muito longe". Sua voz foi atalho agora, fio com a ira que se agitava em seu interior. Tinha escutado a sua misria pessoal e no acredito importante o suficiente 
para desculpar-se. -vou procurar o ch agora. " 
"No h pressa. Tem bolos no forno." 
Ela nivelado seus olhos nele. "Mentiu-me. Tenho-lhes que dizer que abro minha casa para ti, mas no minha vida privada." 
Ele o reconheceu com um gesto. "Tenho-lhes que dizer, sempre me levante. Est molesto, Brianna. Talvez deveria haver um pouco de ch." 
"tive o meu, obrigado". Seus ombros ficou rgido como cruzou a habitao e comeou a mover-se alm dele. Ele a deteve com o mais fraco dos pincis de sua mo sobre 
seu brao. Havia curiosidade em seus olhos, e ela se ofendeu. Houve simpatia, ela no o deseja. 
"A maioria dos escritores tm um ouvido to aberto como um bom barman." 
Ela trocou. No foi at o menor movimento, mas pr distncia entre eles, e ganhou seu ponto. "Sempre me perguntei a respeito das pessoas que tenham necessidade de 
contar seus problemas pessoais com o homem que lhes serve cerveja. vou trazer o ch  sala. Hei muitas coisas que fazer na cozinha para a companhia." 
Cinza se passou a lngua pelos dentes enquanto se afastava. Tinha, ele sabia, ps-se nunca to completamente em seu lugar. 
Brianna no culpa dos americanos para a curiosidade. Havia um monto de sua conta. Gostava de inteirar-se da gente que passou por sua casa, escutando falar sobre 
suas vidas e suas famlias. Pode ser que tenha sido injusto, mas ela preferiu no falar dela. Muito mais cmodo foi o papel de espectador. Era mais seguro. 
Mas ela no estava zangado com ele. A experincia lhe tinha ensinado que a pacincia no resolveu nada. A pacincia, os maneiras, e um tom tranqilo eram mais eficazes 
escudos e armas contra a maioria dos enfrentamentos. Tinham servido a seu bem atravs do jantar, e ao final dela, parecia-lhe que ela e Gray se reatou suas posies 
corretas de landlandy e seu acompanhante. Seu convite informal a reunir-se com ele no pub do povo tinha sido to casualmente se negou. Brianna tinha passado uma 
hora agradvel de terminar seu livro. 
Agora, com o caf da manh servido e ao cabo os pratos, preparava-se para conduzir a sua me e dedicar o resto da manh ao Maeve. Maggie se molesta ao escut-lo, 
Brianna pensamento. Mas sua irm no entendia que era mais fcil, certamente menos estressante para satisfazer simplesmente necessita de sua me pelo tempo e ateno. 
Inconvenientes  parte, foi s um par de horas fora de sua vida. 
Apenas um ano antes, antes do xito do Maggie fazia possvel o estabelecimento do Maeve com um companheiro em sua prpria casa, Brianna tinha estado a sua inteira 
disposio vinte e quatro horas ao dia, com tendncia s enfermidades imaginrias, escutar as queixa por sua conta deficincias. 
E que nos recorde, uma e outra vez, que Maeve tinha completo com seu dever dando vida Brianna. 
O que Maggie no podia entender, e o que Brianna segue sendo culpado, era que ela estava disposta a pagar qualquer preo pela tranqilidade de ser a proprietria 
e senhora do Blackthorn Cottage. 
E hoje o sol brilhava. Houve uma sugesto das brincadeiras da primavera longnqua na brisa suave. No ia durar, Brianna sabia. Isso fez que a luz luminosa e suave 
durante todo o ar mais precioso. Para desfrutar mais plenamente, ela baixou os guichs de seu antigo Fiat. Ela teria que rodar de novo e o aceso do aquecedor lento 
quando sua me se uniu a ela. 
Olhou  pequena e formosa Mercedes cinza, no tinha tomado em arrendo na inveja. Ou talvez com uma leve pontada de inveja. Foi to eficiente chamativo e elegante. 
E adequado a seu condutor, pensou,  perfeio. perguntou-se o que seria como sentar-se atrs do volante, s por um momento ou dois. 
Quase a modo de desculpa lhe deu uns tapinhas no volante de seu Fiat antes de dar volta a chave. O motor de coado, queixou-se, e tossiu. "Ah, agora, eu no o dizia 
em serio-murmur ela e tratou de novo a tecla. -Vamos, carinho, agarrar-se, quer? Ela odeia quando chego tarde ". 
Mas o motor s gaguejou, continuando, extinguiu-se com um gemido. Resignado, Brianna saiu e levantou o cap. Ela sabia que o Fiat freqentemente mostram o temperamento 
de uma mulher de mau humor.  mais habitual que ela pudesse convencer, junto com uns poucos traos ou grifos com as ferramentas que levava no porta-malas. 
Ela carregava uma caixa de ferramentas amolgada quando Gray passeava pela porta principal. 
"Car problemas?" chamou. 
"Ela  temperamental." Brianna jogou o cabelo para trs e empurrou as mangas do pulver. "S necessita um pouco de ateno". 
Thumbs metida no bolso dianteiro da cala, cruzou, olhou debaixo da capela. No era uma fanfarronada, mas esteve perto. Quer que te jogue uma olhada? " 
Ela o olhou. Ainda no se barbeou. Os restolhos que tm feito que se veja descuidada e incompetente. Em troca, a combinao de este e o cabelo de ponta de ouro recolhido 
em uma rabo-de-cavalo rechoncho ajuste da imagem da Brianna de uma estrela do rock americano. A idia a fez sorrir. 
"Sabe voc sobre os carros ento, ou lhe oferece, porque voc pensa que deveria-ser homem, o que ." 
Sua frente se dispararam, e arqueou seus lbios enquanto tomava a caixa de ferramentas dela. Teve que admitir que se sentia aliviado que no estava zangada com ele 
por mais tempo. 
"Passo atrs, senhorita", arrastando as palavras com uma voz grosa com a populao rural do Sul. "E no se preocupe que linda cabea dos seus. Que um homem dirigir 
isto. " 
Impressionado, jogou-lhe a cabea. "Sonhas como eu imaginava Buck soou em seu livro." 
"H um bom ouvido." Lhe dedicou um sorriso antes de que ele se meteu debaixo do cap. "Era um culo pomposo de pescoo vermelho, no?" 
"Mmm". Ela no estava segura, apesar de que estavam falando de um personagem de fico, se era de boa educao de acordo. "Pelo general  o carburador,-comeou-. 
"Murphy prometeu reconstruir quando tem um par de horas de sobra." 
J a cabea e os ombros sob o cap, Gray simplesmente voltou a cabea e lhe dirigiu um olhar seca. -Bom, no aqui do Murphy, verdade? " 
Ela teve que admitir que no o era. Brianna pouco o lbio enquanto observava o trabalho cinza. Agradeceu o oferecimento, na verdade o fez. Mas o homem era um escritor, 
no um mecnico. No podia permitir o luxo do ter, com todas as boas intenes, algo danos. 
"Pelo general, se me puser em manter aberta a dobradia que o h com um pau", para lhe mostrar, ela se inclinou junto ao Gray e assinalou-, quando me sinto no e 
p-lo em marcha. " 
Voltou a cabea outra vez, foi cara a cara e boca a boca com ela. Cheirava glorioso, to fresco e limpo como a manh. Enquanto observava, a cor vertida em suas bochechas, 
seus olhos se aumentaram fracionrio. Sua reao rpida e no planejada, obviamente, poderia-lhe ter feito sorrir, se seu sistema no esteve to ocupado indo fora 
de controle. 
"No  o carburador este momento", disse e se perguntou o que faria se ele apertou os lbios justo onde o pulso em sua garganta estava saltando. "No?" Ela no pde 
ter movido se sua vida tinha sido ameaada. Seus olhos tinham o ouro neles, pensou bobamente, nervuras de ouro com o passar do caf, como o tinha feito no cabelo. 
Ela lutou para respirar um pouco e sair. "Pelo general o ." 
moveu-se, uma prova para ambos, at que seus ombros escovado. Os formosos olhos dela nublado pela confuso, como um mar sob um cu incerto. "Esta vez se trata dos 
cabos da bateria. Esto corrodos." 
" ... um inverno mido." 
Se s se apoiou no mais mnimo por volta dela agora, com a boca seria a dela. A idia de que foi direto a seu estmago, derrubou-se. Seria em bruto-que estaria em 
bruto, estava segura. Beijo-lhe como o heri no livro que tinha terminado a noite anterior? Com os dentes mordendo, impulso da lngua? Todos a demanda e a urgncia 
feroz selvagem enquanto suas mos ... 
OH, Deus. Ela se tinha equivocado, Brianna descoberto, que pudesse mover-se se sua vida estava ameaada. Se se sentia como se tivesse sido assim, embora ele no 
se moveu, no havia sequer piscou. Enjoado de sua prpria imaginao, ela jogou para trs, s para fazer um pequeno som, aflito em sua garganta quando se mudou com 
ela. 
Estavam de p, quase abraados, na luz do sol. 
O que faria? , perguntou-se. O que faria? 
No estava seguro de por que resistia. Talvez foi o fluxo sutil vibrao de medo dela. Poderia ter sido o choque de descobrir que ele tinha seu prpria medo, comprimido 
em uma pequena bola apertada na boca do estmago. 
Foi ele quem deu um passo atrs, um passo muito importante para trs. 
"vou limpar para voc", disse. "E vamos a ela volte a tent-lo." 
Suas mos se um para o outro at que seus dedos estavam relacionados. "Obrigado. Devo ir e chamar a minha me, fez-lhe saber vou estar um pouco tarde." 
"Brianna." Esperou at que se deteve em retirada, at que seus olhos levantou sua vez. "Voc tem uma cara incrivelmente atrativa." 
Como foi cumpridos, ela no estava segura de como esta forma. Ela assentiu com a cabea. "Obrigado. Eu gosto da tua." 
Ele inclinou a cabea. "Que to cuidado o que quer ser isto?" 
Tomou um momento para entender, e outro para encontrar sua voz. -Muito-as arrumou. "Acredito que muito". 
Cinza a viu desaparecer na casa antes de que ele se voltou para o trabalho  mo. "Tinha medo disso", murmurou. 
Uma vez que ela foi o motor de sua maneira-o Fiat  definitivamente necessria uma reviso-Cinza deu um comprido passeio pelos campos. disse-se que estava absorvendo 
a atmosfera, a investigao, o cevado mesmo a trabalhar. Foi uma pena que ele mesmo sabia o suficiente para entender que estava trabalhando fora de sua resposta 
a Brianna. 
A resposta normal, ele mesmo assegurou. Era, depois de tudo, uma mulher formosa. E no tinha estado com uma mulher em todos durante algum tempo. Se sua libido foi 
revolues, era de esperar. 
Tinha sido uma mulher, uma associada com sua casa editorial na Inglaterra, a quem poderia ter cansado para. Em poucas palavras. Mas ele tinha suspeitado que tinha 
estado muito mais interessado em como sua relao poderia ter avanado sua carreira que em desfrutar do momento. Tinha sido alarmantemente fcil para ele manter 
sua relao de ter relaes sexuais. 
estava-se convertendo em enfastiados, sups. O xito poderia fazer isso para voc. Qualquer que seja o prazer e o orgulho o trouxe tinha um preo. Um crescente falta 
de confiana, um olho mais ictercia. Estranha vez lhe incomodava. Como  quando a confiana alguma vez tinha sido seu ponto forte em qualquer caso? Melhor, pensou, 
para ver as coisas como estavam e no como voc queria ser. Guarde o quer / para a fico. 
Podia converter sua reao a Brianna maneira ao redor disso. Ela seria seu prottipo de sua herona. A mulher formosa, serena, e composto, com os segredos de seus 
olhos e os tmpanos de gelo, conservadas em bancos incndios, agitao e os conflitos por debaixo da casca. 
O que a fez carrapatos? O que fez sonhar, o que lhe temem? Essas foram as perguntas que ele respondia que ele construiu uma mulher de palavras e a imaginao. 
Estava ciumenta de sua irm incrivelmente bem-sucedido? Incomoda-lhe sua exigente me? Houve um homem que queria e que queria ela? 
Essas foram as perguntas que tinha que responder como descobriu Brianna Concannon. 
Gray comeou a pensar que teria que combinar todos eles antes de que pudesse contar sua histria. 
Sorriu para si mesmo enquanto caminhava. dizia-se a si mesmo que, pensou, porque ele queria saber. E ele no teve reparos de nenhum tipo sobre entremeter-se nos 
pensamentos ntimos de algum e experincias. E no h culpa por seu prpria entesouramento. 
deteve-se, voltou-se um crculo lento enquanto olhava a seu redor. Agora bem, isto, decidiu, era um lugar que uma pessoa poderia perder-se pulg Roll depois de passar 
lista dos espelhos de fica dividido em dois campos verdes com muros de pedra cinza, salpicada de vacas gordas. A manh era to clara, to brilhante, que podia ver 
o brilho do cristal da janela em casas de campo na distncia, a aleta da roupa tendida a secar nas linhas na brisa. 
Acima o cu era um prato de natao azul de postal perfeita. Entretanto, j, no silvestre oeste desse prato, as nuvens estavam repletas juntos, suas sugestes arroxeado 
fio ameaou tormenta. Aqui, no que parecia ser o centro de um mundo cristalizado, podia cheirar a erva e a vaca, as indiretas do mar efetuados no ar, e o aroma tnue, 
fraco de fumaa de uma chamin  inglesa. ouviu-se o rudo do vento na erva, o assobio das caudas de vaca, e a trompetista constante de um pssaro que celebrou o 
dia. 
Quase se sentia culpado por trazer inclusive o assassinato de fico e o caos a tal lugar. Quase. 
Tinha seis meses, Gray pensamento. Seis meses antes de seu prximo livro saiu  venda e se arrojou, to alegremente como  possvel, no passeio da casa da risada 
reservar excurses e de imprensa. Seis meses para criar a histria que j estava crescendo dentro de sua cabea. Seis meses para desfrutar deste pequeno lugar no 
mundo, e a gente nela. Logo o deixaria, como ele tinha deixado a dzias de outros lugares, centenas de pessoas mais, e passar a seguinte. Continuando era algo que 
se destacou em. 
Cinza girou sobre um muro e cruzou o campo seguinte. 
O crculo de pedras lhe chamou a ateno e sua imaginao imediatamente. Tinha visto uma maior monumento, tinha permanecido  sombra do Stonehenge e sentiu o poder. 
Este baile era pouco mais de oito ps, a pedra rei no mais alto que um homem. Mas encontrar aqui, de p em silencio entre os pastos, as vacas desinteressada, parecia 
maravilhoso para ele. 
Quem o construiu, e por que? Fascinado, Cinza volta  primeira circunferncia exterior. S dois dos lhes dente se manteve em seu lugar, os outros de ter cansado 
apagado em uma noite de faz muito tempo. Pelo menos que esperava que tivesse sido de noite, durante uma tormenta, e o som deles estrelando-se  terra haveria vibrava 
como um rugido de um deus. 
Ps uma mo sobre a pedra rei. Fazia calor do sol, mas sim levou a uma frieza subjacentes que emocionado. Poderia utilizar este, pergunta-se? De algum jeito tecem 
este lugar e os ecos da magia antiga em seu livro? 
Poderia no ser um assassinato feito aqui? Ele entrou no crculo, no centro. Um sacrifcio de algum tipo, refletiu. Um ritual de auto-servio onde o sangue lhe jogavam 
a erva verde possante, mancha a base das pedras. 
Ou talvez seria amor feito aqui. Um matagal desesperado e ambicioso das extremidades, o frio e a umidade por debaixo da erva, o pleno de acima branca para nadar 
lua. As pedras de guarda como o homem e a mulher se perdeu em necessidade. 
Podia imaginar tanto com igual claridade. Mas o segundo fez uma chamada mais, muito mais, poderia ver todos menos Brianna tendido sobre a erva, o cabelo se dispersaram, 
com os braos elevados. Tinha a pele plida como seria o leite, suave como a gua. 
Seus quadris magros seria arco, suas esbeltas costas arco. E quando ele mesmo impulsionou nela, ela gritava. Asseado-os, unhas arredondadas anotaria suas costas. 
Seu corpo cairia como um mustang em virtude dele, mais rpido, mais profundo, mais forte, at o ... 
"bom dia a voc." 
"Jesus". Cinza sacudiu de novo. Sua respirao era instvel, a boca seca de p. Mais tarde, prometeu-se, mais tarde seria divertido, mas no momento lutou para rasgar 
o prprio da fantasia ertica e centrar-se no homem que se aproximava do crculo de pedras. 
Era moreno, incrivelmente arrumado, vestido com a roupa spera e resistente de um granjeiro. Talvez trinta, Gray julgados, um dos impressionantes irlandesa Negro 
que disse o cabelo azeviche e olhos de cor cobalto. Os olhos pareciam o suficientemente amigvel, um pouco divertido. 
Brianna co foi saltando alegremente a seus tales. Reconhecendo cinza, Com galope no crculo para saud-lo. 
"Um lugar interessante", disse o homem em um acento ao oeste do condado musical. 
"No esperava encontr-lo aqui." Esfregar a cabea Contra, Gray chegou atravs de um espao entre as pedras. "No aparece em nenhum dos mapas tursticos que tenho." 
"No , no.  nossa dana, como v, mas no lhes importa compartilhar de vez em quando. Voc Yank Brie. "Ofereceu uma grande emano, o trabalho-rugosa." Estou Murphy 
Muldoon. " 
"Das vacas de rosa dos visitantes." 
Murphy fez uma careta. "Cristo, nunca o esquecerei. E no posso substituir cada arbusto passado? A gente pensaria que as vacas tinha pisado em seu primognito." 
Olhou para baixo em Com a ajuda. O co se sentou, inclinou a cabea, e seguiu seu prprio conselho. "Voc assentou no Blackthorn, ento?" 
"Sim. Estou tratando de conseguir uma sensao para a zona". Cinza olhou a sua redor outra vez. "Suponho que me passaram em sua terra". 
"No fuzilamos intrusos freqentemente nestes dias", disse Murphy facilmente. 
"Alegra-me ouvi-lo". Cinza estudou seu companheiro novo. Havia algo slido que aqui, pensou, e acessvel com facilidade. "Eu estava no pub do povo a noite anterior, 
os Ou'Malley, uma cerveja com um homem chamado Rooney". 
"Quer dizer que lhe comprou uma pinta". Murphy sorriu. 
"Dois". Cinza lhe devolveu o sorriso. "Ganhou, com o pagamento das intrigas do povo." 
"Alguns dos quais era provavelmente verdade". Murphy tirou um cigarro, ofereceu uma. 
depois de agitar sua cabea, Gray se meteu as mos nos bolsos. S fumava quando estava escrevendo. "Acredito que seu nome foi mencionado." 
"No vou duvidar". 
"O que os jovens no se encontra Murphy-comeou cinza de tal mortal imitador do Rooney que Murphy ps-se a rir,"  uma boa esposa e filhos fortes para trabalhar 
a terra com ele.  a perfeio,  Murphy, por isso est acontecendo as noites s em uma cama fria. " 
"Isto do Rooney, que passa a maior parte de suas noites no pub queixando de que sua esposa o leva a beber." 
"Ele mencionou que". Cinza se meteu na pergunta que ele era o mais interessado "E que da jackeen Maggie se havia partido de debaixo do nariz, estaria cortejando 
a sua irm menor depois de pouco tempo." 
"Brie? Murphy sacudiu a cabea como expulsou a fumaa. "Seria como abraar a meu hermanita." Sorriu ainda, mas seus olhos eram agudos do Gray.  isso o que queria 
saber, o Sr. Thane? " 
"Gray. Sim, isso  o que queria saber." 
-Ento te direi o caminho est claro ali. Mas a mente de seu passo. Sou protetora de minhas irms. "Satisfeito seu ponto foi feito, Murphy deu outro arrasto cmoda." 
 bem-vindo a retornar  casa a tomar uma taa de ch. " 
"Agradeo a oferta, mas vou tomar um raincheck. H coisas que ter que fazer hoje." 
-Bom, ento, vou deixar que chegue a eles. Eu gosto de seus livros ", disse de uma maneira to improvisada que Gray foi felicitado por partida dobro. "H uma livraria 
no Galway voc pode ter gosto de visitar se viajar dessa maneira." 
"Tenho a inteno." 
"Voc o encontrar a seguir. Dar o melhor de mim para a Brianna, verdade? E voc poderia mencionar que no deixei um po-doce em minha despensa". Seu sorriso brilhou. 
"'Twill faz-la sentir pena por mim." 
depois de assobios para o co que caiu em seu lugar junto a ele, afastou-se com a graa de um homem fcil de cruzar sua prpria terra. 
Era meia tarde quando Brianna retornou a casa, esgotados, esgotada, e tenso. Ela agradece a encontrar nenhum rastro de cinza, mas para uma nota rabiscada apressadamente 
e saiu em sua mesa da cozinha. 
Maggie chamado. a cabo do Murphy de po-doces. 
Uma mensagem estranha, pensou. por que chamar o Maggie para lhe dizer que queria Murphy po-doces? Com um suspiro Brianna estabelecer a saudao a um lado. Automaticamente 
ficou o aquecedor de gua para o ch antes de sair dos ingredientes que necessitava para ir com o frango de granja que tinha encontrado, como um prmio no mercado. 
Logo suspirou, deu pulg Sentando-se de novo, ela cruzou os braos sobre a mesa, apoiou a cabea sobre eles. Ela no chorou. As lgrimas no lhe ajuda, no trocaria 
nada. Tinha sido um dos dias maus Maeve, cheio de tiros e as queixa e acusaes. Talvez os maus tempos eram mais difceis agora, porque no ltimo ano mais ou menos 
houve quase tantos os bons. 
Maeve amava seu casita, se alguma vez admitidos a ela. lhe gostava de Lottie Sullivan, a enfermeira retirada Brianna e Maggie tinha contratado como seu companheiro. 
Embora o demnio nunca poder arrastar essa simples verdade dos lbios do Maeve. Tinha encontrado a alegria do que Brianna imaginado que era capaz. 
Mas nunca esqueceu Maeve, nunca, que Brianna foi responsvel por quase cada bocado de po a sua me desfrutava. E Maeve nunca parecia poder deixar disso resentir. 
Este tinha sido um dos dias em que Maeve tinha pago a sua filha mais jovem de novo por encontrar enguios em tudo. Com o esforo aplique das letras Brianna tinha 
encontrado, ela simplesmente estava esgotado. 
Fechou os olhos e se entregou a si mesmo por um momento, desejou. Ela desejava que sua me podia ser feliz. Deseja Maeve poderia recuperar o gozo e o prazer que 
tinha tido em sua juventude. Deseja, OH, deseja sobre tudo que ela poderia amar a sua me com o corao aberto e generoso em lugar de com o dever frio e arrastando 
o desespero. 
E desejava para a famlia, por sua casa para estar cheio de amor e as vozes e risadas. No s para os hspedes em trnsito que foram e vinham, mas para a permanncia. 
E, Brianna pensamento, se os desejos fossem moedas de um centavo, todos estaramos to rico como MIDAS. separou-se da mesa, sabendo da fadiga e a depresso se desvaneceria 
uma vez que ela comeou a trabalhar. 
Cinza teria um bom frango assado para o jantar, po cheio com ervas e ladeled com molho rico. 
E Murphy, bendito seja, teria seus po-doces. 
Captulo Quatro 
Em questo de dias Brianna se acostumou  rotina cinza e se ajusta seu horrio em conseqncia. Gostava de comer, estranha vez falta a comida, embora logo descobriu 
que tinha pouco respeito pelos horrios. Ela compreendeu que tinha fome quando comeou a rondar sua cozinha. Qualquer que seja o tempo, lhe cravou um prato. E teve 
que admitir que ela aprecia v-lo desfrutando de sua cozinha. A maioria de dias se foi ele do que ela considerava suas aventuras. Se lhe pergunta, deu-lhe instrues 
ou fez sugestes sobre parte de sua viso que gostaria de ver. Mas pelo general saiu com um mapa, uma caderneta e uma cmara. 
Viu suas habitaes quando ele estava fora. Qualquer pessoa que poda e organiza atrs de outro comea a aprender as coisas. Brianna descoberto Grayson Thane se limpa 
o suficiente quando se tratava do que lhe pertencia. Suas toalhas dos hspedes bem nunca foram jogados no piso em um monto de umidade; nunca houve anis mido em 
seus mveis de um copo ou uma taa esquecido. Mas havia um desprezo pelo descuidado de sua propriedade. Poderia raspar suas botas antes de vir do barro e em seus 
pisos. Entretanto, nunca limpar o couro custoso ou incomodado a polir. 
E assim o fez ela mesma. 
Sua roupa levado s etiquetas de lojas elegantes de todo o mundo. Mas nunca se pressiona e se lanou freqentemente negligentemente sobre uma cadeira pendurava torcida 
ou no armrio. 
Ela comeou a adicionar sua roupa  sua, e teve que admitir que era agradvel para pendurar suas camisas na linha quando o dia estava ensolarado. 
Seguiu sem lembranas de amigos ou familiares, no fez nenhum intento de personalizar a habitao que agora vivia pulg Havia livros, caixas delas, mistrios, novelas 
de terror, thrillers de espionagem, os romances, os clssicos, livros de no fico sobre os procedimentos da polcia, as armas e o assassinato , a psicologia, a 
mitologia, a bruxaria, a mecnica de automveis, que fez sorrir-e temas to variados como a arquitetura e a zoologia. 
No parecia haver nada que no lhe interessava. 
Ela sabia que o caf preferido, mas sim bebem ch em um apuro se era o suficientemente forte. Tinha o dente doce de um menino de dez anos de idade, menino-e a energia 
de um. 
Foi entremetido-iba a haver nenhuma dvida de que no ia perguntar. Mas havia uma bondade inata nele que o fazia difcil de rechaar. Nunca deixou de oferecer-se 
a fazer alguma tarefa ou recado para ela, e ela o tinha visto cositas escondido dos mantimentos a Com ao pensar que ela no estava olhando. 
Em definitiva, tratava-se de um excelente acordo, que proporcionou sua companhia, os ganhos, e o trabalho que amava. Lhe deu um bom funcionamento da base. Entretanto, 
ela nunca pde relaxar-se a seu redor. Nunca se tinha referido a que um momento de atrao soporfera entre eles. Mas foi ali, na forma em que seu pulso saltou se 
ela entrou em uma habitao e ali o encontrou de forma inesperada. Na forma em que seu corpo quente quando se voltou seus olhos dourados em sua direo e simplesmente 
a olhou. 
Brianna se culpava por isso. Tinha sido um comprido, comprido tempo desde que tinha estado profundamente atrada por um homem. No desde o Rory McAvery lhe tinha 
deixado uma cicatriz em seu corao e um buraco em sua vida havia sentido tal agitao malvados para qualquer homem. 
Desde que foi a sensao por um convidado, Brianna tinha decidido que era sua responsabilidade ainda. 
Mas  medida que se alisou a colcha de sua cama, travesseiros amaciados seu, pergunta-se em suas divagaes o levavam na atualidade. 
No tinha ido muito longe. Gray tinha decidido viajar a p pela manh e vagou pela estreita estrada sob um cu sombrio, ameaador. Passou um par de edifcios anexos, 
viu um refgio de tratores, fardos de feno empilhado das condies meteorolgicas. Murphy, imaginou e comeou a perguntar-se como seria como ser um agricultor. 
Ser proprietrio da terra, pensou, sendo responsvel por isso. Arar, plantar, cuidar, vendo crescer as coisas. Manter a vista no cu, farejando o ar para um giro 
no tempo. 
No  uma vida do Grayson Thane, pensou, mas alguns poderiam imaginar resulta lhe gratifique. No teria sido assim de simples orgulho da propriedade no p do Murphy 
Muldoon, um homem que sabia tinha os ps plantados na sua. 
Mas propriedade da tierra-o-nada significava estar pacote a ela. Teria que lhe perguntar como se sentia Murphy a respeito. 
Cinza podia ver o vale desde este lugar, e o aumento das colinas. Da distncia chegou a rpida e feliz latido de um co. Com, talvez, em busca de aventuras antes 
de retornar a pr sua cabea no regao da Brianna. 
Gray terei que invejar ao co o privilgio. 
Fazer caretas, Gray se meteu as mos nos bolsos. Tinha estado trabalhando duro para manter as mos fora de sua patr sutilmente sexy. 
disse-se que ela no levava os aventais prim ou passador seus cabelos nas quedas de distncia ns para seduzi-lo. Mas funcionou.  pouco provvel hasteando a ao 
redor da casa com aroma de flores silvestres e os pregos que lhe voltam louco. Mas ele estava sofrendo. 
alm do fsico, o qual era bastante difcil-no tinha que o ar dos segredos e a tristeza. Havia entretanto, deslizar-se atravs dessa parede magra de reserva e descobre 
o que a preocupava. Seja o que estava obcecado com os olhos. 
No  que tinha a inteno de envolver-se, Gray se assegurou. No era mais que curioso. Fazer amigos era algo que fez com facilidade em forma de interesse sincero 
e um carter simptico. Entretanto, amigos prximos, o tipo de um homem se manteve em contato com atravs dos anos, preocupa mais, sente falta de quando ele estava 
ausente, no estavam no plano professor. 
Grayson Thane viajou luz, e viajou com freqncia. A casita grafite com a valentia frente  porta havia uma pausa cinza. Uma adio tinha sido detido pelo lado sul, 
que era to grande como a casa original. A terra que tinha sido deslocada era agora uma colina de barro que tivesse feito as delcias qualquer modelo de cinco anos 
de idade. 
O pequeno lugar no caminho? , perguntou-se. Quando a irm da Brianna e seu cunhado em vida de vez em quando? Decidiu a porta magenta foi Maggie est fazendo e se 
foi pela porta para ver melhor. 
Para os prximos minutos o mesmo prazer pinando entre a nova construo. Algum sabia o que estavam fazendo aqui, pensou. O marco era robusta, os materiais da parte 
superior da linha. Ao adicionar para o beb, que assumiu, abrindo-se caminho na parte traseira. Foi ento quando viu o edifcio na parte posterior. 
Seu cristal da loja. Satisfeito com seu novo descobrimento, desceu-se do piso de madeira e cruzou a grama midas de rocio. Uma vez que chegou a ela, Gray fez buzina 
com as mos contra a janela e apareceu pulg Podia ver os fornos, os bancos, as ferramentas que despertou sua curiosidade e a imaginao. As prateleiras estavam carregadas 
de obras em curso. Sem o menor escrpulo deu um passo atrs e chegou  porta. 
"Est voc querendo dedos quebrados?" 
voltou-se. Maggie estava na porta traseira da casa, uma taa fumegante em uma mo. Levava um pulver bolsas, cabos desgastados, e um cenho franzido. Cinza sorriu. 
-No especialmente.  aqui onde voc trabalha? " 
--o. Como Como se trata a gente que sem ser convidado pop em seu estudo? " 
"No tenho um estudo. Que tal uma viagem?" 
Ela no se incomodou para amortecer o juramento, ou o suspiro. -Voc  um atrevido, verdade? Muito bem, ento, j que no parecem estar fazendo qualquer outra coisa. 
O homem se vai ", queixou-se enquanto cruzava a erva. "No desperte ainda. Deixa-me uma nota  quo nico faz, diz-me que comer um caf da manh decente e para manter 
os ps em alto." 
"E voc?" 
"Eu poderia ter se no tivesse ouvido algum vagando ao redor de minha propriedade". 
"Sinto muito". Mas ainda lhe sorriu. Quando  o beb? " 
"Na primavera". Apesar de si mesmo que se suavizou. Ao cabo de s a meno da beb. "Hei semana, entretanto, e se o homem segue tentando que me mime, vou ter que 
mat-lo. Bom, passa, ento, j que est aqui. " 
"Vejo que se executa em hospitalidade da famlia." 
" que no". Agora um sorriso atirou de seus lbios. "Brianna tem tudo  a eficincia. Olha-dijo enquanto abria a porta. "No tocar, ou vou romper os dedos." 
-Sim, senhora. Isto  genial. " Ele comeou a explorar o instante em que interveio, de transladar-se aos bancos, inclinando-se para joga uma olhada  caldeira. -Voc 
estudou em Veneza, no? " 
-Sim, sim ". 
"O que te tenha ficado? Deus, dio quando a gente me pergunta isso. No importa." riu de si mesmo e caminhou para ela tuberas. Seus dedos morria de vontades de 
tocar. Cauti OU, que lhe devolveu o olhar, medida. "Sou maior que voc". 
Ela assentiu com a cabea. "Eu sou mais mau". Mas teve que ceder o suficiente para ocupar um pontil ela e entregar-lhe a ele. 
Sopesou-o, deu-lhe voltas. "Grande arma homicida". 
"vou ter isso em conta a prxima vez que algum interrompe meu trabalho." 
"Ento, qual  o processo?" Olhou para desenhos para fora em um banco. "Voc esboar idias?" 
"Freqentemente". Ela bebeu seu ch, olhando a ele. Na verdade, havia algo na forma em que se movia, a luz e o lquido sem nenhuma queixa, que a fez ter saudades 
a seu caderno de desenho. "depois de uma rpida lio?" 
"Sempre. Deve ser bastante calor aqui quando a dos fornos. Voc fundir o material ali, e ento, o que? " 
"Fao um renen,-comeou-. Durante os seguintes trinta minutos o levou passo a passo no processo de soprado  mo um recipiente. 
O homem estava cheio de perguntas, pensou. Intrigantes pergunta, admitiu, desses que te fez ir alm dos processos tcnicos e no propsito criativo detrs deles. 
Poderia ter sido capaz de resistir, mas seu entusiasmo era mais difcil. Em lugar de apressar-se ao longo dele, encontrou-se responder a estas questes, o que demonstra, 
e rendo com ele. 
Por isso e eu lhe boy pontil projeto." Divertido, passou-lhe uma mo sobre seu ventre. -Bom, entra e um pouco de ch. " 
"No teria nenhuma das cookies da Brianna-bolachas." sobrancelhas arqueadas do Maggie. "Eu". 
Uns momentos mais tarde cinza e se liquidou  mesa da cozinha do Maggie com um prato de bolachas de gengibre. "Juro que podia comercializar estes", disse com a boca 
enche. "Fazer uma fortuna." 
"Terei que proporcionam aos meninos do povo." 
"Surpreende-me que ainda no tem uma cria por sua conta." Esperou um instante. "No notei nenhum homem a melhor soluo." 
-E voc  o tipo nos dar conta, no  assim, Grayson Thane? " 
"Vai com o territrio. Ela  uma mulher formosa." 
"No vou estar em desacordo." Maggie derramou gua fervendo em uma bule quente. 
"vais fazer que o atire a cabo", murmurou. "H algum ou no?" 
"Voc poderia lhe perguntar a ti mesmo." Molesto, Maggie estabelecer a panela sobre a mesa, franziu o cenho. OH, ele tinha um talento, pensou, para fazer que deseja 
lhe dizer o que queria saber. -No-replicou isso-y se golpeou uma taa sobre a mesa frente a ele. "No h ningum. Os escova apagado, que se congela. Ela prefere 
acontecer todo seu tempo atendendo a seus convidados ou correndo ao Ennis cada vez que nossos espirros me. Abnegada  o que nosso Santo Brianna faz melhor." 
"Algum se preocupa com ela", murmurou Gray. "O que  preocupam-se ela, Maggie?" 
"'Os negcios da famlia Tis. Que em paz. Tardiamente derramou sua taa, e logo a sua. Suspirou ento, e se sentou. "Como sabe que est com problemas?" 
"Isto mostra. Nos olhos. Ao igual a est demonstrando na tua agora". 
"vai ser resolvido logo." Maggie feito um esforo decidido a fazer a um lado. "Sempre cavar na gente?" 
"claro que sim." Tratou o ch. Foi o suficientemente forte para levantar-se e danar. Perfeito. "Ser escritor  uma grande coberta s por ter intrometido." Logo 
seus olhos trocaram, sbrio. "Eu gosto.  impossvel no faz-lo. Incomoda-me ver seu triste." 
"Ela pode usar um amigo. Tem um talento para fazer que a gente fale. Utilize-o nela. Mas a mente", acrescentou antes de cinza podia falar, "ela os sentimentos brandos 
por debaixo. Hematoma eles, e eu lhe moretn. " 
"Entendido". E o tempo, pensou, para trocar de tema. Deu-lhe uma patada para trs, escorando uma bota no joelho. "Ento, o que  a histria de nosso amigo Murphy? 
O menino do Dubln realmente lhe roubam de debaixo de seu nariz? " 
Foi uma sorte que se tragou seu ch ou ela pode ter afogado. Sua risada comeou profunda e se converteu em gargalhadas que a havia olhos chorosos. 
"Sentia falta de uma brincadeira", disse Rogam da porta. "Respira, Maggie, converte-te em vermelho." 
"Sweeney." Ela respirou renda-se e agarrou a mo. "Este  Grayson Thane. perguntava-se se voc caminhou sobre as costas do Murphy a me cortejar." 
"No Murphy", disse amavelmente-, mas teve que intervir em todo Maggie's interminvel com a cabea, que necessitava um pouco de sentido golpeou nela.  um prazer 
te conhecer ", adicionou, oferecendo sua mo livre cinza. "passei muitas horas de entretenimento em suas histrias." "Obrigado". 
"Gray me esteve que manuteno da companhia," disse-lhe Maggie. "E agora estou em um muito fino humor para gritar que no, para no despertar esta manh." 
"Voc precisava dormir." serve-se o ch, uma careta de dor depois do primeiro sorvo. "Cristo, Maggie, dbito sempre de coado para a morte?" 
"Sim". Se inclinou para diante, apoiou o queixo na mo. "Que parte da Amrica  voc, Gray? 
"Nenhuma parte em particular. Movo-me." 
-Mas sua casa? " 
"No tm uma". Mordeu outra bolacha. "No necessito uma com a forma de viajar". 
A idia era fascinante. Maggie inclinou a cabea e o estudou. "Voc acaba de ir de um lugar a outro, com o que-a roupa que te pe? 
-um pouco mais que isso, mas no fundo. s vezes me acabam de recolher algo que no posso resistir-como a escultura da sua no Dubln. Posso alugar um lugar em Nova 
Iorque, uma espcie de gaveta de alfaiate para a matria. A  onde meu editor e agente se apiam, por isso se remontam ao redor de uma vez, talvez duas vezes ao 
ano. Posso escrever em qualquer lugar ", disse encolhendo-se de ombros." E o fao. " 
E sua famlia? " 
"Est curiosos, Margarida Mara." 
"Ele o fez primeiro", replicou ela Rogam. 
"No tenho nenhuma famlia. Tem nomes eleito para o beb?" Cinza perguntou, girando cuidadosamente o tema. 
Reconhecendo a ttica, Maggie franziu o cenho. Rogam deu um aperto no joelho debaixo da mesa antes de que pudesse falar. "Nenhum que podemos estar de acordo. Esperamos 
a instalar-se em um antes de preparar o menino para ir  universidade." Brandamente Rogam desviou a conversao para temas corts, impessoal at o cinza se levantou 
para partir. Uma vez que ela estava sozinha com seu marido, Maggie tamborilar os dedos sobre a mesa. 
"Tm-me descoberto mais dele se no se misturou". 
" teu assunto." inclinou-se e a beijou na boca. 
"Talvez seja. Eu gosto bastante bem. Mas tem um olhar em seus olhos quando fala da Brianna. No estou seguro disso eu gosto." 
-Isso no  de seu negcio, j seja ". 
"Ela  minha irm." 
"E assim poder cuidar de si mesmo." 
"Muito saberia a respeito", queixou-se Maggie. "Os homens sempre acreditam que sabem as mulheres, quando o que sabem  nada lamentvel." 
"Conheo-te, Margarida Mara." Em um movimento limpo recolhia a sair da cadeira e em seus braos. 
"O que te passou?" 
"Estou a ponto de levar a  cama, tira nua, e fazer o amor muito profundo com voc." 
"OH, verdade?" jogou-se o cabelo para trs. "Est tratando de me distrair do tema em questo." 
"vamos ver quo bem posso fazer." 
Ela sorriu, ferida seus braos ao redor de seu pescoo. "Suponho que deveria ao menos, lhe dar a oportunidade." 
Quando Gray passeou de novo no Blackthorn Cottage, encontrou-se com a Brianna nas mos e os joelhos esfregando cera de pegar no cho do salo no lento, quase como 
crculos de amor. A pequena cruz de ouro que s vezes levava balanava como um pndulo de sua cadeia magra e rpida capturados reflexos da luz. Havia msica, uma 
melodia cadenciosa que estava cantando com em irlands. Charmed, cruzou e ficou em cuclillas a seu lado. 
"O que significam as palavras?" 
Ela sacudiu primeiro. Tinha uma maneira de mover-se que no mais de movimentos do ar. Ela apagou o cabelo solto de seus olhos e seguiu polindo. "trata-se de ir  
guerra." 
"Sonha muito feliz de estar sobre a guerra." 
"OH, estamos felizes suficiente para lutar. tornaste antes do habitual.  voc o ch querer?" 
"No, obrigado. Acabo de ter alguns ao Maggie." 
Elevou a vista ento. "Verdadeiro Falso Maggie?" 
"Eu pensei que dar um passeio e terminou em sua casa. Ela me deu um percurso por sua casa de cristal". 
Brianna se ps-se a rir, e logo ver que falava a srio, sentou-se sobre suas ancas. "E como no cu doce obteve uma faanha como esta?" 
"Pedi-lhe". E sorriu. "Ela estava um pouco irritvel nisso ao princpio, mas caiu pulg" Inclinou-se para a Brianna, inalados. "Cheira a limo e cera de abelhas." 
"Isso no  surpreendente." Teve que esclarec-la garganta. " o que estou polindo o piso com." Fez uma pequena estrangulada, som quando tomou a mo. 
"Voc deve usar luvas quando voc faz o trabalho pesado". 
"Eles se interponha em meu caminho." Ela negou com a mo, mas ele se agarrou. Embora ela tratou de parecer firme, ela s atinou a olhar em dificuldades. "Est em 
meu caminho." 
"vou sair dela em um minuto." via-se to condenadamente bonita, pensou ele, ajoelhado no cho com seu pano de gentil e as bochechas acesas. "Vem comigo esta noite, 
Brie. me deixe te levar a jantar." 
"Hei cordeiro um I'v", disse, a provas, "Ps para a tira do Dingle." 
"vai seguir, ser verdade?" 
"Ser, sim, mas ... Se est cansado de minha cozinha" 
"Brianna." Sua voz era suave e persuasiva. "Quero sair contigo." 
"por que?" 
-Porque tem uma cara bonita. " Ele desnatada em seus lbios sobre seus ndulos e fez que seu corao uma vara na garganta. "Porque acredito que poderia ser bom para 
ti ter a algum mais fazer a comida e lavar os pratos por uma noite." 
"Eu gosto de cozinhar." 
"Eu gosto de escrever, mas sempre  uma falta de ler algo que algum mais suou mais." 
"No  o mesmo". 
"Claro que o ." Cabea inclinada, apontou que o repentino olhar afiada dela. "Voc no tem medo de estar a ss comigo em um restaurante pblico, verdade?" 
Que coisa mais parva que dizer. " Que coisa mais tola, deu-se conta, por seu sentir. 
-Muito bem ento,  uma data. Sete em ponto. " O suficientemente sbios para saber quando retirar-se, endireitou-se e saiu cinza. 
Ela disse que no se preocupem com seu vestido, continuando, com trastes dela o mesmo. Ao final, escolheu o simples caador de l verde que Maggie havia lhe trazido 
de volta de Melam. Com suas mangas largas e pescoo alto, parecia normal, inclusive til, at que estava em marcha. Astutamente corte, o magro e suave l tinha uma 
forma de drapeado sobre curvas e revelando cada pedacinho tanto como oculta. Entretanto, disse-se Brianna, convinha a cabo um jantar, e que era um pecado que havia 
ainda no o use quando Maggie se tomou a molstia e o gasto. E se sentia to formosa em sua pele. 
Molesto pela revoada constante dos nervos, agarrou seu casaco, uma plancie com um forro negro remendado, e a pendurou de seu brao. trata-se simplesmente da oferta 
de uma comida, recordou-se. Um bom gesto de um homem que tinha estado alimentando durante mais de uma semana. 
Tomando ar para tranqilizar um passado, ela saiu de sua habitao  cozinha, e logo comeou pelo corredor. Ele acabava de baixar as escadas. Automvel-consciente, 
deteve-se. 
deteve-se onde estava, um p ainda no degrau inferior, a mo na pilastra. Por um momento, s olhamos o um ao outro em um desses estranhos, deslizando instantes de 
conscincia. Logo deu um passo adiante e a sensao de distncia ondulado. 
-Bem, bem. " Seus lbios curvados em uma lenta, satisfeito sorriso. "Voc faz uma fotografia, Brianna." 
"Voc est usando um traje". E parecia formoso nela. 
"Eu arrastar um de vez em quando." Tomou seu casaco, deslizou-o sobre os ombros. 
"Nunca se disse aonde amos". 
"Para comer". Ps um brao pela cintura e varreu a sair da casa. 
O interior do carro fez seu suspiro. Cheirava a couro e a pele era suave como a manteiga. Ela desnatada seus dedos sobre o assento enquanto conduzia. 
"Foi amvel de sua parte para fazer isto, Gray. "A bondade no tem nada que ver com isso. Tive vontades de sair, e eu que queria comigo. Voc nunca entram no bar 
de noite." 
relaxou-se um pouco. Assim a  onde se dirigiam. "No hei ultimamente. Eu gosto de deter-se em de vez em quando, todo mundo vendo. O Ou'Malleys teve outro neto 
esta semana." 
"Sei. Trataram a uma pinta para celebrar." 
"Acabo de terminar um tabelio para o beb. Teria que hav-lo gasto." 
"No vamos ao botequim. O que  um tabelio?" 
" uma espcie de sacque; boto que o beb nela." Ao passar pelo povo sorriu. "Olhe, a est o senhor e a senhora Conroy. mais de cinqenta anos casados, e ainda 
da mo. Voc deve ver a dana." "Isso  o que me falaram de voc." Ele a olhou. "Ganhaste-te concursos." 
"Quando era uma menina." Ela se encolheu de ombros. Lamenta foram uma indulgncia tolo. "Eu nunca a srio. Foi s por diverso." 
"O que faz para te divertir agora?" 
"isto OH e aquilo. Dirige bem para um ianque". Em seu olhar suave, ela se ps-se a rir. "O que quero dizer  que muita de sua gente tem alguns problemas para ajustar-se 
a nossas estradas e a conduo no lado correto." 
"No vamos a um debate que  o lado correto, mas passei muito tempo na Europa". 
"Voc no tem um acento posso pr, quero dizer que no seja americano. Fiz uma espcie de jogo com isto, j v, de adivinhaes com meus convidados". 
"Poderia ser porque eu no sou de nenhuma parte". "Todo mundo est de alguma parte." 
-No, no o so. H mais nmades no mundo do que pensa. " 
"Ento, voc est afirmando ser uma cigana. Ela se apartou o cabelo para trs e estudou seu perfil. "Bom, isso  que eu no pensava." 
"Significado? 
"A noite que veio. Pensei que se parecia um pouco como um pirata, continuando, um poeta, nem sequer um boxeador, mas no uma cigana. Mas isso tambm;." 
-E voc parecia uma viso ondulante tnica branca, queda do cabelo, a coragem e o medo em conflito em seus olhos. " 
"Eu no tinha medo." vislumbra-se o sinal justo antes de que saiu da estrada. "Aqui? Drumoland castelo? Mas no podemos." 
"por que no? Ho-me dito que a cozinha  deliciosa." 
-Claro e o , e muito querido. " ps-se a rir, desacelerando-se a desfrutar das vistas do castelo, cinza e glorioso na ladeira da colina, brilhando sob as luzes. 
"Brianna, sou um cigano muito bem pago. Impressionante, no?" 
"Sim. E os jardins ... voc no pode ver bem agora, e o inverno foi to duro, mas que ho os mais belos jardins." Ela olhou por cima da costa de grama a uma cama 
de roseiras latentes. "No fundo h um jardim amuralhado.  to formosa que no parece real. por que no fica em um stio como este?" 
Estacionou o carro, apag-lo. "Quase me fez, ento me inteirei de sua estalagem. Chama-o impulsiono." Ele esboou um sorriso dela. "Eu gosto de impulsos." 
desceu-se do carro, tomou a mo para lev-la at os degraus de pedra na grande sala. Era espaoso e luxuoso, como castelos deve ser, com madeira escura e profundo 
tapetes vermelhos. No era o aroma de fumaa de lenha do fogo, o brilho do cristal, o som solitrio de msica de harpa. 
"Fiquei em um castelo em Esccia,-comeou-, avanando para o comilo com seus dedos entrelaados com os dela. "E um do Cornualles. Fascinantes lugares, cheio de 
matizes e sombras". 
"Voc acredita em fantasmas? 
- obvio. " Seus olhos se encontraram com ela como ele se aproximou de tomar seu casaco. "No  certo? 
-Sim, sim. Temos alguns, j sabe, em casa ". 
"A pedra crculo." 
Inclusive quando sentiu surpresa, deu-se conta de que no deve. Tivesse-lhe estado ali, e ele o ho sentido. "H, sim, e outros lugares". Gray se voltou para a maitre 
d '. "Thane", disse simplesmente. 
Foram sempre bem-vindos, que se mostra a sua mesa. Como Cinza aceitou a carta de vinhos, olhou a Brianna. "Gosta do vinho?" 
"Isso estaria bem." 
Deu um breve olhar, sorriu o sommelier. "A Chassagne-Montrachet." 
-Sim, senhor. " 
"Tem fome?" -perguntou Brianna, quem era pouco menos que devora o menu. 
"Estou tratando de memorizar", murmurou. "Jantei uma vez aqui com o Maggie e Rogam, e me aproximei da duplicao deste frango com mel e vinho." 
"Ler por prazer", sugeriu. "vamos obter uma cpia do menu para voc." 
Ela o olhou por cima. "No vo dar uma a voc." 
-claro que sim. " Ela se ps-se a rir e escolheram sua comida de forma aleatria. Uma vez que se colocou seus pedidos e amostra o vinho, Cinza se inclinou para diante. 
"Agora, dizem-me." 
Ela piscou. -Direi-te o que? " 
"A respeito dos fantasmas." 
"OH." Ela sorriu um pouco, correndo um dedo por sua taa de vinho. -Bom, faz anos, como aconteceu, no eram amantes. Ela estava prometida a outro, por isso se reuniu 
em segredo. Era um pobre homem, um simples campons se diz, e ela a filha do latifundirio Ingls. Mas amava, e fez planos se desesperados para fugir e estar juntos. 
Esta noite, reuniram-se no crculo de pedra. Ali, pensava, naquele lugar sagrado, esse lugar mgico, que pediro aos deuses que os benza. Levava a seu filho agora, 
voc ver, e no tinha tempo que perder. ajoelharam-se ali, no centro, e lhe disse que estava grvida. diz-se que choraram juntos, com alegria e com temor como o 
vento sussurrou frio e as velhas pedras protegidos eles. E se amaram por ltima vez. ia, disse-lhe, e tomar seu cavalo de seu arado, recolher tudo o que podia, e 
voltar para por ela. iriam essa mesma noite. " 
Brianna suspirou um pouco, seus olhos sonhadores. "Assim que a deixou ali, no centro do crculo de pedras. Mas quando chegou a seu imvel, que estavam esperando 
por ele. Os homens do latifundirio Ingls. Cortavam-no, de maneira que seu sangue manchou a terra, e queimaram sua casa, seus cultivos. Seu nico pensamento enquanto 
agonizava wa s de seu amor. " 
Fez uma pausa, com o calendrio inata de quem sabe e faz girar os contos. O harpista na esquina mais afastada arrancou brandamente a uma balada de amor desventurado. 
"E enquanto esperava ali, no centro do crculo de pedras. Enquanto esperava, voltou-se fria, to fria, comeou a tremer. A voz de seu amante se encontrou com os 
campos a ela, como lgrimas no ar. Sabia que estava mortos. E saber, ela estabelecidos, fechou os olhos, e enviou a ele. Quando encontraram  manh seguinte, ela 
estava sonriendo. Mas ela estava fria, muito fria, e seu corao no estava jogando. H noites, se voc est parado no centro do crculo de pedras, oua-se sussurrar 
suas promessas o um ao outro e a erva cresce mido com suas lgrimas. " Deixando escapar um comprido suspiro, Gray se sentou e bebeu o vinho. "Tem talento, Brianna, 
para contar histrias." 
"Digo-lhes que, tal como esta me contou isso. Sobrevive amor, j v. Atravs do medo, atravs de dor, inclusive atravs da morte". 
"ouviste sussurrar?" 
"Hei. E chorei por eles. E invejei." Ela se tornou para trs, sacudiu-se o estado de nimo. "E que fantasmas sabe?" 
-Bom, te vou contar uma histria. Nas colinas no muito longe do campo da Cullodon uma vaga Highlander um s brao. " 
Seus lbios curvados. " isto verdade, Grayson, ou composto? 
Tomou a mo, beijou-a. "Voc me diz." 
Captulo Cinco 
Ela nunca tinha tido uma noite que lhe parea. Todos os elementos se elevaram a uma lembrana maravilhosa: o homem formoso que parecia fascinado com sua cada palavra, 
a parafernlia de um castelo romntico, sem os inconvenientes medieval, a comida francesa glorioso, delicado vinho. 
Ela no estava segura do que jamais pagaria a por ela, especialmente para o menu do Gray tinha encantado da maitre d '. 
Comeou a nica maneira que sabia, pelo planejamento de um caf da manh especial. 
Quando Maggie entrou, a cozinha estava cheia de aromas que chiada, e Brianna estava cantando. 
-Bom, tem uma formosa manh, j vejo. " 
"Eu sou, sim." Brianna se derrubou uma grosa capa de po torrado com especiarias. "vai ter algo para tomar o caf da manh, Maggie? H mais que suficiente." 
"comi." disse-se com pesar. " de cor cinza ao redor?" 
"Ele no baixou ainda. Pelo general, ele est farejando as frigideiras por esta hora do dia." 
-Ento estamos sozinhos no momento. " 
"Sim". Seu bom humor se desabou. Com cuidado, Brianna estabelecer o ltimo pedao de po no prato e pr a comida no forno para manter quente. "Voc veio a falar 
das letras." 
-Mantive-te a preocupao sobre o tempo suficiente, no? Sinto-o por isso. " 
"Os dois necessitvamos para pensar." Brianna cruzou as mos sobre o avental, ante sua irm. "O que quer fazer, Maggie?" 
"O que quero fazer  nada, a fingir que nunca tenho lido, que no existe". 
"Maggie" 
"Me deixe terminar", espetou-lhe ela e comeou a vagar pela cozinha como um gato de mau humor. "Quero seguir como estamos, e para manter as lembranas de minha prpria 
D. No quero que perguntar-se ou preocupao a respeito de uma mulher que conhecia e camas faz toda a vida. No quero pensar em um adulto irmo ou irm em algum 
lugar. Voc  minha irm ", disse ela com paixo. "Voc  minha famlia. Digo-me esta Amanda fez uma vida para ela e seu filho em alguma parte, de algum jeito, e 
no quiseram nos dar as obrigado por meter nela agora. Quero esquecer, quero que se v. Isso  o que quero, Brianna. " 
Ela se deteve, tornando-se para trs no mostrador e suspirando. "Isso  o que quero", repetiu, "mas no  o que deve fazer-se. Disse seu nome, quase o ltimo que 
disse na vida era seu nome. Ela tem o direito ou seja que. Tenho o direito a sua maldio para ele. " 
-Sente-se, Maggie. No pode ser bom para que voc seja to molesto. " 
" obvio que estou molesta. Os dois estamos molestos. Temos diferentes maneiras de tratar com ela." Com um movimento de cabea que fez caso omisso da Brianna. "Eu 
no necessito que se sente. Se o beb no est acostumado a meu temperamento por agora, ter que aprender". Entretanto fez um esforo, tendo um par de respiraes 
relaxantes. "vamos ter que contratar a um investigador, um detetive, em Nova Iorque. Isso  o que quer, no?" 
"Acredito que  o que temos que fazer", disse Brianna cuidadosamente. "Para ns mesmos. Para D. Como vamos fazer o?" 
"Rogam sabe a gente. vai fazer chamadas. Ele  maravilhoso na realizao de chamadas." devido a que ela podia ver Brianna que necessitava, ela esboou um sorriso. 
"Isso vai ser a parte fcil. Quanto s achou, no sei quanto tempo poderia tomar. E s Deus sabe o que faremos sempre e quando enfrentamos a eles. Ela poderia haver-se 
casado, este Amanda, e tm uma dzia de meninos e uma vida feliz. " 
"pensei nisso. Mas temos que averigu-lo, no?" 
"Fazemo-lo." Dando um passo adiante, Maggie lhe ps a mo brandamente nas bochechas da Brianna. "No se preocupe, Brie". 
"No se se no." 
" um pacto," Maggie a beijou brandamente para sel-la. "Agora vo alimentar a seu preguioso ianque. despedi que meu forno e temos trabalho que fazer." 
"Nada do pesado". 
Maggie jogou para trs com um sorriso enquanto se voltava para a porta. "Conheo meus limites". 
-No, no o faz, Margarida Mara, "chama Brianna como a porta se fechou de repente. ficou por um momento, perdido em seus pensamentos at que a cauda constante de 
golpes despertou Com ela. "Quer sair, verdade? Muito bem, ento. v ver o que deixamos ao Murphy." 
No momento em que ela abriu a porta, Com semeia. depois de uma casca satisfeitos, foi galopando para os campos. Ela fechou a porta no ar mido e de debate. Eram 
mais das dez, e ela tinha tarefas. Se Gray no baixava a tomar o caf da manh, que o havia demorar at ele. 
Um olhar no menu sobre a mesa a havia sonriendo de novo. Ela cantarolava enquanto arrumou a bandeja do caf da manh. Transportando pesados, ela o levou acima. Tinha 
a porta fechada e a fez vacilar. Chamou em voz baixa, no obteve resposta, e comeou a roer o lbio. Possivelmente estava doente. Preocupados, Chamou de novo, mais 
forte, e chamou seu nome. 
Acreditou ouvir um grunhido, e a mudana da bandeja, abriu a porta. 
A cama parecia que tinha sido cenrio de uma guerra pequena. Os lenis e mantas se enredavam em ns, arrastando a manta sobre o estribo no cho. E a habitao estava 
fria pedra. 
Passando por cima da soleira, que o viu, e ficou olhando. 
Ele estava no escritrio, seu cabelo alvoroado, seus ps descalos. Havia um monto de livros empilhados junto a ele enquanto seus dedos corriam sobre o teclado 
de um computador pequeno. A seu lado estava um cinzeiro repleto de bitucas. O ar cheirava a eles. 
"Desculpe". No h resposta. Os msculos de seus braos comeavam a doer pelo peso da bandeja. "Grayson". 
"O que?" A palavra saiu disparado como uma bala, tomando-a um passo atrs. Sua cabea fustigou. 
Foi o pirata de novo, pensou. Olhou perigoso e propenso  violncia. Quando seus olhos se centraram nela, sem nenhum signo de reconhecimento, perguntou-se se poderia 
ter tornado louco durante a noite. 
-Espera-orden-y atacou o teclado de novo. Brianna esperou, desconcertado, durante quase cinco minutos completos. inclinou-se ento, esfregou-se as mos pela cara 
dura como um homem que acabava de despertar de um sonho. Ou, pensou, um pesadelo. Logo se voltou para ela, com esse sorriso rpido e familiar. " que o caf da manh?" 
"Sim, eu ...  dez e meia, e quando voc no veio abaixo ..." <p > "O sinto". Levantou-se, agarrou a bandeja dela, e a ps sobre a cama. Agarrou uma parte de toucinho 
Ingls com os dedos. "Tenho-o no meio da noite. Era a histria de fantasmas que se fez clique, acredito. Cristo, faz frio aqui dentro." 
"Bom, 'tis no  de sentir saudades. Est depois da captura de sua morte, sem nada nos ps e o fogo." 
Ele se limitou a sorrir enquanto se ajoelhava no lar e comeou a organizar grama nova. Tinha divulgado como uma me arreganhando a um menino tolo. "Fique apanhado." 
"Isso  tudo fino e bom, mas no  saudvel para voc estar aqui sentado no frio, o fumar cigarros em lugar de comer uma comida decente." 
"Os aromas melhor que decente." Paciente, ficou em cuclillas a seu lado, passou-se uma mo amistosa descuidadamente pelas costas. "Brianna, poderia me fazer um favor?" 
"Se puder, sim." 
"Vete". 
Aturdido, voltou a cabea. Apesar de que ela ficou assombrado com ele, ele ria e tomando suas mos entre as suas. 
-No te ofenda, carinho.  que eu tendo a morder se meu trabalho  interrompido, e que se est cozinhando para mim agora. " 
"Certamente no quero ser em seu caminho." 
Deu um coice, pouco de novo em aborrecimento. Estava tratando de ser diplomtico, no? "Tenho que sair com ele enquanto se est movendo, de acordo? Assim esquece 
que sou aqui." 
"Mas sua habitao. Necessita a roupa de cama trocado, e o banho" 
"No se preocupe por isso." O fogo brilhava agora, e tambm o era a impacincia em seu interior. Ele a elevou a seus ps. "Pode p a cabo quando ganhar a seca. O 
agradeo se deseja soltar um pouco de comida fora da porta uma e outra vez, mas isso  tudo o que necessita. " 
"Est bem, mas" Ele era j seu guia at a porta. Ela soprou. "Voc no tem que ser eu o arranque, eu vou." 
"Obrigado pelo caf da manh." 
"You'r-" Fechou a porta nos narizes. "Bem-vindo", disse entre dentes. 
Para o resto desse dia e dois mais no ouviu nem pio dele. Tratou de no pensar no estado da habitao, se se tivesse acordado de manter o fogo ou se se incomodava 
para dormir. Ela sabia que ele estava comendo. Cada vez que ela trouxe uma bandeja de frescos, o velho estava fora da porta. Estranha vez a esquerda tanto como uma 
migalha no prato. 
Poderia ter estado sozinha na casa, se no tivesse sido to conscientes dele. Duvidava muito que lhe deu um momento de reflexo. 
Ela tinha tido razo. Fez-o dormir e outra vez, sestas que se amadurecida com sonhos e vises. Comeu, alimentando seu corpo como a histria alimentado sua mente. 
Foi assalto atravs dele. Em trs dias havia mais de cem pginas. Estavam em bruto, s vezes esttico, mas tinha o ncleo da mesma. 
Havia assassinato, alegre e ardiloso. Tinha a desesperana e a dor, o desespero e a mentira. 
Ele estava no cu. 
Quando finalmente a um ponto morto, meteu-se na cama, cobriu com as mantas sobre a cabea, e dormia como um tronco. 
Quando despertou, tomou um largo olhar  habitao e decidiu que uma mulher to forte como era pouco provvel que Brianna fraco  vista dela. A vista dele, entretanto, 
como ele mesmo estudou no espelho do banho, era outra coisa. Ele passou uma mo pela barba no queixo. Olhou, decidiu, como algo que tinha sado de um pntano. 
tirou-se a camisa, fez uma careta ante o aroma dela, e ele mesmo, e se meteu na ducha. Trinta minutos depois estava atirando de roupa limpa. sentiu-se um pouco enjoado, 
mais que um pouco rgido pela falta de exerccio. Mas a emoo estava ainda nele. Abriu a janela da habitao e tomou um gole de profundidade da manh de chuva. 
Um dia perfeito, pensou. No lugar perfeito. 
Sua bandeja de caf da manh estava fora da porta, a comida se tornou frio. Tinha dormido atravs disso, deu-se conta, e o levantamento dela, esperava que pudesse 
encanto Brianna em calefao para acima para ele. 
E talvez ela ia dar um passeio com ele. poderia-se utilizar um pouco de companhia. Talvez ele pudesse falar o fato de conduzir no Galway, passando o dia com ele 
em multides. Sempre poderia- 
deteve-se na porta da cozinha, e se estendeu seu sorriso de orelha a orelha. Ali estava ela, at as bonecas na massa de po, com o cabelo recolheu, com o nariz polvilhado 
com farinha. 
Era um quadro maravilhoso, e seu estado de nimo era alto. Deixou a bandeja com um chocalho que a havia choques e olhando para cima. Ela tinha comeado a sorrir 
quando se aproximou dela, emoldurava-lhe o rosto firmemente em suas mos e a beijou com fora na boca. 
Suas mos punho na massa. Sua cabea lhe dava voltas. antes de que pudesse reagir, ele se apartou. "Ol. Grande dia, no? Sinto-me incrvel. Voc no pode contar 
com o vir assim, j sabe. E quando o faz,  como este trem highballing atravs de sua cabea. No se pode deixar de . " Agarrou uma torrada fria de sua bandeja, 
comeou a morder pulg Foi a metade de caminho  boca antes de que o golpeou. Seus olhos se cravaram nos dela outra vez. Deixou cair a torrada de volta  placa. 
O beijo foi mais que um reflexo de seu estado de nimo, a luz, exuberante. Agora, uma espcie de reao retardada se estava pondo em, o endurecimento dos msculos 
de seu volume, por sua coluna vertebral. 
Ela simplesmente ficou ali, olhando-o fixamente, com os lbios entreabiertos ainda em estado de shock, com os olhos enormes da mesma. "Espera um minuto-murmurou 
e se transladou a ela de novo. "Espera um minuto". 
Ela no pde ter movido se o teto se derrubou pulg Ela quase no podia respirar enquanto suas mos lhe emoldurava a cara de novo, esta vez brandamente, como um homem 
a experimentar com a textura. Seus olhos permaneciam abertos, no a expresso neles completamente satisfeito quando se inclinou para ela este momento. 
Ela sentiu que sua escova de lbios dela, suave, encantador. O tipo de toque que no deveria ter aceso um fogo no sangue. Entretanto, seu sangue quente. voltou-se 
para ela, o justo para que seus corpos se buscavam, inclinou a cabea para trs o suficiente para que o beijo se aprofundariam. 
Alguns de som, a angstia ou o prazer, zumbia na garganta antes dos punhos apertados ficou inerte. <p > A sua era uma boca para saborear, deu-se conta. Completo, 
generoso, rendimento. Um homem no deve apressar uma boca deste tipo. raspa-se seus dentes brandamente sobre o lbio inferior e contentes de poder sob o ronrono, 
impotente que lhe respondeu. Pouco a pouco, vendo seus olhos esmalte e se fecham, riscou os lbios com sua lngua, submerso em seu interior. 
Tantos sabores sutis. 
Foi maravilhoso, a forma em que podia sentir seu calor na pele, seus ossos se abrandam, seu corao pulsasse. Ou talvez era seu corao. Algo estava rugindo em sua 
cabea, pulsado em seu sangue. No foi at que comeou a crescer a cobia, a violncia ardilosos que se aparearon com ela, que retrocedeu. 
Ela estava tremendo, e o instinto lhe advertiu que se se deixou ir, que tinha ferido aos dois. "Isso foi melhor do que imaginava que seria," as arrumou. "E eu tenho 
um inferno de uma imaginao". 
Escalonada, apoiou-se uma mo sobre o mostrador. Seus joelhos tremiam. S o medo da mortificao manteve tremesse a voz tambm. " assim como se comportam sempre 
ao sair de sua cova?" 
"No estou sempre a sorte de ter  mo uma mulher formosa." Ele inclinou a cabea, estudando-a. O pulso na garganta seguia saltando, e tinha a pele avermelhada ainda. 
Mas, a menos que estivesse desconjurado, j estava a reconstruo da parede magra,  defensiva. "Isso no era normal. No h nenhum ponto em fazer acreditar que 
era". 
"No sou normalmente beijado por um hspede enquanto estou fazendo o po. No saberia o que  normal para voc, verdade? "Seus olhos trocaram, obscurecendo-se com 
um toque de humor. Quando ele se aproximou, deu um passo atrs." Por favor, no o fazem. " 
Agora, esses olhos negros se reduziu. "Sei mais especfico." 
"Tenho que terminar isto. A massa tem que subir de novo." 
-Voc  evadir, Brianna. " 
-Est bem, no me beijo assim de novo ". Deixou escapar um suspiro entrecortado, assinalou  outra polegadas "No tenho as defesas bem". 
"No tem por que ser uma batalha. Eu gostaria que o leve a cama, Brianna." 
Para ocupar suas mos nervosas, ela agarrou uma toalha e se esfregou a massa se aferram a seus dedos. "Bom, isso  contundente." 
" honesto. Se no te interessar, simplesmente o diz." "No tomar as coisas com tanta naturalidade como voc, com um sim ou um no, e no passa nada". A luta pela 
calma, dobrou cuidadosamente a toalha, deixe-o a um lado. "E no tenho nenhuma experincia nesta questo." 
Maldita seja por ser afresco quando seu sangue estava em seu apogeu. "O que importa?" 
"que est falando. Agora a um lado, assim posso voltar para meu po." 
Ele simplesmente tirou do brao e olhou aos olhos. Uma virgem? , perguntou-se, deixando que a idia de crculo ao redor e jogar razes. Uma mulher que se parecia 
com isto, que responderam desta maneira? 
"H algo mal com os homens por aqui?" Disse que a ligeira, com a esperana de reduzir um pouco a tenso. Mas o resultado foi um brilho de dor em seus olhos que o 
fazia sentir-se como uma lesma. " meu negcio, no  assim, como vivo minha vida?" Sua voz se esfriou. "Agora, respeitei seus desejos e seu trabalho estes dias. 
Me o mesmo e me deixou com a minha?" 
-Est bem. " Ele a soltou, deu um passo atrs. "vou sair por um tempo. Quer que para recolher algo por ti?" 
"No, obrigado". Ela afundou as mos na massa de novo e comeou a amassar. "Est chovendo um pouco", disse de maneira uniforme. " possvel que deseje uma jaqueta." 
aproximou-se da porta, voltou-se. "Brianna." Esperou at que ela levantou a cabea. "Nunca se disse ou no lhe interessou. Terei que assumir que est pensando nisso." 
dirigiu-se para fora. Ela no deixou escapar seu flego ao lado at que ouviu fech-la porta detrs dele. Gray trabalhou o excesso de energia com um comprido viaje 
e uma visita aos escarpados do Moher. Para lhes dar tanto tempo para instalar-se, deteve-se almoar em um pub do Ennis. Saiu uma boa dose de pescado e batatas fritas 
ao passear pelas estreitas ruas. Algo em uma cristaleira vi que seus olhos, e depois de impulso, entrou e teve em sua caixa. 
Para quando retornou ao Blackthorn, havia quase se convenceu de que o que ele tinha experiente na cozinha com a Brianna foi mais o resultado de sua alegria por seu 
trabalho que a qumica. 
Entretanto, quando entrou em sua habitao e a encontrou de joelhos sobre o bordo de seu piso do banho, um cubo a seu lado e um trapo na mo, as escalas da ponta 
outra maneira. Se um homem no ficou deslumbrado com o sexo, por que ia a um quadro que sua bomba de sangue? 
"Voc tem alguma idia de com que freqncia me encontro com que nessa posio?" 
Ela olhou por cima do ombro. " uma vida honesta". Soprou o cabelo para trs. "Direi-lhes isto, Grayson Thane, vive como um porco quando se est trabalhando." 
Ele arqueou uma sobrancelha. " essa a maneira de falar com todos seus convidados?" 
Ele a havia ali. Ela se ruborizou um pouco e lhe deu uma bofetada trapo acima no cho. "vou fazer aqui logo se voc tiver uma conta para voltar para ela. Hei outro 
convidado que vem em esta noite." 
"Esta noite?" Franziu o cenho na parte posterior da cabea. Gostava de ter o lugar para si mesmo. T-la a si mesmo. "Quem?" 
"Um cavalheiro britnico. Ele chamou pouco depois de que saiu esta manh." 
-Bom, quem ? Por quanto tempo  que vive? " E que diabos queria? 
"Uma noite ou dois", disse ela com facilidade. "Eu no interrogar a meus convidados, como voc deve saber." 
"Simplesmente me parece que voc deve fazer perguntas. Voc no pode simplesmente deixar valsa estranhas a sua casa." 
Divertido, sentou-se e sacudiu a cabea nele. Uma combinao dos desalinhados e elegante, pensou, com o ouro na ponta o cabelo recolhido piratelike, os formosos 
olhos de seu mau humor, as botas caros, jeans gastos, camisa e rangente. "Isso  exatamente o que fao. Acredito que danou a valsa em ti mesmo, em meio da noite, 
no faz muito tempo." 
"Isso  diferente." Em seu olhar suave, encolheu-se de ombros. "Simplesmente . Olhe, que te levanta e deter isso? Voc pode comer no cho maldito." 
"Obviamente a dia de hoje senderismo no pr um sorriso em sua cara." 
"Eu estava bem." Rondava a habitao, logo grunhiu. -estiveste jogando com meu escritrio. " 
"Limpei-me um centmetro de p e cinza de cigarro, se isso for o que est significado. No te toque a maquinita ali exceto para levant-la e o deixou outra vez." 
Embora tinha sido tentado, dolorosamente, para abrir a tampa e jogar uma olhada s obras. 
"Voc no tem que limpar depois de mim todo o tempo." Ele sussurrou um suspiro, colocou as mos nos bolsos quando ela simplesmente ficou, estropie em mo, e o olhou. 
"Maldita seja, pensei que tinha imaginado isto. No  meu ego fazendo nenhum bem ou seja que no est ainda tratando de atar em ns." Fechou os olhos, suspirou. 
-Muito bem, vamos tentar de novo. Trouxe-te um presente. " 
E voc? por que? " 
"por que diabos no?" Arrebatou-lhe a bolsa que tinha posto sobre a cama e a entregou a ela. "Eu o vi. Pensei que voc gostaria." 
"Foi amvel de sua parte." deslizou-se a caixa da bolsa e comeou a trabalhar na cinta que o mantinha fechado. 
Cheirava a sabo e desinfetante e flores. Cinza apertou os dentes. "Se no querer que te atiro na cama que acaba arrumado, o melhor ser dar um passo atrs." 
Ela levantou a vista, sobressaltado, seu congelamento mos na caixa. -Falo a srio. " 
Cauteloso, umedeceu-se os lbios. -Est bem. " Ela deu um passo atrs, logo outro. " isto melhor?" 
O absurdo de que finalmente golpeou. Incapaz de fazer outra coisa, sorriu-lhe. "por que me fascinam, Brianna?" 
"No tenho nem idia. Nenhum absolutamente." 
"Possivelmente por isso," murmurou. "Abre sua presente." 
"Estou tratando." Afrouxou a cinta, voltou-se para a tampa, e escavado no papel de seda. "OH,  formoso." De frias iluminou seu rosto quando se voltou a casa de 
campo de porcelana nas mos. Foi feito com delicadeza, a porta aberta em sinal de bem-vinda, um jardim ordenado, com cada ptala perfeita. "Parece como se podia 
mover-se  direita dentro" "Fez-me pensar em ti." 
"Obrigado". Seu sorriso era mais fcil agora. "Sabia voc que me compre abrandar isso? "me diga se funcionava em primeiro lugar." 
Agora ela ps-se a rir. -No, no o farei. Voc tem a vantagem necessria como . " "Me?" 
Advertido pelo ronrono em seu tom, concentrou-se na substituio da casa de campo na cama de malha. "Tenho um jantar para atender. vai faltar uma bandeja?" "No 
esta noite. Passado A primeira onda de". "O novo hspede se espera por cinco, por isso ter a empresa com sua comida." "Fantstico". 
Gray tinha sido preparado para os cavalheiros britnicos no gostam  vista, algo assim como um semental, deu-se conta, o exerccio de direitos territoriais. Mas 
era difcil sentir-se ameaado ou irritado com o homem ordenado pouco com o pat brilhante calva e o acento lambido de escolas pblicas. Seu nome era Herbert Smythe-White, 
de Londres, um vivo aposentado que estava nas primeiras etapas de uma excurso de seis meses da Irlanda e Esccia. 
"Indulgncia pura", disse Gray, durante o jantar. "Nancy e eu no fomos bentos com filhos, j v. Ela se foi quase dois anos, e me encontro meditando a respeito 
da casa. Tnhamos planejado fazer uma viagem como este, mas o trabalho sempre me mantm muito ocupado. " Seu sorriso era atado com pesar. "Decidi-me a fazer eu mesmo 
como uma espcie de comemorao a ela. Acredito que lhe tivesse gostado disso." 
" esta sua primeira parada?" 
--o. Voei para o Shannon, alugou um carro. " Ele riu entre dentes, tirando-as culos de arreios metlica e polir as lentes com um leno. "Estou armados com armas 
dos turistas de mapas e guias tursticas. vou tomar um dia ou dois aqui, antes de dirigir-se para o norte. "ficou os culos no nariz proeminente." Estou muito medo 
vou dar o primeiro e melhor, entretanto. Miss Concannon estabelece uma tabela excelente. " 
"Voc no receber um argumento de mim." Estavam compartilhando o comilo e um salmo suculentas. "Que trabalho estava?" 
"Bancria. Temo-me que passei muito tempo de minha vida preocupado pelas cifras". Serve-se uma colherada de batatas em molho de mostarda. "E voc, senhor Thane. 
Miss Concannon diz que  um escritor. Nos classe prtica sempre a inveja os criativos. Nunca tive tempo suficiente para ler por prazer, a no ser CER se tainly recolher 
um de seus livros, agora que nos encontramos. Est voc de viagem, tambm? " 
"No no momento. Estou com sede aqui por agora." 
"Aqui, na estalagem? 
"Isso  correto." Levantou a vista como Brianna entrou 
"Espero que haja espao para a sobremesa." Ps um grande tigela de algo sobre a mesa. 
"OH, querida." detrs de suas lentes polidas, os olhos Smythe-White danava com prazer, a cobia e talvez um pouco. "vou ser uma pedra mais pesada antes de abandonar 
a habitao." 
"Pus a magia nele, assim que as calorias no contam." Ela repartiu generosas pores em pratos fundos. "Espero cmoda de sua habitao, senhor. Se houver algo que 
necessita, s tem que perguntar." 
" exatamente o que quero", assegurou-lhe-. "Devo retornar quando seu jardim em flor ", 
"Espero que voc." Ela lhes deixou uma cafeteira e uma garrafa de brandy. 
"Uma mulher formosa", comentou Smythe-White. 
-Sim, -o. " 
"E to jovem que se execute uma s criao. A gente poderia pensar que teria um marido, uma famlia". 
"Ela no  nada se no ser eficiente". A primeira colherada de bagatela derretido na lngua do Gray. Eficiente no era a palavra, deu-se conta. A mulher era uma 
bruxa culinrias. "Ela tem uma irm e seu cunhado na mesma rua. E  uma comunidade unida. Algum sempre batendo na porta da cozinha." 
"Isso  sorte. Imagino que poderia ser um lugar solitrio de outra maneira. Entretanto, dava-me conta de que eu estava dirigindo em que os vizinhos so poucos e 
longe". Voltou a sorrir. -Temo-me que estou quebrado pela cidade, e absolutamente envergonhado de que gosta s multides e o ritmo.  possvel que tome um tempo 
para acostumar-se  tranqila noite. " 
-Ter um monto dele. " Cinza derramou uma taa de brandy nisso, no gesto de seu companheiro, em um segundo. "No estava em Londres faz muito tempo. Que parte  
voc?" 
"Tenho um pequeno apartamento perto do Green Park. No teve o corao para manter a casa depois do Nancy se foi." Suspirou, o brandy se formavam redemoinhos. "me 
permitam oferecer alguns conselhos no solicitados, o Sr. Thane. Fazer a recontagem de dias. No investir todos seus esforos no futuro. Sente falta de muito da 
atualidade." 
"Isso  conselho que viver." 
Horas mais tarde foi pensamentos de restos de algo que atirava cinza longe de sua cama quente e um bom livro. A casa se queixou um pouco a seu redor como ele cavou 
um par de suores, os ps. O acolchoado abaixo, em seus ps descalos com os sonhos vidos de atracn. 
Certamente no era sua primeira meia de viaje-la noite- cozinha desde que se estabeleceram no Blackthorn. Nenhuma das sombras ou rangentes pranchas lhe incomodava 
que se deslizou pelo corredor e na escura cozinha. Acendeu a luz da estufa, pois no queria despertar a Brianna. 
Logo desejou no tinha pensado nela, ou o fato de que ela estava dormindo um muro mais  frente. Nesse comprido camisola de flanela,, imaginou, com os pequenos botes 
no pescoo. Ento Prim lhe dava o aspecto extico-sem dvida o fez um homem, uma vermelha de sangue, perguntam-se sobre o corpo todo esse material oculto. E se no 
deixava de pensar nesse sentido, toda a nimiedad no pas no saciar seu apetite. 
Um vcio de uma vez, amigo, disse-se. E tirou uma terrina. Um som do exterior lhe fez uma pausa, escuta. Justo quando estava a ponto de se despedir da velha casa 
como gemidos, ouviu o arranhado. 
Com a taa em uma mo, dirigiu-se  porta da cozinha, apareceu e no viu nada, mas a noite. De repente, o cristal estava cheio de peles e presas. Cinza conseguiu 
afogar um grito e manter-se de perda de equilbrio em seu traseiro. Por algo entre uma maldio e uma risada, abriu a porta para a fraude. 
"Dez anos de minha vida, muito obrigado." arranhou-se as orelhas do co, e posto que Brianna no estava ali para ver, decidiu compartilhar o jogar com seu companheiro 
canino. "O que crie que est fazendo?" 
Cinza se endireitou, golpeou sua cabea contra a porta do armrio que tinha falhado a fechar. Uma colherada de bagatela se deixou cair no tigela do co e foi engolido. 
"Nada." Cinza se esfregou a cabea palpitante. "Jesucristo, entre voc e seu lobo vou ter sorte se vivo para ver meu prximo aniversrio." 
"Ele no quer estar comendo isso". Brianna lhe arrebatou a terrina longe do Gray. "No  bom para ele". 
"Eu ia comer. Agora me conformo com uma garrafa de aspirina." 
-Sente-se e vou jogar uma olhada ao n na cabea, ou o buraco nele, qualquer que seja o caso. " 
"Muito lindo. por que no vai  cama Y. 
Nunca terminou a frase. Desde sua posio entre eles, Com repentinamente ficou tenso, grunhiu, e com um grunhido que brotam de sua garganta saltou para a porta do 
corredor. Foi m sorte do Gray, que se achava no caminho. 
A fora de um cento e setenta libras de msculo lhe tinha recuperado de novo e estelar se contra o mostrador. Viu estrelas como seu cotovelo contra a madeira gretada, 
e logo que escutou forte comando da Brianna. 
Est voc ferido? " Seu tom era suave solicitude materna agora. "Aqui agora, Grayson, que h posto plido. Sinta-se. Com, o talo!" 
Orelhas de chamada, as estrelas giram no fronte de seus olhos, quo melhor podia fazer era cinza cair na cadeira Brianna estendeu por ele. "Tudo isto por um prato 
de nata de mierda." 
"Agora, s precisa conseguir seu flego. me deixe ver seu brao. " 
"Mierda!" Os olhos cinza apareceu ampla como se flexiona o cotovelo e a dor irradiada a cabo. "Est tratando de me matar s porque querem manter-se no nu?" 
"Detenha-se". " A reprimenda foi leve como ela tut-tutted sobre o moretn. "Tenho algumas avel da bruxa." 
"Eu prefiro que a morfina". Ele suspirou e olhou os olhos entreabridos, o co. Com seguia de p, tremendo e lista  porta. "Que diabos est com ele?" 
-No sei. Com, deixar de ser um imbecil e me sinto. " Ela umedecido um pano com gua de hamamelis. "Provavelmente o senhor, Smythe-White. Com foi a itinerancia quando 
chegou pulg Eles no se introduziram.  provvel que ele agarrou um aroma." 
" uma sorte que o velho no teve a bagatela de ienes para ento." Ela sozinho sorriu e se endireitou para olhar na parte superior da cabea do Gray. Tinha o cabelo 
formoso, pensou, tudo dourado e sedoso. "OH, Com no lhe faria mal. Acabava de encurral-lo. Ali, voc ter um golpe bem, se o". 
"Voc no tem que soar to contente a respeito". 
"vai ensinar a no dar aos doces do co. vou fazer te uma bolsa de gelo e" Ela chiou como Gray lhe atirou em seu regao. As orelhas do co aguou, mas ele se limitou 
aproximou e farejou  mos do Gray. 
"Eu gosto". 
" fcil encantado. me deixe acima ou o direi a morder". 
-No. Pensei que lhe deu pouco. vamos sentar nos aqui um minuto, Brie. Sou muito fraco para incomodar. " 
"Eu no acredito que por um minuto", disse em voz baixa, mas cedeu. Cinza embalou a cabea em seu ombro e sorriu quando Com apoiou em seu regao. "Isto  bom" 
"". 
Sentiu uma pequena greta ao redor de seu corao como ele a abraou em silencio na penumbra da cozinha enquanto a casa se estabeleceram sonho m ao redor deles. 
Captulo Seis 
Brianna necessitava um sabor da primavera. Era arriscado, que conhecia, para comear muito em breve, mas o ambiente no o obteria. Ela recolheu as sementes que tinha 
sido entesouramento e seu pequena rdio porttil e se levaram a cabo com o pequeno abrigo que tinha aparelhado como um estufa temporria. 
No era muito, e ela teria sido o primeiro em admiti-lo. No mais de oito metros quadrados com piso de terra calcada, a nave foi utilizada melhor para storag e da 
semeia. Mas ela tinha imposto ao Murphy para pr em vidro e um aquecedor. Os bancos que tinha construdo a si mesmo com um pouco de habilidade e muito orgulho. 
No havia espao, nem havia equipe para o tipo de experimentao que ela sonhava. Ainda assim, ela podia lhe dar sementes um comeo cedo nos potes de turfa que tinha 
solicitado de um catlogo de fornecimentos de jardinagem. 
A tarde era dela, depois de tudo, disse-se. Gray foi encerrado com seu trabalho, e o Sr. Branco-Smythe estava tomando um tour de motor do Ring of Kerry. Todos a 
panificacin e a reparao se realizaram durante o dia, por isso era o momento de prazer. 
No era pouco o que o fazia mais feliz que ter as mos no cho. Grunhidos um pouco, ela sopesou uma bolsa de mescla para vasos de barro sobre o banco. O ano que 
vem, prometeu-se, ela teria um efeito estufa profissional. No  um grande, mas muito magra, no obstante. Havia tomar cortes e a raiz deles, bulbos vigor no que 
podia haver primavera em qualquer poca do ano que gostava. Talvez ela havia inclusive tentar algum enxerto. Mas no momento ela era feliz com seu beb sementes. 
Em dias, pensou, cantarolando com a rdio, as ramitas da primeira licitao empurraria atravs do cho.  certo que era um gasto terrvel, o luxo de combustvel 
para entrar em calor. Teria sido mais prudente utilizar o dinheiro para ter seu carro revisado. 
Mas no seria quase to divertido. 
Ela semeou, brandamente acariciando a sujeira, e deixa que a deriva memore. 
Que doce Gray tinha sido a noite anterior, recordou. Carcias com ela na cozinha. No tinha sido to terrvel, nem, admitiu, to emocionante, como quando a tinha 
beijado. Isto tinha sido suave e calmante, e to natural que parecia, s por um momento, que tinha pertencido juntos. 
Uma vez, faz muito tempo, ela tinha sonhado de compartilhar pequenos momentos, doce assim com algum. Com o Rory, pensou com uma pontada de idade, surdo. Ento ela 
tinha acreditado que tinha que casar-se, ter filhos para o amor, um lar para atender. Que planos que tinha feito, pensou agora, rosada e clida, com todas as perdizes 
ao final deles. 
Mas ento, s tinha sido uma menina, e no amor. Uma menina acredita no amor nada. crie-se tudo. No era uma garota agora. 
Ela tinha deixado de acreditar quando Rory se quebrado o corao, partiu-o em duas metades de dor. Ela sabia que ele vivia perto de Boston agora, com uma esposa 
e uma famlia prpria. E, ela estava segura, sem pensar no da doce primavera jovem quando ele a tinha cortejado e seu prometido. E se comprometeu a ela. 
Isso foi faz muito tempo, recordou-se. Agora sabia que o amor no sempre suportam, e as promessas no se cumpriram sempre. Se ela ainda leva uma semente de esperana 
dentro desse desejado florescer, di a ningum mais que a si mesmo. 
"Aqui est!" danando Olhos, rompeu Maggie no abrigo. "Escutei a msica. Que diabos est fazendo aqui?" 
"Estou plantando flores." Distrado, Brianna surrupiado o dorso da mo pela bochecha e lubrificou com o cho. "Fecha a porta, Maggie,  deixando que o calor para 
fora. O que ? V-te a ponto de estalar. " 
"A que no adivinha, no dentro de mil anos." Com uma gargalhada, Maggie se deu a volta ao pequeno abrigo, agarrando os braos da Brianna a seu giro. -Adiante. Intento. 
" 
"Lhe est acontecendo isso trigmeos." 
"No! Gabado seja Deus." 
estado de nimo do Maggie era contagioso basta tendo Brianna risada e a queda no ritmo da palmilha improvisada. "Voc vendeu um pedao de seu copo de um milho de 
libras, ao presidente dos Estados Unidos". 
"OH, o que pensava. Talvez deveramos lhe enviar um folheto. No, voc  milhas de distncia,  voc, km. Darei-te um pouco de uma pista a seguir. Rogam av se chama." 
Brianna soou caindo o cabelo dos olhos. "Isso  uma pista? " 
"Seria-o se se tinha posto sua mente nisso. Brie, que vai se casar. Ela  casar-se com o tio Niall, na prxima semana, no Dubln." 
"O que?" a boca da Brianna se abriu na palavra. "Tio Niall, a Sra. Sweeney, casou-se?" 
"No  magnfico? No  magnfico? Voc sabe que ela estava apaixonada por ele quando era uma menina no Galway. Logo, depois de mais de cinqenta anos se voltam 
a encontrar por Rogam e eu. Agora, por todos os Santos no cu, que vo tomar os votos ". Atirando para trs a cabea, ela riu. "Agora, assim como ser marido e mulher, 
Rogam e vou ser primos. 
"Tio Niall". Parecia que todos os Brianna poderia dirigir. 
-Teria que ter visto a cara de Rogam quando tomou a chamada. Parecia um peixe. Sua abertura da boca e fechamento e no uma palavra que sai. "Aspirar a gargalhadas, 
apoiou-se contra a mesa de trabalho da Brianna." Nunca acostumou  idia de que estavam cortejando. mais de cortejo, se se tratar disso, mas suponho que  algo difcil 
para um homem de imaginar a sua av de cabelo branco se acurruc no pecado. " 
"Maggie!" Superar, Brianna se tampou a boca com a mo. Risitas se converteu em gritos de risada. 
"Bom, eles esto fazendo  legal agora, com um arcebispo lhe oficiem no menos." Ela respirou fundo, olhou a seu redor. Tem algo para comer aqui? " 
"No. Quando  que seja? Onde?" 
"na sbado seguinte, em sua casa do Dubln. Uma pequena cerimnia, diz-me, com a famlia e amigos prximos. oitenta Tio Niall se for um dia, Brie. Imagina que. " 
"Acredito que posso. OH, e eu acredito que  magnfico. Eu lhes chamo depois de ter terminado aqui e limparam". 
"Rogam e eu vamos ao Dubln na atualidade. O est no telefone agora mesmo, Deus lhe benza, fazer os acertos." Ela sorriu um pouco. "Est tratando de ser um homem 
sobre ele." 
-Estar contente por eles, uma vez que se acostume a ela. " Brianna voz era imprecisa quando comeou a perguntar-se que classe de presente que deve comprar o noivo 
e a noiva. 
" como uma cerimnia da tarde, mas  possvel que deseje sair a noite anterior para que tenha um pouco de tempo." 
"vamos sair? Brianna se centrou em sua irm. "Mas no posso ir, Maggie. No posso deixar. Tenho um convidado. " 
" obvio que irei." Maggie se ergueu no banco, apertou os dentes. " o tio Niall. Ele te espera l.  um dia sangrento, Brianna." 
"Maggie hei obrigaes aqui, e no h forma de chegar ao Dubln e as costas." 
"Rogam ter o avio levar". 
"Mas" 
"OH, pendure Grayson Thane. Ele pode cozinhar sua prpria comida durante um dia. Voc no  um servo." 
Brianna ombros ficou rgido. Seus olhos se voltaram cool. "No, eu no o sou. Sou uma mulher de negcios que deu sua palavra. Eu no posso danar fora um fim de 
semana no Dubln e lhe dizer ao homem a valer-se por si mesmo." 
-Ento, pouco a pouco. Se se preocupar o homem caia morto sem que lhe tendem, lev-lo com voc. " -Que venha, onde? Cinza empurrou a porta, olhou s duas mulheres 
com cautela. Tinha visto Maggie vo correndo no abrigo de sua janela do dormitrio. A curiosidade havia finalmente o levou a cabo, e os gritos tinham feito o resto. 
"Fecha a porta", disse Brianna automaticamente. Ela se defendeu a vergonha que deveriam haver-se retirado em uma discusso familiar. Suspirou uma vez. A pequena 
nave estava cheia de gente. "Houve algo que necessitava, Grayson? 
"No" Levantou uma mo, lavar o polegar por cima da sujeira na bochecha, um gesto que tiveram estreitamento do Maggie olhos. "H sujeira na cara, Brie. O que est 
fazendo?" "Estou tratando de pr em algumas sementes, mas no h quase lugar para eles agora." 
"Te coloque em suas mos, muchacho-o-murmurou Maggie. Ele s sorriu e se guardou nos bolsos. "Escutei meu nome. H algum problema?" 
"No se se ela no era to obstinado." Maggie sacudido o queixo e decidiu desfazer-se da culpa aos ps do Gray. "Ela tem que ir ao Dubln prximo fim de semana, 
mas no te deixarei." 
sorriso cinza se converteu em um sorriso de satisfao em seu olhar passou do Maggie a Brianna. No  assim? " "Voc pagou por alojamento e comida", Brianna comeou. 
"por que tem que ir ao Dubln?" interrompeu. "Nosso tio vai se casar", disse-lhe Maggie. "Ele quer que ela existe, e isso  como deve ser. Eu digo que se ela no 
te deixar atrs, lhe deve levar." < p> "Maggie, Gray no quer que se vai fora a umas bodas, com a gente que no sabe. Ele est trabalhando, e ele no pode sozinho" 
-Claro que fui-gris lhe retira. "Quando vamos?" "Bem. Voc fica em casa ali. Isso est arrumado." 
Maggie lhe acariciou as mos. "Agora, quem vai dizer lhe  Me?" 
"I-" 
"No, me deixe", decidiu Maggie antes da Brianna pde responder. Ela sorriu. "Ela realmente o odeio. Teremos o plano tir-la sbado pela manh pelo que no ser 
acossado por seu toda a viagem. voc tem um traje, Gray? 
"Um ou dois", murmurou. 
-Ento j est preparado, verdade? " inclinou-se para diante, Brianna beijou em ambas as bochechas com firmeza. "Plano para deixar na sexta-feira", ordenou-lhe. 
"Chamo-te desde o Dubln." 
Cinza se passou a lngua pelos dentes como Maggie se estrelou a cabo. "Bossy, no?" 
"Sim". Brianna piscou, meneou a cabea. "Ela no quer dizer.  s que ela est sempre seguro de que tem razo. E ela tem um profundo afeto pelo Tio Niall e av de 
Rogam." 
"Rogam av." 
"Isso  o que se casa." Ela se voltou para sua colocao em vasos de barro, com a esperana de limpar sua mente com o trabalho. 
"Isso sonha como uma histria." 
"OH,  tis. Gray, que  algo que voc seja to amvel, mas no  necessrio. No me vo faltar, de verdade, e  um monto de problemas para voc." 
"Um fim de semana no Dubln nenhum problema para mim. E voc quer ir, no?" 
"Esse no  o ponto. Maggie lhe por em uma posio difcil. " 
Ps uma mo sob o queixo, levantou-a. "por que tem esse tempo para responder perguntas difceis? Voc quer ir, no? Sim ou no". 
"Sim". 
-Muito bem, vamos. " 
Seus lbios comearam a curva, at que ele se inclinou para eles. "No me beije", disse, a debilitao. 
"Agora, isso  um monto de problemas para mim." Mas ele se atirou das rdeas, tornou-se para trs. "Quem te di, Brianna?" 
Suas pestanas revoavam abaixo, protegendo-os olhos. "Pode ser que no responder s perguntas porque pedem muitos deles." 
"Sim, 
"Qu-lo? 
Voltou a cabea, concentrou-se em suas panelas, muito. " 
Foi uma resposta, mas se encontrou com que no gostou. "Ainda est apaixonada por ele?" 
"Isso seria uma tolice." 
"Isso no  uma resposta". 
-Sim, -o. Dou I Breathe abaixo de seu pescoo quando voc est trabalhando? " 
"No" Mas no um passo atrs. "Mas voc tem por exemplo um pescoo muito interessante". Para demonstr-lo, agachou-se a escovar seus lbios sobre a nuca. J no 
lhe doa seu ego se sinta tremer. "Sonhei contigo a noite passada, Brianna. E escreveu dele hoje." 
A maioria de suas sementes pulverizadas na mesa de trabalho em lugar de no cho. ocupou-se resgat-los. "Escrevi dele?" 
"Fiz algumas mudanas. No livro que est uma jovem viva que est lutando para construir sobre um passado quebrado." 
Apesar de si mesmo, elaborou-se e se voltou a olh-lo. "Est me pr em seu livro? " 
"Peque of You. Seus olhos, esses olhos maravilhosos, tristes. Seu cabelo". Levantou uma mo a ela. "Grosa, cabelo escorregadio, a cor dos melhores pr-do-sol. Sua 
voz, que cadncia suave. Seu corpo, magro, esbelto, com a graa inconsciente de um bailarino. Sua pele, suas mos. Vejo que quando escrevo, escrevo-o de vocs. E 
alm do fsico, no  sua integridade, sua lealdade. " Sorriu um pouco. "Seus bolos de ch. O heri  igual de fascinados com ela como eu estou com vs." 
Cinza ps sua mo no banco a cada lado dela, sua introduo em jaula polegadas "E segue correndo nesse mesmo escudo que ambos tm Me pergunto quanto tempo o vou 
levar para romp-la.." 
Ningum havia dito essas palavras sobre ela anteriormente, essas palavras que ela. Uma parte dela desejava para derrubar-se neles, como se fossem de seda. Outra 
parte estava cautelosamente para trs. 
"Voc est tratando de me seduzir". 
Levantou uma sobrancelha. "How'm estou fazendo?" 
"No posso respirar". 
"Esse  um bom comeo". Inclinou-se para ela at que sua boca era um sussurro da dela. -Deixa que te beije, Brianna. " 
Ele j estava nessa lenta, afunda-se forma em que terei que converteu todos seus msculos e convertida em pur. Boca a boca. Era uma coisa to simples, mas inclinado 
para todas as coisas em seu mundo. Mais e mais at que ela tinha medo de que nunca a direita de novo. 
Tinha a habilidade e a destreza com uma pacincia. debaixo de ambos era o brilho da violncia reprimida que uma vez detectado nele. A combinao se filtrou nela 
como uma droga, debilitao e vertiginosa. 
Queria, como uma mulher queria. Temia, como a inocncia temia. 
Tomou brandamente os dedos se aferrou ao bordo da banqueta, acalmou os abra. Com a boca sobre a dela roando, levantou os braos. 
"Hold me, Brianna." Deus lhe necessitava. "me beije de novo". 
Ao igual a um estalo de um ltego, suas palavras tranqiliz-la esporas. de repente, aferrava-se a ele, sua boca selvagem e dispostos. Escalonada, balanou-se para 
trs, apertando ela. Seus lbios estavam quentes, com fome, seu corpo vibrando como uma corda de harpa depenado. A erupo de sua paixo foi arrojado como lava atravs 
do gelo, frentica, inesperado e perigoso. 
No era o aroma elementar da terra, o lamento das tuberas da rdio irlandesa, o sabor suculento da mulher na boca, e a tentao tremor de seus braos. 
Ento ele era cego e surdo a todos os que nela. Suas mos eram punhos em seu cabelo, suas respiraes ofegantes cheio a boca. Mais, s com vontades de mais, fechou 
as costas contra a parede do abrigo. Ouviu gritar-em estado de shock, dor, emoo, antes de que o som amortecido, devorando, devorando-a. 
Suas mos rajado sobre ela, acaloradamente possessiva, invasor. E se voltou para suas calas gemidas: Por favor ... Queria pedir algo. OH, por favor. Este tipo de 
dor, um profundo, moer, dor de glorioso. Mas ela no sabia ao princpio dela, ou como ia terminar. E o medo se romper-se como um lobo detrs dele-medo dele, de si 
mesmo, pelo que havia ainda no sei. 
Ele queria que sua pele a sensao e o sabor de sua carne. Quis libra dentro dela at que foram to vazio. A respirao estava lutando em seus pulmes enquanto a 
agarrou pela camisa, as mos a ponto de rasgar e rasgar. 
E seus olhos se encontraram com a sua. 
Seus lbios estavam machucados e tremendo, com as bochechas plidas como o gelo. Tinha os olhos aumentados pelo terror e a necessidade em conflito neles. Olhou para 
baixo, vi tinha os ndulos brancos da cepa. E as marcas dos dedos vidos tinha posto em sua pele formosa. 
Ele deu um coice, como se lhe tinha esbofeteado, continuando, levantou as mos. No estava seguro do que ou quem era afastar. 
-Sinto-o-conseguiu enquanto ela estava pressionado de novo na parede, tragando o ar. "Sinto muito. Far-me mal?" 
"No sei". Como ia ou seja onde no havia nada, mas esta dor palpitante horrvel. Ela no tinha sonhado que ela pudesse sentir assim. Acaso no tinha sabido que 
era possvel sentir tanto. Aturdido, escovou-se  umidade de suas bochechas. 
"No chore". Passou-se uma mo tremente pelo cabelo. "Sinto-me suja suficiente sobre isto." 
"No, -se tragou as lgrimas. No tinha a menor ideia de por que deveria arrojar. "No sei o que me passou." 
 obvio que no, pensou com amargura. No havia lhe disse que era inocente? E ele tinha ido a ela como um animal. Em outro instante em que a teria miservel para 
baixo na terra e terminou o trabalho. 
"Eu te empurra, e no h desculpa para isso. S posso te dizer que me perdi a cabea e lhe pedimos desculpas por isso. "Queria voltar para ela, a escova de cabelo 
emaranhado de seu rosto. Mas no se atreveu." Eu estava em bruto, e atemorizado. No voltar a acontecer. " 
"Sabia que seria." Ela era mais estvel agora, talvez porque ele parecia to sacudido. "Ao longo sabia. No  que, Grayson. No sou o tipo frgil." 
Descobriu que podia sorrir depois de tudo. "OH, mas voc , Brianna. E nunca fui to torpe. Isto pode parecer um momento difcil para lhe dizer, mas voc no tem 
que temer de mim. No vou fazer te danifico. "Sei. Voc" 
-E eu vou provar meu Damnedest no te precipita,-interrompeu-me. "Mas eu te quero". 
Ela descobriu que tinha que concentrar-se para Respire de novo. "No sempre podemos ter o que queremos." 
"Nunca acreditei isso. No sei quem era, Brie, mas se tinha ido. Eu estou aqui." 
Ela assentiu com a cabea. "por agora". 
"S h agora". Negou com a cabea antes de que pudesse discutir. "Isto  to estranho um lugar para a filosofia como o  para o sexo. Os dois estamos um pouco com 
os cabos, no?" 
"Suponho que poderia dizer isso." 
"vamos entrar. Esta vez te farei um pouco de ch." 
Seus lbios curvados. "Sabe?" 
"Estive-te observando. Vamos." Tendeu-lhe uma mo. Ela o olhou, vacilou. depois de outro olhar cauteloso em sua cara que estava tranqilo agora, sem essa luz estranha 
selvagens que era to aterradora e emocionante, ela colocou a mo na sua. 
"Talvez seja uma boa coisa que temos um acompanhante de esta noite." 
"OH?" Voltou a cabea, j que saiu. 
"Do contrrio, poderia aproximar-se sigilosamente a minha habitao esta noite e se aproveitam de mim." 
Deixou escapar uma breve gargalhada. - muito inteligente para que qualquer pessoa se aproveite de ti. " 
-Bom, poderia tentar ". Aliviado nenhum deles tremiam agora, pendurada de um brao pelos ombros socivel. "por que no temos um pouco de bolo com o ch?" 
Ela deslizou seus olhos para ele quando chegaram  porta da cozinha. "O meu, ou o que faz a mulher em seu livro?" 
"A sua  s em minha imaginao, meu amor. Agora, a sua-" ficou paralisado quando empurrou a porta aberta. Brianna Instinctly colocou detrs dele. "Fique aqui. Aqui." 
"O que?  voc, OH, doce Jesus". por cima do ombro pde ver o caos de sua cozinha. Latas tinham sido entregues, armrios esvaziados. Farinha e acar, especiarias 
e ch foram varridos no cho. 
"Disse-me que ficasse aqui", repetiu enquanto tratava de empurrar por ele. 
"Eu no vou. Olhe esta confuso." 
Lhe bloqueia com um brao atravs da porta. "Leva dinheiro em suas latas? Joalheria?" 
-No seja tolo.  obvio que no. " Ela piscou para ele. "Crie que algum estava detrs roubar algo? No tenho nada que roubar e que ningum". 
"Bom, algum o fez, e ainda poderia estar na casa. Onde est o maldito co?" -murmurou. 
"Estaria fora com o Murphy", disse com voz surda. "vai se visitar quase todas as tardes." 
"Executar mais do Murphy ento, ou  sua irm. Tomarei 
um olhar ao redor. "Ela se ergueu." Esta  minha casa, vou recordar. Me vou olhar. " 
-Fique detrs de mim ", foi tudo o que disse. 
Revisou suas habitaes em primeiro lugar, ignorando seu grito de indignao se espera ao ver as gavetas arrancada a roupa e caiu. 
"Minhas coisas". 
"vamos ver se houver algo que falta mais tarde. Melhor joga o resto". 
"Que classe de travessuras  isto?" -perguntou ela, seu temperamento calefao enquanto a retaguarda Gray. "OH, maldita eles", jurou que quando viu a sala. 
Tinha sido uma busca rpida, apressada e frentica, Gray meditou. Algo menos profissional e risco bobamente. Estava-o pensando, quando atravs de outra idia se 
estrelou contra ele. 
"Mierda". Tomou as duas escadas de uma vez, estalou na desordem de sua habitao, e jogou o ferrolho diretamente a seu ordenador porttil. "Algum vai morir-murmurou-, 
o arranque para cima. 
"Seu trabalho". Brianna estava plido e furioso na porta. "machucar-se a seu trabalho?" 
"No" Ele desnatada travs da pgina detrs pgina at que estava satisfeito. "No,  aqui. Est bem." 
Deixou escapar um leve suspiro de alvio antes de partir para comprovar a habitao do senhor Smythe-White. Suas roupas tinham sido expulsos das gavetas e closet, 
a cama separar-se. "Mara, Me de Deus, como vou explicar isto a ele?" 
"Acredito que  mais at o ponto de pedir o que estavam procurando. Sente-se, Brianna-ordenou Gray. "vamos pensar nisto." 
"O que  pensar?" Mas ela se sentou no bordo do colcho inclinado. "No tenho nada de valor aqui. Umas poucas libras, uns quantos souvenirs". Esfregou-se os olhos, 
impaciente consigo mesma pelas lgrimas que no obtinha me. "No tivesse sido qualquer do povo ou em seus cercanias. Tinha que ser um vagabundo, um autoestopista 
talvez, a esperana de encontrar um pouco de dinheiro em efetivo. Bom ..." Deixou escapar um suspiro tremente. "Ele decepcionou no que encontrou aqui." Ela levantou 
a vista bruscamente, empalidecendo de novo. "Voc? Teve alguma?" 
"A maioria de cheques de viagem. Ainda esto aqui." encolheu-se de ombros. "ficou umas poucas centenas de libras, isso  tudo." <p > "Alguns de cem?" Fechou a cama. 
"Ele tomou seu dinheiro?" 
"No  importante. Brie-" 
"No  importante?" cortou polegadas "Voc est vivendo em minha casa, um convidado em minha casa, e tinha seu dinheiro roubado. Quanto foi? farei-o bem." 
-Certamente, no o far. Sinta-se e det-lo. " 
-Hei dito que o faremos bem ". 
A pacincia rompeu, ele tomou com firmeza pelos ombros e a empurrou sobre a cama. "Eles me pagaram cinco milhes de dlares para meu ltimo livro, antes de estrangeiros 
e os direitos de filmes. A umas centenas de libras no me vai romper." Entrecerr os olhos quando seus lbios tremiam de novo. "Tome uma respirao profunda. Agora. 
Bom, sim." 
"No me importa se tiver que ouro que goteja dos dedos." Sua voz se quebrou, humilh-la. 
"Voc ganha de chorar um pouco mais?" Suspirou com fora, sentou-se junto a ela, e se preparou para ela. "Est bem, lhe d cano". 
"No vou chorar." Ela soluou, utiliza os tales de suas mos para secar suas bochechas. "Tenho muito que fazer. Tomar hora de pr as coisas aqui". 
"Voc ter que chamar  polcia?" 
"Para que?" Levantou as mos, deixar que levam a fracasso. "Se algum viu um estranho rondando, meu telefone j estariam soando. Algum tinha dinheiro e o levaram." 
Percorreu a sala, pensando o muito que seu outro convidado poderia ter perdido, e o grande que um buraco que poria em suas economias preciosas. "Eu quero que diga 
nada que Maggie sobre isto". <p > "Maldita seja, Brie" 
"She's ao longo de seis meses. No quero que a incomodou. Digo-o a srio." Lhe lanou um olhar constante atravs dos olhos ainda brilhantes pelas lgrimas. "Sua 
palavra, por favor." 
-Muito bem, o que queira. Teu quero que voc me diga exatamente o que falta. " 
"Farei-o. Chamarei o Murphy e lhe digo. vai perguntar. Se houver algo que sei, eu sei de noite." Calma de novo, levantou-se. "Tenho que comear a pr as coisas em 
ordem. vou comear com sua habitao para que possa chegar a seu trabalho." 
"vou ver meu quarto." 
" para mim" 
"Est-me mijando fora, Brianna." O mesmo se desenvolveu lentamente at ficar cara a cara com ela. "vamos entender isto. Voc no  minha criada, minha me, ou minha 
esposa. Posso pendurar minha roupa. " 
-Como voc queira. " 
Juramento, agarrou-a por brao antes de que pudesse sair dele. Ela no resistiu, mas ficou muito quieto, olhando um pouco mais o ombro. -me escute. Tem um problema 
aqui e quero lhe ajudar. pode-se conseguir que atravs de sua cabea? " 
"Quer ajudar, verdade?" Ela inclinou a cabea e disse com toda a calidez de uma geleira. " possvel que v emprestado um pouco de ch do Murphy. Parece que estamos 
fora." 
"O vou chamar para voc," disse Gray de maneira uniforme. "E lhe pedir que traga alguns mais. Eu no vou deixar aqui sozinha." 
"O que mais lhe convenha. Seu nmero no livro na cozinha pela ..." Interrompeu-se como a imagem de seu quarto pequeno e encantador vinho  cabea. Ela fechou os 
olhos. "Gray, deixa-me em paz por um momento? vou ser melhor para ele." 
"Brianna." Tocou-lhe a bochecha. 
"Por favor". Ela me desvaneceria por completo, humilhante, se ele era um pouco agora. "vou estar bem, uma vez mais que estou ocupado. E eu gostaria de um pouco de 
ch." Abriu os olhos as arrumou para sorrir. "Realmente eu gostaria." 
-Est bem, vou estar abaixo ", agradecido, ficou a trabalhar. 
Captulo Sete 
Cinza s vezes jogava com a idia de comprar um mesmo plano. Algo muito na linha do pequeno jato elegante Rogam se apagaram de sua eliminao e Brianna's para a 
viagem ao Dubln poderia ser s o bilhete. Ele poderia ter personalizado-decorado para adaptar-se a ele, jogar com o mesmo motor de vez em quando. No havia nada 
que lhe impediu de aprender a voar. 
Sem dvida seria um brinquedo interessante, pensou enquanto se acomodava no assento de couro cmodos ao lado da Brianna. E, sem seu prprio meio de transporte se 
eliminaria a dor de cabea [de menor importncia de fazer que os ingressos e estar a merc de soluo das companhias areas. 
Mas ser dono de algo, algo, igualou o tesponsibility de manter esse algo. Por isso se alugados ou arrendados, mas que em realidade nunca o tinham. E embora havia 
algo que dizer a respeito da privacidade e a comodidade de um Lear pouco asseado, pensou que se perderia a multido e a empresa e todas as interferncias estranhas 
espera de um vo comercial. 
Mas no esta vez. deslizou-se a mo pela Brianna's quando o avio comeou a rodar. 
"Voc gosta de voar?" 
"No o tenho feito muito freqentemente." A antecipao de lancear ao cu ainda deu uma volta o estmago pouco intrigante. "Mas sim, acredito que sim. Eu gosto de 
olhar para baixo." Ela sorriu a si mesmo enquanto observava a inclinao do cho longe de abaixo. Lhe fascinava, sempre,  foto a si mesmo por cima de sua prpria 
casa, as colinas, raia atravs das nuvens a outra parte. "Suponho que  uma segunda natureza para voc." 
" divertido, pensando em onde vai." 
E onde estiveste. " 
"No acredito nisso muito. estive ali." 
 medida que o avio se elevou, p-lhe uma mo sob o queixo, voltou o rosto para seu estud-lo. -Ainda est preocupado. " 
"No se sente bem, vai assim, e to luxuosamente, tambm." 
"Culpabilidade catlica". O dourado em seus olhos se aprofundou quando sorriu. "ouvi falar desse fenmeno em particular.  como se voc no est fazendo algo construtivo, 
e em realidade no se beneficiem de faz-lo, vai ao inferno., No? 
"Tolices". Ela farejou, irritados que inclusive era parcialmente certo. "Hei responsabilidades". 
"E eles improdutividade". Ele estalou a lngua e dedos a cruz de ouro que levava. "Isso  como as ocasies de pecado, no? Qual  a ocasio de pecado, exatamente?" 
"Voc ", disse ela, seu bateo emano. 
"Srio?" A idia de que atraa enormemente. "Eu gosto". 
"Voc". Colocou um passador solto em seu lugar. "E isto no tem nada que ver com isso. Se me sentir culpado,  porque no estou acostumado a simplesmente empacotar 
e passando um momento a outro. Eu gosto de planejar as coisas." 
"Toma a metade da diverso fora dele." 
"Estende-se a diverso a minha maneira de pensar." Mas ela mordia o lbio. "Sei que  importante que eu esteja no Dubln para as bodas, mas agora s sair de casa 
..." 
"Co da sesso do Murphy," Gray lhe recordou. "E manter um olho no lugar." Um olho agudo, Gray era certo, desde que tinha falado com o Murphy em privado. "Old Smythe-Branco 
se foi faz dias, por isso no temos clientes que preocupar-se." 
"Os hspedes", disse de forma automtica, enrugando a frente. "No posso imaginar que lhe vou recomendar Blackthorn depois do ocorrido. Apesar de que era terrivelmente 
bem por isso." 
"Ele no perdeu nada." Nunca viaje com dinheiro em efetivo, j sabe, "disse Gray em um imitador da voz afetada Smythe-White. - um convite para os problemas. " " 
Ela sorriu um pouco, como ele esperava. "Ele no pode ter tido um pouco roubado, mas duvido que passou uma noite tranqila sabendo que sua habitao tinha sido assaltada, 
suas posses atravs manusearam". Qual era por que tinha negado a cobrar por sua estadia. 
"OH, eu no sei. No tive nenhum problema." desabotoou-se o cinto de segurana e se levantou para caminhar  cozinha. "Seu irmano-en-ley de um homem com classe". 
"Ele , sim." Seu cenho franzido quando Gray voltou com uma garrafa de champagne e duas taas. "Voc no vai abrir isso.  s um curto vo Y. 
"Claro que vou abrir. No se como o champanha?" "Eu gosto bastante bem, mas-Seu protesto foi talhado pelo som alegre de uma cortia que faz estalar. Ela suspirou, 
como se fora uma me ver seu filho salto em um atoleiro de barro. 
"Agora bem". Sentou-se de novo, serve dois copos. depois de entregar seu um, deu uns golpecitos ao cristal de cristal e sorriu. -me fale da noiva e o noivo. H-te 
dizer que eram oitenta? " 
"Tio Niall, sim." Como no podia ser pr a cortia na garrafa, ela tomou um sorvo. "A Sra. Sweeney uns anos mais jovem." 
"Imagina que." Lhe fez ccegas. "Ao entrar na jaula conjugal em sua idade." 
" Cague? " 
"Tem um monto de restries e sem sada fcil." Desfrutar de do vinho, que permitir que siga assim na lngua antes de tragar. "portanto, fossem noivos infncia?" 
-No exactamente-murmurou ela, ainda com o cenho franzido em sua descrio do matrimnio. "Cresceram no Galway. Sweeney senhora era amiga de minha av, ela era a 
irm do tio do Niall, j v. E a senhora Sweeney tinha um pouco de uma flechada Tio Niall. Ento minha av se casou e se transladou a Clara. A Sra. Sweeney se casou 
e se foi ao Dubln. perdeu-se a pista um do outro. Ento Maggie e Rogam comearam a trabalhar juntos, e a Sra. Sweeney fez a conexo entre as famlias. escrevi da 
mesma ao Tio Niall, e ele mesmo trouxe para o Dubln ". Ela sorriu por cima, logo que dar-se conta quando Gray voltou a encher seu copo. "Os dois estiveram perto, 
como o po e gelia aps." 
"As voltas e revoltas do destino." Cinza levantou a taa em brinde. "Fascinante, no?" 
"Querem-se", disse com simplicidade, suspirou. "S espero-" Ela se cortou e olhou pela janela. 
"O que?" 
"Eu quero que tenham um bom dia, uma bela. Preocupa-me minha me far que seja difcil." Ela se voltou para ele de novo. Entretanto, sua vergonha, que era o melhor 
que sabia para que no seria muito surpreso se houvesse uma cena. "Ela no queria sair ao Dubln na atualidade. No seria dormir em casa do Maggie Dubln. Disse-me 
que viria amanh, com seu dever, continuando, volte imediatamente". Levantou uma sobrancelha. "No  feliz nas cidades?" -perguntou, embora intua que era algo totalmente 
diferente. 
"Me no  uma mulher que encontra satisfao facilmente em qualquer lugar a todos. Tenho-lhes que dizer que pode ser difcil. Ela no passa, voc v, das bodas." 
"O que? Acaso pensa que esses meninos loucos so muito jovens para casar-se?" 
Brianna se curvou os lbios, mas seus olhos no o refletem. " dinheiro casar-se com dinheiro, como ela o v. E ... bom, ela tem opinies fortes sobre o fato de 
que estiveram vivendo juntos em um caminho fora do sacramento." 
"Viver juntos?" No podia deixar o sorriso. "Em partir ?" 
"Viver juntos", disse recato. "E como me lhe digo que se lhe der a oportunidade, a idade quase no os absolve do pecado de fornicao". Engasgou-se com o vinho. 
estava-se rendo e gritando para que o ar quando viu o brilho da Brianna entreabriu os olhos. "Sinto muito, posso ver que no estava destinado a ser uma brincadeira." 
"Para algumas pessoas  fcil rir das crenas de outra pessoa." "No  minha inteno." Mas ele no podia obter o risitas sob controle. "Cristo, Brie, voc acaba 
de me dizer oitenta e sua noiva ruborizada  o homem detrs dele. Em realidade no acredito que vo a um inferno firey porque ..." Decidiu que era melhor procurar 
uma maneira delicada de diz-lo. "tiveram uma relao amadurecida e mutuamente satisfatria fsica". 
"No" Algumas das gelo derretido de seus olhos. -No, no,  obvio. Mas a me faz, diz ou o faz, porque faz mais fcil queixar-se. As famlias so complicados, no? 
" 
"Por isso observei. No tenho uma que preocupar-se comigo mesmo." 
"Nenhuma famlia?" O resto do gelo derretido em simpatia. 
"perdeste seus pais?" 
"Em uma maneira de falar." Teria sido mais conveniente, supunha, a dizer que o tinha perdido. 
"Sinto muito. E no tem irmos, nem irms?"  No . Agarrou a garrafa de novo para cmulo o copo. 
-Mas voc h primos, sem dvida. " Todo mundo tinha a algum , pensou. "Os avs ou as tias, os tios." 
"No" 
Ela s olhava, devastado por ele. Para que ningum. Ela no podia conceber dele. No poderia suport-lo. 
"Voc me olhe como se eu sou um menino abandonado envolto em uma cesta  porta de sua casa." Lhe divertia, e curiosamente, tocou-o. "me acredite, carinho, eu gosto 
desta maneira. No pode haver empates, sem condies, sem culpas." Voltou a beber, para selar as palavras. "Simplifica minha vida." 
Vazia , mas bem, pensou. "No te incomoda, no ter a ir casa a?" 
"Alivia-me. Talvez seria se tivesse uma casa, mas no tenho um desses, tampouco." 
A cigana, recordou, mas ela no o tinha tomado, literalmente, at o momento. "Mas, Grayson, no ter seu prprio lugar" 
"No h hipoteca, no para cortar a grama ou vizinha para aplacar". Inclinou-se para ela para jogar uma olhada pela janela. "Olhe, h Dubln." 
Mas ela o olhava, sentia por ele. "Mas ao sair da Irlanda, onde ir? " 
"No o decidi. Essa  a beleza dela." 
"Tem uma casa grande." menos de trs horas depois de aterrissar no Dubln, Gray estirou as pernas para o fogo na sala de Rogam. "Eu agradeo que me pe para acima." 
" nosso prazer." Rogam lhe ofereceu uma taa de conhaque depois do jantar. Estavam sozinhos no momento, como Brianna e Maggie tinha conduzido a sua av para ajudar 
 noiva com os acertos de ltima hora. 
Rogam ainda tinha problemas imaginando a sua av como uma nervosa noiva-a-ser. E mais problemas, entretanto, imaginar que o homem incluso agora arengando  cozinheira 
j seu passo ao futuro av. 
"No se v muito contente a respeito". 
"O que?" Rogam olhou ao Gray, fez-se sorrir. -No, sinto muito, no  nada que ver contigo. Estou um pouco inquieto pelo manh, suponho. " 
"Lhe dar  noiva-lejos nervosismo?" 
A melhor Rogam poderia subir com um grunhido. 
A leitura de seu anfitrio e, Gray colocou a lngua na bochecha e se agita a inquietao. "Niall de um personagem interessante." 
"Um personagem," murmurou Rogam. "De fato". "Sua av havia estrelas em seus olhos durante o jantar." Agora Rogam suspirou. Nunca tinha estado mais feliz. "So embrutecido 
com outros." 
"Bom ..." Cinza se formavam redemoinhos a seu brandy. "H dois de ns e um dele. Poderamos domin-lo, arrast-lo fora dos moles, e o ps em um navio com destino 
 Austrlia." 
"No cria que no o considerou." Mas ele sorria agora, mais fcil. "No h famlia recolhendo, verdade? E me vejo obrigado a admitir que o homem lhe adora. Maggie 
e Brie esto encantados, assim que me encontro mesmo armamento e em minoria." 
"Eu gosto", disse Gray a modo de desculpa sonriendo. "Como voc no gosta de um homem que leva uma jaqueta da sombra de uma cabaa do Halloween com os sapatos de 
crocodilo com borlas?" 
-A o tem. " Rogam agitou uma mo elegante. "Em qualquer caso, estamos contentes de poder lhe oferecer umas bodas durante sua estadia na Irlanda. Voc se sente cmodo 
no Blackthorn?" "Brianna tem um dom para a prestao do cmodo". 
"Ela o faz." 
expresso do Gray, sbrio como ele franziu o cenho em sua bebida. "Algo passou faz uns dias que acredito que voc deve saber. Ela no quer que o menciona, em particular 
ao Maggie. Mas eu gostaria de sua opinio sobre ela. " 
-Est bem. " 
"A casa tinha sido assaltada." 
"Blackthorn?" Sobressaltado, Rogam ps seu brandy a um lado. 
"Estvamos fora, nesse abrigo ela utiliza para vasos de barro. Poderamos ter estado a por meia hora, talvez um pouco mais. Quando fomos de novo, algum tinha atirado 
o lugar." 
"Desculpe-me?" 
"Que aconteceu ser ao reverso", explicou Gray. "Uma busca rpida e desordenada, diria eu." 
"Isso no tem sentido." Mas ele se inclinou para diante, preocupado. "Foi um pouco tomado?" 
"Tive um pouco de dinheiro em meu quarto." Cinza se encolheu de ombros. "Isso parece ser tudo. Brianna reclamaes nenhum de quo vizinhos chegaram que essa maneira." 
"Ela estaria no certo." Rogam se sentou de novo, agarrou sua aguardente, mas no bebeu. " uma comunidade muito unida, e Brie muito querido ali. Informaro a garda?" 
"Ela no queria faz-lo, no vejo o ponto. Falei com o Murphy, em privado". 
"Isso tenderia a ele", conveio Rogam. "Teria que pensar que era um estranho de passagem. Mas inclusive isso parece desconjurado." Insatisfeito com nenhuma explicao, 
golpeou-se os dedos contra o lado de seu copo. "estiveste ali algum tempo. Voc deve ter recebido um sentido da gente, a atmosfera". 
"Brigadoon A seguinte parada," murmurou Gray. "Pontos da lgica em um contrato de um tiro, e assim  como o est a manipulao." Gray mudaram seus ombros. "Ainda 
assim, no acredito que isto poderia danificar para que voc mantenha um olho quando voltar." 
"vou fazer isso". Rogam franziu o cenho em seu brandy. "Voc pode estar seguro disso." 
"H um excelente cozinheiro, rogam-me moo. Niall passeava em karting uma bandeja carregada com a China e uma torta de chocolate enorme. Era um homem grande, seus 
trinta esportivos quilogramas de mais como uma insgnia de honra. E, efetivamente, ser um pouco como um alegre "Jack-ou'-lantern em sua jaqueta esportiva de cor 
laranja e uma gravata de cor verde lima. "Um prncipe de um homem, ele ." Niall estabelece as bandejas e vigas. "enviaram-se esta parte de doce para ajudar a acalmar 
os nervos." 
"Sinto-me nervoso mim mesmo." Sonriendo, Gray levantou para cortar no prprio torta. 
Niall ressonou com uma gargalhada e golpeou cinza de todo corao nas costas. "H um moo. bom proveito. por que no meter nisto, ento tm alguns jogos de bilhar? 
Fez uma piscada a Rogam. "depois de tudo,  minha ltima noite como um homem livre. No mais de farra com o moo-vos para mim. Qualquer usque para lavar esta abaixo 
com?" 
"Usque". Rogam olhou  cara larga, com um sorriso de seu av no futuro. -No me viria mesmo um tiro. " 
Haviam vrias. E logo alguns mais. No momento na segunda garrafa foi aberta, Gray teve que entrecerrar os olhos para ver as bolas sobre a mesa de bilhar, e logo 
seguiam tendendo a tecer. Terminou por fechar um olho completamente. 
Ouviu as bolas clack juntos, logo deu um passo atrs. "Meu ponto, senhores. Meu ponto." apoiou-se em grande medida de seu sinal. 
"Bastardo ianque no pode perder esta noite." Niall deu uma palmada nas costas cinza e quase lhe enviou comeando pelo nariz na mesa. "Em Set 'de novo, rogam-me 
moo. vamos ter outro." 
"No posso v-los", disse Rogam lentamente antes de levantar uma mo diante de sua cara e olhando nela. "No posso sentir meus dedos." 
"Outro usque  o que necessita." Ao igual a um marinheiro a bordo de um pacote de pitcheo, Niall se dirigiu  jarra. "Nenhuma gota", disse com tristeza enquanto 
se derrubou o cristal. "Nenhuma gota sangrado esquerda." 
"No h usque esquerda no Dubln." Rogam se separou da parede que o sustentava, e logo caiu levemente para trs. "bebemos tudo. Bebido tudo. OH, Cristo. No posso 
sentir minha lngua, j seja. Perdi-o." 
"vamos ver." Disposto a ajudar, Gray ps suas mos em grande medida nos ombros de Rogam. "Stick para fora." Entrecerr os olhos, assentiu com a cabea. "'S pal bem,. 
Est ali. O fato  que tem dois deles. Esse  o problema." 
"Me vou casar com minha manh Chrissy." Niall de p, cambaleando-se perigosamente  esquerda, logo  direita, seus olhos frgeis, seu sorriso brilhante. "Beautiful 
pouco Chrissy, reina-a do Dubln." 
Ele caiu para diante, caindo como uma secuoya. Com os braos amigablemente nos apoiando uns aos outros, Rogam e Gray ficou olhando a ele. 
"O que fazemos com ele?" Cinza se perguntou. Rogam correu um de suas duas lnguas em torno dos dentes. Crie que est vivo? " "No se v como ela." 
-No comece a raiz ainda. " Niall levantou a cabea. "S me recebe os ps, moos. vou danar at o amanhecer." Sua cabea golpeou o cho de novo com um rudo surdo. 
"No  to mau, verdade?" Rogam perguntou. "Quando estou bbado, isso." "Um prncipe de um homem. vamos iar. No se pode danar na cara." 
"Bem". Eles escalonada. No momento em que haviam sopesou Niall de joelhos, que estavam fora da respirao e rendo como loucos. "te levante, tolo.  como tratar de 
transladar uma baleia turma de trabalhadores". 
Niall abriu os olhos legaosos, jogou atrs a cabea, e comeou, em um vacilante, mas  surpreendente que afetam a tenor, a cantar. 
"E tudo  para mim o ponche, alegre-me, jovial grog. Tudo  para mim a cerveja e o tabaco." Grunhiu sua maneira para acima em um p, esteve a ponto cinza de vo. 
"Bom, Passei todo o estanho mim em jovencitas de tomar genebra. Ao outro lado do oceano ocidental devo seguir vagando. " 
-vais ter a sorte de passear  cama ", disse-lhe Rogam. 
Simplesmente trocou de canes. -Bom, se tiver um Wingo, sobem a ringo quando o waxies Singo todos os dias. " 
Bem isolado pelo usque, Rogam se somaram aos trs deles se cambaleou sobre seus ps. "Se voc teve seu encher de cerveja e no pode ir mais longe" 
Que afetou ao Gray como maravilhosamente divertido, e ele riu seu caminho para o coro. 
Com a harmonia e o afeto dos bbados, que se cambaleou seu caminho pelo corredor. Para quando chegou  base das escadas, que estavam bem em uma verso de usque 
empapado de "Dicey Riley." "Bom, eu no diria que s era pobre Riley Dicey que tinha tomado para o apoio, verdade, Brie? Maggie estava a metade de caminho pelas 
escadas com sua irm, estudando o trio de abaixo. 
"No, no." Cruzando as mos prolijamente na cintura, Brianna negou com a cabea. "Do aspecto deles, que tm cansado em vrias gotas de pouco." 
"Cristo, ela  formosa, no?" Cinza murmurou. 
"Sim". Rogam sorriu brilhantemente a sua mulher. "Toma meu flego. Maggie, meu amor, vem me dar um beijo." 
"Vou dar a palma de minha mo." Mas ela ps-se a rir quando ela comeou a baixar. "Olhe a sorte de que, bbado lamentvel. Niall tio,  o bastante major para saber 
melhor." 
"Casar-se, Maggie Mae. Onde est meu Chrissy? "Ele tratou de converter um crculo na busca e que seus dois seguidores de inflexo como fichas de domin. 
"Em sua prpria cama para dormir, como deve ser. Vamos, Brie, vamos a estes guerreiros fora da quadra de esportes." 
"Estvamos jogando bilhar." Cinza sorriu Brianna. "ganhei". 
"Bastardo Yank", disse Niall carinhosamente, depois beijou cinza fora na boca. 
"Bom, isso  bonito, no?" Maggie conseguiu um brao ao redor de Rogam. "Vamos, essa  a forma. Um p diante do outro." De algum jeito as arrumaram para negociar 
os passos. Arrojaram primeiro Niall. 
"Get Rogam  cama, Maggie," Brianna lhe disse. "vou colocar este em, e logo volte e saque os sapatos tio do Niall. " 
"OH, que cabea vo ter amanh". A perspectiva fez sorrir ao Maggie. "Aqui vamos, Sweeney,  cama. te coloque em suas mos." Desde que o consideravam inofensivo 
em seu estado atual, a ordem saiu com um sorriso. "No tm nem idia do que fazer com eles em seu estado." 
"Arrumado a que sim." 
"OH, mas voc cheira a usque e charutos." Brianna suspirou e o brao coberto do Gray sobre os ombros, preparava-se ele. "O homem de oitenta anos, j sabe. Deveria 
hav-lo detido." 
" uma m influncia, que Niall Feeney. Tnhamos os olhos torradas da Cristina, e seus lbios e seu cabelo e as orelhas. Acredito que brindamos dedos dos ps, tambm, 
mas as coisas ficam imprecisas aproxima ento. 
"E de sentir saudades. Esta  sua porta. S um pouco mais agora. " 
"Cheira to bem, Brianna." Com o que ele pensava que era um movimento suave, cheirou po a seu pescoo. "Vem a cama comigo. Poderia lhes mostrar as coisas. Todo 
tipo de coisas maravilhosas." 
"Mmm-hmm. Down que v. Esse  o caminho". De maneira eficiente, levantou as pernas sobre a cama e comeou a tir-los sapatos. 
"Te deite comigo. Posso ir mais longe. Quero estar dentro de ti." 
Suas mos torpemente nisso. Ela levantou a vista bruscamente, mas seus olhos estavam fechados, seu sorriso de sonho. "Cala", murmurou. "Vete a dormir". 
Colocou uma manta ao redor dele, apartou-se o cabelo da frente, e o deixou de roncar. 
O sofrimento era de esperar. A indulgncia exagerada tinha que ser de pagamento, e Gray sempre estava disposto a pagar sua maneira. Mas parecia um pouco exagerado 
a ter que fazer uma viagem curta, vicioso ao inferno por causa de uma tarde tola. 
Sua cabea estava quebrado em dois. No mostrou, um fato que lhe aliviou grandemente quando as arrumou para meter-se no banheiro  manh seguinte. Parecia gasto, 
mas seu conjunto.  evidente que a ruptura irregulares em seu crnio estava no interior. 
Ele provavelmente estaria morto ao cair a noite. 
Seus olhos eram pequenos, Pelotas duras de fogo. O interior de sua boca tinha sido limpar-se com algo muito asqueroso imaginar. O estmago lhe apertava e se apoderou 
como um punho nervoso. 
Ele comeou a ter esperanas que tinha morrido muito antes de que casse a noite. 
Como no havia ningum ao redor, ele mesmo se entregou a uma poucas gemidos enquanto caminhava sob a ducha. Ele tivesse jurado o aroma do usque se filtrava pelos 
poros. 
Movendo-se com o cuidado dos ancies e doentes, saiu da banheira, atou-se uma toalha  cintura. Ele fez o que pde para lavar o sabor horrvel da boca. 
Quando entrou no dormitrio, gritou-lhe, golpeou as mos sobre os olhos no tempo-que esperava para evitar que estalem da cabea. Alguns sdico tinha chegado e abriu 
as cortinas  luz do sol. 
Brianna prprios olhos se foi de largura. Tinha a boca aberta se cansado. alm da toalha pendurando na cintura, levava nada mais que umas gotas persistentes de gua 
de sua ducha. 
Seu corpo foi ... brilhou a deliciosa palavra em sua mente. Leiam, musculoso e reluzentes. encontrou-se que une os dedos juntos e tragou saliva. 
-Trouxe-te uma bandeja com o caf da manh ", conseguiu dizer. -Pensei que poderia estar sentindo mau. " 
Cauteloso, Gray abriu os dedos o suficiente para ver atravs. "Ento no era a ira de Deus." Sua voz era spera, mas que temia que o ato de compensao que poderia 
causar um dano permanente. "Por um momento pensei que estava sendo derrubado por meus pecados." 
" s aveia, po torrado e caf." 
"O caf". Disse que a palavra como uma orao. "Pode jogar?" 
"Eu poderia. Trouxe-te uma aspirina". 
"Aspirina". Poderia ter chorado. "Por favor". 
-Tome primeiro ento. Lhe levava as pastilhas com um copo pequeno de gua. "Rogam se v to triste como vocs", disse como Gray engolido pelas pastilhas, e ela lutou 
por manter sua mo de carcias sobre tudo o que o cabelo molhado, encaracolado escuro. "Apto Tio Niall como um violino." 
"Figura". Gray mudaram com cautela para a cama. aliviou-se abaixo, rezava sua cabea no rodaria seu pescoo. "antes de que vamos mais longe, tenho que pedir desculpas 
por nada?" 
"Para mim?" 
"Para ningum. Usque no  meu veneno de costume, e estou confusa sobre os detalhes depois de que comeamos na segunda garrafa." Ele entreabriu os olhos para ela 
e descobriu que lhe sorria. "Um pouco divertido?" 
-No, bom, sim, mas no  muito amvel que me parece gracioso. " Ela cedeu ento, sleeking uma mo pelo cabelo como ela sobre a fora a de um menino que se excedeu 
em bolos. "Eu estava pensando que era doce de sua parte para oferecer desculpas  direita dessa maneira." Seu sorriso se esquenta. "Mas no, no h nada. estiveste 
bbado e tolo. No havia nada mau nisso". 
"Para ti  fcil diz-lo." Apoiou a cabea. "Eu no fao um hbito de beber dessa maneira." Fazendo uma careta, chegou para o caf com a mo livre. "De fato, no 
acredito que jamais tive que grande parte de uma s vez ou de novo." 
"Sentir-se melhor quando voc teve um bocado para comer. Voc tem um par de horas antes de ter que passar por cima das bodas, se voc estiver  altura." 
"No me perderia isso." Resignado, Gray levantou a sopa. Cheirava a salvo. Lhe deu uma dentada provisria e esperou para ver se seu sistema o aceitaria. "No vai 
com voc?" 
"Vou em uns minutos. H coisas por fazer. Voc chegou at aqui com Rogam e o tio Niall-j que  duvidoso que os trs se pode obter em nenhum problema nesse curto 
trajeto em carro." 
Ele soltou um grunhido e recolheu mais papa. 
"Necessita algo mais antes de ir ?" 
"Voc golpeou a maioria dos pontos vitais." Inclinar a cabea, estudava-a. "tentei falar com voc em ir  cama comigo esta noite?" 
"Voc o fez." 
"Pensei que me lembrei disso". Seu sorriso era rpido e fcil. "No me posso imaginar como resistia". 
"OH, me arrumei isso. vou estar fora, ento. 
"Brianna." Lhe enviou um olhar rpido, perigosa. "No vou ser engessado a prxima vez." Christine Rogam Sweeney poderia ter estado a ponto de converter-se em uma 
bisav, mas ainda era uma noiva. No importa quantas vezes se disse que era uma tolice estar nervoso, sentir-se to vertiginoso, seu estmago ainda saltou. 
Ela ia casar se em s uns minutos mais. Para promessa a si mesmo a um homem ao que amava entraablemente. E para ter em sua promessa dela. E ela seria uma esposa, 
uma vez mais, depois de tantos anos viva. 
"V-te formosa". Maggie se apartou como Christine voltou para frente da taa chevel. O traje de cor rosa plido brilhava com pequenas prolas nas lapelas. Contra 
o cabelo branco reluzente da Cristina estava sentada uma vivaz, um chapu a jogo com um vu ponta dos dedos. 
"Sinto-me formosa". Ela riu e se voltou para abraar ao Maggie, continuando, Brianna. "No me importa quem saiba. Pergunto-me se Niall poderia ser to nervoso como 
eu." 
" o ritmo como um gato grande", disse-lhe Maggie. "E pedindo Rogam por vez cada dez segundos." 
"Bem". Christine desenhou em um comprido suspiro. "Isso est bem, ento.  quase a hora, no?" 
"Quase". Brianna a beijou nas bochechas. "Vou abaixo agora para assegurar-se de que tudo  como deve ser. Eu gostaria que a felicidade ... a tia Cristina." 
"OH, querida." Christine olhos se encheram. "Que doce ". 
"No faa isso", advertiu Maggie. "Voc tem a todos em marcha. I'll sinal quando estamos preparados, Brie". 
Com um rpido movimento Brianna se apressou a sair. Havia empresas de catering,  obvio, e uma casa cheia de serventes. Mas umas bodas foi uma coisa de famlia, 
e queria que o faz perfeito. Os convidados se formavam redemoinhos no salo-redemoinhos de cores, partes da risada. Um harpista estava jogando nas notas de suave, 
de sonho. As grinaldas de rosas se torceu ao longo do corrimo, e panelas deles estavam decoradas artisticamente em toda a casa. 
perguntou-se se no deveria cair na cozinha, s para estar seguros de que tudo estava bem, quando viu sua me e Lottie. A fixao de um brilhante sorriso em sua 
cara, ela seguiu adiante. 
"Me, te v maravilhosa." 
"A necedad. Lottie me incomodava no gasto bom dinheiro em um vestido novo." Mas ela roou uma mo puntillosamente ao longo da manga de linho suave. 
" precioso. E assim  teu, Lottie." 
Maeve companheiro ps-se a rir de boa vontade. "esbanjamos pecaminosamente, fizemo-lo. Mas no  todos os dias de ir a umas bodas de fantasia. O arcebispo, "disse 
com uma voz baixa e uma piscada." Imagine ". 
Maeve farejou. "Um sacerdote  um sacerdote, no importa o que o chapu que leva postas. Parece-me que ele pensaria duas vezes antes de oficiar em to pouco tempo. 
Quando duas pessoas viveram no pecado" 
"Me". Brianna manteve sua voz baixa, mas firme com frieza-. -Hoje no. Por favor, se  que tem " 
"Brianna." Cinza intensificado, tomou a mo, beijou-a. "V-te fabulosa". 
"Obrigado". Ela no lutou para limpar enquanto seus dedos bloqueado posesivamente ao redor da sua. "Me, Lottie, trata-se do Grayson Thane.  um convidado no Blackthorn. 
Gray, Concannon Maeve e Sullivan Lottie." 
-A senhora Sullivan. " Tomou a mo do Lottie, fazendo-a rir quando ele a beijou. -A senhora Concannon. Minhas felicitaes por suas filhas encantadoras e talentosas 
". 
Maeve s franziu o cenho. Seu cabelo era to largo como uma menina, observou. E seu sorriso tinha mais que um pouco do diabo nela. "Um ianque, verdade?" -Sim, senhora. 
Estou desfrutando de seu pas muito. E a hospitalidade de sua filha. " 
"Pagar os inquilinos no revistam vir s bodas da famlia." 
"Me" 
-No, no o fazem, "disse Gray sem problemas. "Essa  outra coisa que encontro encantador a respeito de seu pas. Os estrangeiros so tratados como amigos, e amigos 
nunca como estranhos. Posso acompanh-lo at seu assento?" 
Lottie j estava enganchando seu brao com o seu. "Vamos por diante, Maeve. Com que freqncia vamos ter uma oferta de um de aparncia agradvel jovem como este? 
 um escritor de livros, verdade? "" Eu sou ". Varria tanto s mulheres fora, enviando um sorriso rpido, com ar satisfeito a Brianna por cima do ombro. 
Ela poderia lhe haver beijado. Apesar de que ela suspirou de alvio, Maggie gestos do alto da escada. 
 medida que o harpista trocou  marcha nupcial, Brianna caiu ao fundo da sala. Seu n na garganta como Niall ocupou seu lugar frente  chamin e olhou para as escadas. 
Talvez seu cabelo era magro e sua grosa cintura, mas nesse momento se via jovem e ansiosa e cheia de nervos. 
A habitao zumbia com a antecipao como Christine caminhou lentamente pela escada, voltou-se e com os olhos brilhantes detrs de seu vu, aproximou-se dele. O 
arcebispo os benzeu, e comeou a cerimnia. 
"Aqui". Cinza se deslizou ao lado da Brianna uns momentos depois e lhe ofereceu seu leno. "Tive a sensao de que amos necessitar isto". 
" formoso". Ela se secou os olhos. As palavras suspirou travs dela. Para o amor. Para honrar. Para apreciar. 
Cinza ouvido at que a morte nos separe. Uma sentena a cadeia perptua. figurou-se sempre havia uma razo, a gente chorava nas bodas. Ps um brao sobre os ombros 
e lhe deu um aperto amistoso. "te anime", murmurou. " quase terminou." 
" s um princpio," corrigiu ela e se entregou a si mesmo pela cabea apoiada em seu ombro. 
Aplausos estalou quando Niall a fundo, e com entusiasmo, beijou  noiva. Captulo Oito 
As viagens em avies privados, champagne, e as bodas brilhante da sociedade estavam todos bem e bom, Brianna se supe. Mas estava contente de estar em casa. Embora 
ela sabia que no devia confiar no cu ou o ar embalsamado, preferia pensar no pior do inverno tinha terminado. Ela sonhava com sua novo estufa bem enquanto o atendia 
seus semeia no abrigo. E previstas para sua habitao do apartamento de cobertura se converteu enquanto pendurava a roupa. 
Na semana que havia tornado do Dublin, que todos, mas tinha a casa para si mesmo. Gray foi encerrado em sua habitao de trabalho. de vez em quando extrai de uma 
unidade ou um passeio  cozinha para a alimentao cheirar. 
No estava segura de se se deve ser relevado ou molesto que lhe parecia muito preocupado para tratar de encanto mais beijos dela. No obstante, ela se viu obrigada 
a admitir que sua solido era mais agradvel saber que estava justo acima da escada. Podia sentar-se junto ao fogo da noite, ler ou fazer ponto ou esboar seus planos, 
sabendo que podia vir passeando por unir-se a ela em qualquer momento. 
Mas no era cinza que interrompeu seu trabalho de ponto uma tarde fresca, mas sua me e Lottie. 
Ouviu o carro fora sem muita surpresa. Amigos e vizinhos se deteve quando viu sua luz. estabeleceu-se sua malha a um lado e se dirigiu para a porta quando ouviu 
sua me e Lottie argumentando fora dela. 
Brianna se limitou a suspirar. Por razes que lhe escapava, as duas mulheres pareciam desfrutar de suas brigas. 
"boa noite a voc." Ela os saudou ambos com um beijo. "Foi uma surpresa muito bem." 
"Espero que no estamos incomodando, Brie". Lottie ps os olhos alegres. "Maeve que tinha na cabea que ia chegar, assim aqui estamos." 
"Sempre estou contente de verte." 
"Ns estvamos fora, no?" Maeve replicou. "Muito preguioso para cozinhar, que era, assim tenho que me arrastar a um restaurante no importa como me sinto." 
"Inclusive Brie deve cansar-se de sua prpria cozinha de vez em quando", disse Lottie enquanto pendurava capa Maeve no ralo de corredor. "Como bem como est. E  
bom sair de vez em quando e ver s pessoas." 
"No h ningum que preciso ver." 
"Voc queria ver a Brianna, no?" Tanto gostou ao Lottie somar um ponto pequeno. "Por isso estamos aqui." 
"Quero um pouco de ch decente  o que quero, no que pap eles servem no restaurante". 
"Farei-o". Lottie deu uns tapinhas no brao da Brianna. "Voc tem uma boa visita com sua mame. Eu sei onde est tudo." 
"E ter esse co  cozinha com voc." Maeve deu Com um olhar de desgosto impaciente. "No quero que o baboso todo meu corpo." 
-vais fazer me companhia, no, moo-ou? Alegre, Lottie Com volantes entre as orelhas. "Vem com o Lottie, agora, h um bom moo." 
Agradvel, e sempre de esperana para um aperitivo, Com arrastava detrs dela. 
"Tenho um bonito fogo na sala, a me. Vem e sente-se." 
"Resduos de combustvel", murmurou Maeve. " o suficientemente quente como sem ele." Brianna caso omisso da elaborao da cerveja dor de cabea detrs dos olhos. 
" reconfortante com um. Teve um bom jantar?" 
Maeve deu um bufo que estava sentada. Gostava da sensao e o olhar do fogo, mas estava condenado se ela o admitiria. "Arrastou a um lugar no Ennis e pizza ordens, 
o que faz. Pizzeras de todas as coisas!" 
"OH, eu sei o lugar que est falando. Tm deliciosa comida. Rogam diz que a pizza sabe exatamente como o faz nos Estados Unidos." Brianna agarrou sua malha nova. 
"Sabia voc que a irm do Kate Murphy est  espera de novo?" 
"As raas garota como um coelho. O que  estou-cuatro deles?" 
"'Twill ser seu terceira. Ela  dois meninos agora e est esperando uma menina." Sonriendo, Brianna levantou o fio de cor rosa suave. "Assim estou fazendo esta manta 
para a sorte." 
"Deus lhe dar o que lhe d, seja qual seja a cor que de ponto." 
Brianna's agulhas clique em voz baixa. "Assim que Ele quer. Tive um carto do Niall tio e tia Christine. Conta com a mais bonita imagem do mar e a montanha nele. 
est-se tendo um momento encantador em seu navio de cruzeiro, percorrendo as ilhas da Grcia." 
"Lua de mel em sua idade." E em seu corao Maeve ansiava ver as montanhas e os mares estrangeiros si mesmo. -Bom, se houver bastante dinheiro pode ir aonde voc 
escolha e faa o que voc escolha. No todos podemos voar a lugares quentes no inverno. Se eu pudesse, talvez meu peito no seria to estreitamente com a fria . 
" 
"Sente-se mau?" Pergunta-a  automtica, ao igual s respostas s pranchas de multiplicar que tinha aprendido na escola. Envergonha o suficiente para ter seu olhar 
para cima e com mais afinco. -Sinto muito, mame. " 
"Estou acostumado a ela. Dr. Hogan no faz mais que cacarejar a lngua e me dizem que estou em forma. Mas eu sei como me sinto, no posso?" 
"Voc, sim". Brianna's diminuiu a velocidade ao ponto se deu a volta uma idia. "Pergunto-me se me sentiria melhor se voc poderia sair em busca de sol". 
"Ah. E de onde vou encontrar o sol?" 
"Maggie e Rogam ter essa vila no sul da Frana.  formoso e quente ali, dizem. Recorde, ela me fez fotos." 
"Fui com ele a esse pas estrangeiro antes de casar-se." 
"Eles esto casados", disse Brianna brandamente. "No gostaria de ir ali, me, voc e Lottie, por uma ou duas semanas? Este agradvel descanso sob o sol pode ter, 
e o ar de mar sempre  to curativo. " 
"E como chego at ali?" 
"Me, voc sabe Rogam teria o avio levar". 
Maeve podia imaginar. O sol, a servido, a formosa casa grande com vistas ao mar. Ela poderia ter tido um lugar de sua prpria se ... Se. 
"No vou pedir a essa garota de nenhum favor". 
-No  necessrio. O perguntarei por ti. " 
"No sei como estou em condies de viajar", disse Maeve, pelo simples prazer de fazer as coisas difceis. "A viagem ao Dubln e as costas cansada de mim." 
-Razo de mais para ter umas frias agradveis, "obteve Brianna, sabendo muito bem o jogo. "vou falar com o Maggie amanh e arrum-lo. vou ajudar a fazer as malas, 
no se preocupe. " 
"Desejoso de me despedir, verdade?" "Me". A dor de cabea foi crescendo a passos aumentados. 
-Irei, todos os direitos. " Maeve fez um gesto com a mo. "Por minha sade, embora o bom Deus sabe como vai afetar aos nervos de estar entre todos os estrangeiros". 
Seus olhos se estreitaram. E onde est o ianque? " 
"Grayson? Est acima, trabalhando." 
"Trabalhar". Ela soprou um flego. Desde quando est girando uma histria de trabalho, eu gostaria de saber. Cada pessoa neste municpio gira contos ". 
"Pr em papel seria diferente, eu poderia pensar. E h momentos nos que se reduz depois de que ele esteve nele por um tempo que parece que esteve cavando sarjetas. 
Parece que cansado." "viu-se bastante brincalho no Dubln, quando tinha as mos em cima de ti." 
"O que?" Brianna deixou cair um ponto e ficou olhando. Crie que estou cego, assim como doentes? " Manchas de cor rosa nas bochechas cavalgou alta Maeve. "Mortificado 
que ia ver a forma em que o deixou continuar com voc, em pblico, tambm." 
"Estvamos danando", disse Brianna entre os lbios que se foi rgido e frio. "Eu lhe ensinava alguns passos." 
"Vi o que vi." Maeve apertou os dentes. -E eu te pergunto agora se voc est dando a seu corpo a ele. " 
"Se eu for ..." A l de cor rosa derramada no cho. "Como pode me pedir uma coisa assim?" 
"Eu sou sua me, e vou perguntar o que me d a vontade de ti. No h dvida da metade do povo est falando dela, que esteja aqui s noite detrs noite com o homem." 
"Ningum est falando dela. Posso executar uma hospedaria, e ele  minha hspede." "Uma via muito prtico para o pecado, hei-o dito j que insistiu em iniciar este 
negcio." Ela assentiu com a cabea como se a presena Grayson no s confirmou sua opinio. "No me respondeste, Brianna." 
"E no deveria, mas vou responder lhe. No dei meu corpo para ele, nem a ningum." 
Maeve esperou um momento e logo voltou a assentir. -Bom, um mentiroso que nunca estive, assim que te acredito ". 
"No posso encontrar em mim  ateno do que crie." Se temperamento sabia que tinha os joelhos tremendo enquanto se levantava. "Crie que me sinto orgulhoso e feliz 
que alguma vez conheceu a um homem, que alguma vez encontraram uma que me amasse? No desejo viver minha vida sozinho, ou para sempre fazendo coisas infantis para 
meninos de outra mulher . " "No levantar a voz para mim, a moa". "Do que serve fazer para levant-la?" Brianna respirou fundo, de combate  calma. "Do que serve 
fazer para no? Ajudarei-te Lottie com o ch." 
"Voc fica onde est." Boca sombrio, Maeve em ngulo com a cabea. "Voc deve dar graas a Deus de joelhos pela vida que leva, minha menina. Tem um teto sobre sua 
cabea e dinheiro em seu bolso. Pode ser que eu no gosto de como ganhar 
, mas voc tem feito algum xito de sua eleio no que muitos consideram a vida honestamente. Crie que um homem e os bebs podem substituir a isso? Bom, equivoca-te 
se o faz. " 
"Maeve, o que est acossando  moa e agora? Cansada Lottie entrou e deixou a bandeja do ch. "Fora disto, Lottie." 
"Por favor". Cooly, com calma, Brianna inclinou a cabea. "vamos terminar." 
"Terminar o farei. Eu tinha algo que poderamos chamar uma vez que a minha. E o perdi." Maeve lhe tremeu a boca uma vez, mas ela o firme, protegeu-as. "Perdidos 
em toda oportunidade que tinha que ser o que eu queria ser. Luxria e nada mais, o pecado dela. Com um beb em meu ventre, o que podia ser a no ser a esposa de 
algum homem?" 
"A mulher de meu pai", disse Brianna lentamente. 
"Assim era eu. Concebeu-me minha me de um menino no pecado e pagou por ela toda minha vida." 
"Voc concebeu dois filhos", Brianna lhe recordou. 
-Sim, fiz-o. A primeira, sua irm, leva essa marca com ela. Selvagem que era e sempre ser. Mas voc era um menino do matrimnio e o dever. " "O dever?" 
Com as mos bem plantados no brao da cadeira, Maeve se inclinou para diante, e sua voz era amarga. "Crie que eu queria que me tocasse outra vez? Crie que eu gostava 
que nos recorde por que no haveria desejo de meu corao? Mas a Igreja diz que o matrimnio deve ter filhos. Assim fiz meu dever para com a Igreja e lhe deixou 
outra planta menino em mim. " 
"Dever", Brianna repetidas, e as lgrimas que possam arrojar foram congelados em seu corao. "Se no haver amor, no h prazer.  isso o que vem?" 
"No havia necessidade de compartilhar a cama com ele quando eu sabia que te levou. Sofri outra parto, o nascimento outro, e graas a Deus seria o ltimo." 
"A gente nunca compartilhavam a cama com ele. Todos esses anos. " 
"No haveria mais filhos. Contigo me tinha feito o que podia absolver a meu pecado. No tem selvageria do Maggie. H uma frieza em ti, um controle. Utilizar que 
para manter-se puro, a menos que deixar que um homem lhe tentar. Era quase o mesmo com o Rory. " 
"eu adorei Rory". Odiava saber que estava to perto das lgrimas. Para seu pai, pensou, e a mulher que tinha amado e deixar ir. 
"Voc foi um menino". Maeve desprezou a angstia da juventude. -Mas voc  uma mulher, e o suficientemente bonita para desenhar os olhos de um homem. Quero que recorde 
o que pode acontecer se voc deixar que persuada que ceder a de acima, ele vir e se ir como que lhe agrade. Esquea-se disso, e voc poderia terminar sozinho, 
com um beb que est crescendo nessa cesta e a vergonha em seu corao. " 
"Muitas vezes me perguntei por que no havia amor nesta casa." Brianna teve em um suspiro tremente e se esforou para manter o equilbrio de sua voz. -Sabia que 
no amava a D, no podia de algum jeito. Doeu-me que eu soubesse. Mas ento quando me inteirei do Maggie sobre seu cantar, sua carreira, e como se perdeu que, acreditei 
entender, e podia simpatizar pela dor que deveu sentir. " 
"Nunca se podia saber o que  perder tudo o que sempre quis." 
-No, no posso. Mas tampouco posso entender a uma mulher, qualquer mulher, ao no ter amor em seu corao para os meninos que levava e deu a luz. " Levantou suas 
mos s bochechas. Mas eles no estavam molhadas. Seco e frio que eram, como o mrmore contra os dedos. "Sempre que houver culpado Maggie pelo simples feito de nascer. 
Agora vejo que no era mais que minha obrigao, uma espcie de penitencia por um pecado anterior." 
"Eu te criei com cuidado", comeou Maeve. 
"Com cuidado. No,  verdade que nunca levantou a mo para mim como o fez com o Maggie.  um milagre que no cresceu a me odiar por isso. Foi o calor com ela, e 
a disciplina fria comigo. E funcionou bem, tem-nos feito, suponho, o que somos. " 
Com muito cuidado, sentou-se de novo, agarrou o fio. "Eu quis te quero. Eu estava acostumado a me perguntar por que era eu jamais poderia lhe dar mais que a lealdade 
e o dever. Agora vejo que no era a falta em mim, mas em vs". "Brianna." Consternada, e profundamente comovido, Maeve ficou de p. "Como pode dizer essas coisas 
a mim? Eu s tratei que reposto, para te proteger". 
"No tenho necessidade de amparo. Estou sozinho, no  certo, e virgem, como voc o deseja. Estou tecendo uma manta para o menino de outra mulher como o tenho feito 
antes, e faz-lo de novo . tenho meu negcio, como voc diz. Nada trocou aqui, Me, mas para um alvio de minha conscincia. Vou dar no menos do que eu sempre te 
dei, s vou deixar de repreender a meu mesmo por no dar mais ". 
Com os olhos secos de novo, ela elevou a vista. "vai servir o ch, Lottie? Quero lhe informar sobre as frias que voc e a me vai tomar logo. esteve na Frana?" 
"No" Lottie se tragou o n na garganta. Seu corao sangrava tanto para as mulheres. Ela enviou um olhar de tristeza para o Maeve, sabendo de maneira nenhuma  
comodidade. Com um suspiro lhe serve o ch. -No-repetiu-. "Eu no estive ali. Vamos, ento?" 
"Sim,  obvio." Brianna agarrou o ritmo de sua malha. -Muito em breve, se quiser. vou estar falando com o Maggie nisso manh. " Leu a simpatia nos olhos do Lottie 
e se obrigou a sorrir. "vais ter que ir comprar um biquni." 
Brianna foi recompensado com um sorriso. depois de fixar a taa de ch sobre a mesa, junto  Brianna, Lottie lhe tocou a bochecha fria. "H uma garota", murmurou. 
Uma famlia do Helsinki decidiu suspender o fim de semana no Blackthorn. Brianna se manteve ocupados atendendo ao casal e seus trs filhos. Por piedade, se escabull 
fora de Com o Murphy. o de cabelo muito claro de trs anos de idade, ao parecer no podia resistir a atirar das orelhas e a penetra-una humilhao que sofreu em 
silencio Concobar. 
convidados inesperados ajudado a manter sua mente fora da agitao emocional que sua me se moveu. A famlia era forte, buliosa, e tanta fome como os ursos acaba 
de sair da hibernao. 
Brianna desfrutado de cada momento deles. 
Disse-me que lhes despediu com beijos para os meninos e uma dzia de bolos de ch para sua viagem para o sul. No momento em seu carro perdeu de vista, Gray se arrastou 
detrs dela. 
"Foram-se?" 
"OH." Ela se levou a mo a seu corao. "Tem medo da vida fora de mim." voltou-se e empurrou s mechas guias de ruas escapando de seu topete. "Acreditei que tinha 
chegado a dizer adeus a Svensons. Pequeno Jon perguntado por ti." 
"Ainda tenho pouco pegajoso rastros digitais do Jon mais da metade de meu corpo e a maioria de meus papis." Com um sorriso irnico cinza colocou os polegares nos 
bolsos dianteiros. "Menino lindo, mas, Jesus, nunca se deteve." 
"Trs anos so habitualmente ativa". "Est-me dizendo. Dar um cavalinho e j est comprometida para a vida." 
Agora ela sorriu, recordando. "via-se muito doce com ele. Imagino que sempre recordarei o ianque que jogou com ele na estalagem da Irlanda." Ela inclinou a cabea. 
"E ele estava sustentando o caminho pouco que lhe comprou ontem quando se foi." "Lorry-OH, o caminho,  direita." encolheu-se de ombros. "Acaba-me de passar a 
v-lo quando estava tomando uma pausa na aldeia." "S passo a v-lo", repetiu ela com um gesto lento. "alm das duas bonecas para as meninas." -Assim . De todos 
os modos, pelo general recebe uma patada do OPKs ". "OPKs?" 
"Os meninos de outras pessoas. Mas agora-se meteu as mos cuidadosamente ao redor da cintura-" estamos sozinhos outra vez. " 
Em uma rpida manobra defensiva que se levou a mo ao peito antes de que pudesse aproximar-se. "Hei diligncias que fazer." 
Olhou a sua mo, levantou uma sobrancelha. "Diligncias". 
"Assim , e tenho que uma montanha de roupa a fazer quando retornar." 
"vais pendurar a penetrada? eu adoro ver que a moto na linha, sobre tudo quando h uma brisa.  incrivelmente sexy ". 
Que coisa mais parva que dizer. " 
Seu sorriso s se ampliou. "H algo que dizer para te fazer ruborizar, tambm." 
"No estou ruborizar-se." Podia sentir o calor em suas bochechas. "Estou impaciente. Tenho que estar fora, Grayson". "Que tal esta, vou levar te aonde precise ir." 
antes de que pudesse falar, baixou a boca, escovado ligeiramente sobre a dela. "Eu senti falta de, Brianna." 
"No se pode ter. estive aqui." 
-Te senti falta de. Viu-a pestanas inferiores. Suas respostas timido, sem saber lhe deu uma estranha sensao de poder. Todos eu, pensou para ouvir o que ele mesmo. 
Onde est a lista? " 
"Minha lista?" 
"Voc sempre tem uma". 
Seu olhar se deslocou de novo. Esses olhos verde-nvoa eram conscientes, e apenas um pouco de medo. Cinza sentiu a quebra de onda de calor lana do ponta dos ps 
diretamente aos lombos. Seus dedos se fecharam convulsivamente em sua cintura antes de que ele se obrigou a dar um passo atrs, soltou um suspiro. 
"Tomar com calma me est matando", murmurou. 
"Peo-lhe perdo?" 
-No importa. Obter sua lista e o que eu te levo.. " 
"No tenho uma lista. S tenho que ir a minha me e ajud-la a ela j Lottie Pack para sua viagem. No h necessidade de que me leve". 
"Pude usar a unidade. Quanto tempo vai estar ali?" 
"Duas horas, talvez trs." 
"Te vou deixar, a recolh-lo. vou sair de todos modos-continu-antes de que pudesse discutir. "Economizar-se gasolina." 
-Est bem. Se estiver seguro. vou ser um minuto. " 
Enquanto esperava, Gray entrou na rota de acesso do jardim dianteiro. No ms que tinha estado ali, que tinha visto tormentas, a chuva e a luz luminosa do sol irlands. 
sentou-se nos bares do povo e escutou s intrigas, a msica tradicional. Tinha vagado por atalhos onde os camponeses conduzidos a suas vacas do campo a campo, e 
tinha caminhado at a escada de caracol de castelos em runas, para ouvir os ecos da guerra e a morte. Ele tinha visitado as tumbas e tinha estado ao bordo de escarpados 
com vistas ao mar agitado. 
De todos os lugares que tinha visitado, nenhum parecia to atrativa como a vista do jardim frontal da Brianna. Mas no foi nada claro se era o lugar ou a mulher 
que estava esperando. De qualquer maneira, decidiu, sua estadia aqui seria sem dvida uma das fatias mais satisfatria de sua vida. 
Depois deixou cair Brianna descer na casa ordenada fora do Ennis, que foram errantes. Durante mais de uma hora, subiu pelas rochas no Burren, tirar fotos na cabea. 
O grande tamanho adorou, ao igual ao Altar do druida que atraiu a muitos turistas com suas cmaras tomavam fotografias. 
Conduziu sem rumo, detendo-se onde eligi-una pequena praia deserta, mas para um menino e um co enorme, um mbito onde as cabras de trabalho e o vento lhe sussurrou 
atravs de altas ervas, um pequeno povo onde uma mulher contar a mudana de sua compra barra de caramelo com dobras, os dedos artrticos, continuando, ofereceu-lhe 
um sorriso to doce como a luz do sol. 
Uma abadia em runas, com uma torre redonda lhe chamou a ateno e o fez atirando da estrada para jogar uma olhada mais de perto. As torres redondas da Irlanda lhe 
fascinava, mas que tinha encontrado eles principalmente neste costa. Para proteger-se, ele sups, da chegada das invases atravs do Mar da Irlanda. Este foi um 
conjunto, em bom estado, e se fixar em um torcido curioso. Cinza passou algum tempo dando voltas, estudando, e se perguntava como podia us-lo. 
Havia tambm ali as tumbas, algumas antigas e outras novas. Sempre tinha sido intrigado por geraes o caminho podia mesclar-se to comodamente na morte quando estranha 
vez o obteve na vida. Por si mesmo, ele tomaria a forma de um navio vikingo-por volta do mar e uma lanterna. Mas para um homem que se negociam na morte de um grande, 
preferiu no deter-se muito em seus pensamentos a sua prpria mortalidade. 
Quase todas as tumbas passou foram adornados com flores. Muitos deles estavam cobertas de caixas de plstico, nvoa com a condensao, as flores dentro de todos 
os no mais de uma mancha de cor. perguntou-se por que no lhe diverte. deve-se ter. Em troca, foi meio doido, comovido pela devoo aos mortos. 
Tinham pertencido uma vez, pensou. Talvez essa era a definio de famlia. Pertencer uma vez, pertencem sempre. Nunca tinha tido esse problema. Ou esse privilgio. 
Vagou atravs, perguntando-se quando os maridos, as algemas, os meninos chegaram a sentar as coroas e flores. No dia da morte? O dia de nascimento? O dia da festa 
do santo tinha sido renomado pelos mortos? Ou talvez a Pscoa. Esse foi um grande para os catlicos. 
Ele pediria Brianna, decidiu. Era algo que definitivamente poderia trabalhar em seu livro. 
No saberia dizer por que se deteve justo nesse momento, por que baixou a vista para esse marcador particular. Mas o fez, e ficou de p, sozinho, a brisa alvoroava 
o cabelo, olhando para baixo na tumba do Michael Thomas Concannon . 
pai da Brianna? , perguntou-se e se sentia uma estranha embreagem ao redor de seu corao. As datas parecia correto. Ou'Malley lhe tinha contado histrias do Tom 
Concannon quando Gray tomou um sorvo a uma Guinness no pub. Histrias amadurecido, com afeto, sentimento e humor. 
Cinza sabia que tinha morrido de repente, nos escarpados do Loop Head, com apenas o Maggie com ele. Mas as flores sobre a tumba, Gray era certo, Brianna se est 
fazendo. 
Tinham sido plantados sobre ele. Embora o inverno tinha sido duro com eles, Gray podia ver que tinham sido recentemente eliminados. mais de algumas fibras de verde 
foram valentes cravando acima, procurando o sol. 
Nunca havia deteve sobre uma tumba de algum que tinha conhecido. Apesar de que freqentemente visitava os mortos, no tinha havido peregrinao ao lugar de descanso 
de qualquer pessoa que tinha cuidado. Mas sentiu um puxo agora, um que o fez agachar-se e uma escova ligeiramente a mo sobre o montculo cuidadas. 
E se arrependia de no ter trazido floresa. 
"Tom Concannon," murmurou. -Voc  bem recordado. Falam de voc no povo, e o sorriso quando dizem seu nome. Suponho que isso  to fino como um epitfio que ningum 
pudesse pedir. " 
Por estranho que o contedo, sentou-se ao lado do Tom um momento e viu a luz do sol e as sombras jogam nas pedras aos vivos plantados para honrar aos mortos. 
Deu Brianna trs horas. Obviamente era mais que suficiente como saiu da casa quase logo que se deteve frente a ela. Seu sorriso de saudao se dirigiu a um aspecto 
da especulao como ele conseguiu um olhar mais prximo. 
Seu rosto estava plido, como sabia que se converteu quando ela estava molesta ou se move. Seus olhos, embora frio, mostraram rastros da cepa. Olhou para a casa, 
viu o movimento de cortina. Ele alcanou a ver somente, mas se enfrentam ao Maeve era to plida como a de sua filha, e apareceu igualmente infeliz. 
"Tudo bem empacotado? disse, mantendo seu tom de voz suave. "Sim". Ela se meteu no carro, com as mos apertadas ao redor de seu bolsa-como se fosse a nica coisa 
que lhe impedia de saltar para acima. "Obrigado por vir por mim." 
"Muita gente encontra envasilhado em uma tarefa." Cinza tirou o carro e por uma vez completo sua velocidade moderada. 
"Pode ser". Normalmente, ela o desfrutou. A antecipao de ir em alguma parte, e mais, a expectativa de voltar para casa. "J parece, e que estar preparado para 
sair pela manh." 
Deus, que queria fechar os olhos, para escapar da dor de cabea aguda e a culpa miservel no sonho. 
"Quer me dizer o que te incomoda?" 
"No estou molesto." 
"Est liquidado, infeliz, e to plido como o gelo." 
" pessoal.  a empresa familiar ". 
O fato de que sua demisso picada o surpreendeu. Mas se limitou a encolher-se de ombros e guardou silncio. 
"Sinto muito". Agora o fez fechar os olhos. Ela queria a paz. No  possvel quase todo mundo lhe do um momento de paz? "Isso foi grosseiro de mim." 
"Esquece-o". No necessitava seus problemas, em qualquer caso, recordou-se. Ento ele a olhou e amaldioou entre dentes. via-se esgotado. "Quero fazer uma parada." 
Ela comeou a opor-se, continuando, manteve os olhos e a boca fechada. Tinha tido a bondade de seu impulso, recordou-se. Certamente podia suportar uns minutos mais 
antes de que ela enterrou toda esta tenso no trabalho. 
Ele no voltou a falar. Estava dirigindo no instinto, esperando que a eleio que fez traria a cor de fundo s bochechas e a calidez de sua voz. 
No abriu os olhos outra vez at que freou e apague o motor. Logo ficou olhando somente as runas do castelo. "Terei que parar aqui?" 
"Eu queria parar aqui", corrigiu ele. "encontrei este meu primeiro dia aqui.  jogar um papel destacado em meu livro. Eu gosto da sensao dele." 
levantou-se, rodeou o cap, e abriu a porta. "Vamos". Quando ela no se movia, inclinou-se e desabotoou o cinto de segurana prprio. -Vamos.  genial. Espera a 
ver a vista de acima. " 
"lavei para fazer", queixou-se ela e ouviu o aborrecimento de sua prpria voz quando saiu do carro. "No vai a nenhuma parte." Tinha a mo e agora era seu atirando 
sobre a erva alta. 
Ela no tinha o corao a ponto de que as runas no podiam ir a nenhum lado, tampouco. "Voc est usando esse lugar em seu livro?" 
"Cena do crime Grande." Sorriu ao ver sua reao, a intranqilidade e a superstio em seus olhos. "No tem medo voc? No acostumo a atuar minhas cenas". 
"No seja tola". Mas ela se estremeceu uma vez, j que se interps entre os altos muros de pedra. 
No havia erva que cresce selvagem no cho, partes de verde abrindo acontecer com travs de gretas na pedra. por cima dela, podia ver os pisos onde havia uma vez, 
faz tantos anos. Mas agora o tempo e a guerra deixou  vista ao cu sem obstculos. As nuvens flutuavam silenciosamente como fantasmas. 
"O que crie que o fizeram aqui, aqui mesmo?" Cinza refletiu. 
"Viveu, trabalhou. Lutou". 
"Isso  muito general. Usa sua imaginao. No pode v-lo, a gente caminhando por aqui?  inverno, e do osso de frio. Anis de gelo nos barris de gua geada, em 
razo de que encaixe como sob os ps ramos seca. O ar picadas com a fumaa dos incndios. pranto de um beb, com fome, logo se detm quando sua me descobre seu 
peito. " 
Ele a atraiu com ele, fisicamente, emocionalmente, at que ela quase podia ver como o fez. 
"Os soldados esto perfurando ali, e voc pode escutar o tom da espada a espada. Um homem se apressa por, coxeando de uma velha ferida, seu flego fumegante em nuvens 
frite. Vamos, vamos para acima. " 
Ele a atraiu para as escadas estreitas, sinuosas apertados. de vez em quando haver uma abertura na pedra, uma espcie de cova. perguntou-se se a gente tinha dormido 
ali, ou as mercadorias armazenadas. Ou trataram de esconder-se, talvez, ao inimigo que sempre ia encontrar. 
"Haveria uma anci levando um abajur de azeite at aqui, e ela tem uma cicatriz franzida na parte posterior de sua mo e o medo em seus olhos. Outra est trazendo 
frescas corre para os pisos, mas  jovem e pensando em seu amante. " 
Cinza manteve a mo na sua, detendo-se quando chegaram a um nvel mdio caminho. "Deve ter sido o Cromwell, no te parece, que o despediu. No teria sido gritos, 
o aroma de fumaa e sangue, que desagradvel rudo de metal no osso de hacking, e aquele guincho de um homem faz quando a dor o rodelas. Spears conduzindo diretamente 
atravs de ventres, fixando um corpo ao cho, onde os membros que antes de contrao nervos morreu. Os corvos sobrevoando, em espera da festa. " 
voltou-se, viu que seus olhos estavam muito abertos e frgeis, e riu entre dentes. "Sinto muito, ficar ao dia." 
"No  s uma bno ter uma imaginao como isso". Estremeceu-se de novo e lutou para tragar. "No acredito que quero que me vejo to claro." 
"Fascinante da Morte, especialmente o tipo de violncia. Os homens so sempre homens caando. E isto  um inferno de um lugar para o assassinato-pelo estilo contemporneo." 
"Sua sorte", murmurou. "Mmm. vai jogar com a primeira vtima", comeou cinza quando comeou a subir de novo. Estava apanhado em sua prpria mente,  certo, mas podia 
ver Brianna j no preocupar-se mais do que tinha acontecido a sua me. "Vamos  atmosfera e os fantasmas de fumaa revo no medo como um veneno lento. No vai depressa-gosta 
da caa, que deseja ardentemente. Ele pode aroma do medo, como qualquer outro lobo, pode-o aroma.  o aroma que se interpe em seu sangue e faz que seja a bomba, 
que desperta como o sexo. E se executa a presa, que busca que magro fio de esperana. Mas ela est respirando rapidamente. O som da mesma se ecoa, leva o vento. 
Ela cai, as escadas so traioeiros na escurido, sob a chuva. molhadas e escorregadias, so as prprias armas. Mas as garras de seu caminho at eles, soluando 
ar dentro e fora de seus pulmes, seus olhos selvagens "." Cinza "" Ela  quase a mesma quantidade de um animal como ele, agora. Terror se tirou capas da humanidade, 
o mesmo que o sexo boa vontade, ou a fome verdadeira. A maioria da gente pensa que experimentaram os trs, mas  estranho saber sequer uma sensao totalmente. Mas 
ela sabe que o primeiro momento, sabe que o terror como se fora slida e viva, como se pudesse envolver suas mos ao redor de sua garganta. Ela quer um buraco do 
parafuso, mas no h nada que ocultar. E ela o oua subir, lentamente, sem descanso detrs dela. Logo se chega ao topo. " 
Assinalou a Brianna das sombras no bordo de largura, de paredes onde a luz solar escutados. "E ela est apanhado. " 
Ela sacudiu quando Gray lhe deu a volta, quase gritou. Gargalhando-se, ele a levantou em velo. "Cristo, o que  um pblico ao que esto." "Tisn't divertido." Tratou 
de mover livre. " maravilhoso. Estou pensando em ter ele a mutilam com uma adaga de antiguidades, mas ..." Colocou o brao debaixo dos joelhos da Brianna e a levou 
a parede. "Talvez s deve sua descarga pela amurada." 
"Alto!" Fora da prpria conservao lhe jogou os braos ao redor dele e se aferrou. 
"por que no me ocorreu isto antes? Seu corao forte, tem seus braos ao redor de mim." "Bully". 
"Tem sua mente de seus problemas, no?" "vou manter meus problemas, obrigado, e manter fora dessa retorcida imaginao dos seus." -No, ningum o faz. " Se acurruc 
a seu um pouco mais perto. "Isso  o que todo se trata de fico, livros, filmes, o que seja. D-te um descanso da realidade e lhe permite preocupar-se de algum 
mais problemas". "O que faz para voc, que conta a histria?" " o mesmo. Exatamente o mesmo." Ele a deixou nos ps e voltou para a vista. " como um quadro, no?" 
Com cuidado, atraiu-a para ele at que suas costas se encontra em seu contrrio. "logo que vi este lugar, agarrou-me. Chovia a primeira vez que vim aqui, e quase 
parecia como se as cores deve executar." Ela suspirou. Aqui foi a paz que ela tivesse querido, depois de tudo. Em seu rodeio estranho o tinha dado a ela. " quase 
da primavera", murmurou. "Sempre aroma da primavera." Inclinou a cabea para esfregar seus lbios sobre a nuca de seu pescoo. "E prova disso." -Est fazendo minhas 
pernas dbeis de novo. " -Ento ser melhor que se aferram para mim. " Ele a converteu, uma mo cavada em sua mandbula. "No te beijei em dia." "Sei." Ela construiu 
sua coragem, manteve seu nvel dos olhos. "Eu quis a ti." 
"Essa era a idia." tocou-se os lbios aos dela, moveu-se quando suas mos se deslizou at seu peito para emoldurar a cara. 
Ela abriu para ele de boa vontade, seu murmrio de prazer que acordada como uma carcia. Com o vento girando ao redor delas, assinala a seu mais prximo, com cuidado 
de manter as mos fcil, sua boca suave. 
Todo o esforo, a fadiga, a frustrao se desvaneceu. Ela estava em casa, era o nico que podia pensar Brianna. Incio sempre estava onde queria estar. 
Em um suspiro se recostou a cabea sobre seu ombro, os braos curvados pelas costas. "Nunca me hei sentido assim." 
Tampouco ele tinha. Mas isso era uma idia perigosa, e a gente teria que ter em conta. " bom conosco", murmurou. "H algo de bom." 
"No h". Ela elevou a bochecha  sua. "Tenha pacincia comigo, Gray. 
"Tenho a inteno. Quero que, Brianna, e quando estiver preparado ..." Deu um passo atrs, passou-se as mos pelos braos at que seus dedos entrelaados. "Quando 
estiver preparado." 
Captulo Nove 
Cinza se perguntou se seu apetite era major devido ao feito de que tinha outra fome que estava longe de ser satisfeito. Pensou que o melhor  tom-lo filosoficamente 
e ajudar-se a si mesmo a uma festa de demore-noche do pudim de po com manteiga da Brianna. Fazendo ch se estava convertendo em um hbito como assim, e ele tinha 
fixado j a panela na estufa e esquentar a panela antes de tirar com uma colher com leite em um tigela. 
No acreditava que tinha estado to obcecado com o sexo h treze anos. Ento se havia Sally Anne Howe, um dos outros residentes do Brent Simon Memorial Inicio da 
Infncia. O bom da Sally Anne, Gray crie agora, com seu corpo e floresceu e olhos ardilosos. Tinha estado trs anos maior que ele, e mais que dispostos a compartilhar 
seus encantos com ningum de cigarros de contrabando ou barras de caramelo. 
Nesse momento pensou que ela era uma deusa, a resposta a 
um adolescente do Randy oraes. Ele podia olhar atrs com pena e a ira, sabendo que o ciclo de abuso e os enguios no sistema que tinha feito uma moa jovem e bonita 
sentir seu valor real, s se encontra entre suas coxas. 
Tinha tido um monto de sonhos suarentos da Sally Anne depois de apagar as luzes. E tinha tido a sorte de roubar um pacote inteiro do Marlboro de um dos conselheiros. 
Vinte cigarros tinha igualado vinte folla, recordou. E ele tinha sido um aluno muito rpido. 
Com os anos, que tinha aprendido um pouco mais, a partir das meninas de sua mesma idade, e de quo profissionais ofereciam seus servios pelas portas escuras que 
cheiravam a graxa ranosa e suor azedo. Tinha sido apenas dezesseis anos quando se liberou do orfanato e sair a caminhar com a roupa nas costas e vinte e trs dlares 
em moedas e bilhetes enrugados no bolso. 
A liberdade era o que ele tivesse querido, a liberdade das normas, os regulamentos, o ciclo sem fim do sistema que tinha sido capturado na maior parte de sua vida. 
Tinha-o encontrado, e o usou, e o pagou. 
Tinha vivido e trabalhado as ruas durante muito tempo antes de que ele tinha dado a si mesmo um nome, e um propsito. Tinha tido a sorte de haver posedo um talento 
que lhe tinha impedido de ser tragado por outras fomes. 
Aos vinte anos tinha tido sua primeiro alta, e tristemente autobiogrfica, a novela em seu haver. O mundo editorial no estavam muito impressionados. Aos vinte e 
dois anos, que tinha sido fabricada em uma novela policaca ordenada, pouco inteligente. Os editores no veio reclamando, mas uma baforada de interesse de um editor 
assistente lhe tinham mantido encerrado em uma casa de hspedes troca golpes em uma mquina de escrever durante semanas. 
Isso, que tinha vendido. Para o amendoim. Nada nem antes nem depois significou tanto para ele. 
Dez anos mais tarde, e podia viver como o desejava, e ele sentiu que tinha eleito bem. 
Verteu a gua na panela, com ps uma colherada de sobremesa na boca. Ao jogar um olhar mais  porta da Brianna, viu a inclinao da luz magra debaixo dela, sorriu. 
escolheu-se a ela tambm. 
Cobrindo suas bases, ficou a panela com duas taas em uma bandeja, e logo chamou a sua porta. -Sim, passa, " 
Ela estava sentada em seu pequeno escritrio, ordenada como uma monja em uma bata de flanela e sapatilhas, o cabelo recolhido em uma trana solta sobre um ombro. 
Cinza corajosamente se tragou a saliva que se agruparam na boca. 
"Viu sua luz. Quer um ch?" 
"Isso estaria bem. Estava terminando uns papis". 
O co se desenroscou dos ps a seu lado e se aproximou de esfregar-se contra Gray. "Eu tambm". Deixou a bandeja a um volante de pele Com. "O assassinato me d fome." 
"Matou a algum hoje, verdade?" 
"Brutal". O disse com entusiasmo tal, ela se ps-se a rir. 
"Talvez isso  o que te faz to equnime tudo em todos, disse-se ela. "Todos esses assassinatos emocional purgar o sistema. Alguma vez-"Ela se surpreendeu, mover 
um ombro enquanto lhe entregou uma taa. 
"Adiante, pergunte. Estranha vez se pergunte nada sobre meu trabalho." 
-Porque imagino que todos o fazem. " 
"Eles fazem." acomodou-se. "No me importa." 
-Bom, perguntava-me, se alguma vez fazer um dos personagens a algum voc sabe, ento mat-los. " 
"Havia um garom mucosos francesa do Dijon. O pau". 
"OH." Ela se passou uma mo pela garganta. "Como se sentiu?" 
"Para ele, ou eu?" 
"Para ti". 
"Satisfao". Ele colher at a sobremesa. Quer que matar a algum para ti, Brie? Proponho-me por favor. " 
"No no momento, no." Ela se moveu e alguns de seus papis caiu ao cho. "necessita-se uma mquina de escrever", disse-lhe enquanto a ajudava s recolher. "Melhor 
ainda, um processador de textos. Lhe economizaria tempo a escrever cartas de negcios." 
"No quando eu teria que procurar todas as chaves." Enquanto lia sua correspondncia, ela elevou uma sobrancelha, divertido. "'Tisn't muito interessante". 
"Hmm. OH, sinto muito, o hbito. Qual  Triquarter Minerao?" "OH, s uma empresa D deve hav-lo investido. Encontrei o certificado de aes com suas coisas no 
apartamento de cobertura. Tenho-lhes escrito j uma vez", acrescentou, ligeiramente molesto. "Mas no teve resposta. Assim estou de voltar a tent-lo." 
"Dez mil aes." Cinza franziu os lbios. "Isso no  parvo a mudana". 
", se acreditar que sei o que est dizendo. Tinha que saber meu pai, ele era sempre depois de um regime novo de fazer dinheiro que custam mais do que nunca ganharia. 
Entretanto, isto deve fazer-se ". Tendeu uma mo." Isso  s uma cpia. Rogam tomou o original para sua custdia e fez isso por mim. " 
"Deveria lhe haver comprovar que funciona." 
"Eu no gosto que lhe incomode com ele. Seu prato est cheio com a nova galeria e com o Maggie." 
Lhe devolveu a cpia. "Inclusive a um dlar por ao, que  bastante substancial". 
"Surpreenderia-me se valia a pena mais de uma peniques por ao. Deus sabe que no poderia ter pago muito mais. O mais provvel  que toda a companhia saiu de negcio." 
-Ento, sua carta se tornaram ". 
Ela se limitou a sorrir. -estiveste aqui bastante tempo para saber os correios da Irlanda. Acredito que "Os dois olhou como o co comeou a grunhir. "Com? 
Em vez de responder, o co voltou a grunhir, e a pele nas costas levantada. Com grande rapidez Gray foi s janelas. No viu nada mais que nvoa. 
"Nvoa", murmurou. -vou olhar a seu redor. No,-disse-quando comeou a aumentar. "Est escuro, faz frio,  a umidade, e te vais ficar posto." 
"No h nada l fora." 
"Com e vou averiguar. Vamos." -Estalou os dedos, e para surpresa da Brianna, Com respondeu imediatamente. Ele saltou a cabo nos tales do Gray. 
Manteve uma lanterna na gaveta da primeiro cozinha. Cinza enganchado antes de abrir a porta. O co se estremeceu uma vez, logo murmurou como Gray, "ir", saltou  
nvoa. 
Em questo de segundos o som dos ps de sua carreira foi amortecido ao silncio. A nvoa distorcida do feixe do flash. Cinza mover com muito cuidado, os olhos e 
os ouvidos esforo. Ouviu ladrar ao co, mas pelo que a direo ou a distncia que no podia dizer. 
deteve-se junto a janelas dos dormitrios da Brianna, jogando  luz no cho. Ali, em sua cama poda de malezas perenes, foi um sozinho rastro. 
Pequeno, Gray meditou, agachando-se. Quase o suficientemente pequeno para ser um menino. Poderia ser to simples quanto os meninos fora de uma cotovia. Mas quando 
ele seguiu crculo da casa, ouviu o som de um motor de entregar. Amaldioando, apressou o passo. Com explorasse atravs da nvoa como um mergulhador lanceando atravs 
da superfcie de um lago. 
"No houve sorte?" Para compadecer, Gray acariciou a cabea como Com os dois ficou olhando por entre a nvoa. -Bom, temo-me que poderia saber do que se trata. vamos 
voltar ". 
Brianna estava roendo as unhas quando entrou pela porta da cozinha. "Foi muito tempo". 
"Queramos dar a volta ao redor de todo o caminho." Deixou a lanterna sobre o mostrador, pentear uma mo pelo cabelo mido. "Isto poderia estar relacionado com seu 
roubo." 
"No vejo como. No encontrou a ningum". 
"devido a que no fomos o suficientemente rpidos. No h outra explicao possvel". Meteu-se as mos nos bolsos. "Me." 
"Voc? O que quer dizer?" 
"tive que passar um par de vezes. Um ventilador muito entusiasta se inteira de onde estou parando. s vezes vm chamando como se fossem velhos amigos, s vezes simplesmente 
tr AIL que como uma sombra. Uma e outra vez, que entrar, procurar lembranas. " 
"Mas isso  terrvel." 
" muito molesto, mas inofensivo bastante. Uma mulher empreendedora, recolheu a fechadura da habitao do hotel no Ritz de Paris, nu, e se meteu na cama comigo." 
Tratou de um sorriso. "Foi difcil ...". 
"Torpe", Brianna repetir-se depois de que tinha conseguido fechar a boca. "O que, no, eu no acredito que queira saber o que fez." 
"Chamado de segurana." Seus olhos foram brilhantes, divertidos. 
"H limites ao que vou fazer por meus leitores. De todos os modos, isto poderia ter sido meninos, mas se era um de meus admiradores, pode que encontre outros alojamentos." 
"No". Seu instinto de amparo encaixado em seu lugar. "No tm direito a misturar-se em sua privacidade dessa maneira, e no vai sair daqui sem dvida por causa 
dela." Ela deixou escapar um bufo de ar. "No  s suas histrias, j sabe. OH, que atraem s pessoas em tudo parece to real, e sempre h algo herico que se eleva 
por cima de todo a cobia e a violncia e a dor.  sua imagem, tambm." 
Ele ficou prendado de sua descrio de seu trabalho e respondeu distradamente. "O que tem?" 
"Seu rosto". Ela o olhou ento. " uma cara to encantadora." 
No sabia se rir ou careta de dor. "Srio?" 
"Sim,  ..." Esclareceu-se garganta. Havia um brilho em seus olhos, ela sabia que no devia confiar. "E a biografia nas costas, mais a falta dela.  como se vem 
de um nada. O mistrio de que  atrativo. " 
"Eu vim que um nada. por que no voltar para minha cara?" 
Deu um passo em retirada. "Acredito que houve suficientes emocione para a noite." 
Seguiu avanando at que suas mos estavam sobre seus ombros e sua boca ficou quieta na dela. "Ser capaz de dormir?" 
"Sim". Seu conteve a respirao, expulso com preguia. "Com estar comigo." 
"Co Lucky. Vamos, dormir um pouco." Esperou at que ela e o co foram resolvidos, ento fez algo Brianna no o tinham feito em todos os anos que tinha vivido na 
casa. 
Fechou as portas. 
O melhor lugar para difundir notcias ou para reunir era, lgicamente, o pub do povo. Nas semanas que tinha estado no Condado do Clare, Gray tinha desenvolvido um 
afeto quase sentimental de Ou'Malley. Naturalmente, durante sua investigao, que havia li rapidamente em uma srie de bares na zona, mas de Ou'Malley se tinha convertido, 
para ele, to perto de seu bar prprio bairro como ele tinha conhecido jamais. 
Escutou a cadncia da msica mesmo que chegou  porta. Murphy, pensou. Agora, isso foi sorte. O momento cinza interveio, foi recebido por seu nome ou uma onda alegre. 
Ou'Malley lhe comeou a construir uma pinta de cerveja Guinness antes de que ele se plantou em um assento. 
"Bom, como  a narrao de histrias nestes dias?" Ou'Malley lhe perguntou. 
"Est bem. Dois mortos, nenhum suspeito." 
Com um movimento de cabea, Ou'Malley se deslizou sob o nariz da pinta do Gray. "No sei como  que um homem pode jogar assassinando a todos os dias e ainda tm 
um sorriso na cara de uma noite." 
"Antinatural, no?" Cinza lhe sorriu. 
"Tenho uma histria para ti." Isto veio do David Ryan estava sentado no extremo da barra e acendeu um de seus cigarros americanos. 
Cinza se acomodou em meio da msica e fumaa. Sempre havia uma histria, e ele era to bom ouvinte j que era um narrador. 
"Era uma donzela que vivia no campo, perto do Tralee. Formoso como um amanhecer, estava ela, com o cabelo como o ouro novo e olhos azuis como Kerry". 
Conversao acalmou, e Murphy baixou a msica, assim era uma cortina de fundo da histria. 
"Aconteceu que dois homens se produziu um cortejo-su-prosigui David-. "A gente era um moo aficionado aos livros, o outro um campons. A sua maneira, a criada amava 
aos dois, pois era to volvel de corao como ela era encantada da cara. Assim, gozando da ateno, como empregada domstica poderia, ela os fez tanto penduram 
dela, fazendo promessas a cada um. E ali comeou a crescer um grau de escurido no corao do jovem agricultor, ao lado de seu amor da donzela ". 
Fez uma pausa, como narradores freqentemente, e estudou a luz vermelha ao final de seu cigarro. Deu uma imerso profunda, expulsou a fumaa. 
"Assim que uma noite esperou a seu rival ao longo da estrada, e quando o bolsista livresca-se produziu um assobio para a criada lhe tinha dado seus beijos livremente 
o agricultor saltou e deu a luz a jovem amante da terra. Ele o arrastou, como v, na luz da lua atravs dos campos, e embora o pobre diabo ainda respirava, enterrou-o 
profundo. Quando chegou o amanhecer, ao semear sua colheita por cima dele e pr fim  competncia ". 
David se deteve de novo, assinalou  profunda a seu cigarro, jogou mo a sua pinta. 
"E?" Cinza perguntou apanhados. "casou-se com a donzela. -No, de fato no o fez. Ela se foi com um funileiro esse mesmo dia. Mas o agricultor tinha a melhor colhe 
sangrenta de feno de sua vida. " 
Houve gargalhadas como Gray negou com a cabea. Ele se considerava um mentiroso profissional e uma boa. Mas a competncia era feroz aqui. Em meio das risadas, Gray 
levantou seu copo e foi reunir se com o Murphy. 
"Davey um conto para cada dia da semana ", disse-lhe Murphy, passando as mos brandamente ao longo dos botes de seu quadro de aperte. 
"Imagino que meu agente lhe recolher rapidamente. Nada Heard, Murphy?" 
-No, nada til. Receosos a senhora pensou que poderia ter visto um carro v pelo dia de seus problemas. Ela pensa que era verde, mas no o paga nenhuma mente ". 
"Algum estava pinando a casa a noite anterior. Perdido-o na nvoa". Cinza recordou com desgosto. "Mas estava o suficientemente perto para deixar um rastro na cama 
de flores Brie. Pde ter sido meninos". Cinza tomou um sorvo de cerveja comtemplativa. "Algum esteve perguntando por mim?" 
-Voc  um tema cotidiano de conversao ", disse Murphy secamente. 
"Ah, a fama. No, refiro a um estranho. "" No  que eu ouvi. Ser melhor que perguntar na agncia de correios. por que? " 
"Eu acredito que pode ser um f muito entusiasta. Encontrei-me antes. Uma vez mais ..." Encolheu-se de ombros. " como funciona minha mente, sempre fazendo mais 
do que h." 
"H uma dzia de homens ou mais um apito imediatamente se algum te der ou Brie nenhum problema." Murphy levantou a vista quando a porta se abriu ao botequim. Brianna 
entrou, flanqueado por Rogam e Maggie. Sua frente levantada como ele voltou a olhar ao Gray. 
"E uma dzia de homens ou mais que te lance frente ao altar, se no te importar esse brilho nos olhos." 
"O que?" Cinza agarrou sua cerveja de novo, e os lbios curvados. "Com apenas olhar." 
-Sim. Sou um rob ", cantou Murphy," e estranha vez sbrio, sou um rover de alto grau. Porque quando estou bebendo, sempre estou pensando, como se obtm a companhia 
de meu amor. " 
"Ainda h um quarto de litro neste copo", murmurou Gray, e se levantou caminhar a Brianna. -Acreditei que havia cerzido ". 
"Eu o fiz." 
"Forou-lhe a sair", explicou Maggie e lhe deu um pequeno suspiro enquanto se alavanca em um tamborete. 
"Convencido", Rogam corrigido. "Um copo de Harpa, Brie? 
-Obrigado, farei-o. " 
"Ch para o Maggie, Tim," comeou Rogam e sorriu enquanto seu algema-murmur. "Um copo de Harpa do Brie, uma pinta do Guinness para mim. Outra pinta, Gray? 
"Isto me fazem isso." Cinza se apoiou na barra. "Lembrana a ltima vez que fui beber com voc." 
-Falando do Niall tio, "Maggie pr pulg "Ele e sua esposa esto acontecendo uns dias na ilha de Giz. Escutar algo brilhante, verdade, Murphy?" 
Amavelmente, cambaleou-se em "Whiskey in the Jar" e apoiou os ps tocando. 
depois de escutar as letras, Gray negou com a cabea. "por que  voc irlandeses sempre cantam sobre a guerra?" 
"Temos? Maggie sorriu, sorvendo seu ch enquanto esperava a participar do coro. 
"s vezes  traio ou morrer, mas sobre tudo  guerra." 
 isso um fato? " Ela sorriu por cima do bordo da taa. "No poderia dizer. Por outra parte, poderia ser que tivemos que lutar por cada polegada de nosso prprio 
terreno durante sculos. Ou" 
"No lhe comeou", declarou Rogam. "H um corao rebelde nesse pas." 
"H um corao rebelde dentro de cada homem ou uma mulher irlandesa. Murphy  uma voz fina, o que faz. por que no cantar com ele, Brie? 
Desfrutando de do momento, ela tomou um sorvo de Harpa. "Prefiro escutar." 
"Eu gostaria de ouvir", murmurou Cinza e lhe acariciou a mo pelo cabelo. 
Maggie entreabriu os olhos no gesto. "Brie tem uma voz como um sino", disse. "Sempre nos perguntvamos onde o conseguiu, at que nos demos conta que nossa me havia 
um assim." "Tudo bem 'Danny Boy'?" 
Maggie ps os olhos. "Conte com um ianque para pedi-lo. Um Brit escreveu essa cano, o Outlander. Dou" James Connolly, "Murphy. Brie'11 cantar com voc." 
Com um movimento de renncia de sua cabea, Brianna foi sentar se com o Murphy. 
"Eles fazem a harmonia encantada-murmur Maggie, olhando Gray. <p > "Mmm. Canta na casa quando ela se esquece de algum a." 
E quanto tempo pensa estar ali? " Maggie perguntou, fazendo caso omisso de alerta Rogam o cenho. "At que no terminei", disse Gray ausente. "Logo na seguinte?" 
-Assim . Ao seguinte. " 
Apesar de que Rogam agora tinha a mo sujeita na parte posterior de seu pescoo, Maggie comeou a fazer alguns comentrios concisos. Era cinza os olhos em vez da 
molstia de seu marido que a deteve. O desejo neles se moveu seu instinto de amparo. Mas havia algo mais agora. perguntou-se se ele era consciente disso. 
Quando um homem se via uma mulher dessa maneira, mais dos hormnios envoltos. Teria que pens-lo, Maggie decide, e ver como se estabelece com ela. Enquanto isso, 
ela tomou seu ch de novo, segue vendo cinza. 
"vamos ver isso", murmurou. "Veremos a respeito". 
Uma cano se converteu em dois, e dois, trs. As canes de guerra, as canes de amor, s escondidas e triste. Em sua mente Gray comeou s embarcaes de uma 
cena. 
O pub estava cheio de fumaa com o rudo e a musical-un santurio dos horrores exterior. A voz de mulher desenho do homem que no queria que se elaborar. Aqui, 
pensou, s que aqui foi onde seu heri perderia a batalha. Ela se sentava em frente do incndio de grama, com as mos cuidadosamente dobrada no regao, eleva sua 
voz, sem esforo e formosa, com os olhos como acossava como a melodia. 
E que adoraria que seu ento, at o ponto de dar a vida se for necessrio. Certamente, de troc-la. Poderia esquecer o passado com ela, e olhar para o futuro. 
-Est plido, cinza. " Maggie se atirou do brao at que se retratou em um tamborete. "Quantas pintas teve?" 
"S isto." esfregou-se uma mo pela cara a si mesmo trar de volta. "Eu estava trabalhando ...", finalizou. Isso era,  obvio. Tinha sido s pensando nos personagens, 
de modelar a mentira. No  nada pessoal. 
"Parecia um transe." 
" o mesmo." Deixou escapar um suspiro, riu de si mesmo. "Acredito que vou ter outra pinta, depois de tudo." 
Captulo Dez 
Com a cena pub que tinha feito um trompo em sua imaginao que se repetem em sua cabea, Gray no passou uma noite tranqila. Embora no podia apag-lo, tampouco 
podia parecer com escrev-la. Pelo menos no muito bem. 
Quo nico foi desprezado inclusive a idia de bloqueio do escritor. Normalmente ele poderia omisso, seguir trabalhando at que a ameaa repugnante dos que acontece. 
Muito, que s vezes se pensa, como uma nuvem fio negro, que logo se abatem sobre um escritor lamentvel outros. 
Mas esta vez ficou entupido. No podia mover-se na cena, nem alm dela, e passou uma grande parte da noite com o cenho franzido ante as palavras que tinha escrito. 
Fria, pensou. No era mais corrente fria.  por isso que a cena era frio. 
Coceira era o que estava, admitiu com amargura. Sexualmente frustrada por uma mulher que podia esperar com no mais de um olhar tranqilo. < p> lhe serve adequado 
para obcecar-se com sua caseira, quando deveria estar obcecado com o assassinato. 
Murmurando para si mesmo, separou-se de seu escritrio e saiu  janela. Foi sua sorte que Brianna deve ser o primeiro que viu. 
Ali estava por debaixo de sua janela, limpo como uma monja em alguns prim vestido rosa, o cabelo todos os varridos e fixado na apresentao. por que estava o uso 
de saltos? , perguntou-se e se aproximou do vidro. Sups que ela tinha chamado as bombas sem adornos sapatos cmodos, mas o fizeram sem sentido coisas maravilhosas 
nas pernas. 
Enquanto observava, subiu ao volante de seu carro, seus movimentos tanto prticos como elegantes. estabeleceu-se sua bolsa no assento junto a ela em primeiro lugar, 
pensou. E assim o fez. Logo, com cuidado fivela de seu cinto de segurana, revise seus espelhos. No arrumando-se no retrovisor para a Brianna, assinalou. S um 
ajuste rpido para assegurar-se de que estava alinhado corretamente. Agora gire a chave. 
Inclusive atravs do cristal podia ouvir a fadiga tosse do motor. Ela o tentou de novo e pela terceira vez. Para ento, Gray foi movendo a cabea e a partida abaixo. 
"por que diabos no te fixa essa coisa?" gritou-lhe enquanto avanava pela porta principal. 
"OH." Ela estava fora do carro por agora e tratar de levantar o cap. "Est trabalhando muito bem um dia ou dois." 
"Este monto no funcionou bem em uma dcada". Lhe deu uma cotovelada a um lado, molesto porque ela deve ver-se e cheirar to afresco quando se sentia como roupa 
velha. "Olhe, se voc precisa ir  aldeia para algo, tomar meu carro. Verei o que posso fazer com isto". 
Em defesa automtica contra as palavras concisas, ela ngulo do queixo. "Obrigado igual, mas eu vou ao Ennistymon". 
"Ennistymon?" Apesar de que o povo ps em seu mapa mental, levantou a cabea de debaixo do sino o tempo suficiente para olhar a ela. "Para que?" 
"Para ver a nova galeria. Estaro abri-la em um par de semanas, e Maggie me perguntou se queria dever ver." Ela olhou a suas costas enquanto brincava com os cabos 
e maldito. "Deixei-te uma nota e a comida se pode esquentar j me terei ido quase todo o dia." 
"No vamos a nenhuma parte nisto. Correia do ventilador  quebrado, a linha de combustvel de fuga, e  uma aposta bastante boa de seu motor de arranque o teve." 
endireitou-se, assinalou que levava brincos de hoje, aros finos de ouro que logo que roou a ponta dos lbulos. Acrescentaram um ar de celebrao que lhe irritava 
injustificadamente. "Ter que no deveriam estar conduzindo ao redor neste depsito de sucata." 
"Bom,  o que tenho que conduzir, no? Agradeo-te pelas molstias, Grayson. vou ver se puder Murphy" 
"No atire dessa rainha de gelo de rotina em mim." Fechou o sino o suficiente para fazer sua sacudida. Bom, pensou. Resultou que ela tinha sangue em suas veias. 
"E no atire Murphy na cara. No podia fazer nada mais com ela que eu. v procurar em meu carro, vou estar de volta em um minuto." "E por que ia eu a estar recebendo 
em seu carro?" "Assim pode conduzir ao Ennistymon maldito." Dente, esbofeteou a suas mos nos quadris. " muito amvel de sua parte para oferecer, mas-" 
"Te coloque no carro", espetou enquanto se dirigia para a casa. "Preciso desfrutar de minha cabea." 
"Eu gostaria que se empape de ti", murmurou. Tirando abrir a porta do carro, arrebatou-lhe a bolsa. Quem lhe tinha pedido que a unidade, gostaria de saber? por que 
ela preferiria guiar em cada passo de sentar-se no mesmo carro com um homem assim. E se ela queria chamar o Murphy, bom ... que havia muito bem que o chamam. Mas 
primeiro queria que se acalmasse. Ela respirou fundo, e logo outro, antes de caminhar lentamente entre suas flores. acalmou-se, como sempre, o verde tenro comeando 
a florescer. necessitava-se um pouco de trabalho e o cuidado, pensou, inclinando-se a atirar a cabo uma maleza invasora. Se amanh estava bem, que tinha que comear. 
Em Pscoa, o jardim estaria em sua glria. 
Os aromas, as cores. Ela sorriu um pouco a um narcisista jovem e valente. Logo a porta se fechou de repente. Seu sorriso foi, levantou-se, deu a volta. No se tinha 
incomodado em barbear-se, assinalou. Tinha o cabelo mido e para trs por uma magra tira de couro, a roupa limpa, se um pouco cansado. 
Ela sabia muito bem que o homem tinha a roupa decente. por que, no o fez lavar e engomar ela mesma? 
Lanou um olhar a ela, atirou as chaves de seu bolso dos jeans. "No carro." 
OH, necessitava um pouco de descender, fez-o. Ela se aproximou dele lentamente, o gelo nos olhos e o calor em sua lngua. "E o que tem que ser to otimista sobre 
este mo ADVERTNCIA? 
s vezes, inclusive um escritor entende que as aes se pode falar mais que as palavras. Sem dar nenhum dos dois tempo de pensar nele a rebocado em seu contrrio, 
deu-lhe um olhar satisfeito no choque que correu por seu rosto, e logo esmagou sua boca com a sua. 
Foi spera e fome e cheia de frustrao. Seu corao deu um salto, parecia a ponto de estalar em sua cabea. Havia um instante ao medo, de um momento a desejar, 
ento ele se est aproveitando dela de novo. 
Seus olhos, OH, seus olhos eram ferozes. Aos olhos do lobo, pensou devidamente, cheio de violncia e a fora impressionante. 
"Entendido?" jogou em cabo, furioso com ela, consigo mesmo, quando ela s olhava. Como um menino, pensou, que acabava de bofetadas sem motivo. Era um sentimento 
que recordava muito bem. 
"Cristo, me estou voltando louco." esfregou-se as mos pela cara e se defendeu  besta. "Sinto muito. te coloque no carro, Brianna. Eu no vou." 
Seu carter brilhou de novo quando ela no se moveu, no pestanejou. "Eu no vou tocar te mierda." 
Encontrou a sua voz, ento, embora no era to firme como tivesse querido. "por que est zangado comigo?" 
"Eu no o sou." Deu um passo atrs. Controle, recordou-se. Foi pelo general bastante bom nele. -Sinto-o-repetiu-. "Deixa de me olhar como se me tivessem golpeado 
como voc." 
Mas o que tinha. No sabia que a ira, palavras duras, seus ressentimentos feriram mais de uma mo violenta? "vou entrar." Encontrou a suas defesas, as magras paredes 
que bloqueiam os estribos. "Tenho que chamar o Maggie e lhe digo que no pode estar ali." 
"Brianna." Comeou a chegar, logo levantou ambas as mos em um gesto que foi a frustrao parte iguais e um alegao por escrito em favor da paz. "Que to mau quer 
que me sinta?" 
-No sei, mas imagino que se sentir melhor depois de um pouco de comida. " 
"Agora me vai preparar o caf da manh." Fechou os olhos, respirou estabilizando. "Inclusive temperado-murmur ele e a olhou de novo. "No  isso o que voc disse 
que eu era, no faz muito tempo? Voc foi mais que um pouco desconjurado. Os escritores so miserveis bastardos, Brie. Moody, meia, egosta, absorto em si mesmo." 
-Voc  nenhuma dessas coisas ". No podia explicar por que se sentiu obrigado a sair em sua defesa. "Moody, talvez, mas nenhum dos outros." 
"Eu sou. Dependendo de como o livro que est passando. Agora que vai mau, assim que me comportei mau. Golpeei com um obstculo, um muro. Uma maldita fortaleza, e 
o tirei de ti. Quer que me desculpe de novo? " 
"No" Ela se suavizou, aproximou-se e lhe ps uma mo na bochecha sem barbear. "V-te cansado, Gray. 
"No dormi." Manteve as mos nos bolsos, com os olhos nos dela. "Tome cuidado como simptica que , Brianna. nica parte do livro da razo pela que estou sentindo 
em bruto desta manh. Voc  o resto dela." 
Deixou cair a mo como se houvesse meio doido uma chama aberta. Sua rpida retirada tinha seus lbios se encrespa. "Quero-te. Di-te querer desta maneira." 
"Faz-o?" 
"Isso no se supe que lhe fazem ver satisfeito com a gente mesmo." 
Sua cor floresceu. "No foi minha inteno" 
"Isso  parte do problema. Vamos, no carro. Por favor", acrescentou. "Me vou voltar louco tratando de escrever hoje se ficar aqui." 
Era exatamente o boto direito para empurrar. Ela se meteu no carro e esperou a reunir-se com ela. "Talvez se voc acabar de assassinar a outra pessoa." 
Descobriu que podia rir depois de tudo. "OH, estou pensando nisso." 
Galeria do AI no mundo do Condado do Clare era uma jia. De nova construo, foi desenhado como uma casa senhorial, com jardins formais. No era o gato altas hedral 
da galeria do Dubln, nem o opulento palcio de Roma, a no ser um edifcio digno especialmente concebido para alojar e mostrar o trabalho de artistas irlandeses. 
Tinha sido o sonho de Rogam, e agora sua realidade e Maggie. 
Brianna tinha desenhado os jardins. Apesar de que no tinha sido capaz de plantar ela mesma, os paisagistas tinha usado seu regime, o que corredores de tijolo estavam 
flanqueadas de rosas, e de largura, camas semi-circular se plantaram os tremoceiros e papoulas, cravo e a dedalera, Colombina e dlias, e todos os de seus favoritos. 
A prpria galeria foi construdo de tijolo, de cor rosa suave, com seus grandes ventanales bonito recortado em surdina cinza. No interior do grande vestbulo, o 
piso estava em mosaico em azul e branco, com cabea um candelabro Waterford e o varrido de escadas de mogno que leva ao segundo andar. 
- do Maggie, "murmurou Brianna, capturados pela escultura que domina a entrada. 
Cinza viu duas figuras intwined, o frio cristal s insinuando de calor, a forma surpreendentemente sexual, extraamente romntica. 
" sua rendio. Rogam comprou ele mesmo antes de casar-se. No o venderia a ningum." 
"Posso ver por que." Teve que tragar. O vidro foi uma bofetada sinuosas ertico a seu sistema j esto sofrendo. "Tem um comeo impressionante para uma excurso." 
"Ela tem um dom especial, verdade?" Brandamente, com os dedos somente, Brianna acariciou o frio cristal que sua irm tinha criado do fogo e os sonhos. "Presentes 
especiais fazem um mau humor pessoa, suponho. Sonriendo um pouco, olhou por cima do ombro no Gray. via-se to inquieto, pensou. portanto impaciente contudo, sobre 
tudo a si mesmo. "E difcil, porque sempre vai pedir tanto de si mesmos." 
"E fazer um inferno a vida de cada um ao redor deles quando no o entendo." Alargou a mo, tocou-lhe o lugar da taa. "No guardo rancor, verdade?" 
"Que sentido tem neles?" Com um encolhimento de ombros, voltou-se um crculo, admirando as linhas podas e simples do vestbulo. 
"Rogam queria que a galeria de fotos a ser um lar, j v, para a arte. Assim h um salo, uma sala de desenho, inclusive um comilo e salas de estar acima." Brianna 
tomou a mo e o atraiu para o abrir as portas dobre. "Todas as pinturas, as esculturas, inclusive os mveis, so de artistas e artesos irlandeses. E-OH". 
Ela se deteve e olhou. Inteligentemente distribudas na parte posterior e lateral de um div baixo foi um tiro suave em cerceta audaz que se desvaneceu em verde 
fresco. movia-se para diante, passou-lhe a mo sobre ele. 
"Fiz isto", murmurou. "Para o aniversrio do Maggie. P-lo aqui. Pem-no aqui, em uma galeria de arte." 
"por que no teriam que faz-lo?  formoso." Curioso, ele tomou um olhar mais prximo. "Tecer-te este?" 
"Sim. Eu no tenho muito tempo para tecer, mas ..." Interrompeu-se, temerosa de chorar. "Imagine. Em uma galeria de arte, com todas estas maravilhosas pinturas e 
as coisas." 
"Brianna." 
"Jos". Cinza observou o passado do homem atravs do quarto e o sobre a Brianna em um duro e muito quente abrao. tipo artstico, Gray pensou com o cenho franzido. 
Turquesa semental na orelha, rabo-de-cavalo que corriam pelas costas, traje italiano. O olhar tem feito clique. Ele recordava ter visto o homem nas bodas no Dubln. 
"Voc consegue mais formoso cada vez que te vejo." 
"Voc consegue mais cheio de sentido". Mas ela ps-se a rir. "No sabia que estivesse aqui." 
"Acaba-me de chegar para o dia, para ajudar a Rogam com alguns detalhes." 
"E Patricia?" 
"Ela est ainda no Dubln. Entre o beb e a escola, no podia escapar. 
"OH, o beb, e como  ela?" 
"Beautiful. Parece que sua me". Jos olhou ao Gray, tendeu-lhe uma mo. "Voc Grayson Thane? Estou Donahue Jos". 
"OH, o sinto. Gray, Joseph dirige galeria Rogam no Dubln. Acreditei que tinha conhecido nas bodas." 
"Tecnicamente no." Mas cinza tremia em uma maneira amistosa. lembrou-se do Jos tinha uma esposa e filha. 
"vou ter que tir-lo do caminho e te dir que sou um grande f". 
"Nunca  no caminho." 
"Acontece que traje um livro comigo, pensando que podia passar ao longo do Brie para transmitir-lhe a voc. Eu esperava que no lhe importaria assinar por mim." 
Cinza decidiu que provavelmente poderia aprender a como Jos Donohue, depois de tudo. "eu adoraria". 
" um pouco de ti. Devo lhe dizer ao Maggie que esteja aqui. Ela quer que gira sobre si mesmo." " um trabalho formoso que tem feito aqui, Jos. Todos vocs." 
"E vale a pena cada hora da loucura." Deu a sala de um rpido olhar, satisfeito. "vou procurar ao Maggie. Passeia se por acaso quer." deteve-se na porta, voltou-se 
e sorriu. "OH, assegure-se de lhe perguntar a respeito da venda de uma pea ao presidente". 
"O presidente?" Brianna repetir-se. 
"Da Irlanda, carinho. Ofereceu por sua Invicto esta manh." 
"Imagine," Brianna sussurrou enquanto Jos se apressou. "Maggie se conhece que o presidente da Irlanda." 
"Posso-lhes dizer que est dando-se a conhecer em todas partes." 
-Sim, sabia, mas parece que ... " Ela se ps-se a rir, incapaz de descrev-lo. "Que maravilhoso  isto. D haveria sentido muito orgulhoso. E com o Maggie, OH, ela 
deve estar voando. Voc saberia o que se sente, no? A forma em que se apresenta quando algum l seus livros. " 
-Sim, sei. " 
-Deve ser maravilhoso, que ter talento, ter algo que dar que a gente que touca. " 
"Brie". Cinza levantou o final da cerceta suave lanamento. "Como se chama isto?" 
"OH, qualquer pode fazer isso, simplesmente leva tempo. O que quero dizer  arte, algo que perdure." Ela se aproximou de um quadro, um negrito, o azeite de colorido 
de ocupados do Dubln. "Sempre quis ... no  que eu seja invejoso do Maggie. Embora eu estava, um pouco, quando ela foi se estudar em Veneza e fiquei em casa. Mas 
os dois fizemos o que tinha que fazer. E Agora, ela est fazendo algo to importante ". 
"E voc tambm. por que faz isso? "-Perguntou, irritado com ela." por que pensa voc do que faz e o que  como o segundo lugar. Voc pode fazer mais que ningum 
que eu tenha conhecido. " 
Ela sorriu, voltando-se para ele de novo. "Voc ao igual a minha cozinha." 
-Sim, eu gosto de cozinhar. " Ele no me devolveu o sorriso. E sua malha, sua malha, suas flores. A maneira de fazer o aroma do ar, a forma em que meta as esquinas 
das folhas no momento de fazer a cama. Como se pendura a roupa na linha e engomar minha camisa. Faz todas essas coisas, mais, e fazer que tudo parea fcil ". 
"Bom, no se necessita muito para" 
"Faz-o". Lhe retira, seu temperamento rodando de novo sem nenhum motivo podia nomear. "No sabe quanta gente no pode fazer uma casa, ou no lhes importa, que no 
tm nem idia de como cultivar. Preferem atirar o que tm em lugar de cuidar dela. O tempo, as coisas, os meninos ". 
Ele se deteve, surpreso pelo que tinha sado dele, aturdido que tinha estado ali para sair. Quanto tempo tinha sido que ocultar? , perguntou-se. E o que faria falta 
para enterrar outra vez? 
"Cinza". Brianna levou uma mo  bochecha para acalmar, mas ele deu um passo atrs. Nunca havia se considerava vulnervel, ou no em muitos anos a contar. Mas no 
momento se sentia muito perder o equilbrio ao ser meio doido. 
"O que quero dizer  o que faz  importante. No ter que esquecer que. Quero olhar a seu redor." voltou-se bruscamente para a porta lateral da sala e correu atravs. 
"Bom". Maggie interveio do corredor. "Foi uma exploso de interesse." 
"Necessita famlia", murmurou Brianna. 
"Brie, que  um homem feito, no uma nenm." 
"A idade no tira a necessidade.  muito sozinho, Maggie, e nem sequer sabem." 
"No lhe pode tomar em como uma cinza." Inclinar a cabea, Maggie se aproximou mais. Ou pode voc? " 
"No tenho sentimentos para ele. Nunca pensei que eu gostaria de ter estes sentimentos por algum novo." Ela se olhou as mos que lhe tinha agarrado juntos frente 
a ela, deliberadamente se desprende ento. "No, isso no  verdade. No  o que eu sentia pelo Rory". 
"Rory ser condenado." 
"Assim sempre digo." E por isso, Brianna sorriu. "Essa  a famlia." Ela beijou a bochecha do Maggie. -me diga, como se sente ter a compra o presidente de seu trabalho? 
" 
"Enquanto boa seu dinheiro." Ento Maggie jogou atrs a cabea e riu. " como ir  lua e voltar. No posso evit-lo. Concannons Ns simplesmente no so o suficientemente 
sofisticados para tomar essas coisas com calma. OH, quero D ..." 
"Sei." 
"Bom". Maggie respirou fundo. "Tenho-lhes que dizer que o detetive contratado Rogam no encontrou ainda Amanda Dougherty. Est seguindo pistas, o que pode significar". 
"Tantas semanas, Maggie, o gasto". 
-No comece me incomoda a respeito de tomar seu dinheiro para gastos domsticos. Casei-me com um homem rico. " 
"E todo mundo sabe que s queriam sua fortuna." 
"No, eu queria que seu corpo". Lhe piscou os olhos um olho e enganchou seu brao com o da Brianna. E seu amigo Grayson Thane tem una uma mulher no seria desprezvel, 
dei-me conta. " 
"Dei-me conta. 
"H boas, no esqueceu como olhar. Tive uma carta do Lottie." 
"Eu tambm Te importa se ficarem na terceira semana?" 
"Por minha me que podia ficar em casa para o resto de sua vida natural". Ela suspirou ao ver a expresso da Brianna. -Est bem, est bem.  que me alegra que ela 
se est desfrutando, embora no o admitir ". 
"Ela  agradecido, Maggie.  que no  nela para dizer isso." 
"Eu no a preciso diz-lo mais". Maggie lhe ps uma mo sobre seu ventre. "Tenho minha prpria, e faz toda a diferena. Nunca soube que podia sentir com tanta fora 
sobre qualquer pessoa. Logo houve Rogam. depois disso, pensei que nunca poderia sentir com tanta fora sobre algo ou qualquer outra pessoa. E agora, fao-o. Assim 
que talvez entender um pouco como se no o amor, e no queria que o menino que cresce em ti, poderia tio sua vida tanto como amar e querer que pode brilhar. " 
"Ela no me quer, tampouco." 
"O que te faz dizer isso?" 
"Ela me disse." Era uma carga elevada, Brianna descoberto, por no dizer em voz alta. "Dever. Twas direito s, nem sequer a D, a no ser  Igreja.  uma maneira 
fria que entra no mundo". 
No foi a ira Brianna necessita agora, Maggie sabia, e um pouco as costas. Em troca, forma de taa frente a Brianna'S. " sua perda, Brie. No o teu. Nunca teu. 
E para mim, se o direito no se feito, perderam-me." 
"Ele nos amou. D nos amou." 
-Sim, fez-o. E isso foi suficiente. Vem, no se preocupe nele. Levarei-te acima e lhe mostraremos o que estivemos fazendo. " 
Do fundo do corredor, Gray deixou escapar um comprido suspiro. A acstica no edifcio eram muito boas para os segredos que lhes diga. Pensava que entendia agora 
alguns da tristeza que rondava os olhos da Brianna.  curioso que deveriam ter a falta de ateno de uma me em comum. 
No  que a falta lhe perseguia, assegurou-se. Tinha superado faz muito tempo. Tinha deixado o menino assustado, solo por detrs nas habitaes tristes Inicio do 
Simon Memorial Brent para os meninos. 
Mas, quem, pergunta-se, se Rory? E por que se contratou a detetives Rogam em busca de uma mulher chamada Amanda Dougherty? 
Gray tinha encontrado sempre a melhor maneira de encontrar as respostas foi fazer as perguntas. 
"Quem  Rory? 
A questo espetou a Brianna de seu sonho tranqilo como Gray levou facilmente por estradas estreitas e sinuosas longe do Ennistymon. "O que?" 
"No  o que, quem?" Ele agarrou o carro mais perto do bordo como uma carga VW uma curva em seu lado da estrada. 
Provavelmente uma experincia ianque, pensou com um grau superior da autocomplacencia. "Quem  Rory? repetiu. 
"Voc esteve escutando s intrigas pub, verdade? 
Em lugar de lhe advertir apagado, a frescura de sua voz s lhe incitado. -Claro, mas isso no  onde escutei o nome. Voc o mencionou de novo ao Maggie na galeria 
". 
-Ento, escuta-se em uma conversao privada. " 
"Isso  redundante. No  espionagem a menos que seja uma conversao privada." 
Ela se endireitou em seu assento. "No h necessidade de corrigir minha gramtica, obrigado." 
"Essa no foi a gramtica, assim foi ... no importa." Ele o deixou, e ela, guisado de um momento. "Ento, quem era?" 
"E por que  seu negcio?" 
"Est sozinho me faz mais curioso." 
"Ele era um menino que conhecia. Voc est tomando o caminho equivocado." 
"No h caminho equivocado na Irlanda. Leoa as guias.  o que te di?" Lanou um olhar em direo a ela, assentiu com a cabea. -Bom, que responde a isso. O que 
aconteceu? " 
" voc depois de sua posta em um de seus livros?" 
-Talvez. Mas primeiro  pessoal. H-te amas? " 
"Eu o amava. ia casar se com ele." 
Ele se conteve mais que franzir o cenho e golpeando um dedo contra o volante. "por que no?" 
"Porque ele me deixou plantada a dois passados do altar. Isso satisfazer sua curiosidade? 
-No, s me diz que Rory era obviamente um idiota. " No podia deixar a seguinte pergunta, surpreendeu-lhe que quisesse. "Ainda o amo?" 
"Isso seria muito estpido de mim como foi faz dez anos". 
"Mas ainda me di." 
"Ser deixado de lado di", disse escuetamente. "Sendo o objeto de piedade na comunidade di. Pobre Brie, pobre Brie, atirado por duas semanas antes de suas bodas. 
Esquerda com um vestido de noiva e seu enxoval pouco triste, enquanto seu menino escapa a Amrica em lugar de fazer dela uma mulher.  isso suficiente para vocs? 
"Ela trocou para olh-lo." Quer saber se chorei? Eu o fiz. Tenho que esperar que volte? Fiz-o assim ". 
"Pode me dar um golpe se isso te faz sentir melhor". 
"Duvido que o faria." 
"por que se foi?" 
Ela emitiu um som que vem tanto da molstia como a memria. -No sei. Nunca conheci. Isso foi o pior dele. Ele veio para mim e disse que no me quer, no me tm, 
nunca me perdoe pelo que tinha feito. E quando tentei lhe perguntar o que queria dizer, ele me empurrou, atirou-me para baixo. " mos do Gray, apertados na roda. 
"O que?" 
"Ele me tombou ao cho", disse com calma-. "E meu orgulho no me deixou ir atrs dele. Assim que se foi, foi a Amrica." 
"Bastard". 
"Freqentemente pensei o mesmo, mas eu no sei por que me deixou. Assim, depois de um tempo, me deu de presente meu vestido de noiva. Murphy irmana Kate o levava 
o dia que se casou com ela Patrick." 
"No vale a pena a tristeza que levam em seus olhos." 
"Talvez no. Mas o sonho era O que est fazendo.?" 
"Atirando mais. vamos sair aos escarpados." 
"Eu no estou vestida para andar por terrenos irregulares-protest ela, mas ele j estava fora do carro. "Hei os sapatos equivocados, Gray. Posso esperar aqui se 
quer jogar uma olhada." "Quero ver com voc." Atirou a sair do carro, logo a girou entre seus braos. 
"O que est fazendo? Est louco?" 
"No est longe, e pensam em que boas fotos aos turistas agradveis ali vo se levar a casa de ns. Sabe falar francs?" 
"No?" Desconcertado, ela em ngulo para trs para olhar  cara. "por que?" 
"Estava pensando se falava francs, diria-se que estvamos-francs, j sabe. Ento diria primo Fred em Dallas a histria deste casal romntico francs que tinha 
visto perto da costa." Beijou-a ligeiramente antes dela em seus ps perto do bordo de uma ladeira rochosa. 
A gua era a cor dos olhos de hoje, assinalou. Que fresco, verde brumoso que falou dos sonhos. Era bastante claro que ele podia ver os montculos robusta das Ilhas 
de Aram, e um ferry que navegava entre pouco Innismore e o continente. O aroma era fresco, o cu de um azul taciturno que poderiam, e que, a mudana em qualquer 
momento. Os turistas a poucos metros estavam falando em um rico acento texano que lhe fez sorrir. 
" formoso aqui. Tudo. S tem que girar a cabea nesta parte do mundo para ver algo mais impressionante." Deliberadamente, voltou-se para a Brianna. "Absolutamente 
impressionante." 
"Agora estamos tratando de me adular para compensar por entremeter-se em meu negcio." 
"No, eu no o sou. E no terminei indiscretas, e eu gosto de fazer alavanca, assim seria hipcrita para pedir desculpas. Quem  Amanda Dougherty, e por que  Rogam 
em busca dela? " 
Choque iluminavam sua cara, sua boca tremia tinha aberto e fechado. "Voc  o mais grosseiro dos homens." 
"Eu sei todo isso j. me diga algo que eu no sei." 
"vou voltar." Mas quando se voltou, ele simplesmente tirou do brao. 
"Eu te levarei de volta em um minuto. Voc vai romper o tornozelo nos sapatos. Especialmente se for a volante". 
"No volante como voc o ps com cores muito vivas. E isto no  teu assunto ..." Ela calou, deixou escapar um bufo de ar. "por que perco o tempo que lhe diz que 
 de sua incumbncia?" 
"No tenho a menor ideia." 
Seu olhar se reduziu no rosto. Bland foi o que era, assinalou. E teimoso como duas mulas. "S seguiremos golpeando para mim at que eu te diga." 
"Agora est comeando a impor-se." Mas no o fez sorrir. Em seu lugar, escondido uma mecha de cabelo que ondeava na cara. Seus olhos eram intensos, inquebrvel. 
"Isso  o que se preocupa.  o que se preocupa." 
"No  nada o entenderia". 
"Voc se surpreenderia do que eu entendo. Aqui, senhor." Guiou-a a uma rocha, impulsionou-a para baixo, logo se sentou a seu lado. "me conte um conto. Vem mais fcil 
dessa maneira." 
Possivelmente sim. E talvez seria ajudar a esta pesadez em seu corao o dizem tudo. "Faz anos, havia uma mulher que tinha uma voz como um anjo, ou isso dizem. E 
a ambio de us-lo para deixar seu rastro. Estava descontente com sua vida como filha de um hospedeiro e se foi de itinerancia, emprestando seu caminho com uma 
cano. Um dia voltou, pois sua me estava doente e ela era uma filha obediente, se no um amor uma. Ela cantava no bar do povo para seu prazer e o prazer do patro, 
e umas quantas libras. Foi ali onde conheceu um homem. " 
Brianna olhou por volta do mar como se imaginava a seu pai Ao ver sua me, para ouvir sua voz. 
"Algo quente brilhou entre eles. Poderia ter sido amor, mas no a classe duradoura. Entretanto, no o fizeram, ou no pde resistir. E assim, em pouco tempo, encontrou-se 
com o menino. A Igreja, sua educao , e suas prprias crenas no lhe deixou outra opo que casar-se, e abandonar o sonho que tinha tido. Ela nunca foi feliz depois 
disso, e no havia suficiente compaixo nela para faz-la feliz marido. Pouco depois do primeiro filho, concebeu outro. No por esse brilho de algo quente nesta 
ocasio, mas sim por um frio sentido do dever. E que o imposto satisfeito, ela se negou a seu marido sua cama e seu corpo. " 
Era seu suspiro que havia Cinza chegar, cobrindo a mo com a sua. Mas ele no falou. Ainda no. 
"Um dia, em algum lugar perto do rio Shannon, reuniu-se com outro. No era o amor existe, um amor profundo, permanente. Qualquer que seja seu pecado, o amor era 
maior. Mas ele tinha uma esposa, que v, e duas filhas pequenas. E , e a mulher que o amava, sabia que no havia futuro para eles. Assim que o deixou, voltou para 
a Amrica, lhe escreveu trs cartas, cartas encantadora cheia de amor e compreenso. E no terceiro lhe disse que ela levava a seu filho. Ela se ia, disse, e ele 
no se preocupasse, porque estava feliz de ter uma parte dele dentro de seu crescimento ". 
Um pssaro de mar chamado, assinalou ao olhar acima. Ela o viu asa parado frente ao horizonte antes de continuar sua histria. "Nunca lhe escreveu de novo, e ele 
nunca a esqueceu. 
Essas lembranas podem ter o consolou com o frio de seu matrimnio obediente e todos os anos de vazio. Acredito que fizeram, porque era seu nome, disse antes de 
morrer. Ele disse Amanda enquanto olhava por volta do mar. E depois de toda uma vida as letras foram escritas, uma de suas filhas os encontraram, escondido no desvo 
onde tinha guardado os atou em uma descolorida cinta vermelha ". 
Ela passou ao Gray. "No h nada que possa fazer, seu v, dar marcha atrs ao relgio, a fazer uma dessas vistas melhor do que poderia ter sido. Mas no uma mulher 
que era to querido merecem saber que ela alguma vez se esqueceu? E hasn ' t o menino dessa mulher, e que o homem, um direito a conhecer seu prprio sangue? " 
"Pode fazer machuco a voc mais para encontr-los." Olhou a suas mos unidas. "O passado tem muitas armadilhas desagradveis.  um lao tnue, Brianna, entre voc 
e seu filho da Amanda. Mais fortes se rompem todos os dias." 
"Meu pai amava", disse simplesmente. "O menino deu a luz seja um familiar. No h nada mais que fazer a no ser olhar." 
"No para voc", murmurou enquanto seus olhos percorreram seu rosto. No era a fora que se mescla com a tristeza. "Deixa que te ajude." 
"Como?" 
"Conheo muita gente. Encontrar a algum em sua maioria da investigao, a etiqueta do telefone, conexes". 
"Rogam contratado a um detetive de Nova Iorque". 
"Esse  um bom comeo. Se no se acender algo logo, lhe vou tratar? Levantou uma sobrancelha. "No diga que  algo de mim." 
-Muito bem no o farei, embora seja. " levou-se as mos juntas  bochecha. "Estava zangado com voc para que me empurra a dizer. Mas lhe ajudou." Ela inclinou a 
cara para a sua. -Voc sabia que o faria. " 
"Sou por natureza entremetida". "Voc , sim. Mas voc sabia que ia ajudar." 
"Pelo general o faz." levantou-se, agarrou seu da rocha. " hora de voltar. Estou preparado para trabalhar". 
Captulo XI 
A cadeia da histria se manteve em torno de sua garganta cinza encadeado a seu escritrio durante dias. A curiosidade fez girar a chave na fechadura de vez em qualidade 
de convidados entravam e saam da casa. 
Tinha-o tido a si mesmo, ou quase tantas semanas, pensava que poderia encontrar o rudo e a vibrao molesta. Em seu lugar, foi acolhedor, como a prpria estalagem, 
colorido, como as flores que comeavam a florescer no jardim da Brianna, brilhante como os primeiros dias preciosos da primavera. 
Ao ver que no saa de seu quarto, ele sempre encontrava uma bandeja diante de sua porta. E quando o fez, houve uma comida e alguma empresa nova na sala. A maioria 
ficou s uma noite, o que lhe convinha. Gray tinha preferido sempre contatos rpida, sem complicaes. 
Mas uma tarde se veio abaixo, o estmago rudos e seguimento da Brianna ao jardim dianteiro. 
"Estamos vazio?" 
Ela olhou por debaixo da asa de seu chapu de jardim. "Por um dia ou dois, sim. Est preparado para uma comida?" 
"Pode-se esperar at que tenha terminado. O que est fazendo ali?" 
"Plantar. Quero pensamentos aqui. Seus rostos sempre se vem to arrogante e petulante". Ela se sentou sobre os tales. "escutaste o chamado de bonito, Grayson? 
"Um relgio?" 
"No" Ela riu e aplaudiu com ternura a terra ao redor das razes. "ouvi a chamada de cuco quando caminhava com Com esta madrugada, por isso vamos ter bom tempo. 
E houve dois conversando urracas, o que significa prosperidade de maneira natural." inclinou-se de novo a seu trabalho. "Assim, talvez outro dos convidados se encontra 
seu caminho." 
"Supersticioso, Brianna. Surpreende-me voc." 
"No vejo por que. Ah, a est o telefone agora. Uma reserva." 
"vou conseguir o." Quando estava j de p, deu-lhe uma surra com o telefone do salo. "Blackthorn Cottage. Arlene? Sim, sou eu. Como vai tudo, formosa?" 
Com o cenho franzido fracos ao redor de sua boca, Brianna estava na porta e se limpou as mos no trapo que tinha escondido em sua cintura. 
"Qualquer lugar penduro meu chapu", disse em resposta a sua pergunta de se se sentia como em casa na Irlanda. Ao ver a Brianna comear a retroceder e desaparecer 
da sala, tendeu-lhe uma mo no convite. "O que se sente em Nova Iorque?" Observou Brianna duvide, passo adiante. Cinza vinculados com os dedos com os dela e comeou 
a roar os ndulos. -No, no esqueci que ia vir. No pensei muito. Se o esprito que me mover, meu amor. " 
Embora Brianna atirou da mo e franziu o cenho, ele s sorriu e manteve sua firme aderncia. 
-Me alegro de ouvir isso. Qual  o trato? Fez uma pausa, escutando e sonriendo aos olhos da Brianna. "Isso  generoso, 
Arlene, mas j sabe como me sinto a respeito dos compromissos a longo prazo. Quero que um de uma vez, igual a sempre. " 
Enquanto escutava, fazia sons pouco de acordo, cantarola de interesse, e talhado de sua descida  boneca da Brianna. No o fez seu ego nenhum machuco a tomar o pulso 
lutando. 
"Sonha mas bem a mim. Claro, empurrar aos britnicos um pouco mais se voc acreditar que pode. No, no vi o Teme de Londres. Srio? Bom, isso  til, no? No, 
eu m no ser um sabicho.  muito bom. Obrigado. I-o que? Um fax? aqui? " Ele riu, inclinou-se para diante, e lhe deu um beijo rpido Brianna, amvel na boca. "Bendito 
seja, Arlene. No, s o enviar por correio, meu ego pode esperar. Graas a ti, formosa. Estarei em contato". 
Ele se despediu e pendurou com a mo Brianna ainda apertava entre as suas. 
Quando falou, o frio em sua voz mais baixa a temperatura da sala por dez graus. "No crie que  de m educao que se paquera com uma mulher no telefone e beijando 
a outra? " 
Sua expresso j satisfao iluminou. "Jealous, carinho?" 
" obvio que no." 
"S um pouco." O tomou a outra parte antes de que pudesse escapar e levou tanto aos lbios. "Isso sim que  progresso. Quase eu gosto de lhe dizer que era meu agente. 
Meu agente muito casados, que embora caro a meu corao e minha caderneta de depsitos  de vinte anos maior que eu, e a orgulhosa av de trs." 
"OH." Odiava a sentir parvo quase tanto como odiava a sentir cimes. -Suponho que quer que a farinha de agora ". 
"Pela primeira vez, a comida  a ltima coisa em minha mente." O que havia nela era muito claro em seus olhos enquanto atirava para si. "V-te muito lindo com esse 
chapu." Voltou a cabea bem a tempo para evitar sua boca. Seus lbios s roando sua bochecha. "Foi uma boa notcia ento, sua vocao? 
-Muito bem. Meu editor gostado dos captulos da amostra que lhes enviei faz um par de semanas e faz uma oferta ". 
"Isso est bem." Parecia fome suficiente para ela, a maneira em que estava mordiscando a orelha. -Suponho que pensei que lhe vendeu os livros antes de que voc as 
escreveu, como um contrato. " 
"Eu no fao mltiplos. Faz-me sentir enjaulado pulg" Tanto  assim acabava de cumprir por uma espetacular oferta por trs novelas projetada. "Ocupamo-nos de um 
em um, e com o Arlene em meu rinco, tratamos muito bem." 
Um calor se estendia no estmago como se abriu aconteo lento pelo pescoo. "Cinco milhes de voc me disse. No me posso imaginar tanto." 
"No esta vez." Ele navegou at a mandbula. "Arlene forte eles armados at seis ponto cinco." 
Assombrada, tornou-se para trs. "Million? Dlares americanos?" 
"Sonha como bilhetes do jogo Monoplio, no?" Ele riu entre dentes. "Ela no est satisfeito com os britnicos oferecem-y desde meu livro atual  estvel no nmero 
um no Teme de Londres, que est espremendo um pouco". Distradamente o atalho pela cintura, apertou os lbios  frente, a tmpora. "Piquetes ponto se abre em Nova 
Iorque o ms que vem". 
"Abre uma?" 
"Mmm. O filme. Arlene pensei que gostaria de ir  estria." 
"Por seu prprio filme. Deve faz-lo." 
"No h mostos. Parece que nada novo. Flashback agora. " 
Seus lbios se burlavam da esquina de sua boca e sua respirao comeou a gancho. "Flashback? 
"O livro que estou trabalhando.  a nica que importa." Entrecerr os olhos, perda de foco. "Ele tem que encontrar o livro. Mierda, como senti falta disso?  tudo." 
tornou-se para trs, passou a mo pelo cabelo. "Uma vez que se encontre, que no ter outra opo, verdade? Isso  o que faz que seja pessoal." 
Cada terminao nervosa em seu corpo estava cantarolando o rastro de seus lbios. "O que est falando? Que livro?" 
"Jornal do Deliah. Isso  o que vincula acontecido e presente. No haver afastar-se depois de que ele o l. Ter a" Gray negou com a cabea, como um homem que vem 
a cabo, ou entrando em um transe. "Tenho que ir trabalhar." 
Era metade da escada, e o corao da Brianna ainda pulsava com fora com voz surda. "Grayson? 
"O que?" 
Ele j estava empapado em seu prprio mundo, assinalou, esmigalhado entre a diverso e a irritao. Esse brilho foi impaciente nos olhos, os olhos se duvidava inclusive 
de v-la. "No quer um pouco de comida?" 
"Deixe uma bandeja quando se tem uma oportunidade. Obrigado." 
E partiu. 
Bom. Brianna estabelecer as mos nos quadris e as arrumou para rir de si mesmo. O homem tinha tudo, mas a seduziu em um atoleiro, e nem sequer sabem. partiu com 
o Deliah e seu jornal, o assassinato e o caos, deixando a seu sistema de relojoaria, como um relgio overwound. Para o melhor, ela mesma assegurou. Tudo o que beijar 
a mo e mordiscando tinha debilitado ela. E foi uma tolice, no  assim, para ir mais fraco a um homem que se teria ido de sua casa e seu pas como por descuido 
como tinha desaparecido de sua sala. 
Mas, OH, pensou enquanto se dirigia  cozinha, que a fazia perguntar-se como seria. O que seria como ter toda essa energia, toda essa ateno, todos os que a habilidade 
se centrou s em seu. Inclusive para um curto perodo de tempo. Inclusive para uma s noite. 
Ela sabia, no o faria, o que se sente ao dar prazer a um homem? E para tomar. A solido pode ser amargo, mas o momento pode ser doce. 
Poder. Muito mights muitos, advertiu a si mesmo e fixa cinza um bom prato de cordeiro frio e croquetes de queijo. Ela o levou acima, ao ter em sua habitao sem 
falar. 
Ele no a reconhece, nem ela o esperava agora. No quando estava por cima de seu hulked pequena mquina, com os olhos entrecerrados, sua carreira dedos. Fez-o grunhido 
quando ela serve o ch e estabelecer uma taa a seu lado. 
Quando ela se surpreendeu sonriendo, o controle de um impulso de correr a mo por que formosa de oro na ponta do cabelo, ela decidiu que era um muito bom momento 
para caminhar por cima do Murphy e lhe pergunto sobre a fixao de seu carro. 
O exerccio ajudou a resolver essas estremecimentos nervosos ltima de necessidade. Era sua poca do ano, a primavera, quando os pssaros chamados, as flores floresciam, 
e as colinas to verdes brilhavam seu doa a garganta a olh-los. 
A luz era dourada, o ar to claro que podia ouvir o putt-putt de trator do Murphy dois campos mais. Seduzido pelo dia, ela o golpeou com a cesta que levava e cantou 
a si mesmo. Enquanto subia mais de um muro deso de pedra, sorriu no potro magras patas que cuidou com avidez, enquanto que sua me recortada grama. Passou um momento 
de admirao, outro poucas carcias tanto da me e o beb antes de ir adiante. 
Possivelmente ela a p at o Maggie depois de ver o Murphy, pensou. Era s questo de semanas antes de que o beb ia nascer. Algum tinha que atendem um pomar do 
Maggie, fazer um pouco de lavagem. 
Rendo, deteve-se, agachando-se quando correu Com todo o campo para ela. 
"Lembra-se a agricultura, verdade? Ou s caando coelhos. No, 'tisn't para voc, "ela disse, enganchando a cesta superior como o co farejou ao redor dele." Mas 
tenho um osso fino em casa esperando. "Audincia granizo do Murphy, endireitou-se, agitou o brao em sinal de saudao. 
Fechou seu trator e saltou ao caminhar sobre a terra recm removida. 
"Um bom dia para semear." 
"Os melhores", ele esteve de acordo e olhou a cesta. "O que tem a, Brie? 
"O suborno". 
"OH, eu sou de coisas mais fortes que isso." 
"Bolacha". 
Fechou os olhos e deu um suspiro exagerado. "Eu sou seu homem." 
"Isso ". Mas se manteve a cesta tentadoramente fora de alcance. - meu carro novo, Murphy ". 
Agora, seu olhar era de dor. "Brianna, carinho,  o momento para o velrio ali. Passado o tempo. " 
"No se pode simplesmente jogar uma olhada?" 
Ele a olhou, logo  cesta. "Toda a bolacha?" 
"Cada migalha". 
"Feito". Tomou a cesta, p-la no assento do trator. 
-Mas lhe advirto isso, ter uma nova antes do vero ". 
"Se o fizer, fao-o. Mas hei meu corao posto no estufa, assim que o carro tem que durar um poquito mais largo. Teve tempo de ver meus desenhos para o estufa, Murphy?" 
"Eu o fiz. Podia fazer." Aproveitando a pausa, tirou um cigarro, acendeu-o. "Fiz alguns ajustes." 
"Voc  um homem querido, Murphy". Sonriendo, beijou-lhe na bochecha. 
"Assim que todas as senhoras me diga isso." Atirou de um cacho do cabelo solto. "E qual seria seu puxo que se se encontrou com que eu adoro em meu prprio campo?" 
"No  meu ianque." Ela deu um viraje Murphy s levantou uma sobrancelha negro. "Voc gosta, no?" 
- difcil que no gosta.  que se preocupa, Brianna? " 
"Talvez um pouco." Suspirou, deu por vencido. No havia nada em seu corao e a mente no podia dizer-lhe ao Murphy. "Um monto. Cuido dele. No estou seguro do 
que fazer a respeito, mas cuidar dele, tanto.  diferente que inclusive foi com o Rory." 
 meno do nome, Murphy franziu o cenho e olhou a ponta de seu cigarro. "No vale a pena do Rory um s pensamento em sua cabea." 
"No passar tempo pensando nele. Mas agora, com o Gray, que a traz de novo, j v. Murphy ... se ir, j sabe. Como Rory esquerda. "Ela apartou o olhar. Podia dizer, 
Brianna pensamento, mas no podia fazer frente  simpatia nos olhos do Murphy quando o fez." Trato de entender que, para aceit-lo. Digo-me que ser mais fcil pelo 
menos vou ou seja por que. Sem saber, toda minha vida com o Rory, o que faltava em mim " 
"No h nada falta em ti", disse Murphy breve. "Pr a um lado." 
"Hei. Eu o fiz, ou quase. Mas eu ..." Afligido, deu-se a volta para olhar ao longo das colinas. "Mas o que est em mim, ou no em mim, que envia um homem longe? 
 pedir muito dele, ou no o suficiente? H uma frieza em mim que eles se congela? 
"No h nada frio sobre voc. Deixe de culpar-se a si mesmo que outra pessoa a crueldade". "Mas eu s tenho que perguntar. Dez anos, que foi. E esta  a primeira 
vez desde que me hei sentido nenhuma agitao. Assusta-me porque no sei como vou viver atravs da angstia de novo. No  Rory, sei, e entretanto " 
-No, no  Rory ". Furioso por v-la to perdida, to infeliz, Murphy atirou seu cigarro e o moa a cabo. "Rory era um parvo que no podia ver o que tinha, e queria 
acreditar tudo o que encontre que ouvia. Voc deve dar graas a Deus se foi." 
"O que h?" 
O calor se moveu nos olhos do Murphy, logo se esfria. "O que seja. Emaciacin do dia, Brie. Virei olhada a seu carro amanh." 
"O que h?" Ps uma mo sobre seu brao. Houve um leve zumbido em seus ouvidos, uma mo dura em seu ventre. "O que sabe voc sobre isso, Murphy, que no me h dito?" 
"O que ia eu ou seja? Rory e eu nunca foram casal." 
-No, no,-disse lentamente. "Nunca te gostou. Estava ciumento, que era, porque estvamos perto. No podia ver que era como ter um irmo. No podia ver isso", continuou, 
olhando atentamente Murphy. "E uma vez ou duas vezes discutimos sobre ele, e ele me disse como estava muito livre de beijos quando se tratava de voc." 
Algo piscava sobre a cara do Murphy antes de que seja reviso. -Bom, no te disse que era um parvo? " 
"H dito algo a ele a respeito? Disse-te algo a voc?" Esperou, pois o frio que estava crescendo em sua difuso corao e envolta ela. "Voc me dir, Por Deus quer. 
Tenho direito. Chorei meu corao ao longo dele, eu sofria dos olhares compassivos de todas as pessoas que eu conhecia. Vi sua irm casar-se no vestido que tinha 
feito com minhas prprias mos para ser uma noiva. Durante dez anos houve um vazio em mim. " 
"Brianna." 
"Voc me dir." Rgido, preparava-se, ela o enfrentou. "Porque eu vejo que temos a resposta. Se voc for meu amigo, me vais contar." 
"Isso tisn't justo". 
" para mim mesmo duvidando de todo este tempo nenhuma mais justo?" 
"Eu no quero te fazer danifico, Brianna." Brandamente tocou uma mo  bochecha. "Cortei-me o brao antes." 
"Vou ou seja aduela menos." 
-Talvez. Talvez. " Ele no podia saber, nunca tinha conhecido. "Maggie e eu pensamento " 
"Maggie?" que foraram a entrada, aturdido. "Maggie sabe to bem?" 
OH, era nele agora, deu-se conta. E no havia maneira de sair sem afund-la sorte deles. "Seu amor por ti  to feroz, Brianna. Ela faria algo para proteg-lo." 
"E te direi o que hei dito a ela, uma e outra vez. Eu no necessito amparo. me diga o que sabe." 
Dez anos, pensou, era muito tempo para que um homem de bem para manter um segredo. Dez anos, pensou, era mais larga ainda de uma mulher inocente a celebrar a culpa. 
"Veio depois de mim um dia enquanto eu estava aqui, trabalhando no campo. Ele foi para mim, de repente, pareceu-lhe para mim. E no estar apaixonada por ele, fui 
para ele tambm. No se pode dizer meu corao estava nele muito at que me disse o que fez. Disse que tinha sido ... comigo. " 
O vergonha ainda, e por debaixo da vergonha, descobriu que no ficava raiva com arestas vivas que nunca tinha debilitado com o tempo. 
"Disse que tinha posto em ridculo a ele a suas costas e ele no me casaria com uma rameira. Ensangentada que seu rosto para isso", disse Murphy com sanha, com 
o punho duro de curling na memria. "No sinto por ele. Eu poderia ter quebrado os ossos tambm, mas ele me disse que tinha ouvido de lbios de sua me. Que lhe 
tinha contado que tinha estado comigo saem ilegalmente, e poderia inclusive estar levando a meu filho. " 
Estava morta plida agora, seu corao rangente com gelo. "Minha me me disse isto a ele?" 
"Ela disse-ela no podia, em conscincia, deixar que te case na igreja quando tinha pecado comigo." "Ela sabia que no tinha", sussurrou Brie. "Ela sabia que no 
tinha". 
"Suas razes para acreditar nela, ou diz-lo, so os seus. Maggie veio quando me estava limpando, e eu lhe disse antes de que pudesse pensar melhor dela. Ao princpio 
pensei que iria fazer frente a Maeve com ela os punhos, e que tinha que agentar ali at que ela se acalmou um pouco. Falamos, e estava pensando Maggie que Maeve 
fazia para mant-lo em casa. " 
OH, sim, Brianna pensamento. Na casa, que nunca tinha sido uma casa. "Quando eu havia lhe tendem, e a casa, e D." 
"No sabamos o que fazer, Brianna. Juro-te que te tivesse miservel longe do altar meself se tivesse ido por diante e tratou de casar-se com essa cobra bastarda 
de ventre. Entretanto, deixou ao dia seguinte, e que estavam prejudicando assim. No tive o corao, nem Maggie, a dizer o que havia dito. " 
"No tinha o corao." Ela apertou os lbios. "O que no tinha, Murphy, voc nem ao Maggie,  o direito a evitar que se eu. Voc no tem direito mais que minha me 
fez para dizer essas coisas." 
"Brianna." 
Ela jogou para trs antes de que pudesse toc-la. -No, no. No posso falar contigo agora. No posso falar com voc. " voltou-se e saiu correndo. 
Ela no chorou. As lgrimas se congelaram na garganta, e ela se negou a deixar que se derreta. Correu pelo campo, sem ver nada agora, nada mais que a bruma do que 
tinha sido. Ou o que tinha sido quase. Todos inocncia tinha sido destroado agora. Todas as iluses esmagado ao p. Sua vida era mentira. Concebido neles, criados 
neles, alimentado com eles. 
Para quando chegaram  casa, seu flego estava soluando em seus pulmes. Ela se deteve, fisting suas mos com fora at suas unhas se cravaram na carne. 
Os pssaros ainda cantava, e a oferta que havia flores jovens se plantou seguiu danando com a brisa. Mas j no a tocou. via-se como a tinha visto, consternados 
e horrorizados como havia sentido a greve do Rory emano ao cho. Todos estes anos depois, podia visualizar perfeitamente, o desconcerto que havia sentido como ela 
tinha cuidadoso para ele, a ira e desgosto em seu rosto antes de que ele se voltou e a deixou ali. 
Ela tinha sido marcado como uma puta, que tinha? Por sua prpria me. Pelo homem que ela tinha amado. Que brincadeira fina que era, quando ela nunca havia sentido 
o peso de um homem. 
Muito silenciosamente, abriu a porta, fechou-a detrs dela. 
Assim que seu destino tinha sido decidido por ela naquela manh de faz muito tempo. Bom, agora, este mesmo dia, tomava seu destino em suas prprias mos. 
Deliberadamente caminhava pelas escadas, abriu a porta do Gray. Fechado com fora a suas costas. "Grayson? 
"N?" 
"Quer?" 
"claro que sim. Mais tarde". Elevou a cabea, seus olhos frgeis se centrou s a metade. "O que? O que h dito?" 
"Quer?" , repetiu. Sua coluna vertebral era to rgida como a questo. "Voc h dito que voc fez, e atuou como o fez." 
"I. .." Fez um intento valente a si mesmo sair da imaginao em realidade. Estava plida como o gelo, assinalou, e seus olhos brilhavam com o frio. E, assinalou, 
ferido. "Brianna, o que est passando?" 
"Uma simples pergunta. Eu lhe agradeo uma resposta." 
" obvio que voc deseja. Qual  o-que demnios est fazendo?" Estava fora da cadeira como um tiro, e se abriam quando comeou a desaboto-la blusa rapidamente. 
"J basta. Maldita seja, deixa isso agora." 
"Voc h dito que me quer. Voc o complacente." 
"Disse-me que parar". Em trs pernadas foi a ela, aproveitando de sua blusa juntos. "O que te passa? O que passou?" 
"Isso  nem aqui nem l." Ela podia sentir comeo a tremer e lutou de novo. "estiveram tratando de me persuadir  cama, agora estou preparado para ir. Se voc no 
pode gastar tanto tempo, s diga-o. "Seus olhos se acendeu." Estou acostumado a ser posto fora. " 
"No  uma questo de tempo" 
-Bom, ento. Ela se separou a descer da cama. "Prefere as cortinas abertas ou fechadas? No tenho nenhuma preferncia". 
"Deixa as cortinas estpido." A forma elegante dobrou os lenis fez o que sempre fez. fez-se seu n no estmago em um punho escorregadio da luxria. "No vamos 
fazer isto". 
"Voc no me quer, ento. Quando se endireitou a blusa aberta trocado, lhe dando um olhar tentador da pele plida e branca de algodo limpo. 
"Est-me matando", murmurou. 
-Muito bem. Te vou deixar morrer em paz. " Cabea alta, dirigiu-se para a porta. limitou-se a um golpe emano nela para mant-la fechada. 
"No vamos a nenhuma parte at que me diga o que est passando." 
-Nada, parece, ao menos com voc. " Ela se apertou contra a porta, esquecendo-se de agora a respirar lentamente, em forma casal, para manter a dor dilaceradora de 
sua voz. "Certamente h um homem em algum lugar que poderia dedicar um momento ou dois para me dar um queda". 
Ensinou os dentes. "Est-me mijando fora". 
"OH, bom, isso  uma lstima. Fao peo perdo.  o sinto lhe haver incomodado.  s que pensei que tinha querido dizer o que havia dito. Esse  meu problema, j 
v," murmurou como brilhavam lgrimas em seus olhos. "Sempre acreditar". 
Teria que controlar as lgrimas, deu-se conta, e a emocional picada que estava apanhado, sem toc-la. "O que aconteceu?" 
"Inteirei-me". Seus olhos no eram frios agora, mas devastado e se desesperada. "Inteirei-me de que nunca houve um homem que me amava. Verdade  que no me amava 
nunca. E que minha prpria me mentiu, mentiu com dio, para lhe tirar sequer isso pequena possibilidade da felicidade. Lhe disse que tinha dormido com o Murphy. 
Lhe disse que, e que eu poderia estar com um menino. Como ia casar comigo acreditar isso? Como se poderia acreditar me amar? " 
"Espera um minuto". Fez uma pausa, esperando a seu rpida impreciso das palavras para registrar-se. "Est dizendo que sua me lhe disse o tipo que vai se casar, 
esta Rory, que tinha estado tendo relaes sexuais com o Murphy, poderia estar grvida?" 
"Lhe disse que para que eu no podia escapar a esta casa." Inclinada a cabea para trs, fechou os olhos. "Esta casa como o era ento. E ele acreditou. Acreditava 
que poderia ter feito que, em sua opinio para que nunca me perguntou se era certo. S me disse que no me tm, e se foi. E tudo isto Maggie tempo e Murphy conheceram, 
e o manteve de mim. " 
Pisa com cuidado, prprio Gray advertiu. areias movedias emocionais. "Olhe, estou no exterior que aqui, e eu diria que, ao ser um observador profissional, que sua 
irm e Murphy manteve a boca fechada para no danificar mais do que j eram." 
"foi minha vida, no? Sabe voc o que  no saber por que no lhe querem, ir pela vida sabendo que s no o eram, mas alguma vez por que?" 
Sim, sabia, exatamente. Mas ele no acreditava que fora a resposta que queria. "No te merece. Isso deveria lhe dar alguma satisfao." 
" que no. Agora no. Pensei que me ensinava." Deu um passo atrs com cautela como a respirao obstruda em seus pulmes. Uma formosa mulher, que havia, do primeiro 
instante, agitou seu sangue. Inocencio. Oferenda. "Voc est incomodo-consigui em uma voz tensa. "No pensar com claridade. E por muito que me di, h regras." 
"No quero desculpas." 
"Quer um substituto." A violncia rpida da declarao surpreendeu a ambos. No se tinha dado conta de que pouco se havia germe na cabea. Entretanto, criticou  
medida que crescia. "No sou um maldito substituto de alguns quejumbrosos, idiota boneco de pano de corao que lhe lanou faz mais de uma dcada. Ontem uma mierda. 
Bom, bem-vindo  realidade. Quando tomo uma mulher  cama, ela vai estar pensando em mim. S eu. " 
De que cor o pouco que se filtrou de novo em suas bochechas drenado. "Sinto muito. Eu no quis dizer isso certo, no significa que ao parecer assim." 
"Isso  exatamente o que parece, porque isso  exatamente o que . lhe controle-lhe ordenou, mortal medo de que ela comeava a chorar de novo. "Quando a averiguar 
o que quer, que me faa saber." 
"Eu s ... Eu precisava sentir como se algo, voc, eu queria. Pensei-tena a esperana de ter algo para recordar. S uma vez, para saber o que se sentia ao ser meio 
doido por um homem que eu cuidei . " A cor voltou, a humilhao montar suas bochechas como Gray olhou fixamente. -No importa. Sinto muito. Sinto-o muito. " 
Ela abriu a porta e fugiu. 
Ela o sentia, Gray pensamento, o olhar fixo no espao onde tinha estado. Podia ver todos menos vibrar o ar em sua esteira. 
Muito bem, amigo, pensou com desgosto quando comeou a passear-se pela habitao. Bom trabalho. Sempre faz que algum se sente melhor quando lhes tirar quando esto 
abaixo. 
Mas maldita seja, maldita seja, que tinha feito sentir exatamente como lhe havia dito. Um substituto conveniente para alguns o amor perdido. sentia-se miservel 
por ela, frente a esse tipo de traio, esse tipo de rechao. No havia nada que se entendem melhor. Mas ele se remendou, no? O mesmo ocorreria com ela. 
Ela tivesse querido ser meio doido. Havia s precisava ser acalmado. Cabea forte, que espreitava  janela e as costas. Ela tivesse querido ele, um pouco de simpatia, 
um pouco de compreenso. um pouco de sexo. E ele havia a subtraiu importncia. 
Ao igual ao sempre popular Rory. 
O que se supunha que devia fazer? Como podia ter levado a cama quando tudo o que di e o medo e a confuso tinha sido brilhante a seu redor? No necessitava as complicaes 
de outras pessoas. 
Ele no os queria. 
Queria que ela. 
Em um juramento que apoiou a cabea contra o cristal da janela. Podia caminhar longe. Ele nunca tinha tido problemas para caminhar longe. S sentar-se de novo, retomar 
o fio de sua histria, e inundar-se nela. 
Ou ... ou tentar algo que poderia desativar a frustrao no ar para os dois. O segundo impulso era mais atrativo, muito mais atrativa, se muito mais perigoso. A 
rota segura era para os covardes, disse-se. Agarrando suas chaves, as escadas e caminhou fora da casa. 
Captulo Doze 
Se havia uma coisa cinza sabia como faz-lo com estilo, que se criou cenas. Duas horas depois de que ele tinha deixado Blackthorn Cottage, estava de retorno em sua 
habitao e pr o toque final aos detalhes. No acreditava que passado o primeiro passo. s vezes era mais prudente-certamente-no mais seguro a refletir sobre como 
poderia desenvolv-la cena ou o fechamento do captulo. 
depois de um ltimo olhar a seu redor, assentiu com a cabea, e logo baixou a encontr-la. 
"Brianna." 
Ela no se voltou do lavabo onde foi minuciosamente gelar uma torta de chocolate. Ela estava mais tranqila agora, mas no menos envergonhar-se de seu comportamento. 
Ela se tinha estremecido mais de uma vez nas ltimas duas horas sobre o caminho que tinha arrojado sobre ele. 
Arrojado a si mesmo, lembrou-se de novo, e no sido capturado. 
-Sim, O jantar est preparado ", disse com calma-. "Qu-lo aqui?" 
"Necessito que venha acima. 
-Muito bem, ento. Seu alvio de que ele no pediu uma comida agradvel na cozinha foi tremendo. "Eu s vou preparar uma bandeja para voc." 
"No" Ele ps uma mo no ombro, sentia-se incmodo quando lhe endurece os msculos. "Necessito que venha acima. 
Bom, ela teria que enfrentar-se a ele cedo ou tarde. Com cuidado, secando-as mos no avental, voltou-se. Ela leu nada no rosto da condenao, ou a clera da que 
tinha lanceado a seu anterior. No serve de nada. "H algum problema?" 
"Sobe, logo me diz." 
-Est bem. " Ela seguiu detrs dele. Deveria pedir desculpas outra vez? Ela no estava segura. Talvez seria melhor simplesmente fingir que nada havia dito. Ela deu 
um pequeno suspiro enquanto se aproximavam de sua habitao. OH, ela esperava que no foi a instalao de encanamentos. O gasto neste momento seria ... 
esqueceu-se de cobertura de chumbo como ela entrou. esqueceu-se de tudo. 
Havia velas estabelecidos em todas partes, a suave luz de streaming como o ouro fundido contra o crepsculo cinza da habitao. Flores se derramou de uma meia dzia 
de copos, tulipas e rosas, fresias e lils. Em um cubo de prata descansava uma garrafa de champanha gelado, ainda com cortia. Msica veio de alguma parte. Harpa 
msica. Ela o olhou, desconcertado, no estreo porttil em seu escritrio. 
"Eu gosto das cortinas abertas", disse. 
Ela cruzou as mos sob o avental no que s ela se precavesse de que tremia. "por que?" 
"Porque nunca se sabe quando se pode agarrar um raio de lua." 
Seus lbios curvados, muito ligeiramente no pensamento. "No, quero dizer por que tem feito tudo isto?" 
"Para te fazer sorrir. Para lhe dar tempo para decidir se for o que realmente quer. Para ajudar a persuadir a voc que o ." 
-foste a tantos problemas. " Seus olhos desnatada para a cama, e rapidamente, com nervosismo no vaso de rosas. "No tinha que faz-lo. Fiz sentir-se agradecido. 
"Por favor. No seja um idiota.  sua eleio. "Mas se transladou a ela, tomou o primeiro pin de seus cabelos, atirou-a a um lado." Quer que lhe mostre o muito que 
te quero? " 
"I___" 
"Acredito que deveria mostrar, pelo menos um pouco." Tirou outro alfinete, um terceiro, ento simplesmente pentear suas mos atravs de seu caindo o cabelo. -Ento, 
voc pode decidir quanto vai dar. " 
Sua boca sobre a dela desnatada, suave como o ar, como o pecado ertica. Quando lhe tremiam os lbios separados, deslizou-se a lngua entre eles, as brincadeiras 
dela. 
"Isso deveria lhe dar a idia." Moveu os lbios ao longo da mandbula, at seu templo, continuando, voltar a cortar na esquina da boca. "me diga que me quer, Brianna. 
Quero te escutar diz-lo." 
"Eu". No podia ouvir sua prpria voz, s o zumbido da mesma na garganta quando a boca agora aninhados. "Eu quero que voc. Gray, no me ocorre. Necessito" 
"Igual a eu. S me necessito esta noite. Quo nico voc necessita." Persuaso, alisou-se as mos pelas costas. "te deite comigo, Brianna." Levantou-a, embalado 
ela. "H tantos lugares que quero que voc toma." 
Ele a deitou na cama onde os lenis e colcha tinha sido abatidos no convite. Seu cabelo derramado como o ouro disparado sobre a roupa de cama, as ondas sutis de 
que se enganche reflexos da luz das velas. Seus olhos foram tormentosos com a guerra das dvidas e necessidades. 
E tremia o estmago, olhando-a. Do desejo, sim, mas tambm do medo. 
Ele ia ser sua primeira vez. No importa o que passou depois, atravs de sua vida, ela se lembraria de esta noite, e ele. "No sei o que fazer." Fechou os olhos, 
emocionado, envergonhado, encantado. 
"Eu". Ele ps a seu lado, caiu a boca  sua uma vez mais. Ela tremia sob seus ps, um fato que tinha uma bola quente de pnico opresso no estmago. Se se movia 
muito rpido. Se se movia muito lento. Para acalmar aos dois que o pried 
nervosos dedos separados, beijou-os um a um. "No tenha medo, Brianna. No tenha medo de mim. No vou fazer te danifico. Mas tinha medo, e no s a dor que ela sabia 
ia da mo com a perda da inocncia. Tinha medo de no ser capaz de dar prazer, e de no ser capaz de sentir a plena verdade dela. 
"Pensa em m-murmurou-, a profundizacin do grau por grau beijo estremecimento. Se no fazia nada mais, ele jurou que exorcizar o fantasma de sua ltima angstia. 
"Pensa em mim". E quando o repetiu, sabia, de algum lugar oculto no interior que necessitava este momento tanto como ela. Doce, pensou confusamente. Que estranho 
que a boca de um homem podia sabor menos doce, e poderia ser firme e suave de uma vez. Fascinado pelo sabor e a textura, riscou os lbios com a ponta da lngua. 
E escutei seu ronrono tranqila resposta. Um por um seus msculos enroladas como seu sabor filtrado nela. E o formosa que era para que a beijasse como se se beijaram 
at que o tempo se deteve. Que to slida e seu peso era boa, que to forte as costas quando se atreveu a deixar que suas mos percorrem. 
ficou rgido, reprimiu um gemido enquanto seus dedos vacilantes desnatada em seus quadris. J estava duro e trocaram um pouco, preocupados de que pudesse assust-la. 
Pouco a pouco, ele mesmo ordenou. Com delicadeza. deslizou-se a correia superior do avental sobre sua cabea, desatou o um pela cintura e a tirou fora. Seu abriu 
os olhos, os lbios curvados. 
"vai beijar me outra vez?" Sua voz era agora mel espesso e quente. "Faz que tudo v oro detrs de meus olhos quando o fizer." 
Apoiou sua frente na dela, esperou um momento at que pensou que podia lhe dar a doura que ela tinha pedido. Logo tomou sua boca, tragando-se seu suspiro formosa 
e suave. Ela parecia derreter-se baixo ele, o tremor dando passo  flexibilidade. 
No sentia nada, mas sua boca, essa boca to maravilhoso que festejado suntuosamente na dela. Ento sua mo cavada sua garganta como se a prova a velocidade do pulso 
que ondeava ali antes que ele arrastava para baixo. 
Ela no tinha conhecimento de que tinha desabotoado a blusa. 
Como os dedos riscou o fluxo suave de seu peito por cima de seu prendedor, abriu os olhos. Seu se mantiveram estveis nos dela, com uma concentrao to concentrado 
que se interps o treme de novo. Ela comeou a protestar, a fazer algum som da negao. Mas seu contato era to atrativo, to somente um desnatada dos dedos contra 
a carne. 
No tinha medo, deu-se conta. Era suave e to doce como o beijo. Apesar de que ela mesma quis a relaxar-se de novo, os dedos hbeis se deslizou sob o algodo e encontrou 
o ponto sensvel. 
Seu grito de primeiro assombro rasgou por meio dele-o som da mesma, a sensao de despertar de seu corpo arqueado com surpresa e prazer. Foi apenas a touca, pensou 
enquanto seu sangue pulsava com fora. No tinha idia de quanto mais no havia. 
Deus, ele estava desesperado por seu espetculo. 
"Relax". A beijou, beijou-a, enquanto seus dedos seguiam despertar e sua mo livre em crculos de novo a desenganchar a barreira. "Simplesmente se sente." 
Ela no teve outra opo. As sensaes escape, atravs dela, pequenas flechas de prazer e shock. Sua boca se tragou sua respirao afogada enquanto atirava longe 
a roupa e a deixou nua at a cintura. 
"Deus,  to formoso". Seu primeiro olhar a essa pele plida de leite, os seios pequenos que encaixam to perfeitamente nas taas das Palmas quase lhe desfez. Incapaz 
de resistir, baixou a cabea e provado. 
Ela gemeu, comprido, profundo e gutural. Os movimentos de seu corpo estavam sob seu puro instinto, sabia, e no destinadas  garra deliberadamente a seu controle. 
Assim que gostava, brandamente, e encontrou a seu prprio prazer cada vez major da dela. 
Tinha a boca to quente. O ar era to denso. Cada vez que atirava, atirava, lavava, houve um bato as asas resposta na boca do estmago. Um bato as asas que construiu 
e construiu em algo muito perto  dor, ao prazer muito perto para separ-los. 
Ele murmurava a ela, palavras bonitas, suaves que em crculos como os arco ris em sua cabea. No importava o que ele disse-ela o haveria dito se ela pudesse. Nada 
importava o tempo que nunca, nunca deixou de toc-la. Atirou sua prpria camisa sobre sua cabea, a sensao de nsia a carne  contra carne. Quando ele se sentou 
a sua vez, fez um pequeno som e envolveu seus braos ao redor dele. 
Ela s suspirou de novo quando sua boca vagava inferior, sobre o torso, sobre as costelas. Sua pele com calefao, os msculos espasmdicos, tremendo em seus lbios 
e mos. E ele sabia que estava perdido nesse escuro tnel de sensaes. 
Com cuidado, desabotoou-lhe as calas, ensinando carne novos pouco a pouco, explorando brandamente. Como os quadris uma vez em forma de arco acordo inocente, ele 
apertou os dentes e se defendeu a necessidade de tomar lacrimejo, simplesmente tome e satisfazer a moenda em seu corpo tenso. 
Suas unhas se cravaram em suas costas, tirando um gemido de prazer escuro dele como sua mo desnatada por seu quadril nu. Ele sabia que ela tinha endurecido de novo 
e lhe pediu tudo o que Deus estava escutando para a fora. 
-No at que esteja preparado ", murmurou ao pr seus lbios com pacincia voltar para a sua de novo. "Prometo-lhe isso. Mas eu quero verte. Todos vocs." 
moveu-se, ajoelhou-se de novo. No havia medo em seus olhos outra vez, embora seu corpo se estremecia com as necessidades reprimidas. No podia constante suas mos 
ou sua voz, mas os mantinha suave. 
"Quero tocar todos vocs." Seus olhos ficou nela como ele desabotoou os jeans. "Todos vocs." 
Quando se despiu, seu olhar foi atrada inexoravelmente para baixo. E seu medo se duplicou. Ela sabia o que ia acontecer. Era, depois de tudo, um destino de mulher, 
por pobre que um agricultor que tinha sido. No haveria dor e sangue, e .. . 
"Gray" 
"Sua pele  to suave." Ao v-la, ele desnatada em um dedo da mo para sua coxa. "Perguntei-me o que voc parece, mas voc  muito mais formosa do que imaginava." 
Sem resolver, que tinha cruzado um brao sobre o peito. Ele o deixou ali e retornou aonde tinha comeado. Com suave, lenta, drogar a beijos. E as carcias que vem, 
paciente, mos peritas que sabia que uma mulher desejava ser tocada. Inclusive quando a mulher no o fez. Impotente cedeu sob seus ps outra vez, sua respirao 
se acelera nas calas pegajosa como sua mo vagou pela palma de seu estmago para o terrvel calor, glorioso. 
Sim, pensou, a luta contra o delrio. Aberto para mim. me permitam. S me permite isso. 
Ela estava mida e quente, onde tomou. O gemido arrancou de sua garganta quando ela se retorceu e tratou de resistir. 
"me solte, Brianna. me deixe te levar ali. Just Let Go". 
Ela se aferrava ao bordo de um precipcio muito alto por no mais de ponta dos dedos. O terror se encheram em seu interior. Ela lhe escapava. No h controle. Havia 
muitas coisas passando dentro de seu corpo de uma vez por sua carne queimada que as mantenha all-in Sua mo era como uma tocha em seu contrrio, despedi-la, seering 
sem piedade at que no teria mais remedeio que cair livre para o desconhecido. 
"Por favor". A palavra soluando. "OH, doce Deus, por favor." 
Continuando, o prazer, a inundao de fundido que a invadiu, sobre ela, roubando seu flego, sua mente, sua viso. Para uma momento glorioso que era cego e surdo 
a tudo menos a si mesmo e os choques de veludo ela convulsione. 
Serve na mo, lhe fazendo gemer como um moribundo. estremeceu-se, embora como ela, continuando, com a cara enterrada em sua pele a levou a ascender de novo. 
Esforo contra a cadeia de seu prprio controle, esperou at que esteve no pico. "me abrace. te agarre a mim", murmurou, enjoado com suas prprias necessidades enquanto 
lutava para aliviar brandamente nela. 
Era to pequena, to apertado, to deliciosamente quente. Usou cada grama de fora de vontade que no tinham deixado de empurrar com avidez no interior como ele 
sentiu que estreita a seu redor. 
"S por um segundo", prometeu ela. "S por um segundo, ento vai ser bom outra vez." Mas se equivocou. No deixou de ser boa. Ela sentiu que ele rompeu a barreira 
de sua inocncia, encher seu consigo mesmo, e no senti nada, mas a alegria. 
"Amo-te". Ela arqueou a seu encontro para lhe dar a bem-vinda. 
Ouviu as palavras vagamente, sacudiu a cabea para negar. Mas ela estava envolto ao redor dele, levando-o a um poo da generosidade. E ele era incapaz de fazer outra 
coisa que se afogam. 
Voltando para momento e o lugar era, pela Brianna, como sem peso deslizante travs de uma nuvem branca e magra. Ela suspirou, deixe que a gravidade suaves adotar 
at que ela foi uma vez mais na cama grande e velho, vermelho lhe pisquem luz das velas e ouro sobre suas plpebras fechadas, e o prazer verdadeiramente incrvel 
de peso do Gray, seu pinning ao colcho. Pensou vagamente que h livros que tinha lido, no conversa que tinha escutado de outras mulheres, um segredo para ningum 
tivesse podido sonhar acordado lhe ensinou como simplesmente bom que era ter o corpo nu de um homem pressiona sobre ela. 
O corpo em si era uma criao assombrosa, mais formosa do que tinha imaginado. Os braos largos e musculosos foram o suficientemente fortes para levantar, o suficientemente 
suave para abra-la como se fora um ovo cavado, rompem-se facilmente. 
As mos, variedade de palma, os dedos largos, to habilmente sabia exatamente onde tocar e acidente cerebrovascular. Logo estavam os ombros largos, a larga, as costas 
formosa, magra, quadris estreitos que conduzem s coxas duras, pantorrilhas firmes. 
Duro. Sorriu para seus adentros. No era um milagre que um pouco to duro, to duro e forte deve ser talher com a pele Lisa e suave? 
Ah, por certo, pensou, o corpo de um homem era uma coisa gloriosa. 
Cinza sabia se seguia tocando o que iria silencio louco. Se ela se deteve, estava seguro que tinha gemido. 
Essas mos muito servir o ela t-d se deslizavam sobre ele, sussurrando carcias, explorar, seguimento, verificao, como se estivesse memorizando cada msculo 
e a curva. 
Ainda estava dentro dela, no podia suportar separar-se. Sabia que devia, sem dvida facilitaro longe e lhe dar tempo para recuperar-se. Por muito que tinha lutado 
no para lhe fazer danifico, no tinha que ser um pouco de molstia. 
E, entretanto, estava to contente, ela parecia to contedo. Todos os nervos que havia chispavam atravs dele no pensamento de tomar sua primeira sua vez primeira 
vez, havia-se disolvido a sorte preguioso. 
Quando essas carcias roando o levou a agitar de novo, obrigou-se a mover-se, escorando nos cotovelos para olhar para baixo dela. 
Ela estava sonriendo. No saberia dizer por que se encontrou com que to ntimo, to perfeitamente encantadora. Seus lbios curvados, com gosto a seus olhos verdes, 
sua pele avermelhada em voz baixa. Agora, com esse primeiro impulso das necessidades e os nervos acalmado, podia desfrutar de do momento, as luzes, as sombras, o 
prazer da excitao ondulao fresco. 
Apertou os lbios  frente, as tmporas, as bochechas, a boca. 
"Brianna Beautiful". 
"Foi formoso para mim." Sua voz era espessa, ainda rouca com paixo. "Voc fez formosas para mim." 
"Como se sente agora?" 
Pedia, pensou, tanto na bondade e na curiosidade. "Dbil", disse. E com uma risada rpida, "Invincible. por que voc crie que uma coisa to natural como isto deveria 
marcar uma grande diferencia na vida?" 
Suas sobrancelhas se juntaram, alisou-se outra vez. Responsabilidade, pensou, era sua responsabilidade. Teve que recordar que ela era uma mulher adulta, e a eleio 
tinha sido dele. "sente-se cmodo com essa diferena?" 
Lhe sorriu, muito bem, tocou a mo  bochecha. "esperei tanto tempo para ti, Gray. 
O sinal rpido de defesa interior acendia. Inclusive impregnado dela, quente, maldita seja, mdio acordada, que brilhou. Passo com cuidado, advertiu uma parte boa 
e controlada de sua mente. Advertncia: A intimidade diante. 
Ela viu a mudana em seus olhos, um distanciamento sutil mas clara, inclusive enquanto tomava a mo contra a bochecha e trocou de tal maneira que os lbios pegos 
 palma. 
"Te vou esmagar". 
Ela queria dizer-no, ficam mas j estava afastando. 
"No tivemos nenhum champanha. Fcil com sua nudez, caiu da cama. "por que no ir fazer um banho enquanto abro a garrafa?" 
sentia-se estranho de repente, e torpe, onde ela havia sentido nada mais natural com ele em cima e dentro dela. Agora ela perdeu o balo com os lenis. "Ropa-comeou-a-, 
e se encontrou o enrojecimiento e a lngua atada. Seria sujas, sabia, com sua inocncia. "Eu me encarrego dela." Ao ver sua cor e aprofundar a compreenso, transladou-se 
 cama outra vez e tomou o queixo na mo. "Posso trocar lenis, Brie. E embora eu no sabia antes, o teria recolhido te esteja vigiando." Sua boca roou a sua, 
seu engrossamento de voz. "Sabe quantas vezes tornei loucos vendo que Lisa e meta meus lenis?" 
"No" Houve um lamber rpida do prazer e o desejo. "Srio?" 
Ele s riu e ps sua frente sobre a dela. "Que maravilhosa boa ao fiz eu para merecer isto? Para que voc ganha?" tornou-se para trs, mas seus olhos tinham aceso 
uma vez mais, por isso seu corao tambor lento e duro contra suas costelas. "V a seu banho. Estou querendo fazer o amor contigo de novo", disse, caindo em um acento 
que fez seu capricho lbios. "Se lhe goste." 
-Faria-o, sim ". Ela respirou profundamente, preparando-se para subir nua da cama. -Muito eu gostaria. No passar muito tempo ". 
Quando ela entrou no banheiro, ele tomou uma respirao profunda si mesmo. Para seu sistema estvel, disse-se. 
Nunca tinha tido a ningum como ela. No era s que ele nunca tinha provado a inocncia antes de que tivesse sido enorme suficiente. Mas ela era nica para ele. 
Suas respostas, que a vacilao e o af de jogar em contradio entre si. Com sua absoluta confiana que brilha sobre todos. 
"Quero-te", havia dito. 
No serviria de nada insistir nisso. As mulheres tendiam a idealizar, emocionaliza sexo na maioria dos casos. Sem dvida, uma mulher que experimenta o sexo para 
o primeira vez se veriam obrigados a mesclar a luxria com o amor. As mulheres utilizam palavras, e lhes exige. Ele sabia. Por isso tinha muito cuidado de escolher 
o seu. 
Mas algo tinha visto um auge atravs dele quando lhe sussurrou a frase sobrevalorado e abusado. O calor e a necessidade e, por um instante, s um batimento do corao 
do corao, um desejo desesperado de acreditar. E me fazer eco de suas palavras. 
Ele sabia melhor, e embora ele faria algo e tudo a seu alcance para evitar que ela danifico, algo e tudo para faz-la feliz enquanto estavam juntos, havia limites 
ao que podia e daria a ela. Para ningum. 
Desfrute o momento, recordou-se. Isso  tudo o que havia. Confiava em que podia lhe ensinar a desfrutar dela tambm. sentia-se estranho como envolveu a toalha ao 
redor de seu corpo recm lavado. Diferentes. Era algo que nunca se poderia explicar a um homem, supunha. Eles perderam nada quando se deu a primeira vez. No houve 
rasgo agudo de si mesmo a admitir a outro. Mas no foi a dor que ela recordava, inclusive a dor entre suas coxas no contribuiu  violncia da invaso  mente. 
Era o que pensava da unidade. O vnculo doce e simples de emparelhamento. 
Ela se estudou no espelho embaciado. Ela parecia clida, decidiu. Era a mesma cara, sem dvida, que tinha vislumbrado em incontveis ocasione nos espelhos inumerveis. 
Entretanto, no estava ali uma suavidade que aqui alguma vez se deu conta antes? Nos olhos, ao redor da boca? O amor tinha feito isso. O amor que tinha em seu corao, 
o amor que ela tinha provado pela primeira vez com seu corpo. 
Talvez foi s a primeira vez que uma mulher se sentia to consciente de si mesmo, to despojado de tudo menos carne e a alma. E talvez, pensou, porque ela era maior 
que a maioria, o momento era ainda mais entristecedor e preciosos. 
Queria que ela. Brianna fechou os olhos para sentir melhor as ondas largas, lentas de alegria. Um homem formoso, com uma mente maravilhosa e o corao bom com ela 
queria. 
Toda sua vida tinha sonhado encontrando-o. Agora que tinha. 
Ela entrou no dormitrio, e o viu. ps-se roupa de cama limpa na cama e tinha posto um de seus vestidos de flanela branca aos ps dela. Ele Agora estava em calas 
jeans desabotoou e depravado nos quadris, com champanha borbulhante em vidros e cozer a fogo lento luz das velas em seus olhos. 
"Espero que voc o use", disse quando viu o olhar de descanso na camisola do Prim,  antiga. "Imaginei-me que sair dele desde aquela primeira noite. Vi-te descer 
pela escada, uma vela em uma mo, um co lobo na outra, e minha cabea se foi girando." 
Agarrou uma manga. Quanto ela desejava era de seda ou encaixe ou algo que faria que o calor de um homem de sangue. "'Tisn't muito atrativa, parece-me." 
"A gente pensa mau." 
Porque ela no tinha nada mais, e lhe pareceu que por favor, ela se deslizou o vestido por cima de sua cabea, deixando cair a toalha  medida que o de flanela se 
deslizou. Seu gemido afogado tinha seu sorriso mais incerteza. 
"Brianna, uma foto do que . Deixa a toalha", murmurou enquanto se inclinava para recuper-lo. "Vem aqui. Por favor." 
Ela deu um passo adiante, que a metade de sorriso em sua cara e os nervos ameaa tragando-se, para tomar o copo que tinha a cabo. Tomou um sorvo, descobriu o vinho 
espumoso no fez nada para aliviar sua garganta seca. Ele a olhava, pensava, a forma em que imaginava um tigre pode olhar a um cordeiro justo antes de que se equilibrou. 
"Voc no teve o jantar", disse. 
"No" No a assuste, idiota, advertiu-se e se esforou as vontades de devorar. tomou uma amostra lenta de champanha, olhando-a, desejando-a. "Estava pensando que 
eu queria. Pensando que podia comer aqui, juntos. Mas agora ... "Ele se aproximou de um brinco cachos de seu cabelo mido ao redor de seu dedo." voc pode esperar? 
" 
portanto, tinha que ser simples de novo, pensou. E uma vez mais sua eleio. "No posso esperar para o jantar." Logo que podia pronunciar as palavras passaram o 
calor na garganta. "Mas no para ti." 
Deu um passo, como  natural, em seus braos. 
Captulo Treze 
Um cotovelo nas costelas trouxe Brianna atordoado do sonho. Sua primeira viso da manh depois de uma noite de amor era cho. Se cinza tomou um centmetro da cama, 
ela estaria nele. 
Demorou s uns segundos, e um calafrio no ar da manh fria, para dar-se conta que no havia sequer o mais miservel esquina de lenol ou manta lhe cobrindo. Gray, 
em troca, estava envolto comodamente a seu lado, como uma traa contente em um casulo. 
Convexo sobre o colcho, dormia como um tronco. Lamentou no poderia haver dito sua posio acurrucada, e o cotovelo apresentado perto de seu rim, era amoroso, mas 
golpeou com claridade da cobia. Sua tentativa empurres e puxes no o moveu. 
Assim que essa era a maneira dele, pensou. O homem era, obviamente, pouco acostumados a compartilhar. 
Ela se tivesse ficado lutando por sua cota de s-em principio-pero o sol brilhava atravs das janelas. E terei que fazer as tarefas. 
Seus esforos para deslizar-se silenciosamente da cama no incomodar a ele no foi necessrio. No momento em seus ps no cho, grunhiu, e logo passou a reclamar 
a sua pequena parte de colcho. 
Entretanto, a escria de romance permaneceu na sala. As velas se acanalaram em sua prpria cera em algum momento durante a noite. A garrafa de champagne estava vazio 
em seu bote de prata, e as flores perfumavam o ar. O pano de fundo se abre capturados raios do sol, em lugar de raios de lua. 
Fazia o faz perfeito para ela, que ela recordava. De ter sabido o fazem perfeito. 
Esta companhia pela manh no era a forma em que ela tinha imaginado. No sonho, ele no se parecia com um menino inocente sonho, mas sim como um homem satisfeito 
consigo mesmo. No tinha havido nenhum carcias suaves ou murmurou bom dia a reconhecer seu primeiro dia juntos como amantes. S um grunhido e um empurro que lhe 
enviasse em seu caminho. 
Os estados de nimo muitas do Grayson Thane, pensou. Talvez ela poderia escrever um livro sobre essa mesma matria. 
Divertido, ela atirou de sua camisola desprezadas pela cabea e se dirigiu para as escadas. 
Ela podia fazer com um pouco de ch, decidiu, para obter o sangue em movimento outra vez. E posto que o cu se via prometedor, que ela faria um pouco de roupa e 
pendur-la para apanhar o ar da manh. 
Ela pensou que a casa podia ver tomando o ar e as janelas abertas e a jogou no andar. Atravs da uma na sala, viu o Murphy se inclinou sob o cap de seu carro. 
Lhe olhou um momento, suas emoes se enrede. Sua irritao com ele lutaram com lealdade e afeto. A ira j estava perdendo enquanto caminhava fora e se transladou 
com o passar do atalho do jardim. 
"1 No esperava verte", comeou. 
"Disse-lhe que jogar uma olhada." Ele olhou para trs. Estava de p, em camisola, com o cabelo emaranhado da noite, os ps descalos. A diferena do Gray, seu sangue 
no se acendem. Ela era simplesmente Brianna a ele, e ele tomou o momento para procurar qualquer signo de mau gnio ou o perdo. No viu, por isso retornou a seu 
negcio. 
"Seu motor de arranque em uma m maneira", murmurou. 
"Assim que me ho dito." 
"Seu motor est doente como um cavalo velho. Posso conseguir algumas parte, que o emplastro de novo juntos. Mas  dinheiro ao lixo a meu ver." 
"Se pudesse me dure todo o vero, no outono .. . "Ela arrastava fora como ele amaldioou entre dentes. Ela simplesmente no podia manter seu corao fresco dele. 
Tinha sido seu amigo enquanto ela recordava. E foi a amizade, que ela sabia, que o tinha levado a fazer o que tinha feito. 
"Murphy, o sinto." 
endireitou-se logo, e se voltou para ela, com tudo o que sentia nua em seus olhos. -Eu nunca quis te fazer danifico causa, testemunha Brie. Deus. " 
"J sei." Ela deu o passo, atravessando a ele e deslizando os braos a seu redor. "No deveria ter sido to duro, Murphy. No em ti. No permita que o sobre." 
"Assustaste-me, vou admitir o." Seus braos foram ajustados a seu redor. "Passei a noite preocupando-se com ela, medo de que no me perdoe, e no me assar po-doces 
mais". Ela riu como ele esperava. Sacudindo a cabea, beijou-o na orelha. "Estava to zangada com o pensamento de tudo mais que a ti. Sei que no atuou dentro de 
cuidado. E com o Maggie, tambm." Fixe com a cabea em seu ombro, Brianna fechou os olhos. "Mas minha me, Murphy, o que fez ato de? "No posso dizer, Brie". 
-No dira-murmurou ela e retrocedeu para olhar sua cara. Este bonito, pensou, com todos os que a bondade em seu interior. No era justo para ela para lhe pedir 
que condenar ou defender a sua me. E ela queria v-lo sorrir de novo. "me diga, Rory fazer machuco a voc muito? Murphy fez um som de brincadeira, puramente masculino, 
Brianna pensamento. "As mos suaves  o que tinha, e no um pouco de estilo. No puseram o primeiro em mim se me tivesse estado esperando. " 
Ela colocou a lngua na bochecha. "No, estou seguro disso. E com sangue do nariz para mim, querido Murphy?" 
"Isso e muito mais. Seu nariz estava na runa quando terminei com ele, e que tinha perdido um dente ou dois." 
"Isso  um heri para ti." Lhe beijou brandamente nas bochechas. "Eu sinto que ela utilizou que essa maneira." 
encolheu-se de ombros que fora. "Me alegro de que eu era o que sulcaram o punho na cara, e essa  a verdade. Nunca eu gostei do muito bode." 
-No-disse em voz baixa Brianna. "Voc nem Maggie, tampouco. Parece-lhe de uma vez vi algo que no fez, ou que estava vendo algo que no estava ali." 
"No se preocupem nisso agora, Brie. Foi faz anos." Comeou a acarici-lo e recordou que a graxa em suas mos. "Volta agora, voc far suja ti mesmo. O que est 
fazendo aqui, em seus ps descalos? 
"Fazer as pazes contigo." Ela sorriu, e logo olhou para a estrada no som de um carro. Quando viu o Maggie, Brianna cruzou as mos, levantou uma sobrancelha. -Advertiu-lhe 
ela, verdade? murmurou ao Murphy. 
-Bom, pensei melhor. " E ele pensou que o melhor agora com o passo cuidadosamente para atrs na linha de fogo. 
"Assim". Maggie caminhou ao redor da comprida e magra assentindo com a cabea, os olhos na cara da Brianna. "Pensei que talvez queira falar comigo." 
-Sim, sim. Pensou que no tinha direito ou seja, Maggie? " 
"No foram os direitos que lhe preocupava. Era voc." "Eu o amava." O comprido suspiro de alvio foi que tomou parte que a emoo foi totalmente passado. "Eu o amava 
mais do que seria se tivesse sabido a totalidade dela." 
"Talvez isso  certo, e o sinto por ele. No podia suportar que te dizer." A todos trs de suas molstias, os olhos cheios do Maggie. "Simplesmente no podia. Voc 
se viram afetadas j, to triste e perdido." Ao pressionar os lbios, ela lutava com as lgrimas. "Eu no sabia o que era o melhor." 
"Foi tanto de nossa deciso." Murphy se foram com o Maggie. "No havia forma de trazer de volta para voc, Brie". 
"Crie que o teria querido de novo?" Um brilho de calor, e mais de orgulho se filtrou atravs do qual se tornou para trs seu cabelo. "Crie to pouco de mim? Ele 
acreditava no que lhe disse. No, eu no teria o fez voltar. "Ela deixou escapar um bufo da respirao rpida, assinalou em outro mais lentamente." E estou pensando, 
se este tivesse sido eu em sua posio, Margarida Mara, eu poderia ter feito o mesmo. Eu os amei o suficiente para ter feito o mesmo. " 
esfregou-se as mos, e logo ofereceu um. "Entra, eu vou fazer um pouco de ch. tomaste o caf da manh, Murphy?" "No h nada que falar". 
"Eu te chamo quando estiver preparado ento. Com a mo do Maggie na sua, voltou-se e viu cinza na porta. No havia forma de deter a cor que alaga suas bochechas, 
uma combinao de prazer e de vergonha, que enviou seu pulso lutando. Mas sua voz era o suficientemente estvel, seu gesto de saudao fcil. "bom dia a voc, Grayson. 
Eu estava a ponto de comear o caf da manh." 
portanto, que queria jogar a fresco e casual, Gray observou, e lhe devolveu a piscada. "Parece que vou ter companhia com-lo. Amanh, Maggie." 
Maggie o tamanho enquanto ela caminhava com a Brianna  casa. E a voc, Gray. V-te ... descansou. " 
"O ar da Irlanda est de acordo comigo." Ele se moveu a um lado para deix-los passar a porta. "vou ver o que deixamos ao Murphy." 
Ps-se a andar pelo atalho e se deteve pela capota aberta do carro. "Ento, qual  o veredicto?" 
Murphy se apoiou no carro e o viu. "poderia-se dizer que segue sendo para fora." 
Entendendo que nenhum dos dois motores estavam discutindo, Gray colocou os polegares nos bolsos dianteiros e se balanou sobre os tales. "Sem deixar de olhar para 
fora para ela? No se pode culpar por isso, mas eu no sou Rory". 
"Nunca pensei que foi." Murphy se arranhou o queixo, considerou. "Ela  um pedao robusto de trabalho, nossa Brie, j sabe. Mas inclusive as mulheres fortes podem 
danificar-se se se dirige com cuidado." 
"No tenho inteno de ser descuidado." Levantou uma sobrancelha. "Pensando em me golpear para acima, Murphy?" 
-Ainda no. " E sorriu. "Eu gosto, Grayson. Espero que no ser chamado a romper nenhuma de seus ossos." 
"Isso vai para os dois." Satisfeito, Gray olhou para o motor. "Vamos dar esta coisa um enterro decente?" 
suspiro do Murphy foi larga e sentida. "Se to somente pudssemos." 
Em harmonia que se escondeu debaixo do sino juntos. Na cozinha Maggie esperou at que o caf era perfumando o ar e mastigando Com foi feliz em seu caf da manh. 
Brianna se tinha vestido a toda pressa e, com o avental no lugar, estava ocupado cortando o toucinho. 
"recebi um incio tardio," comeou a Brianna, "o que no h tempo para pozinhos frescos ou po-doces. Mas hei boa quantidade de po." 
Maggie se sentou  mesa, sabendo que sua irm preferiu que ficasse fora do caminho. "Est bem, Brianna?" 
"por que no ia estar o? vai faltar embutidos, tambm?" 
-No importa. Brie ... " Maggie passou a mo pelo cabelo. "Ele foi o primeiro, no?" Quando Brianna ps sua faca de trinchar um lado e no disse nada, Maggie se 
separou da mesa. "Crie que no sei, s v-los juntos? A forma em que lhe olhe." esfregou-se as mos sobre o ventre ausente ponderada enquanto caminhava. "A maneira 
que voc olhe." 
"Eu tenho um signo ao redor de meu pescoo que diz mulher queda?" Brianna disse com frieza. 
-Maldita seja, sabe que no  o que quero dizer. " Exasperado, Maggie se deteve seu rosto. "Qualquer pessoa com engenho podia ver o que havia entre vocs." E sua 
me tinha engenho, Maggie pensou sombramente. Maeve estaria de volta em questo de dias. "No estou tratando de interferir, ou dar conselhos se o conselho no for 
bem-vindo. Eu s quero saber ... o que preciso saber que est bem." 
Brianna sorriu e deixar que os ombros rgidos relaxar-se. "Estou bem, Maggie. Era muito bom para mim. Muito amvel e gentil.  um homem amvel e gentil". 
Maggie tocar uma mo  bochecha da Brianna, escovado o cabelo. -Est apaixonada por ele. " 
"Sim". "E ele?" 
"Est acostumado a estar sozinho, para ir e vir como lhe agrado, sem ataduras". 
Maggie inclinou a cabea. -E voc  depois de trocar isso? " 
Com um pouco de zumbido na garganta, Brianna se voltou para sua cozinha. "No crie que posso?" 
"Acredito que  um parvo se no te quiser. Mas trocar caminhando como um homem atravs do melao. Realizado um grande esforo para avanar pouco". 
-Bom, no  tanto o trocando  medida que o veja que opes h. Posso fazer uma casa para ele, Maggie, se me permitir isso ". E, meneando a cabea. "OH,  muito 
logo para estar pensando at agora. Ele me tem feito feliz. Isso  suficiente por agora." 
Maggie esperava que fora certo. "O que vais fazer com minha me?" 
"Por isso se trate do Gray, no vou deixar a perder." os olhos da Brianna gelado enquanto se voltava para acrescentar cubitos de batatas  frigideira. "Quanto  
outra, no o decidi. Mas vou dirigir eu mesmo, Maggie. Entende-me?" 
"Eu". Ceder a oito meses de embarao, sentou-se de novo. "ouvimos que a detetive de Nova Iorque ontem. 
"Srio? A encontrou?" 
" um negcio mais complicado do que poderia ter pensado. Encontrou um irmano-un polcia retirado que ainda vive em Nova Iorque". 
-Bom, isso  um princpio ento, no? " Ansioso por mais, Brianna comeou a aoitar em cima da massa para as tortas da prancha. 
"mais de uma parada, tenho medo. O homem se negou a admitir que ainda tinha uma irm em um princpio. Quando o detetive imprensado que tem cpia da ata de nascimento 
da Amanda e como isto-dennis Dougherty disse que no tinha visto nem ouvido a Amanda em mais de vinte e cinco anos. Que ela no era uma irm para ele e assim sucessivamente 
como havia tinha metido em confuses e sair correndo. No sabia onde, nem importa saber. " 
"Isso  triste para ele, no?" Brianna murmurou. "E seus pais? Amanda pais?" 
"Morto, a ambos. A me s o ano passado. H uma irm tambm, esto casados e vivem no oeste dos Estados falou com ela tambm., O homem de Rogam, e embora ela parece 
mais brando de corao, hasn No havido nenhuma ajuda real. " 
"Mas ela tem que saber", protestou Brianna. "Seguro que saberia como encontrar a sua prpria irm." "Isso no parece ser verdade. Ao parecer, havia uma famlia alvoroo 
quando Amanda anunciou que estava grvida, e ela no seria o nome do pai". Maggie fez uma pausa, apertou os lbios. "No sei se ela estava protegendo D, ou ela 
mesma, ou ao menino se se tratar da mesma. Entretanto, segundo a irm, houve amargas palavras por todos lados. Estavam cortina de encaixe irlands e viu uma filha 
solteira grvida como uma mancha no nome da famlia. Queriam que se fora, que o menino, e lhe dar para acima. Parece que ela se negou e simplesmente se foi por completo. 
Se ficou em contato de novo a seus pais, o irmo no est dizendo, e o irmana no  consciente disso. " 
"Assim no temos nada." 
"Ao lado dele. E o conseguiu ao caibo-el detetive-que tinha visitado faz a Irlanda durante todos esses anos com uma amiga. Ele est trabalhando agora em rastre-la 
". 
"Ento vamos ser pacientes". Ela trouxe uma taa de ch  mesa e franziu o cenho ante sua irm. -Est plido. " 
"S estou cansado. Dormir no  to fcil como o era antes." 
"Quando consultar ao mdico outra vez?" 
"Esta mesma tarde." Maggie tamborilou um sorriso enquanto se servia uma taa. 
-Ento te levarei. Voc no deve conduzir ". 
Maggie suspirou. -Falas como Rogam. Vem todo o caminho da galeria para mim mesmo. " 
"Bem. E te vais ficar aqui comigo at que ele venha a te buscar." Mais preocupado que contente quando recebeu nenhum argumento, Brianna foi chamar aos homens a tomar 
o caf da manh. 
passava-se o dia feliz suficiente, queixar-se sobre o Maggie, que aplaude um casal americana que se ficaram em sua estalagem, dois anos antes. Gray tinha ido com 
o Murphy em busca de peas de automveis. O cu ficou claro, o ar quente. Uma vez que ela tinha visto o Maggie com segurana apagado com Rogam, Brianna se estabeleceu 
durante uma hora de cultivar um horta em seu leito de ervas. 
roupa recm lavada flutuavam na linha, a msica foi atravs de gorjeios as janelas abertas, seus convidados desfrutavam de tortas de ch em seu salo, e seu co 
estava dormitando em um raio de sol a seu lado. Ela no podia estar mais feliz. 
As orelhas do co se crava, e sua prpria cabea se aproximou do ouvir o som dos carros. "Isso  de caminhes do Murphy," disse a Com, e de fato, o co foi J acima, 
movendo a cauda. "Os outros no reconheo. voc crie que temos outro convidado?" 
Satisfeito com a perspectiva, Brianna se levantou, sacudiu-se a terra de jardim de seu avental e comeou ao redor da casa. Com correu diante dela, j ladrar alegremente 
em sinal de saudao. 
Viu o Gray e Murphy, ambos deles com sorrisos tolos como o co lhes deu a bem-vinda como se tivesse sido dia em lugar de horas desde que se separaram. Seu olhar 
escorregou no sedan limpo, azul ltimo modelo estacionado diante de um caminho do Murphy. 
"Pareceu-me escutar dois carros." Olhou a sua redor com inquietao. "vo dentro j?" "Quem?" Cinza queria saber. 
"As pessoas que estavam conduzindo isto. H bagagem? Penetrar-me alguns afrescos de ch." "Eu estava conduzindo," Gray lhe disse. "E no me importaria pouco de ch." 
- voc um valente, moo-ou ", disse Murphy em voz baixa. "No tenho tempo para o ch meself", prosseguiu, preparando a desertar. "Meu cows'll estar olhando para 
mim por agora". Ps os olhos em cinza, sacudiu a cabea, e voltou a subir a sua caminhonete. " 
"Agora, o que foi isso?" Brianna se perguntou como caminhes do Murphy respaldado na estrada. "O que tem o par de estiveste fazendo, e por que voc conduzir o carro 
quando j tem um?" 
"Algum tinha que conduzir, e Murphy no como qualquer outra pessoa ao volante de seu caminho. O que pensa voc dele?" No caminho dos cinzas se passou uma mo pela 
defesa dianteira do carro com tanto amor como ele por cima do ombro suave e cremosa. " muito agradvel, estou seguro." 
"Funciona como um trompo. Quer ver o motor?" 
"Eu no acredito." Ela franziu o cenho. "Est cansado da outra direo?" 
"Meus outros o que?" 
"Car". Ela ps-se a rir e sacudiu o cabelo para trs. "O que voc est a ponto, Grayson? 
"por que no se sinta nele? Obter a sensao de que?" Animado por sua risada, ele a tirou do brao e atirou dela para o lado do condutor. "S tem perto de vinte 
mil milhas nele." 
Murphy lhe tinha advertido que trazer de volta um carro novo seria to parvo como cuspir contra o vento. 
Disposto a agrad-lo, Brianna subiu e a ps nas mos do volante. "Muito bem. sente-se como um carro". 
-Mas voc gosta? " Apoiou os cotovelos sobre a base da janela e lhe sorriu. " um carro muito bem, cinza, e estou seguro de que desfrutar com a conduo da mesma." 
" teu". 
"O meu? O que quer dizer que  meu?" 
"Essa caixa antiga de seu  ir ao cu depsito de sucata. Murphy e eu coincidimos em que era intil, assim comprei isto." 
Ele gritou quando ela abriu a porta e o agarrou com elegncia na tbia. -Bom, voc pode tomar de novo de onde veio. " Sua voz era fria ominosamente enquanto se esfregava 
os batimentos do corao da tbia. "No estou preparado para comprar um carro novo, e quando estou vou decidir por mim mesmo." 
-No o est comprando. Estou compr-lo. Eu o comprei ". Endireitou-se e olhou o gelo com o que estava seguro era a razo pura. "Voc necessita transporte confivel, 
e o proporcionei. Agora deixa de ser to teimosos ". 
"Duros de nuca, verdade? Bom, 'tis quem est sendo arrogante, Grayson Thane. ir comprar um carro sem um por-su-sada. No quero que as decises que se tirem das 
mos, e dom I No ter que tendiam a como um menino. " 
Ela queria gritar. Podia ver que ela estava lutando o impulso com cada respirao, que cobre os nervos com uma fria geada dignidade que lhe dava vontade de sorrir. 
Ser um homem sbio, manteve sua expresso sbria. 
" um presente, Brianna." 
"Uma caixa de chocolates  um presente." 
"Uma caixa de chocolates  um clich", corrigiu ele, e logo deu marcha atrs. "Digamos que esta  minha verso de uma caixa de chocolates". Moveu-se, habilmente 
sua captura entre seu corpo e o lado do carro. "Quer que se preocupa cada vez que conduz  aldeia?" 
"No h necessidade de que voc se preocupe." 
" obvio que sim." antes de que pudesse escapar, deslizou-se seus braos ao redor dela. "Eu imagino que se cambaleava pelo caminho de volta com nada mais que um 
volante na mo." 
- sua imaginao que tem a culpa disso ". Voltou a cabea, mas seus lbios conseguiu lhe roar o pescoo. "Basta j. No receber ao redor de mim dessa maneira." 
OH, mas ele pensou que o faria. "De verdade tem cem libras a atirar em uma causa perdida, minha prtica Brianna? E  o que realmente quero perguntar pobres Murphy 
a jogar com esse monto de inteis a cada dois dias s para poder manter seu orgulho? " 
Ela comeou a grunhir, mas lhe cobriu os lbios com firmeza com a sua. "Voc sabe que no", murmurou. " s um carro, Brianna. S uma coisa." 
Sua cabea estava comeando a girar. "No posso aceitar tal coisa de ti. Quer deixar acariciando meu! convidei na sala." 
"estive esperando todo o dia para que toque com a boca. Em realidade, estive esperando todo o dia para que retorne  cama. Cheira maravilhoso". 
" o romeiro da cama de ervas. Deter isto. No me ocorre." 
"No pense. Justo me dar um beijo. S uma vez." Se a cabea no se recuperou, ela teria sabido melhor. Mas seus lbios j estavam nela, e ela eram de abrandamento, 
de despedida. Acolhendo com beneplcito. 
Ele tomou com calma, a profundizacin o grau por grau beijo preguioso, saboreando seu aquecimento gradual, o delicado aroma das ervas que se aferravam s mos, 
levantou a cara, o doce, quase relutante rendimento de seu corpo ao dele. 
Por um momento se esqueceu da medida tinha sido um de persuaso, e desfrutou de simples. 
"Voc tem uma boca to maravilhoso, Brianna." Ele mordiscou que, agradvel a si mesmo. "Pergunto-me como consegui que se mantenha afastado dela durante tanto tempo." 
"Voc est tratando de me distrair." 
"Distra-te. E eu mesmo." Ele a atraiu de novo  longitude do brao, surpreendendo-se de que o que tinha destinado a ser um beijo brincalho tinha posto seu corao 
ensurdecedor. "vamos esquecer a practicidad, e todas as outras razes intelectuais que ia utilizar para convencer aos que voc tome o maldito automvel. Quero fazer 
isto para voc.  importante para mim. Faria-me feliz se o aceitaria. " 
Poderia ter mantido firme contra a prtica, ignorou a razo da inteligncia. Mas como ia denegar sorte solicitude tranqila, ou deter o olhar fixo em seus olhos? 
"Tisn't justo utilizar meu corao", murmurou. 
"J sei." Jurou com impacincia. -J sei. Afaste-me de voc neste momento, Brianna. Pack de p, mover-se para fora e conseguir ido. " Ele jurou de novo como ela 
guardou seu nvel dos olhos. "Provavelmente chegar um momento em que voc queria ter." 
-No, no o farei. " Ela cruzou as mos, medo de que se ela o tocava ela pode ser que se aferram. "por que me compre este carro, Grayson? 
-Porque voc o necessita ", atirou ele para fora, logo se estabilizou. "devido a que tinha que fazer algo para ti. No  grande coisa, Brie. O dinheiro no  para 
mim". 
Sua frente arqueou. "OH, sei. Est rodando em bilhetes de uma libra, verdade? voc crie que todos seus assuntos de dinheiro bem a mim, Grayson? Que me importa porque 
voc me pode comprar um carro novo?" 
Abriu a boca, fechou-a de novo, curiosamente humilhado. -No, eu no. Eu no acredito que seja importante para ti no mais mnimo. " -Bom, ento, entendemos que. 
" Estava to necessitados, pensou, e nem sequer sabia. O presente tinha sido tanto para ele como foi para ela. Mas como, pode aceitar. voltou-se para jogar outra 
olhada ao carro. "Isto foi uma coisa tipo que fez, e no foram devidamente agradecidos, no pelo pensamento ou a escritura pela que." sentia-se extraamente como 
um menino pequeno a ponto de ser perdoados por algum descuido pouco de travessura. "Mas, temo-lhe que manter." "Sim". Ela se voltou, deu-lhe um beijo. "E obrigado." 
Seu sorriso se desatou. "Murphy me deve cinco libras." "Apostados em mim, verdade?" Atraes de cor sua voz. Era to tpico. "Sua idia". 
"Mmm. Bom, por que no posso entrar e ver se meus clientes esto contentes, ento podemos ir dar um empurro." 
aproximou-se dela essa noite, como ela esperava que o faria, e de novo a noite seguinte, em qualidade de convidados dormiu tranqilamente as escadas. Sua estalagem 
estava enche, como gostava de melhor. Quando ela se sentou com suas contas, fiz-o com o corao ligeiro. Ela estava quase preparado para comprar seu material para 
o estufa. 
Encontrou-a em seu escritrio pequeno, envolto em sua bata, tocando um lpis contra seus lbios, seus olhos sonhadores. "Voc est pensando de mim?" -murmurou, inclinando-se 
para roar seu pescoo. 
"Em realidade, eu estava pensando no sul da exposio e o vidro tratado." 
"O segundo lugar a um efeito estufa". Tinha trabalhado seu caminho em torno da mandbula quando seu olhar escorregou em uma carta que ela tinha estendido aberto. 
"O que  isto? Uma resposta dessa empresa mineira." 
-Sim, por fim. tiveram sua contabilidade juntos. Conseguiremos um mil libras quando nos voltamos nas aes ". 
tornou-se para trs com o cenho franzido. "Mil? Durante dez mil aes? Isso no me parece justo." 
Ela sozinho sorriu e se levantou para derrubar o cabelo. Normalmente se tratava de um ritual que desfrutava, mas esta vez ele s seguiu olhando aos papis de seu 
escritrio. 
"No sabia D", disse-lhe ela. " muito mais do que esperava. Uma fortuna de verdade, como seus planos pelo general custam muito mais do que nunca ganhou." 
"Uma dcima parte de uma libra por ao." Agarrou a carta a si mesmo. "O que se diz que pagou por ele?" 
"A metade de que, como se pode ver. No posso recordar nada do que alguma vez fez que lhe valeu tambm. S tenho que dizer Rogam para enviar o certificado." "No 
o faa. 
"No?" Fez uma pausa, o pincel na mo. "por que no?" 
"H Rogam olhou  empresa?" 
-No,  suficiente em sua mente com o Maggie e a galeria da abertura de na prxima semana. Eu s lhe pediu que seja titular da permisso. " 
"vou chamar a meu agente. Olhe, no faz mal para obter um folheto sobre a companhia, um pouco de informao. Aos poucos dias no importa, verdade? " 
-No, mas me parece muita molstia para voc. " 
"Uma chamada Telefnica. Meu agente quer incomodar." Ajuste da carta de novo, ele se aproximou dela e tomou o pincel. -me deixe fazer isso. " Ele voltou para a cara 
ao espelho e comeou a desenhar a escova pelo cabelo. "Ao igual a um quadro do Tiziano", murmurou. "Todas estas diferenas nas sombras." 
Ela ficou muito quieto, olhando-o no espelho. surpreendeu-se a seus dar-se conta do ntimo era, como despertar, que tendem a seu cabelo. A forma em que seus dedos 
depois de pentear atravs da maleza. Muito mais que seu couro cabeludo comeou a sentir um formigamento. 
Logo levantou os olhos, reuniu-se o seu no cristal. Emoo em sua flecha quando viu o brilho de necessidade na sua. -No, no ainda. " Ele a abraou como estava 
quando comeou a dirigir-se a ele. Deixou a escova para baixo e logo assinalou a seu cabelo de sua cara. 
"Olhe", murmurou, e logo se deslizou os dedos por ela o cinturo de sua bata. "Perguntaste-te alguma vez como nos vemos juntos?" 
A idia era to chocante, to emocionante, no podia falar. Seus olhos ficou na seu sem cinto de segurana enquanto a tnica, retirou-a. "Posso-o ver em minha cabea. 
s vezes se interpe no caminho de meu trabalho, mas  difcil  mente." 
Suas mos perdia a ligeira sobre seus peitos, fazendo tremer antes de que ele comeou a desabotoar o vestido de pescoo alto. 
Sem palavras, impotente, observou suas mos se movem sobre ela, sentiu a propagao de calor em sua pele, sobre ela. Suas pernas pareciam desvanecer-se de maneira 
que no tinha mais remedeio que inclinar-se para trs em seu contrrio. Como em um sonho que o viu atirar o vestido de seu ombro, pressione os lbios sobre a pele 
nua. 
Uma sacudida de prazer, um brilho de calor. 
Seu flego saiu em um ronrono pouco de acordo como a ponta da lngua brincou a curva de seu pescoo. 
Foi muito surpreendente ver, assim como sentir. Embora seus olhos se aumentaram quando se escorregou o vestido para acima, em cima da cabea e longe, ela no protestou. 
No se pde. 
Ela o olhou com assombro  mulher no espelho. Em si mesmo, pensou confusamente. viu-se si mesmo, porque ela podia sentir que a luz, o tato devastadores como suas 
mos curvadas para tomar seus peitos. 
"Assim claro," disse em uma voz que havia rugosa. "Ao igual ao marfim, com pontas de ptalas de rosa." Os olhos escuros e intensos, esfregou-se os polegares sobre 
seus mamilos, sentiu tremer, ouviu-a gemer. 
Foi bonito ertica para v-la curva do corpo para trs, a sentir o peso suave, rendimento de seu afundamento em seu contrrio enquanto se dirigia flexveis com o 
prazer. Quase experimentalmente tomou a mo por seu torso, sentindo vibrar cada msculo em sua palma. O aroma de seu cabelo fluem atravs de seus sentidos, a seda 
das extremidades comprido e branco, e a vista deles tremendo no espelho. 
Queria lhe dar, para dar a ela como nunca tinha querido dar a ningum antes. Para acalmar e emocionar, para proteger e inflamam. E ela, pensou, ao pressionar os 
lbios em sua garganta uma vez mais, era to perfeita, to escandalosamente generosa. 
Um toque, pensou, em sua dignidade toca todo o afresco e com calma se esfumou. 
"Brianna." Seu flego era a cpia de segurana em seus pulmes, mas se manteve at que seus olhos se empanaram levantar-se uma vez mais  reflexo da sua. "Olhe 
o que te passa quando te recolher." 
Ela comeou a falar, mas sua mo se deslizou brandamente para baixo, lhe sujeitando, encontrar a seu j quente e mido. Apesar de que se engasgou com seu nome, mdio 
em sinal de protesto, a metade na incredulidade, acariciou, brandamente ao princpio, convincente. Mas seus olhos eram ferozes com a concentrao. 
Foi surpreendente, chocante ver a mo possuem ali, e sentir os golpes comprido e lento que evocava uma resposta a atirar e atirar que em seu centro. Seus olhos lhe 
mostrou que estava atuando contra ele agora, com gosto, com entusiasmo, quase suplicante. Qualquer pensamento da modstia foi esquecido, abandonado quando levantou 
os braos, enganchando de volta ao redor de seu pescoo, seus quadris de responder a seu ritmo crescente. 
E ela era como uma mariposa cravada por uma lana afiada doce do prazer. Seu corpo ainda estava tremendo quando ele a levantou, levando a cama para lhe mostrar mais. 
Captulo XIV 
"A abertura de amanh, e me proibiu acessar ao lugar." Com o queixo no punho, olhou ao Maggie na parte posterior da Brianna. "E ele me deixou cair em sua cozinha 
para que possa ser meu guardio. " 
Pacientemente Brianna terminou com gelo nos petit fours que tinha assado para o ch. Havia oito pessoas, contando Gray, entre eles trs meninos ativos. "Margarida 
Mara, no o mdico lhe diga que estar de p, e que do beb caiu, pode-se entregar antes do que tinha pensado?" 
"O que sabe ele?" Cranky como uma menina, Maggie franziu o cenho. "vou estar grvida para o resto de minha vida. E se Sweeney acreditar que me mantm da abertura 
de amanh, que ser melhor que pense outra vez." 
"Nunca Rogam disse que pensava fazer isso. O no te quer ..." Havia quase sob os ps e disse que teve mais cuidado com suas palavras. "Exagerar a atualidade". 
" minha galeria, tambm", murmurou. Suas costas era seu doa como uma dor de dente, e ela tinha ferroadas. S ferroadas, ela mesma assegurou. Provavelmente, o cordeiro 
que tinha comido essa tarde. 
" obvio que ", Brianna acalmado. "E todos vamos estar ali amanh para a abertura. Os anncios nos peridicos eram preciosos. vai ser um grande xito, sei." 
Maggie s grunhiu. Onde est o ianque? 
"Ele est trabalhando. Encerrou na defesa contra a menina alem que vagava em seu quarto." Ela sorriu por cima. "Ele  um encanto com os meninos. Jogou Serpentes 
e Escadas com ela a noite anterior, por isso se apaixonou por ele e no o deixar em paz." 
-E voc est pensando o que um pai que vai fazer bem. " Brianna pokered acima. "Eu no hei dito isso. Mas o faria. Voc deve ver cmo- interrompeu para ouvir a 
porta aberta. "Se isso for mais convidados, terei que lhes dar minha habitao e dormir na sala." 
"Voc pode simplesmente deixar de jogar camas musicais e dormir em cinza", comentou Maggie, continuando, estremeceu-se ao reconhecer as vozes que vm pelo corredor. 
"Ah, perfeito. Eu esperava que ela tinha trocado de idia e ficou na Frana." 
"J basta", advertiu Brianna e tirou mais taas de ch. 
"Os viajantes do mundo esto de volta", disse Lottie alegremente enquanto se arrastava Maeve na cozinha. "OH, que bom lugar que tem ali, Maggie. Como um palcio 
que . Que tempo maravilhoso que tivemos." 
"Fala por ti mesmo." Maeve farejou e estabelecer sua bolsa sobre o mostrador. "Molho das pessoas estrangeiras meio nus correndo pela praia." 
"Alguns dos homens foram construdos belamente." Lottie riu. "Havia um vivo americano que paquerou com o Maeve." 
"Perder o tempo." Maeve fez um gesto com a mo, mas tinha as bochechas acesas. "No lhe emprestei mente para sua espcie." Sentado, Maeve deu Maggie um olhar duro. 
cobriu-se o jorro de preocupao com uma careta do lbio. "Alcanou . dentro de pouco poder apreciar o que uma me sofre quando o trabalho de parto." 
"Muito obrigado". 
"Ah, a garota  to forte como um cavalo." Lottie voz era lhe vigorize como ela acariciou a mo do Maggie. "E o suficientemente jovem para ter uma meia dzia de 
meninos." 
Maggie ps os olhos e obteve uma gargalhada. "No sei quem de vocs me deprime mais." 
" bom que haja tornado a tempo para a inaugurao de uma galeria de amanh". Brianna trocado muito tato tema to serve o ch. 
"Ah. O que ia fazer perder o tempo em algum lugar de arte?" 
"No o perderia." Lottie dirigido um olhar severo na direo do Maeve. "Maeve, voc sabe muito bem que disse que estaria encantado de ver o trabalho do Maggie, e 
o resto." 
Maeve se moveu incmodo. "O que pinjente foi surpreendeu no havia tanto alvoroo sobre pedaos de vidro". Ela franziu o cenho antes da Brianna Lottie poderia envergonhar 
ainda mais. "Seu automvel no estava  frente. veio abaixo no ltimo?" 
"Ho-me dito que era intil. Hei um novo, o azul, um por a." "A um novo". Maeve a taa, com um rudo. "Esbanjo seu dinheiro em um carro novo?" 
- seu dinheiro, "Maggie comeou acaloradamente, mas Brianna a interrompeu com um olhar. 
"No  novo, exceto a mim.  um carro usado, e eu no o tragou." Ela se preparou. "Grayson o comprou para mim." 
Por um momento houve silncio. Lottie ficou olhando a seu ch com os lbios franzidos. Maggie preparados para saltar  defesa de sua irm e lutou por ignorar as 
ferroadas. 
"Comprei-a para ti?" Maeve voz era dura como uma pedra. "Voc aceitou tal coisa de um homem? No tem voc o cuidado do que a gente vai pensar, ou dizer?" 
"Imagino que a gente pensar que era uma coisa generosa, e dizer o mesmo." Deixou de lado sua faca gelar e recolheu seu ch. Suas mos se sacudia em um momento. 
Ela sabia, odiava-o. 
"O que vo pensar  que lhe vendem para isso. E no  assim?  isso o que tem feito?" 
"No" A palavra foi framente calma. "O carro era um presente, e aceito como tal. No tem nada que ver com nossos amantes." 
No, pensou. Ela havia dito. Seu estmago se apertou, com as mos em condies de tremer, mas ela havia dito. 
Branco ao redor dos lbios, seus olhos ardentes azul, Maeve empurrou fora da mesa. "H-te whored". 
"No hei. Dei a um homem ao que cuidar e admirar. Dado mim mesmo pela primeira vez", disse ela e se surpreendeu de que suas mos se manteve estvel. "Apesar de que 
o haja dito de outra maneira." Maeve o olhar de corte ao Maggie, cheio de amargura e mau gnio. 
"No, eu no lhe disse," disse Maggie com bastante calma. "Deveria haver, mas no o fiz." 
"Pouco importa como me inteirei." Brianna cruzou as mos juntas. Houve um frio em seu interior, um calafrio horrvel, mas ela terminaria isto. -J viu o que perdi 
a felicidade que poderia ter tido com o Rory. " 
"Ele no era nada", disparou Maeve costas. "O filho de um agricultor que nunca teria feito um homem. Teria que no tinha nada com ele, mas uma casa cheia de meninos 
que choram." 
"Eu queria ter filhos." Um disparo dor atravs do gelo. "Eu queria uma famlia e um lar, mas nunca saberemos se teria comprovado que com ele. Voc viu miservel 
a isso e um bom homem, muito bem em suas mentiras. Para manter a salvo, me? No penso assim. Eu gostaria que sim. Para evitar que me atava. Quem teria tendido a 
voc e esta casa se me tivesse casado Rory? Nunca saberemos disto. " 
"Fiz o melhor para voc." 
"O melhor para voc." 
Devido a suas pernas se sentiam dbeis, Maeve se voltou a sentar. "portanto, esta  a forma em que me pagaro por isso. Ao dar a ti mesmo no pecado ao primeiro homem 
que lhe deseje muito." 
"Ao dar para mim mesmo no amor ao primeiro e nico homem que me h meio doido." 
"E o que vais fazer quando as novelo de um beb em seu ventre e vai assobiando fora?" 
"Essa  minha preocupao". 
"Est falando como voc agora." Enfurecido, Maeve aceso Maggie. "Tornaste-a contra mim." "Voc tem feito isso mesmo." 
"No traga Maggie nisto." Em uma medida de amparo Brianna lhe ps uma mo sobre o ombro de sua irm. "Esta  voc e eu, mame." 
H alguma possibilidade de conseguir um ... " Alta em uma tarde de escrever com xito, Gray li rapidamente  cozinha e se apagou quando viu a empresa. Apesar de 
que sentia o peso da tenso na sala, tentou um sorriso amistoso. -A senhora Concannon, a senhora Sullivan,  bom te ter de volta. " 
Maeve mos apertou os punhos. "Maldito bastardo, queimar-te no inferno com minha filha a seu lado." 
"Cuidado com a lngua em minha casa." Para afiados Brianna's surpreendeu a todos eles mais de amarga profecia Maeve. "Peo-lhe perdo, Cinza, por ter proferido insultos 
de minha me." -vais pedir perdo de ningum por minha causa. " -No-conveio Gray, assentindo com a cabea no Maeve. "No h necessidade. pode-se dizer o que voc 
gosta para mim, a senhora Concannon." "Prometem-lhe seu amor e o matrimnio, uma vida de devoo a procur-la nas costas? Crie que no sei o que dizem os homens 
que saem com a sua?" 
"Ele me prometeu nada", Brianna comeou, mas cinza a interrompeu com um olhar penetrante. 
-No, eu no fiz promessas. Brianna no  algum a quem se mentir. E ela no  algum a quem havia a sua vez de se me disse algo a respeito dela que eu no gostei. 
" 
-compartilhaste empresa familiar com ele, tambm? " Maeve se voltou para a Brianna. "No  suficiente para que voc possa condenar sua alma ao inferno?" 
"vai ser para sempre amaldioando a seus filhos ao inferno?" Maggie disparou antes da Brianna podia falar. "Porque voc no pode encontrar a felicidade, deve tratar 
de manter aos dois de encontr-lo? Ela o ama. Se pudesse ver atravs de sua prpria amargura, saberia que, e isso  o que importa a voc. Mas ela se tem que a sua 
inteira disposio durante toda sua vida e no pode suportar a idia de que ela poderia encontrar algo, a algum por si mesmo. " 
"Maggie, suficiente", murmurou Brianna. "'Tisn't suficiente. No te vai dizer, nunca o faria. Mas ela o escutar de mim. Ela me odiava do momento em que nasci, e 
ela usou. No somos filhas com ela, mas por turnos uma penitncia e uma muleta. Tem uma s vez, nenhuma s vez me desejou feliz com Rogam, ou com o beb? " 
"E por que teria que faz-lo?" Maeve replicou, os lbios trementes. "E tenho meus bons desejos jogou na cara. Nunca me deste o amor que  o direito da me." 
"Eu gostaria de ter." flego do Maggie comeou a gancho como se tornou para trs da mesa. "Deus sabe que eu quis. E tratou da Brianna. Alguma vez foi agradecido 
por tudo o que deixar a um lado para sua comodidade? Em lugar disso arruinou qualquer oportunidade que tinha para o lar e a famlia que ela queria. Bom, no o farei 
de novo, no esta vez. Voc no entrar em sua casa e falar com ela ou o homem que ama desta maneira. " 
"vou falar como eu escolho minha prpria carne e sangue." 
"J basta, o par de vocs." Brianna voz era aguda como uma chicotada. Estava plida, com frieza  assim, e o tremor que tinha conseguido defender-se tinha crescido 
at se estremece. Tem que golpear o um ao outro assim, sempre? No vou ser o clube que se utiliza para ferir o um ao outro. convidei na sala ", disse, desenhando 
uma respirao instvel. "E prefiro no ser submetido  misria de minha famlia. Maggie, sinta-se e a calma voc mesmo." 
"Luta contra suas prprias batalhas, pois-disse Maggie com fria. "vou deixar." Inclusive enquanto o dizia, a dor e a tinha golpeado sujeitando a parte de atrs 
da cadeira. 
"Maggie". Presa do pnico, Brianna a agarrou. "O que ?  o beb?" 
"S uma pontada." Mas o construiu em uma onda que surpreendeu a ela. 
"Tornaste-te branco. Sente-se agora. Sinta-se, no discuta comigo." 
Lottie, uma enfermeira aposentada, levantou-se rapidamente. "Como voc tem muitas pontadas havia, carinho? " 
-No sei. Aceso e apagado toda a tarde. " Deixou escapar um suspiro de alvio quando a dor passa. "No  nada, de verdade. Hei duas semanas ainda, ou que quase". 
"O doutor disse que qualquer tempo", Brianna lhe recordou. 
"O que faz um mdico?" 
-Certo, certo. " Sonriendo com facilidade, Lottie borde a mesa e comeou a massagear os ombros do Maggie. "Algo mais que doer, meu amor?" 
"Minhas costas um pouco", admitiu Maggie. "foi minha molesta todo o dia." 
"Mmmm. Bom, voc acaba de respirar tranqilo agora e relaxar-se. No, no mais de ch para ela faz um momento, Brianna," disse antes da Brianna podia verter. "J 
veremos dentro de pouco." 
"No estou em trabalho de parto." a cabea do Maggie foi vertiginoso da idia. " s o cordeiro." -Pode ser, sim. Brie, no deu a seu jovem uma taa de ch. " 
"Estou bem". Cinza parecia de uma mulher  outra, perguntando-se que movimento fazer. Retiro, decidiu, provavelmente seria melhor para todos eles. "Acredito que 
vou voltar a trabalhar." 
"OH, eu gosto de seus livros," disse Lottie alegremente. "Dois deles tenho lido enquanto estvamos em nossas frias. Pergunto-me como se pode pensar nesses contos 
e que os anotem em todas essas palavras bonitas." 
Ela tagarelava, mant-lo e todo mundo como o foram at que Maggie ficou sem flego. -J est, s uns quatro minutos de diferena, diria eu. Que Exale, o amor, que 
 uma menina. Brie, acredito que deveria chamar a Rogam agora. Querer a nosso encontro no hospital. " "OH." Por um instante Brianna no podia pensar, mover-se muito 
menos. "Deveria chamar o mdico." 
"Isso estar bem." Lottie tomou a mo do Maggie, apertou-a como Brianna saiu correndo. "Agora, no se preocupe. ajudei a muitos a seu filho a este mundo. Voc tem 
um caso para levar, Maggie, em sua casa?" 
"No dormitrio, sim". Estremeceu-se um flego como a contrao passado. Curiosos, sentia-se mais tranqilo agora. "No armrio". 
"O jovem v se procurar por ti. No quer, querido?" 
"claro que sim." Havia muito prazer. Seria tirar o da casa, longe da perspectiva aterradora de parto. "vou procurar agora mesmo." 
"Est bem, Gray. Com a calma de sua nova camuflagem, Maggie obteve uma risita. "Eu no vou cumprir com a mesa da cozinha." 
"Bem". Lhe dirigiu um sorriso incerto, e fugiram. 
"Eu vou pr a jaqueta agora", disse Maggie Lottie, e enviado Maeve um olhar reveladora. "No se esquea de sua respirao." 
"No o farei. Obrigado, Lottie. vou estar bem." "Voc tem medo." Lottie se inclinou brandamente  taa a bochecha do Maggie. - natural. Mas o que te passa  to 
natural. Algo mais que uma mulher pode fazer. S uma mulher pode entender. O bom Deus sabe se um homem podia faz-lo, no haveria menos pessoas no mundo ". 
A idia fez Maggie sorriso. "S estou um pouco assustado. E no s da dor de saber o que fazer depois.". 
"Voc saber. Ser uma me logo, Margarida Mara. Deus os benza. " 
Maggie fechou os olhos quando Lottie saiu da habitao. Podia sentir as mudanas dentro de seu corpo, a magnitude dos mesmos. imaginava s mudanas em sua vida, 
a enormidade deles. Sim, ela seria uma me muito em breve. O menino que tinha criado e Rogam seria em seus braos em lugar de seu ventre. 
Quero-te , pensou. Juro-te que eu s vou mostrar o amor. 
A dor comeou a bem de novo, aproveitando um gemido de sua garganta. Ela apertou os olhos mais estritos, concentrou-se na respirao. Atravs da bruma de dor que 
ela sentiu que uma mo coberta dela. Abriu os olhos, viu o rosto de sua me, e as lgrimas, e possivelmente pela primeira vez em sua vida, um verdadeiro entendimento. 
"Desejo-lhes feliz, Maggie," disse Maeve lentamente. "Com seu filho." 
Por um momento, ao menos, a diferena foi de ponte. Maggie lhe deu a mo uma e se apoderou da palma de sua me  palma. 
Quando Gray se apressou a retornar, a bolsa de um dia para outro agarrado na mo, Lottie estava ajudando ao Maggie para o automvel da Brianna. Todos os hspedes 
na casa se encontrava fora, agitando a afastar-se. 
"OH, obrigado por ser rpido". Brianna lhe arrebatou o caso, ento olhou a seu redor distradamente. "Rogam est em caminho ao hospital. Pendurou antes de que pudesse 
dizer adeus. O doutor disse que lhe trouxesse para a direita dentro tenho que ir com ela." 
" obvio que sim. Ela estar bem." 
"Sim, ela estar bem." Brianna mordiscou a unha de seu polegar. "Tenho que ir -todos os convidados." 
"No se preocupe com as coisas aqui. Eu me encarrego dela. " 
"No se pode cozinhar". 
"vou ter a sorte de que fora ao jantar. No se preocupe, Brie". 
"No, parvo de mim. Eu sou to distrado. Sinto-o muito, Gray. 
"No o faa. Estvel a si mesmo, tomou a cara entre as mos. "Nem te ocorra nada disso agora. S tem que ir ajudar a sua irm tem um beb." 
"Farei-o. voc poderia chamar  senhora Ou'Malley, por favor? Seu nmero est em meu livro. Vir tendem a coisas at que chego a casa outra vez. E se voc chamaria 
Murphy. Ele quereria saber. E - " 
"Brie, v. vou chamar a todo o condado." Apesar da audincia, deu-lhe um beijo rpido, duro. "H Rogam me enviar um charuto." 
"Sim. Est bem, sim, vou." apressou-se para o carro. 
Cinza deu um passo atrs e olhou a seu carro, com o Lottie e Maeve que vm detrs. Famlias, pensou, com um movimento de cabea e um estremecimento. Graas a Deus 
que no tinha que preocupar-se com um. 
Entretanto, preocupado por ela. Ao cair a tarde se converteu na tarde e a noite se converteu em noite. A senhora Ou'Malley tinha chegado, animada na cozinha apenas 
meia hora depois de sua chamada de emergncia. Bater das caarolas, que conversavam alegremente a respeito da experincia do parto, at nuseas, Gray se tinha retirado 
a sua habitao. Ele foi melhor quando Murphy baixou e compartilhou um copo de usque com ele em brinde pelo Maggie e o beb. 
Mas  medida que cresceu a estalagem tranqila e a hora tardia, Gray no foi capaz de trabalhar ou dormir, duas atividades que tinha usado sempre para escapar. 
Ser vigilante lhe deu muito tempo para pensar. Por muito que queria evit-lo, a cena da cozinha de jogar uma e outra vez em sua cabea. Que tipo de problemas tinha 
causado Brianna simplesmente por querer ela, atuando ento sobre o desejo? No tinha pensado em sua famlia ou sua religio. Ela acredita que sua me o fez? 
Lhe inquietava pensar nas almas e a condenao eterna. Algo eterna lhe inquietava, e a condenao sem dvida encabeam a lista. 
Ou  que Maggie fala a mente da Brianna. Isso foi apenas menos alarmante. Todos os que falam de amor. Desde seu ponto de vista o amor podia ser to perigoso como 
a condenao, e prefere fazer insistncia em no a nvel pessoal. 
por que no pode a gente manter as coisas simples? , perguntou-se enquanto caminhava  habitao da Brianna. As complicaes foram parte da fico, mas em realidade 
a vida era muito mais suave um dia de uma vez. 
Mas foi estpido, admitiu, e incrivelmente ingnuo pretender que Brianna Concannon no era uma complicao. No tinha admitido j que era nico? Inquieto, levantou-se 
a tampa de uma garrafa pequena em seu penteadeira. E seu aroma. 
S queria estar com isso-por o momento, disse-se. Desfrutaram de uns aos outros, gostava de um ao outro. Neste momento e este lugar particular, adaptado bem uns 
aos outros. 
 obvio, poderia retroceder em qualquer momento.  obvio que podia. Com um grunhido pouco lhe disparou  parte superior traseira da garrafa. 
Entretanto, seu aroma ficou com ele. 
Ela no estava apaixonada por ele. Talvez pensou que estava, porque era sua primeira vez. Isso era natural. E talvez, s talvez, era um pouco mais complicado com 
ela que o que tinha estado com ningum mais. Porque ela no se parecia com nenhuma outra pessoa. De modo que era natural, tambm. 
Assim e tudo, quando seu livro se terminou, teria que acabar assim. Estaria de seguir adiante. Levantou a cabea e se olhou no espelho. No h surpresas , pensou. 
Era a mesma cara. Se havia uma tnue luz de pnico nos olhos, optou por ignor-lo. 
Grayson Thane lhe devolveu o olhar. O homem que tinha feito de um nada. Um homem que estava a gosto. Um homem, disse-se agora, que se transladou pela vida como ele 
escolheu a mover-se. Livre, sem bagagem, sem remorsos. 
Houve lembranas. Ele poderia bloquear os desagradveis. Tinha estado fazendo isso durante anos. Um dia, pensou, ele a vista atrs e recordar Brianna, e isso seria 
suficiente. 
por que diabos no o tinha chamado? 
deteve-se, deu as costas ao espelho antes de que pudesse ver algo que preferia evitar. No h necessidade de que chame, disse-se e apareceu atravs dos livros em 
seu estantera. Era seu negcio, empresa familiar, e no teve parte nela. No queria tomar parte nela. 
Era curioso, isso era tudo, a respeito do Maggie e o beb. Se ele estava esperando, era s para satisfazer essa curiosidade. 
Sentir-se melhor, escolheu um livro, tendida em sua cama, e comeou a ler. 
Brianna o encontrou ali s 03 a.m. cambaleou-se em uma onda de alegria e fadiga ao v-lo dormido na parte superior de suas mantas, um livro aberto sobre seu peito. 
Lhe sorriu, bobamente, que ela conhecia. Mas foi uma noite de loucura. 
Em silncio se despia, cruzou-se de roupa sobre uma cadeira, meteu-se em uma camisa de dormir. No banheiro contigo esfregava o cansao de seu rosto. Conteve um 
sorriso prprio reflexo no espelho, e riu. 
Preencho de novo no dormitrio, agachou-se a Com mascote, que estava acurrucado no tapete aos ps da cama. Com um suspiro, apagou a luz e estabelecido, sem incomodar-se 
em baixar as cobertas. 
voltou-se para ela imediatamente, com o brao pendurando sobre ela, acariciando seu rosto seu cabelo. "Brie". Sua voz estava cheia de sonho. "Senti saudades." 
"Estou de volta agora". Trocou, curvados para ele. "S sonho". - difcil dormir sem ti. Muito velhos sonhos muitas sem ti. " 
"SSH". Ela o acariciou, sentiu-se incio  deriva. "Estou aqui". 
Chegou completamente acordado com um estalo, piscando, confundida. "Brie". Esclareceu-se garganta e empurrou a si mesmo. "tornaste." 
"Sim. Ficou dormido lendo." 
"OH. Sim". depois de esculpir as mos sobre sua cara, entrecerr os olhos para v-la na penumbra. Entrou de repente. "Maggie?" 
"Ela est bem, que  maravilhosa. OH, foi formoso ver, Gray. Emocionado de novo, sentou-se, abraou a seus joelhos. "Ela estava amaldioando Rogam, prometendo todo 
tipo de vingana espantosa sobre ele. Seguiu lhe beijando as mos e lhe dizendo a respirar. Logo ria, lhe diga que o amava, e a maldio ele outra vez. Nunca vi 
um homem to nervoso e atemorizado e amar a todos de uma vez. " 
Ela suspirou de novo, nem sequer consciente de suas bochechas estavam molhadas. "Houve toda esta confuso e conversando, discutindo, como era de esperar. Cada vez 
que tratou de arrancar a cabo, Maggie ameaava levantando-se e ir-se a si mesmo." Minha famlia fica, "ela diz," ou vou com eles ". Assim que ficamos. E assim foi 
... maravilhoso. " 
Cinza se secou as lgrimas. "vais dizer me o que havia?" 
"Um menino". Brianna soluou. "O menino mais formoso. Tem o cabelo negro, como Rogam. enrosca-se em sua pequena cabea como um halo. E tem os olhos do Maggie. So 
azuis agora,  obvio, mas  a forma deles do Maggie. E se lamentou assim, como se estivesse amaldioando a sorte de ter sido levado a ns nesta confuso. Seus pequenos 
dedos apertados todos em forma de punho. Liam, que o nomeou. Liam Sweeney Mateo. Deixaram-me o ter. "Ela apoiou a cabea sobre o ombro do Gray." Ele me olhou. " 
"vais dizer me que sorriu a voc?" 
"No" Mas ela sorriu. -No, que no o fizeram. Olhou-me, muito srio, como, como se estivesse pensando no que depois ia fazer de todo este assunto. Eu nunca celebrei 
uma vida to novo antes.  como nada mais, nada mais no mundo ". Voltou a cara em sua garganta. -Eu gostaria que tivesse podido estar ali. " 
Para sua surpresa, descobriu que queria o mesmo. "Bom, algum tinha que conta o rancho. Sua senhora Ou'Malley veio sobre a marcha. " 
"Benze a ela. Chamarei amanh at lhe dar a notcia e lhe dar as obrigado." 
"Ela no cozinha to bem como voc." 
-No acredito? " Sorriu para si, encantado. "Espero que no o disse." 
"Eu sou a alma da diplomacia. Assim." Beijou templo da Brianna. "Ela tinha um filho. Qual  o peso?" 
"Sete libras, uma ona." 
"E o tempo, j sabe, quando ela o tem?" 
"OH, foi aproximadamente a metade." 
-Mierda, parece que o alemo copped a piscina. " 
"Perdo?" 
"A piscina. Tivemos uma piscina para bebs vai. Sexo, peso, tempo de nascimento. Estou bastante seguro de que o menino alemo Krause-hit-a mais prxima." 
"Um grupo de apostas,  hoje, e quem foi isso idia? " 
Cinza se passou a lngua pelos dentes. "Murphy", disse. "A aposta man'll em algo." 
"E qual foi sua conjetura? 
"Garota, sete libras e meia, para cima a meia noite." Beijou-a de novo. Onde est meu charuto? " 
"Rogam enviou ao longo de uma multa de um. Est em minha bolsa". 
"Levo-me isso at o pub amanh. Algum est destinado a ser a entrega de bebidas grtis." 
"OH, voc pode apostar nisso tambm." Tomou um pouco de flego, fechou seus dedos juntos. "Grayson, ao redor desta tarde. Minha me." 
"Voc no tem que dizer nada sobre isso. Entrei em um mau momento, isso  tudo." 
"No  tudo, e  absurdo pretender que ." 
-Est bem. " Ele tinha sabido que terei que insistir em hash, mas no podia suportar ver seu estado de nimo baixos. "No vamos fingir. No vamos pensar nisso esta 
noite, entretanto. Falaremos disso mais tarde, tanto como o necessite. Esta noite para celebrar, no te parece?" 
Socorro lhe esquenta. Suas emoes se montou em uma montanha russa bastante tempo esse dia. -Sim, sim ". 
"Arrumado a que no comeram." "Eu no." 
"por que no posso obter alguns de ns o frango frio que sobra do jantar? vamos comer na cama." 
Captulo Quinze 
Era bastante fcil de evitar temas srios durante na prxima semana. Cinza se inundou em seu trabalho, e o tempo da Brianna estava tendido magra entre seus convidados 
e seu novo sobrinho. Sempre que tinha um minuto livre, encontrou uma desculpa para lanar-se para baixo  casa do Maggie e mimar  nova me e o beb. Maggie estava 
muito encantado com seu filho a fazer algo mais que dar um sinal poucas queixa sobre os desaparecidos da abertura de sua nova galeria. 
Cinza teve que admitir que o menino era um ganhador. Tinha vagado at a casa de campo a si mesmo um par de vezes quando tinha que estirar as pernas e limpar a mente. 
Cedo de noite era o melhor momento, quando a luz assumiu esse brilho luminoso to especial para a Irlanda, e o ar estava to clara que podia ver por milhas atravs 
das colinas esmeralda com o sol pegando abaixo na cinta fina de rio na distncia fazendo que cintilam como uma espada de prata. 
Encontrou Rogam, vestido com uma camiseta e calas jeans de idade, no jardim dianteiro, arrancando as ms ervas em laboriosamente. Um olhar interessante, Cinza refletiu, 
para um homem que provavelmente podia permitir um peloto de jardineiros. 
"Ol, papai." Sonriendo, Gray se apoiou na porta do jardim. 
Rogam  transbordado nos tales de suas botas desgastadas. "Ah, um homem. Vem e te una a mim. fui desalojados. Mulher." Ele voltou a cabea para a cabana. "Maggie 
e Brie e sua irm Kate Murphy para uma visita, e algumas das senhoras do povo. Discutindo a alimentao materna e histrias de entrega sala de guerra". 
"Sim". Cinza deu a cabana um olhar dolorido quando voltou pela porta. "Soa-me mais como o que escapou jogaram". 
- certo. Ser superados em nmero no posso chegar perto do Liam. Brianna E assinalou que Maggie no deveria estar fazendo a jardinagem, entretanto, e  cada vez 
tenha ultrapassado. Logo elevou a frente a mim dessa maneira dela. Assim tomei a pista. "Olhou ansiosamente voltar para casa." Poderamos tentar penetrar na cozinha 
para tomar uma cerveja. " 
" mais seguro aqui." Cinza se sentou, cruzou as pernas. Amigablemente, estendeu-lhe a mo e tirou uma m erva. Pelo menos se via como uma m erva. "estive esperando 
para falar com voc de todos os modos. Por aquele certificado de aes." 
"Que certificado de aes  isso?" 
"A coisa Triquarter Minerao." 
-Ah, sim. Isso de minha mente se deslizou com tudo o que esteve acontecendo. Brianna saber nada deles, no? " 
"Inteirou-se de algum." Cinza se arranhou o queixo. "Tive meu corredor fazer um pouco de escavao.  interessante." 
"Pensando no investimento, verdade? " 
-No, e no podia, se o fora. No h Triquarter mineiro-no est no Gales ou em outro stio que se pode localizar ". 
Rogam frente enrugada. "Dobrado, verdade?" 
"Se no aparecer alguma vez houve um Triquarter mineiro-e que deve supor o certificado de que est sustentando no vale nada." 
- estranho ento, que algum estaria disposto a pagar mil libras por ela. Seu homem poderia ter perdido algo. A empresa poderia ser muito pequena, no figurar em 
nenhuma das listas padro ". 
"Pensei nisso. Assim o fez. Ele teve a curiosidade de indagar um pouco mais profundo, inclusive chamou o nmero que se publicou no cabealho." 
"E?" 
"No  um nmero de trabalho. Me ocorre que qualquer pode ter uma folha de papel com cabealho impresso para cima. Ao igual a qualquer pessoa pode alugar um compartimento 
postal, como a escreveu a um Brianna no Gales. " 
- certo. Mas no explica por que algum estaria disposto a pagar por algo que no existe. " Rogam franziu o cenho em meia distancia. "Tenho alguns negcios no Dubln. 
Embora no estou seguro do Brie me perdoe por tomar Maggie e Liam de distncia, temos que sair ao final da semana. S deve tomar uns dias, e espero possa neste mesmo 
enquanto esteja ali. " 
"Imagino que vale a pena uma viagem ao Gales." Cinza se encolheu de ombros como Rogam o olhou. "Est um pouco sobrecarregados neste momento, mas eu no o sou." 
"Est pensando em ir ao Gales a ti mesmo?" "Sempre quis jogar detetive.  uma espcie de casualidade, no te parece, que pouco depois encontrou o certificado do 
Brie e enviou uma carta, rompeu-se a casa de campo em fazer. "Ele moveu os ombros de novo." Fao minha vida atando coincidncias em parcelas ". 
"E lhe dir Brianna o que est fazendo?" "Pedaos de todos os modos. estive pensando em fazer uma rpida viagem a Nova Iorque, Brianna gostaria de um fim de semana 
em Manhattan." 
Agora retrocede levantadas Rogam. "Imagino que seria-si pudesse convencer a de que deixe a casa de campo durante a temporada alta. 
"Acredito que tenho que resolver." "E de Nova Iorque est a uma distncia do Gales". "No seria difcil de desvio ali no caminho de volta a Clara, entretanto. Acrescenta 
um par de dias na viagem. Pensei em vai por minha conta, mas se tiver que falar com oficiais de ningum, acredito que eu a necessito ou Maggie ou a me. "Ele sorriu 
de novo." Acredito que Brie a opo bvia. " 
"Quando vai?" 
"Um par de dias." 
"Voc se move rpido", comentou Rogam. "voc crie que voc pode conseguir Brianna de avanar o mais rapidamente?" 
"vai tomar um monto de encanto. estive economizando para acima." 
-Bom, se lhe as acertas, mantenha-se em contato comigo. Farei o que possa para estudar o assunto de meu fim. Ah, e se necessitar munio extra, voc poderia mencionar 
que havemos vrias das peas do Maggie aparece em Nova Iorque todo mundo. " 
O som da risada das mulheres enchiam o ar. Vieram exterior, ainda dando voltas Maggie, que havia Liam no oco de seu brao. Houve apresentaes, saudaes, muita 
arrulho de ltimo minuto sobre o beb antes de que os visitantes subiram s bicicletas e os vendia fora. 
"vamos ter." Cinza se aproximou e tomou o beb dos braos do Maggie. Ele sempre teve um retrocesso da maneira Liam o olhou com solenes olhos azuis. "Oua, no est 
falando ainda? Rogam, acredito que  hora de que nos este menino longe das mulheres, baixaram-no ao bar a tomar uma cerveja." 
"teve sua pinta para a noite, obrigado," Maggie pr pulg "O leite materno". 
Cinza ccegas queixo do beb. "Como  que ele est usando um vestido? Estas mulheres esto fazendo um fora maricas de ti, moo." 
"Tisn't um vestido." Brianna se inclinou para beijar a parte superior da cabea do Liam. "Um sacque  o que . Estar com calas muita em breve. Rogam, s tem que 
esquentar esse prato me derrubou quando estiver preparado para o jantar." Ela franziu o cenho abaixo em seu intento de cultivar um horta. "No  bom jogar com as 
ms ervas. Tem que chegar s razes." 
Ele sorriu e a beijou. -Sim, senhora. " 
Saudar com a mo o levaram, ps-se a rir. "Vou. Gray, dar ao beb. O Sweeneys tiveram mais de suficiente companhia para o dia. Por seus ps?" disse ao Maggie. 
"Farei-o. lhe faa fazer o mesmo", ordenou-lhe Gray. "Ela esteve executando dois lares de dia". Cinza arrancou a mo da Brianna. -Eu poderia levar s costas. " 
"No seja tolo. te cuide". Deixou que sua estadia na mo do Gray, enquanto caminhavam pela porta do jardim e na estrada. "cresceu tanto que j," murmurou. "E o faz 
sonriendo agora, voc faa em. Perguntaste-te alguma vez o que acontece a mente de um beb quando est olhando a ti?" 
"Imagino que ele se pergunta se esta vida vai ser muito diferente do passado." 
Surpreendida, ela voltou a cabea. "Voc acredita nesse tipo de coisas? Srio?" 
"claro que sim. Uma viagem atravs nunca teve sentido para mim. Nunca havamos faz-lo bem com um intento. E estando em um lugar como este, voc pode sentir o eco 
de velhas almas cada vez que toma uma respirao." 
"s vezes sinto que caminhei ao longo daqui antes." Sem fazer nada lhe estendeu a mo, arrastando a mo pelas flores vermelhas de fcsia que bordeaban a estrada. 
-Aqui mesmo, mas em um momento diferente, em uma pele diferente ". "Me conte um conto". 
"H um silncio no ar, uma paz. O caminho  s um caminho, muito estreito, mas pisou bem. E posso grama aroma incndios. Estou cansado, mas  bom, porque vou casa 
a algum. Algum esperando a que eu s mais adiante. s vezes Quase posso v-lo ali de p, levantando a mo para saudar mim. " 
deteve-se, moveu a cabea em sua prpria tolice. " uma tolice. S imaginar." 
"No tem que ser". Agachou-se, agarrou uma flor silvestre do lado da estrada, e a entregou a ela. "O primeiro dia que entrei aqui, no podia olhar a todo o suficientemente 
rpido, o tempo suficiente. No era s porque era novo. Era como recordar." O impulso se deu volta, tomou em seus braos e a beijou. Assim era isto, deu-se conta. 
de vez em quando, quando ele a abraou, quando sua boca sobre a dela, havia uma foto dela no bordo de sua mente. 
Como lembrana de si. 
sacudiu-se de cima a sensao. J era hora, decidiu, para iniciar seu encanto em fazer o que queria. "Rogam me disse que tem que retornar ao Dubln durante um tempo. 
Maggie e Liam se fora com ele." 
"OH." Houve uma pontada, rpido de arrependimento antes de encontrar aceitao. "Bom, tm uma vida ali. Tendo a esquecer quando esto aqui." 
-vais jogar os de menos. " 
Assim o farei, se." 
"Tenho que fazer um viajecito a mim mesmo." 
"Uma viagem?" Agora h uma sacudida de pnico que lutaram pelo controle. "aonde vai?" 
"Nova Iorque. A estria, recorda?" 
"Seu filme". Ela esboou um sorriso. " emocionante para voc." 
"Poderia ser. Se voc quer ir comigo." 
"Ir com voc?" Agora ela se deteve no caminho para a abertura dele. "Para a cidade de Nova Iorque?" 
"Um par de dias. Trs ou quatro." Ele a agarrou em seus braos e a conduziu a uma valsa improvisada. "Poderamos ficar no Plaza como Eloise". 
"Eloise? Quem-" 
-No importa. Explicarei-lhe isso mais tarde. Tomaremos o Concorde, estar ali antes de que voc sabe. Pode-nos visitar todo mundo h ", adicionou como incentivo 
adicional. "Todos os turistas costure, comer em restaurantes ridiculamente caro. Voc poderia conseguir alguns novos menus fora dele." 
"Mas eu no podia. Srio." Sua cabea lhe dava voltas, e no tinha nada que ver com os crculos da dana rpida. "A estalagem" 
-A senhora Ou'Malley disse que estaria feliz de batear de emergente ". "A-" 
"Para ajudar," elaborado ele. "Quero-te comigo, Brianna. Importantes do filme, mas no vai haver diverso sem ti.  um grande momento para mim. No quero que seja 
s uma obrigao". 
"Mas, em Nova Iorque" 
"Uma piscada de distncia sobre a SST feliz. Murphy para cuidar de Com, a senhora Ou'Malley animado a fazer-se carrego da estalagem." 
"falaste com eles j." Ela tratou de deter a dana vertiginosa, mas mantm fiando seu cinza. 
"claro que sim. Sabia que no iria at que tudo estivesse em ordem." 
"Eu no o faria. CO'T-E eu" 
"Faz-o por mim, Brianna." Sem piedade tirou sua melhor arma. A confiana. "Necessito-te ali." 
Seu flego saiu em um suspiro comprido e lento. "Grayson". 
 isso um sim? " 
"Devo estar louco." E ela ps-se a rir. "Sim". 
Dois dias mais tarde Brianna se encontrou no Concorde, cruzando o Atlntico. Seu corao estava em sua garganta. De ter sido desde que se fechou a mala. Ela ia a 
Nova Iorque. Ao igual a. Ela tinha deixado seu negcio em mos de outro. Capaz mos, sem dvida, mas no as mos. 
acordou ir a outro pas, para cruzar um oceano inteiro com um homem que nem sequer era parente, em um avio que foi um grande pequeno do que tinha imaginado. 
Certamente deve ter tornado louco. 
"Nervoso?" Tomou a mo, levou-a aos lbios. 
"Gray, que nunca deveria ter feito isto. No sei o que me passou."  obvio, sabia. Tinha-o feito. colocou-se nela em todas as formas possveis. 
"Preocupa-lhe a reao de sua me?" 
Aquilo tinha sido horrvel. As palavras duras, as acusaes e predies. Mas Brianna negou com a cabea. Ela se tinha resignado ao Maeve os sentimentos do Gray, 
e sua relao. 
"Acabo de envasilhado e a esquerda", murmurou. 
"No acredito." Ele riu dela. "Voc tem feito ao menos uma dzia de listas, comidas preparadas o suficiente para um ms e os pegou no congelador, limpar a casa de 
acima a abajo- interrompeu porque no se limitou a olhar nervoso. Ela estava aterrada. "Carinho, relaxar-se, no h nada que temer. Nova Iorque no  to mau quanto 
est feito para ser." 
No era Nova Iorque. Brianna voltou a cabea, afundando o rosto em seu ombro. Era cinza. Ela entendeu, se no, que no havia ningum mais no mundo que ela teria 
feito isto a favor, mas a famlia. Ela entendeu, se no, que tinha chegado a ser to complexa e vital uma parte de sua vida como sua prpria carne e sangue. 
-me fale do Eloise de novo. " 
Manteve a mo na sua, calmante. "Ela  uma menina que vive no Lugar com sua bab, seu co Weenie e sua tartaruga Skipperdee". 
Brianna sorriu, fechou os olhos, e lhe permitir contar a histria. Havia uma limusine os esperava no aeroporto. Graas a Rogam e Maggie, Brianna tinha experiente 
uma limusine antes e no se sentia um imbecil total. No assento de atrs da felpa se encontrou com um ramo de rosas elaborado trs dzias de brancos e uma garrafa 
geada de Dom Perignon. 
"Grayson". Afligido, enterrou o rosto entre as flores. 
"Tudo o que tem que fazer  desfrutar." Abriu a cortia da champanha, deixa que efervescncia do aro. "E eu, seu anfitrio cordial, mostrar-lhe tudo o que h para 
ver na Grande Ma". 
"por que o chamam assim?" 
"No tenho a menor ideia." Entregou uma taa de vinho, golpeou contra ela. " a mulher mais formosa que conheci". 
Ela se ruborizou, soltou, e passou uma mo pelo cabelo de viaje-touseled. "Estou seguro de que estou procurando meu melhor esforo." 
"No, melhor olhar em seu avental." Quando ela riu, aproximou-se mais, mordiscava a orelha. "De fato, perguntava-me se o poria em algum momento para mim." 
"Eu uso todos os dias." 
"Uh-uh. Refiro-me s  plataforma." 
Agora a cor alagou suas bochechas e lhe jogou um olhar distrado na parte posterior da cabea do condutor atravs do cristal de segurana. "Gray" 
-Muito bem, vamos lutar com minhas fantasias lascivas mais tarde. O que quer fazer primeiro? " 
"I-" Ainda estava a gagueira na idia de estar na cozinha mais que nada pelo avental. 
"Shopping", decidiu. "depois de que o check in, e fao um par de chamadas, vamos sair  rua." 
"Eu deveria comprar algumas lembranas. E ter que loja de brinquedos, que um importante ". 
"A FAO Schwartz." 
-Sim. Teriam algo maravilhoso para o Liam, no? " 
- obvio. Mas eu estava pensando mais em quinto e quadragsimo stimo. " O que  isso? " "Levarei-te". 
Apenas lhe deu tempo para gawk, na estrutura da prpria palacelike hotel, no opulento vestbulo do lugar com seus tapetes vermelhos e deslumbrantes candelabros, 
uniformize-os spiffy do pessoal, os acertos florais magnificamente adornado, e na tela pouco gloriosa janelas cheias de jias impressionantes. 
Cavalgaram o elevador at o topo, e ela entrou na suntuosa sute to alto, que tinha uma vista da ilha verde de Central Park. Ele a faz girar em e para o momento 
em que tinha refrescado da viagem, estava esperando com impacincia a girar para fora outra vez. 
"vamos caminhar.  a melhor maneira de ver Nova Iorque". Ele tomou sua bolsa, cruzou a correia do ombro ao quadril. "Leve-o como este, com a mo nele. So esses 
sapatos cmodos?" "Sim". 
-Ento j est preparado. " 
Ela ainda estava tratando de recuperar o flego quando ele a tirou. 
" uma grande cidade na primavera", disse-lhe quando comearam a caminhar pela Quinta. 
"Muita gente". Ela olhou por um guia mulher, as pernas intermitente em seda curta, brilhante. E outro em couro vermelho folgados com um trio de brincos de seu lbulo 
esquerdo. 
"Voc gosta da gente." Olhou a um homem partindo ao longo de, ladrando ordens em um telefone celular. "Sim". 
Trocou seu cinza fora da trajetria de uma bicicleta de comprimir. -Eu tambm. de vez em quando. " 
Assinalou as coisas com ela, prometeu-lhe todo o tempo que queria na grande loja de brinquedos, desfrutado vendo seu assombre cristaleiras das lojas e a gente maravilhosa 
e variada que se apressaram pelas ruas. 
"Fui a Paris uma vez", disse-lhe ela, sonriendo a um vendedor que vendia calada ces quentes. "Para ver o Show do Maggie ali. Pensei ento eu nunca em minha vida 
vi nada to grande como isso." Rendo, lhe apertou a mo dura. "Mas isto ." 
lhe encantava. O rudo constante e violenta quase de trfico, as oferendas brilhante mostra na loja detrs loja, a gente, absorto em si mesmo e afastando-se de seu 
prprio negcio, e os edifcios imponentes, cravando em todas partes e convertendo as ruas nos canhes. 
"Aqui". 
Brianna ficou olhando o edifcio da esquina, cada janela gotejo com jias e pedras preciosas. "OH, o que ?" 
" um bazar, carinho." Ampliao ou reduo da emoo de estar a com ela, abriu-lhe a porta. "Um carnaval". 
O ar no interior estava cheio de vozes. Os compradores topado ao longo dos corredores, olhando nas cristaleiras. Viu os diamantes, o anel depois de anel intermitente 
atravs do cristal. pedras de cores como o arco ris, o brilho sedutor de ouro. 
"OH, que lugar". Agrada-lhe a perambular pelo corredor com ele. Parecia de outro mundo, todos os vendedores e compradores regateio sobre o preo dos colares e anis 
de rubi safira. Que histria que teria que dizer quando j se retiraram a Clara. 
deteve-se com o Gray por uma vitrine e riu entre dentes. "Duvido muito que vou encontrar minhas lembranas daqui". 
"Farei-o. Prolas, acredito." Ele moveu um dedo  vendedora de abra-la e estudado fora o prprio mercadorias. "Prolas seria o exemplo." 
"vais comprar um presente?" 
-Isso. Este ". Fez um gesto com o dependente. Ele j tinha tido uma imagem em sua mente, e as trs fileiras de prolas leitoso que encaixam perfeitamente. 
Ele escutava com um ouvido como o secretrio promociona a beleza e o valor do colar. Tradicionais, disse, simples e elegante. Uma relquia. E,  obvio, uma ganga. 
Cinza tomou o colar si mesmo, prova o peso, estudou as rbitas que brilha intensamente. "O que pensa voc, Brianna?" 
" impressionante". 
" obvio que ", disse o secretrio, percebendo uma venda em lugar de procurar uma. "Voc no encontrar outro para comparar com ela, certamente no a este preo. 
Um aspecto clssico como este, voc pode usar com algo, traje de ornamento, o desgaste do dia. Um suter de cachemira pouco, blusa de seda. Singelo vestidito negro". 
"Negro no a traje", disse Gray, olhando a Brianna. "Midnight blue, bolo, verde musgo talvez." 
estmago Brianna comeou a flutuaes como o secretrio retomou o tema. "Sabe que tem razo. Com seu colorido, que quer tons jia ou bolos. No todas as mulheres 
podem usar ambos. Tenta-o em. Ver por ti mesmo que bem que pendure ". 
"No Gray,". Brianna deu um passo atrs, tropeou solidamente a outro comprador. "No se pode.  ridculo". 
"Dearie," o secretrio interrompeu: "Quando um homem quer comprar um colar como este, que  ridculo sutileza. Em quarenta por cento do preo ao detalhe, tambm." 
-OH, acredito que se pode fazer melhor que isso ", disse Gray ao descuido. No era o dinheiro, que havia logo que olhou o bilhete pequeno marcado discretamente ao 
aplainar broche de diamantes. Era o esporte. "vamos ver como se vem." 
Brianna estava, com os olhos cheios de angstia, como o colar cinza pacote a seu redor. Estava como um milagre contra a blusa de algodo liso. "No me pode comprar 
algo como isto." Ela se negou, por muito que picavam os dedos, para chegar e o acariciam as prolas. 
"Claro que posso." inclinou-se, deu-lhe um beijo casual. "Me vou desfrutar". Endireitar, estudou atravs dos olhos entrecerrados. "Acredito que  bastante o que 
estou procurando". Disparou-lhe ao empregado de uma olhada. "Faz-lo melhor". 
"Dearie, estou virtualmente dando de presente agora. Essas prolas esto perfeitamente sincronizados, j sabe." 
"Mmm-hmm". Voltou-se o espelho de mesa pouco para a Brianna. "Joga uma olhada", sugeriu. "Vivo com eles durante um minuto. me deixe ver esse pin ali, o corao de 
diamante." 
"isso OH  uma boa pea. Tem bom olho." Revved, o secretrio alcanado por ela, que estavam sobre o mostrador em uma almofada de veludo negro. "Vinte e quatro pedras 
corte brilhante. Qualidade superior." 
"Pretty. Brie, no crie que Maggie gostaria? Um presente nova mame." 
"Ah". Estava tendo dificuldades para manter a boca aberta da forca. Em primeiro lugar o espetculo de si mesmo no espelho com prolas ao redor do pescoo, ento 
a idia que Gray compram diamantes para sua irm. "havia o adoro, como no ia fazer o? Mas no pode" 
"Que tipo de acordo est voc me vai fazer para os dois?" 
"Bom ..." o secretrio de tamborilar os dedos sobre seu peito. Como se dodo, agarrou uma calculadora e comeou a correr cifras. Ela escreveu uma quantidade em uma 
caderneta que havia Brianna deter o corao. 
"Gray, por favor." 
S lhe fez gestos ao silncio. "Acredito que pode fazer o melhor que isso." "Est-me matando", disse a mulher. 
"Olhe se pode suportar a dor um pouco mais." 
Ela se queixou, murmurando sobre os mrgenes de benefcio e a qualidade de sua mercadoria. Mas ela dirigia as cifras, em rodelas um pouco, logo lhe deu uns tapinhas 
uma mo sobre seu corao. "Estou cortando minha prpria garganta." 
Cinza lhe piscou os olhos um olho, tirou sua carteira. "Na casinha para acima. envi-los  praa." 
"No Gray,". 
"Sinto muito". Separou as prolas, entregou-os ao secretrio da negligncia encantado. "Voc os tem por esta noite. No  inteligente para caminhar com eles." 
"No  isso o que quero dizer, e voc sabe." 
"Tem uma voz preciosa", disse o secretrio de distrai-la. "Est voc da Irlanda?" 
"Eu sou, sim. J v" 
" sua primeira viagem aos Estados Unidos. Quero que ela tem algo especial para record-lo." Tomou a mo da Brianna, lhe beijando os dedos de uma maneira que faz 
ainda suspiro do secretrio corao cnica: "Eu quero muito." 
"Voc no tem que comprar coisas." 
"Isso  parte da beleza dela. Nunca perguntar". 
"E que parte da Irlanda  voc, querida?" 
"Condado do Clare," Brianna murmurou, sabendo que tinha perdido outra vez. "Est no oeste." 
"Estou seguro de que  formosa. E vai a ..." depois de tomar o carto de crdito do Gray, o tabelio leu o nome e uivou. "Grayson Thane. Deus, tenho lido todos seus 
livros. Eu sou seu maior f. Espere at que digo a meu marido. Ele  seu maior f, tambm. vamos ver o filme a semana que vem. No se pode esperar. Pode-me dar seu 
autgrafo? Milt simplesmente no o vai acreditar. " 
"claro que sim." Tomou a almofadinha se meteu nele. "Isto lhe, Marcia? Golpeou o carto de apresentao que aparece no mostrador. 
"Esse sou eu. Vive em Nova Iorque? Nunca diz que na parte posterior de seus livros." 
-No, eu no. " Lhe sorriu, lhe dando as costas  plataforma da distrara de fazer mais perguntas. 
"Para o Marcia," leu "," uma jia entre as jias. Carinhosamente, Grayson Thane. "Lhe sorriu agora, mas no to intensamente se esqueceu de lhe haver assinar a folha 
de crdito. "Voc voltar em qualquer momento que voc est procurando algo especial. E no se preocupe, o Sr. Thane fazer. Terei que estes enviam a seu hotel imediatamente. 
Voc desfruta de seu colar, querida. E que desfrute de Nova Iorque ". 
"Obrigado, Marcia. Dar o melhor de mim para o Milt." Satisfeito de si mesmo, voltou-se para a Brianna. "Quer olhar a seu redor um pouco mais?" 
Intumescido, limitou-se a sacudir a cabea. "por que faz isso?" as arrumou quando estavam na rua. "Como fazer que seja impossvel dizer no quando quero dizer no". 
"De nada", disse  ligeira. "Tem fome? Tenho fome. vamos ter um co quente". 
"Cinza". Ela o deteve. " a coisa mais formosa que tive nunca", disse solenemente. "E voc tambm." 
"Bem". Ele agarrou a mo e a conduziu at a esquina seguinte, calculando que lhe tinha abrandado o suficiente como para que lhe deixava comprar o perfeito vestido 
para a estria. 
Ela argumentou. Ela perdeu. Para equilibrar as coisas Cinza deu marcha atrs quando ela insistiu em pagar por suas bagatelas para a Irlanda si mesmo. Ele se entreteve 
ajudando a sua figura sua mudana com o dinheiro familiar americano que tinha conseguido no banco do aeroporto. Fascina-lhe que lhe parecia mais deslumbrado pela 
loja de brinquedos que pelas jias ou vestidos tenda s que tinha visitado. E quando a inspirao golpe, descobriu-a ainda mais a fascinar com um estabelecimento 
especializado em cozinha. 
Encantado com ela, levaram-lhe suas bolsas e caixas de volta ao hotel, logo seu encantado na cama, tempo de espera girando fazendo o amor de comprimento, de luxo. 
tratou com ateno se ela em Lhe Cerque, continuando, em um arranque de nostalgia o romantismo, levou-a a danar a Rainbow Room, desfrutando tanto como ela a decorao 
fora de tempo e o som big band. 
Ento ele a amava mais, at que ela dormia esgotado junto a ele, e ele estava acordado. 
ficou acordado muito tempo, cheirar as rosas que lhe tinha dado, acariciando a seda de seu cabelo, escutando a sua tranqilidade, inclusive a respirao. 
Em algum momento durante esse tempo o crepsculo da metade do sonho, pensou em como muitos hotis que tinha dormido sozinho. Quantas manhs tinha despertado sozinho, 
com a gente que criou dentro de sua cabea para a companhia. 
Pensou em como o preferia assim. Sempre tinha. E como, com ela acurrucada a seu lado, ele no era muito capaz de recuperar essa sensao de satisfao solitria. 
Sem dvida voltaria para, quando seu tempo se terminou. Inclusive a metade sonhando advertiu que no devia viver no manh, e certamente no no ontem. 
Hoje era o lugar onde vivia. E hoje era quase perfeito. 
Captulo Dezesseis 
Pela tarde seguinte Brianna estava deslumbrado ainda suficiente com Nova Iorque para tratar de procurar por toda parte ao mesmo tempo. No lhe importava se me tinha 
parecido to evidente ao turista, tomando fotos com sua cmara, olhando para cima, estirando o pescoo para trs, para ver a parte superior dos edifcios lancear. 
Se ficaram boquiabertos, e o que? Nova Iorque foi um espetculo secundrio ruidoso e elaborar desenhados para aturdir aos sentidos. 
Ela estudou minuciosamente a guia em seu conjunto, fazer listas cuidadosa e diligentemente tachando cada viso que tinha visto. Agora tinha que enfrentar a perspectiva 
de um almoo de negcios com o agente do Gray. 
"Arlene  fantstico", assegurou Gray, Brianna quando ele a empurrou ao longo da rua. "Voc vai gostar." 
"Mas este almoo." Apesar de que diminuiu o passo, no lhe permitia ficar atrs como ela o tivesse preferido. " 
como uma reunio de negcios. Devo esperar a que em alguma parte, ou talvez o acompanhe quando voc tenha terminado. Eu poderia ir a So Patrcio, agora, e " 
"Disse-te que te levaria a So Pat depois do almoo." 
E ele, sabia. Ele estava mais que disposto a lev-la em qualquer lugar. Em todas partes. J pela manh que havia estava no alto do edifcio Empire State, maravilhado. 
Ela tinha tido uma viagem em metro, tomado o caf da manh em um deli. Tudo o que ela tinha feito, tudo o que tinha visto lhe dava voltas em sua mente como um caleidoscopio 
de cor e som. 
Entretanto, prometeu mais. 
Mas a perspectiva de ter um almoo com um agente de Nova Iorque, uma mulher formidvel, obviamente, foi desalentador. Teria que encontrar algum modo da empresa desculpando-se, 
possivelmente inclusive a inveno de uma dor de cabea ou fadiga, se Gray no lhe tinha parecido to excitado pela idia. 
Ela o viu casualmente um projeto de lei de peluche em uma taa de lata de um homem dormindo no lado de um edifcio. Ele nunca esqueceu. Seja qual seja o signo impresso 
 mo poderia dizer-sem lar, sem trabalho, Vietnam veterinrio-que chamou sua ateno. E sua carteira. 
Tudo o que chamou sua ateno, pensou. perdeu-se nada e o via tudo. E os pequenos atos de amabilidade a quo estranhos outros no parecia ainda a admitir existiam 
eram uma parte inata dele. 
relgios "Hey, amigo, necessita um relgio? Tenho um pouco de agradvel aqui. S vinte dlares." Um negro magro abriu uma maleta a mostrar uma srie de imitaes 
do Gucci e Cartier. "Tenho um bonito relgio real da senhora daqui." 
Para consternao da Brianna, Gray se deteve. "Sim? Tm funciona?" 
"Hey". O homem sorriu. "Que aspecto tem? Mantm o tempo, o homem. Olhe ao igual aos que pagamento um mil para abaixo, na Quinta". 
"vamos ver." Cinza escolheu um pouco enquanto que Brianna o lbio. O homem olhou a sua perigosa, a forma em que seus olhos estavam trocando direita e esquerda. "Get 
incomodado muito nesta esquina?" 
"Nah. Consegui um representante. Niza ver ali, a qualidade, vemo-la muito  dama. Vinte dlares. 
Cinza o relgio deu uma sacudida, aproximou-o de seu ouvido. "Bem". 
Passou o homem de vinte. -Um par de policiais golpearam a partida desta maneira ", disse brandamente e colocou a mo Brianna no brao. 
Quando voltou a olhar, o homem se foi. 
"Foram roubados?" -perguntou, assombrado. 
"Provavelmente no. Aqui tem." Sujeitou o relgio em sua boneca. "Pode funcionar durante um dia ou um ano. Nunca se sabe." 
-Ento, por que o compram? " 
"Oua, o menino tem que ganh-la vida, no? Do restaurante at aqui." 
Isso distraiu o suficiente para ter seu puxo na jaqueta de seu traje. sentia-se aborrecida e provinciana, e tolo com seu pequeno I Love New York bolsa sustentando 
seu imprio lembranas Estado. 
Nada disso, ela mesma assegurou. Ela conheceu gente nova todo o tempo. Gostava da gente nova. O problema era, pensou como Gray a fez passar no Four Seasons, esta 
vez foi a gente do Gray. 
Tratou de no olhar como ele a levou pelas escadas. 
-Ah, senhor Thane. " O maitre d 'saudou-o afetuosamente. "foi muito comprido. A Sra. Winston j est aqui." 
Cruzaram a habitao com sua larga barra brilhante, as mesas com coberta de linho j enrascado pela multido almoo. Uma mulher se levantou quando viu Gray. 
Brianna viu o traje vermelho precioso em primeiro lugar, o brilho de ouro na lapela e nos ouvidos. Continuando, a curto, cabelo loiro liso, o sorriso de piscada, 
antes de que a mulher estava envolto no abrao entusiasta do Gray. 
"Me alegro de verte, formosa." 
"Meu favorito de trotamundos". Sua voz era rouca, com uma pista de cascalho. 
Arlene Winston era minsculo, logo que superando cinco ps, e atleticamente recorte de seus treinamentos trs vezes por semana. Gray disse que ela era uma av, mas 
seu rosto estava quase sem rugas, os olhos leonados forte contraste com a tez suave e conta com duende. Com o brao ainda ao redor da cintura do Gray, tendeu- uma 
mo a Brianna. 
-E voc  Brianna. Bem-vindo a Nova Iorque. foi nosso moo mostrando um bom momento? " 
"Tem, sim.  uma cidade maravilhosa. Tenho o prazer de conhec-la, senhora Winston ". 
"Arlene". Ela cavou brevemente Brianna's deu uns tapinhas na mo entre os duas dela,. Entretanto o gesto amistoso, Brianna no estava a par da medio rpida e completa. 
Cinza, simplesmente se apartou radiante. 
"No  magnfico?" 
"Certamente o . nos sentemos. Espero que no te importa, ordenei champanha. Uma celebrao pouco". 
"Os britnicos?" Cinza perguntou, abrindo passo. 
"No  isso." Ela sorriu enquanto seus culos se encheram da garrafa de gua de manancial j sobre a mesa. "Quer conseguir este negcio da maneira agora, ou esperar 
at depois do almoo?" 
"vamos tirar o do caminho." 
Obrigar, Arlene desprezou o garom, continuando, procurou em sua maleta e tirou um arquivo de faxes. "Aqui est a partilha britnica". 
"O que uma mulher", disse Gray e lhe piscou os olhos um olho. 
"As ofertas estrangeiras esto a-e o udio. comeamos a lanar s pessoas do cinema. E tenho o contrato." moveu-se, deixando cinza revisar os documentos enquanto 
ela sorria a Brianna. "Gray me diz que  uma cozinheira incrvel." 
"Gosta de comer". 
"No se d entretanto? Executa uma B e B, deliciosamente pelo que escuto. Blackthorn, chama-se." 
"Blackthorn Cottage, sim. No  um lugar grande." 
"Homey, imagino." Arlene estudou Brianna sobre seu copo de gua. "E em silncio." 
"Tranqilo, sem dvida. A gente vem ao oeste pela paisagem." 
"O qual, conforme me ho dito,  bastante espetacular. Nunca estive na Irlanda, mas sem dvida Gray despertado minha curiosidade. Quantas pessoas podem dirigir? 
" 
"OH, hei quatro habitaes de hspedes, por isso varia em funo do tamanho das famlias. Oito  cmodo, mas tenho s vezes doze ou mais com os meninos." 
"E voc cozinha para todos eles, execute o lugar por si mesmo?" 
" um pouco parecido a correr uma famlia", explicou Brianna. "A maioria da gente fica s uma noite ou dois, vai em caminho." Casualmente Arlene tirou Brianna,. 
Pesando cada palavra, cada gesto, a julgar. Gray foi mais que um cliente dela, muito mais. Uma mulher interessante, decidiu. Reservado, um pouco nervoso. Obviamente 
capazes, pensou, tocando um prego perfeitamente cuidados contra o tecido enquanto se bombeia Brianna para mais detalhe do campo. Limpo como um alfinete, observou, 
apresentvel e ... ah ... viu Brianna olhar vague-slo por uma frao-e o resto em cinza. E viu o que queria ver. 
Brianna olhou para trs, viu as sobrancelhas levantadas do Arlene, e se esforou por no ruborizar-se. "Grayson disse voc tem netos." 
"Eu o fao. E depois de uma taa de champanha, tenho tendncia a arrastar a cabo todas suas imagens." 
"eu adoraria v-los. Srio. Minha irm acaba de ter um beb". Tudo nela quente, seus olhos, sua voz. "Hei fotos de minha prpria". 
"Arlene". Cinza levantou a vista do expediente, centrou-se de novo. 
- uma rainha entre os agentes. 
"E no o esquea." Lhe entregou uma pluma incluso fez um sinal para o vinho e os menus. "Assinatura dos contratos, cinza, e vamos celebrar". 
Brianna calcula que havia mais bebeu champagne da reunio Grayson do que havia no conjunto de sua vida antes dele. Enquanto ela jogava com um copo, estudou no menu 
e tratou de no careta de dor nos preos. 
"Temos as bebidas com o Rosalie esta tarde," Gray estava dizendo, refirindose  reunio programada com seu editor, "logo da estria. Vai, no?" 
"No me perderia isso", assegurou-lhe Arlene. "vou ter o frango", adicionou, passando seu menu ao garom revoando. "Agora-continuou-depois de sua realizao dos 
pedidos. "me diga como o livro que est passando." 
"Vai bem. Incrivelmente bem. Nunca tive nada cair em seu lugar como este. Hei quase conseguiu o primeiro projeto terminado. " 
"Assim rapidamente?" 
" que saam." Seu olhar se posou sobre a Brianna. "Quase como magia. Talvez  a atmosfera.  um lugar mgico, Irlanda." 
"Trabalha duro," pr Brianna polegadas "s vezes no sai de sua habitao durante vrios dias de uma vez. E no fazer para incomod-lo. Ele complemento a voc como 
um terrier." 
"E voc retroceda bruscamente? Arlene queria saber. 
"No  o usual." Brianna sorriu cinza cobriu a mo com a sua. "Estou acostumado a esse tipo de comportamento com minha irm." 
-OH, sim, o artista. Teria que a experincia com o temperamento artstico ". 
-Sim, de fato, "disse Brianna com um sorriso. "As pessoas criativas tm um tempo mais difcil que o resto de ns, acredito. Cinza precisa manter a porta de seu mundo 
fechado, enquanto que no mesmo. " 
"No  perfeito?" 
"Acredito que ela ", disse Arlene complacncia. 
Uma mulher paciente, esperou at depois da comida antes de fazer seu seguinte movimento. "Quer comer a sobremesa, Brianna?" 
"No podia, obrigado." 
"Gray. Nunca ganha a ona," disse com uma sacudida da cabea. "Voc pede algo pecaminoso, Gray. Brianna e eu vou entrar no banheiro de mulheres onde podemos falar 
de ti em privado." 
Quando Arlene rosa, Brianna teve mais opo que seguir o exemplo. Jogou um olhar confuso  cinza por cima do ombro enquanto se afastavam. 
salo das damas era to glamoroso como o bar. O contador se criou com garrafas de perfume, loes, inclusive cosmticos. Arlene se sentou frente ao espelho, cruzou 
as pernas, e indicou a Brianna a reunir-se com ela. 
"Est emocionado pela estria de esta noite?" 
"Sim.  um grande momento para ele, no? Eu sei que tm feito filmes de seus livros antes, vi-o um. O livro foi melhor". 
"Thatta garota. Arlene se ps-se a rir, inclinou a cabea. "Sabe cinza alguma vez deu uma mulher com ele a meu encontro ante ti?" 
"I. .." Brianna perdeu o balo, perguntava-se como responder melhor. 
"Parece-me que uma coisa muito revelador. Nossa relao vai alm de negcio, Brianna." 
"Sei.  to coado por ti. Ele fala de ti como da famlia." 
"Eu sou da famlia. Ou to perto como ele se deixou vir a ele. Eu lhe quero muito. Quando ele me disse que era fazer chegar a Nova Iorque, eu estava mais que surpreso." 
Casualmente Arlene abriu seu p compacto, secou-se sob os olhos. "Perguntava-me como alguns pequenos irlands tinha chegado a seu bolo de ganchos em meu filho." 
Quando a boca se abriu Brianna, com os olhos gelados, Arlene levantou uma mo. 
"A primeira reao de uma me sobreprotectora. E um que trocou logo que cheguei uma olhada a ti. me perdoe". 
- obvio. " Mas a voz da Brianna estava rgida e formal. 
"Agora que est molesto comigo, e que deveria ser. adorei Cinza por mais de uma dcada, preocupada com ele, acossavam-no, tranqilizou ele. Eu esperava que pudesse 
encontrar a algum que pudesse cuidar, algum que lhe faria feliz. Porque no o . " 
Ela estalou compacta e fechada, por costume, tirou um tubo de lpis labial. "OH, ele  provavelmente a pessoa mas bem ajustado sei, mas h uma falta de felicidade 
em algum rinco de seu corao." 
"J o s-murmurou Brianna. " muito sozinho." 
"Ele era. Sabe voc da maneira em que lhe olhe?  quase vertiginoso. Isso me tivesse interessado, se no tivesse visto a maneira que voc olhe nele." 
"Amo-o", Brianna se ouviu dizer. 
"OH, querida, eu o vejo." Ela se aproximou de estreitar a mo da Brianna. "Falou-te que si mesmo?" 
-Muito pouco. Ele sustenta que em, pretende que no est ali. " 
os lbios do Arlene emagrecido como ela assentiu com a cabea. "Ele no  um compartilhar. estive to perto dele como qualquer pessoa pode ser durante muito tempo, 
e sei quase nada a mim mesmo. Uma vez, depois de sua primeira venda de milhes de dlares, ficou um pouco bbado e me disse mais do que pretendia. " Ela negou com 
a cabea. "No me sinto que posso te dizer. Algo assim como um sacerdote na confisso-que o entenderia". 
"Sim". 
"vou dizer isto. Ele teve uma infncia miservel e uma vida difcil. Apesar disso, talvez devido a ela, ele  um homem amvel e generoso." 
"Eu sei que . s vezes muito generoso. Como se faz o que deixar de comprar as coisas?" 
No-No. Porque ele tem que faz-lo. O dinheiro  importante Gray. O smbolo de que  vital, mas o dinheiro si mesmo no  mais que um meio para um fim. E estou 
a ponto de dar um conselho no solicitado e lhe dizer que no a renunciar, a ser paciente. nico lar do Gray em sua obra. V a isso. Pergunto-me se se d conta entretanto, 
est fazendo dele uma casa na Irlanda. " "No" Brianna depravado o suficiente para sorrir. -No. Nem eu tampouco at recentemente. Entretanto, seu livro quase terminado. 
" 
"Mas no  assim. E voc tem a algum em grande medida de seu lado agora, se voc sentir a necessidade de faz-lo." 
Horas mais tarde, como Gray atirou da cremalheira de seu vestido, Brianna pensamento sobre as palavras do Arlene. Foi um gesto de amante, pensou como Gray lhe plantou 
um beijo no ombro. Um marido. 
Lhe sorriu no espelho. "V-te maravilhosa, Grayson". 
Assim o fez no traje negro, sem gravata, com essa sofisticao casual que tinha associado sempre com estrelas de cinema e msica. 
"Quem vai ver-me quando est perto?" 
"Todas as mulheres?" 
"H um pensamento." cobriam-se as prolas ao redor de sua garganta, sonriendo, como ele os juntou. "Quase perfeito", julgou, voltando a cara a ele. 
O tom do azul escuro quente sobre sua pele cremosa. O decote era uma bola baixa que desnatada na suave curva dos peitos e lhe deixava os ombros ao descoberto. ps-se 
o cabelo de modo que podia jogar com os brincos que escapou para fazer ccegas a seus ouvidos e a nuca de seu pescoo. 
Ela riu como ele a converteu em um crculo lento. "Anteriormente voc disse que eu era perfeito". 
"Assim que o fiz." Ele tomou uma caixa de seu bolso, abriu a parte superior. Houve mais prolas no interior, duas lgrimas luminosas que gotejava de diamantes s 
piscar. 
"Gray" 
"SSH". ficou os pendentes mais de seus lbulos. Um movimento pratica, pensou com ironia, sem problemas e feito casual. "Agora,  perfeito." 
"Quando chegou estes?" 
"Eu lhes escolheu quando compramos o colar. Marcia ficou encantado quando a chamei e lhe havia envi-los." 
"Arrumado a que ela era." Incapaz de fazer outra coisa, ela levantou a mo e lhe acariciou um pendente. Era real, sabia, mas no podia imaginar-Brianna Concannon 
de p em um luxuoso hotel de Nova Iorque, que usa as prolas e diamantes, enquanto que o homem ao que amava lhe sorriu. 
"No tem sentido que te dizia que no deveria hav-lo feito? 
"No servem para nada. D as obrigado." 
"Obrigado". Aceitando, apertou sua bochecha  sua. "Esta  sua noite, Grayson, e me tem feito sentir como uma princesa." "Pensa no engenhoso veremos se algum dos 
molesta de imprensa para tirar uma fotografia." 
"Molesta?" Agarrou sua bolsa enquanto ele a atirou para a porta. " o filme. Voc o escreveu." 
"Escrevi o livro." 
"Isso  o que pinjente." 
"No" Se deslizou um brao pelos ombros enquanto caminhavam para o elevador. Ela poderia haver-se visto como um estranho atrativo, assinalou, mas ainda cheirava 
a Brianna. Suave, doce e sutil. "Voc disse que era meu filme. No o .  o filme do diretor, do produtor de cinema, filmes dos atores. E  o filme do roteirista." 
Como as comporta se abriram, levou-a dentro, pulsou o boto de presso. "O novelista est at abaixo na lista, carinho." 
"Isso  ridculo.  sua histria, seu povo. " 
"Era". Lhe sorriu. estava-se convertendo em indignao por ele, e lhe resultava encantadora. "Vendeu-me isso, assim que algo que tm feito, para bem ou para mal-no 
me ouvir me queixar. E o centro de ateno com toda segurana no estar em 'apoiada na novela escrita por esta noite." 
"Bom, deve ser. Teriam nada sem ti." 
"Maldita seja correto". 
Lhe cortou de uma olhada, j que entrou no vestbulo. "Burla-te de mim." 
"No, eu no o sou. Estou-te adorando." Beijou-a para prov-lo, e logo a levou fora de sua limusine quando estava esperando. "O truque para sobreviver a uma venda 
de Hollywood no  tom-lo muito a peito." 
"Poderia-se ter escrito o mesmo guia." "Vejo-me como um masoquista?" Quase se estremeceu ante a idia. "Obrigado, mas trabalhar com um editor  o mais perto que 
nunca querem vir  escritura da comisso." Ele se acomodou no carro cruzou o trfico. "Pagam-me bem, sai-me meu nome na tela durante uns segundos, e se o filme  
um xito-e o zumbido cedo parece indicar uma -mis vendas se disparam." 
"No tem nenhum temperamento?" 
"Um monto deles Sozinho no. Sobre isto". 
Sua imagem foi adquirida o momento em que se posou no teatro. Brianna contra as luzes piscaram, surpreso e mais que um pouco desconcertado. indicou-se que seria 
ignorado, entretanto, um microfone se levantou em seguida antes de que se deu dois passos. Cinza respondeu s perguntas com facilidade, evitavam-nos a mesma facilidade, 
ao mesmo tempo manter um firme controle sobre a Brianna enquanto se abriam caminho para o teatro. 
Deslumbrado, olhou a seu redor. Havia gente aqui que s tinha visto em revistas, o cinema e a televiso. Alguns perambulavam no lobby, como a gente comum pode, apanhando 
uma fumaa passada, conversando com uns goles, intrigas ou falar de negcios. 
Aqui e l, Cinza lhe apresentou. Ela fez o correto e as respostas pareciam arquivados nomes e rostos da gente de volta no Clare. 
Alguns vestidos, alguns vestidos abaixo. Viu os diamantes, e viu de mezclilla. Havia boinas de beisebol e trajes de mil dlares. Cheirava s pipocas de milho, como 
ela poderia em qualquer teatro de qualquer continente, e que o aroma da borracha de mascar com doces perfumes sutis. E sobre tudo era uma capa fina e brilhante de 
glamour. 
Quando tomaram seus assentos no teatro, Gray deixou cair o brao sobre o respaldo de sua cadeira, voltou-se para que sua boca estava em seu ouvido. "Impressionado? 
"Desesperadamente. Sinto que entrei em um filme em lugar de chegar a um ver." 
"Isso se deve a eventos como este no tm nada que ver com a realidade. Espere at que a partida depois." 
Brianna deixou escapar um flego cuidado. Tinha percorrido um comprido caminho do Clare, pensou. Um comprido, comprido caminho. 
Ela no tinha muito tempo para mastigar em cima. As luzes se apagaram, a tela iluminada. Em s uns momentos sentiu o emoo forte, prateado de ver flash Gray nomeie, 
mantenha, logo se desvanecem. 
"Isso  maravilhoso", sussurrou. "Isso  uma coisa maravilhosa." 
"vamos ver se o resto  to bom." Ela pensou que era. A ao passado do tempo, essa ventaja-d passo-la sede-que a tinha submerso. No parecia importar que ela tinha 
lido o livro, j conhecia as voltas da trama, reconheceu blocos inteiros de palavras do Gray no dilogo. Seu estmago ainda fechados, seus lbios ainda curvas, seus 
olhos ainda se ampliou. Uma vez que pressiona um leno cinza em suas mos para poder secar suas bochechas. 
"Voc  o pblico perfeito, Brie. No sei como vi um filme sem ti." 
"SSH". Ela suspirou, tomou sua mo, e, atravs do flego e o clmax atravs dos crditos de fechamento, enquanto que o aplauso se ecoou das paredes. "Eu diria que 
temos um xito". 
"No me vo acreditar", disse Brianna quando saram do elevador no Lugar horas mais tarde. "Eu no me acreditaria. Dancei com o Tom Cruise." Rendo, um pouco aturdido 
sobre o vinho e o entusiasmo, voltou-se uma pirueta rpida. "Crie isto?" 
"Tenho que." Cinza abriu a porta. "Eu o vi. Parecia muito lev-la com voc." 
"OH, ele s queria falar da Irlanda. Ele tem um carinho por ela.  encantador, e locamente apaixonado por sua esposa. E pensar que em realidade poderia vir e ficar 
em minha casa." 
"No me surpreenderia encontrar o lugar pssimo com celebridades depois de esta noite." Bocejo, Gray se tirou os sapatos com ponta. "Voc todo mundo encantado com 
a que falou." 
"Voc ianques sempre caem de uma voz irlandesa". Ela desabotoou seu colar, correndo os fios atravs de suas mos antes de que ela os ps em sua caixa. "Estou to 
orgulhoso de ti, Gray. Todo mundo estava dizendo quo maravilhoso o filme era, e todos os que falam dos Oscar." Lhe sorriu quando ela se tirou os pendentes. "Imagine, 
voc ganhar um Oscar". 
"Eu no o faria." tirou-se a jaqueta, atirou-a descuidadamente a um lado. "Eu no escrevi o filme". 
"Mas ..." Ela emitiu um som de desgosto, ao sair de seus sapatos, baixar a cremalheira de seu vestido. "Isso no  correto. Voc deve um ter." 
Ele sorriu, e tirando-a camisa olhou por cima do ombro dela. Mas a piada secas como o p na ponta da lngua. 
Saiu de seu vestido e estava ali de p na fantasia pouco suspensrios que tinha comprado para ir debaixo dela. Cor azul escura. Da Seda. Encaixe. 
No esto preparados, foi duro como o ferro enquanto se inclinava para desabotoar um meia trs-quartos cheio de fumaa de suas ligas. Bonito com suas mos asseado, 
unhas sem pintar desnatada abaixo sobre uma coxa lisa comprido, sobre o joelho, a pantorrilha, ordenadamente contnuo da carga animal. 
Ela estava dizendo algo, mas no podia ouvir o zumbido mais em sua cabea. Parte de seu crebro lhe advertiu que para conseguir um afeto do estrangulamento da labareda 
de violncia do desejo. Outra parte lhe insistia a adotar, como ele tivesse querido tomar. Duro e rpido e sem pensar. 
As meias bem dobrado, at que chegou a desanclar o cabelo. Seus punhos apertados aos flancos como os que dispararam tranas de ouro rodaram por cima dos ombros ao 
descoberto. Ouvia sua prpria respirao, muito rpido, muito dura. E poderia quase, quase sinto que rasgar a seda em suas mos, sente a carne baixo ir quente, o 
sabor que o calor como a boca fechada com avidez sobre ela. 
obrigou-se a afastar-se. Necessitava s um momento, ele mesmo assegurou, para recuperar o controle. No seria justo para assust-la. 
"E ser to divertido para lhes dizer a todos". Brianha deixou a broxa e abandonar-se  risada novo, voltou-se outra pirueta. "No posso acreditar que seja o meio 
da noite e estou muito acordado. Ao igual a um menino pequeno que teve muitos doces. No me sinto como se eu alguma vez necessidade de dormir de novo." Ela girou 
para ele, envolvendo seus braos ao redor de sua cintura, pressionando contra suas costas. "OH, tive um tempo to maravilhoso, Gray. No sei como lhe dar as obrigado 
por isso". "Voc no tem que faz-lo." Sua voz era spera, cada clula de seu corpo em alerta mxima. 
"Ah, mas est acostumado a este tipo de coisas." Inocentemente lhe plantou uma linha rpida dos beijos amistosos de ombro a ombro. Ele apertou os dentes para conter 
um gemido. "No acredito que realmente se pode imaginar o emocionante de tudo isto foi para mim. Mas isso  tudo atado". Instintivamente, ela comeou a lhe acariciar 
as costas e os ombros. "Voc deve estar cansado, e aqui estou, falando como um periquito. Deite-se, no? E vou trabalhar estas dobras para ti." "Stop". A ordem em 
rodelas a cabo. deu-se a volta rapidamente, aferrando-se a suas bonecas para que ela pudesse deter-se e olhar. Ele parecia furioso. No, deu-se conta. Ele parecia 
perigoso. 
"Grayson, o que ?" 
"No sabe o que est fazendo para mim?" Quando ela negou com a cabea, ele a atirou contra ele, seus dedos morder na carne. Podia ver o assombro em seus olhos do 
passo  conscincia nascente, e sentir pnico. E se rompeu. 
"Maldita seja". Sua boca esmagada na dela, faminto, desesperado. Se ela o rechaou, ele poderia haver-se retirado. Em seu lugar, levantou uma mo tremente na bochecha, 
e ele se perdeu. 
-S uma vez-murmurou-, arrastando  cama. "S uma vez." 
Este no foi o paciente, amante tenro que tinha conhecido. Foi selvagem, no bordo da violncia com as mos que lutaram agarrando-se e possua. Tudo nele era duro, 
sua boca, suas mos, seu corpo. Por um instante, como estava acostumado  todos seus sentidos  massa, temeu poderia simplesmente se separam, como o cristal. 
Logo a mar escura de sua sua necessidade arrastada, surpreso, excitado, e aterrorizado de uma vez. 
Ela gritou, cambaleou-se, como os dedos inquietos lhe disparou sem piedade a pico e outra vez. Sua viso nublados, mas no podia v-lo atravs dele. Nas luzes que 
tinham deixado em chamas, seus olhos eram ferozes. 
Ela disse que seu nome outra vez, que soluava como ele a levou at os joelhos. Eram torso a torso sobre a cama desfeita, com as mos de moldo ela, empurrando-a 
para a loucura sem piedade. 
Desamparado, inclinou-se para trs, estremecendo-se quando seus dentes na garganta raspada, sobre o peito. Ali se amamentou com avidez, como se morto de fome para 
seu gosto, enquanto seus dedos impaciente a levou sem piedade superior. 
No podia pensar. Cada vez que tinha amado que tinha lutado por manter um rinco de sua mente o suficientemente fria como para que suas mos suaves, seu ritmo suave. 
Esta vez no foi s o calor, uma espcie de inferno alegre, glorioso que se filtrou na mente e o corpo queimado e o civilizado. Agora bombardeados por sua prpria 
paixo, desejo dela, o controle foi alm dele. 
Queria que ela se retorcia, tronzado, gritando. 
E a havia. 
Inclusive a seda se rasgou muito de uma barreira. Frentico agora, o arrancou pelo centro, empurrando a  costas para que pudesse devorar a carne recm exposta. 
Podia sentir suas mos arrastar pelo cabelo, as unhas pontuao dos ombros como se abriu passo at ela, banquete. 
Ento seu grito de assombro, a sacudida, o grito afogado quando sua lngua se inundou nela. 
estava morrendo. Ningum pode viver atravs deste calor, atravs da presso que manteve  construo e a exploso, a construo e a exploso at que seu corpo era 
s uma massa tremente dos nervos e as necessidades anotou inexprimvel. 
As sensaes que golpeou a ela, concentrando muito rpido para ser separados. S sabia que estava fazendo as coisas com ela, incrvel, coisas ms, delicioso. O clima 
prxima Max se estrelou contra ela como um punho. 
Criao de acima, agarrou-se a ele, surra at que se estende sobre a cama. Sua boca se correu sobre ele, ao igual a agora ambiciosos, do mesmo modo frentico. Suas 
mos quests o encontrou, cavada ele, para que seu sistema se estremeceu de prazer doce e furiosa quando ele se queixou. 
"Agora. Agora." Tinha que ser agora. No podia parar. Suas mos se deslizou fora de sua pele mida, agarrou duro em seus quadris para as levantar. Ele mesmo levou 
em seu interior profundo, ofegando enquanto a posio a tomar ainda mais dele. 
Cavalgou com fora, afundando ainda mais cada vez que se levantou seu encontro. Viu sua cara quando se desabou sobre esse pico final, vicioso, a forma em que seus 
olhos se nublaram ficou s escuras como seus msculos contrados a seu redor. Com algo perigosamente perto  dor, esvaziou-se nela. 
Captulo XVII 
Havia saiu dela e estava olhando ao teto. Podia maldio, sabia, mas no pde recuperar o que tinha feito. 
Toda sua ateno, toda sua cautela, e em um instante, ele se tinha quebrado. E o arruinou. 
Agora ela se havia acurrucado junto a ele, tremendo. E teve medo de toc-la. 
"Sinto muito", disse ao fim-e sabia a inutilidade da desculpa. "Nunca quis tratar o dessa maneira. Perdi o controle." 
"Lost controle", murmurou e se perguntou como poderia ser um rgo deve sentir-se sem foras e energia de uma vez. "Voc acredita que o necessita?" 
Sua voz era tremente, assinalou, e spera, imaginou, com shock. "Sei que uma desculpa bastante agarro. Posso lhe oferecer algo? um pouco de gua." Ele fechou os 
olhos e amaldioou a si mesmo de novo. "Falar de coxo. me deixe que te recebe uma camisa de dormir. Voc querer uma camisola." 

-No, eu no. " As arrumou para trocar o suficiente para olhar para cima e estudo de seu rosto. Ele no a olhou, observou, mas s ficou olhando o teto. "Grayson, 
no me fez mal". 
" obvio que sim. Voc ter moretones para prov-lo." 
"No sou frgil", disse com um sotaque de exasperao. 
"Eu lhe tratou como" No o podia dizer, no a ela. "Deveria ter sido suave." 
"Voc foi. Eu gosto de saber que tomou um pouco de esforo para ser suave. E eu gosto de saber algo que fiz feito esquecer a ser." Seus lbios curvados enquanto 
escovado do cabelo na frente. "Voc acredita que me assustou?" 
"Sei que tem medo." Ele se afastou, sentou-se. "No me importava." 
"Voc fez assustar para mim." Fez uma pausa. "Eu gostei. Quero-te." 
Fez uma careta, apertou-lhe a mo que ela tinha posto sobre a sua. "Brianna-comeou sem uma pista de como continuar. 
"No se preocupe. No necessito as palavras de novo." 
"Oua, muitas vezes a gente se confunde o sexo com amor". 
"Imagino que tem razo. Grayson, crie que estaria aqui com voc, que eu nunca estive com vs como este se no te amar". 
Era bom com as palavras. Dezenas de desculpas razoveis e estratagemas corria por sua mente. -No-disse ao fim-, de colocar na verdade. -No. O qual faz que seja 
pior ", murmurou, e se levantou para atirar de suas calas. "Nunca deveria ter deixado que as coisas vo to longe. Sabia melhor.  minha culpa." 
"No h problema aqui." Ela agarrou sua mo para que se sentava na cama em lugar de passagem. "No deveria fazer que triste saber que  amado, Grayson". 
Mas o fez. Fez-lhe triste, e entrou em pnico, e por um momento, expresso de desejos. "Brie, no posso te devolver o que quer ou deveria hav-lo feito. No h futuro 
comigo, no h casa no campo e os meninos no ptio. No est nas cartas." 
" uma lstima que pense assim. Mas eu no lhe estou pedindo isso". 
" o que quer." 
" o que quero, mas no o que eu espero." Lhe dedicou um sorriso surpreendentemente fresca. "fui rechaado antes. E sei muito bem o que  amar e no ter a pessoa 
que amas de novo, ao menos no tanto como voc deseja ou necessita." Ela negou com a cabea antes de que pudesse falar. "Por muito que me queira ir com voc, Grayson, 
vou sobreviver sem ti." 
"Eu no quero te fazer danifico, Brianna. Preocupo-me com ti. Preocupo-me com ti." 
Levantou uma sobrancelha. "J sei. E sei que est preocupado porque se preocupa mais por mim que cuidaste que ningum." 
Abriu a boca, fechou-a, sacudiu a cabea. -Sim,  verdade.  um novo caminho para mim. Para os dois. " Ainda incerto de seus movimentos, tomou a mo, beijou-a. "Eu 
gostaria de lhe dar mais se pudesse. E me sinto eu ao menos no lhe ajudam a preparar-se um pouco melhor para esta noite. Voc  o primeiro ... mulher sem experincia 
que estive com, por isso tratei que tom-lo com calma ". 
Intrigada, inclinou a cabea. "Voc deve ter sido to nervoso como eu, a primeira vez." 
"Mais". Lhe beijou a mo de novo. "Muito mais, me crie. Estou acostumado s mulheres que conhecem as cordas, e as regras. Experimentados ou profissional, e que-" 
"Pr? Profissional?" Seus olhos se foi enorme. "Voc pagou as mulheres  cama eles?" 
Ele a olhou. Ele deve ter sido ainda mais confundido do que ele tinha dado conta de que saram com algo assim. "No nos ltimos tempos. De todos os modos" 
"por que tem que fazer isso? Um homem que se parece com ti, que tem sua sensibilidade? 
"Olhe, o que era faz muito tempo. Outra vida. No me olhe assim", espetou. "Quando tem dezesseis anos e s nas ruas, nada  grtis. Nem sequer o sexo." 
"por que estava sozinha e na rua aos dezesseis anos?" 
ficou de p, retirou-se, pensou. E foi a vergonha em seus olhos tanto como ira. 
"Eu no vou entrar nisto". 
"por que?" 
"Cristo". Sacudido, arrastou as duas mos pelo cabelo. "J  tarde. Temos que dormir um pouco." 
"Grayson,  to difcil falar comigo? No h quase nada que no sabe de mim, as coisas ms e o bom. voc crie que pensaria menos de ti para saber?" 
No estava seguro, e se disse que no lhe importava. "No  importante, Brianna. No tem nada que ver comigo, conosco aqui." 
Seus olhos se esfriou, e se levantou para obter a camisola que ela havia dito que no queria. " seu negcio,  obvio, se voc escolher me apagou". 
"Isso no  o que estou fazendo." 
Atirou-lhe o algodo pela cabea, ajustado as mangas. "Como voc diz." 
"Maldita seja, que  bom, no?" Furioso com ela, colocou-lhe as mos nos bolsos. 
"No sabe qual  seu significado." 
"Voc sabe o que quero dizer exatamente", atirou ele de novo. "Imposio da culpa, estendeu-se em uma geada pouco, e sair-se com a sua." 
"acordamos que  de minha incumbncia." Avanar para a cama, comeou a meter nas folhas que tinha arrancado. "Se for culpado se sente, no  minha obra." 
"Chega para mim", murmurou. "Voc sabe como chegar para mim." Ele sussurrou um suspiro, derrotado. "Voc o quer, muito bem. Sente-se, te vou contar uma histria." 
Deu-lhe as costas nela, pinando na gaveta para o pacote de cigarros que sempre levava e fumava s quando trabalho. 
"O primeiro que lembrana  o aroma. Lixo comeando a apodrecer-se, mofo, ranoso dos cigarros", acrescentou, olhando com ironia a fumaa que se frisava para o teto. 
"Grass. No  a classe de segar, o tipo que aspira. Voc provavelmente alguma vez cheirou a panela em sua vida, verdade? 
"No tenho, no". Ela manteve suas mos em seu regao, e seus olhos sobre ele. <p "Bom, essa  meu primeira. Memria real O sentido do olfato , mais forte fica 
com voc-bom ou mau. Lembrana o som, tambm. Criado vozes>, a msica forte, algum a ter relaes sexuais na habitao do lado. Lembrana ter fome , e no poder 
sair de minha habitao porque me tinha bloqueado de novo. Ela foi apedrejado major parte do tempo e no sempre recordo que havia um menino por a que necessita 
para comer. " 
Olhou a seu redor sem fazer nada um cinzeiro, e logo se apoiou no penteadeira. No era to difcil falar disso depois de tudo, ele descobriu. Era quase como fazer 
uma cena em sua mente. Quase. 
"Ela me disse uma vez que tinha sado de casa quando tinha dezesseis anos. Queria afastar-se de seus pais, todas as regras. Eles eram quadrados, dizia-me. Foi porcas 
quando se inteiraram que ela tinha fumado a droga e os meninos em seu quarto. No era mais que viver sua prpria vida, fazendo sua prpria coisa. Assim que ela acaba 
de sair um dia, carona e terminou em So Francisco. Podia jogar a ser um hippie ali, mas terminou no bordo duro da cultura da droga, experimentou com um monto de 
mierda, pago pelos muitos deles mediante a mendicidade ou a venda de si mesmo. " 
Havia-lhe dito a sua me como ela era uma prostituta, um drogado, e esperou a que alguma exclamao conmocionado. Quando ela s seguiu a v-lo com os afrescos, os 
olhos de vigilncia, encolheu-se de ombros e seguiu adiante. 
"Ela era provavelmente ao redor de dezoito anos quando ela ficou grvida de mim. Segundo seu relato, ela j tinha tido dois abortos e tinha medo de outro. Jamais 
poderia estar bastante seguros de quem era o pai, mas estava bastante seguro de que era um dos trs meninos. foi se viver com um deles e decidiu que me mantenha. 
Quando tinha um ano de idade, ela se cansou dele e foi viver com outra pessoa. Ele pimped por ela, subministrava-lhe as drogas, mas ele a chamou ao redor de um pouco 
muito, assim que lhe abandonou. " 
Cinza tocou o cigarro, deteve-se o tempo suficiente para fazer um comentrio Brianna. Mas ela no disse nada, s se sentou como ela estava na cama, as mos cruzadas. 
"De todos os modos, podemos avanar rapidamente atravs dos prximos dois anos. At onde eu sei, as coisas ficaram mais ou menos como estavam. transladou-se ao redor 
de homem a homem, entusiasmou-se com a matria dura. Na poca ilustrada, suponho se poderia dizer que ela tinha uma personalidade aditiva. Ela me chamou um pouco, 
mas nunca realmente fantstico que tivesse tomado um pouco de esforo muito e os interesses. Ela me encerraram em impedir que eu vagando quando estava na rua ou 
conhecer seu distribuidor. Vivemos na imundcie, e lembrana o frio. faz-se frio de mierda em So Francisco. Assim  como comeou o incndio. Algum no edifcio 
derrubado um aquecedor porttil. Eu tinha cinco anos, e eu estava sozinho e encerrado, " 
"OH, meu Deus, Grayson". Ela se levou as mos  boca. "OH, Deus." 
"Despertei de asfixia", disse na mesma voz longnqua. "A habitao estava cheia de fumaa, e podia ouvir as sereias e os gritos. Eu estava gritando e golpeando  
porta. No podia respirar, e eu tinha medo. Lembrana atiradas no cho e chorando. Continuando, um bombeiro se estrelou contra a porta, e ele me recolheu. No recordo 
que me levando a cabo. No recordo o fogo mesmo, s a fumaa em minha habitao. Despertei no hospital, e uma trabalhadora social estava ali. Uma coisa muito jovem 
com grandes olhos azuis e mos suaves. E no era um policial. Ele me ps nervoso porque me tinham ensinado a ningum desconfiana na autoridade. Perguntaram-me se 
sabia onde estava minha me. No o fiz. Pelo tempo que estive o suficientemente bem para sair da sala do hospital, que tinha sido recolheu no sistema. Meteram-me 
em um lar de meninos estando com os olhos para ela. Eles nunca a encontrou. Nunca mais a voltei a ver. " 
"Ela nunca foi para ti." -No, nunca chegou. No foi um mau negcio. A casa estava poda, que se alimentavam regular. O grande problema para mim era que estava estruturada, 
e eu no estava acostumado  estrutura. Havia casas de acolhida , mas me assegurei de que no funcionou. 1 no quero ser filho de ningum falso, no importa o bom 
ou quo mau estava a gente. E alguns deles eram realmente boas pessoas. Eu era o que eles chamam intratveis. I gostava dessa maneira. Ao ser um bagunceiro me deu 
uma identidade, assim fiz um monto de problemas. Eu era um tipo muito duro com uma boca elegante e uma m atitude. Eu gostava de procurar briga, porque eu era forte 
e rpido e usualmente pode ganhar. 
"Eu era predecible", disse com um sorriso mdio. "Isso  o pior dela. Que era um produto de meu entorno e condenados a princpios orgulhoso disso. N conselheiro 
de mierda ou reduzir ou trabalhador social que ia chegar at mim. Tinham-me ensinado a odiar  autoridade, e que era uma coisa que me tinha ensinado bem. " 
"Mas a escola, a casa ... eram bons para voc?" 
Uma luz zombadora brilhava em seus olhos. "OH, sim, s pssego. Trs lugares e uma cama." Deixou escapar um suspiro impaciente ao ver sua expresso preocupada. -Voc 
 uma estatstica, Brianna, um nmero. Um dos problemas. E h um monto de outras estatsticas e os nmeros e os problemas que se baralham em torno. Claro que, em 
retrospectiva, posso dizer que alguns deles provavelmente realmente lhe importava, Realmente tratei de fazer uma diferena. Mas eles eram o inimigo, com suas perguntas 
e provas, suas regras e disciplinas. assim, seguindo o exemplo de minha me, fui correndo aos dezesseis anos. Residia na rua, no meu entender. Eu nunca tocou as 
drogas, nunca vendi, mas no havia muitas outras coisas que no fiz. " 
Ele se separou da cmoda e comeou a rondar a habitao. "ganhei, fiz armadilha, encontrei-me com as fraudes. E um dia tive uma epifana quando um tipo que estava 
correndo um contexto no curto conseguiu vencer aos sbios e mierda viva fora de mim. Me ocorreu, quando vim em um no beco com sangre em minha boca e vrias costelas 
descoberto, provavelmente poderia encontrar uma melhor maneira de ganh-la vida. Dirigi a Nova Iorque. vendi um monto de relgios ao longo da Quinta Avenida ", 
disse com um indcio de sorriso. "Ran, um monte pequeno de trs cartas, e me pus a escrever. Havia-me uma educao bastante decente no lar. E eu gostava de escrever. 
No podia admitir que aos dezesseis anos, sendo um filho de puta duro. Mas aos dezoito anos, em Nova Iorque, no parecia to mau. O que parecia mau, o que logo comeou 
a parecer realmente mau, era que eu era o mesmo que era. Decidi ser outra pessoa. 
"Troquei meu nome. Trocou-me. Consegui um trabalho legtimo Bussing pranchas em um pouco de mergulho no Village. Liberei-me dessa capa por capa pequeno bastardo 
at que me Grayson Thane. E eu no Miro para atras, porque no tem sentido . " 
"Porque lhe di", disse Brianna em voz baixa. "E te faz zangar." 
-Talvez. Mas sobre tudo porque no tem nada que ver com quem sou agora. " 
Queria que lhe dissesse que tinha todo que ver com quem era, o que tinha feito a si mesmo. Em seu lugar se levantou para enfrentar-se a ele. "eu adoro o que  agora." 
Ela sentiu uma pontada, sabendo que estava retrocedendo do que ela queria lhe dar.  to penoso que saiba que, j sabe que pode sentir lstima pelo menino, para 
o jovem, e admirar o que surgiu deles? " 
"Brianna, o passado no importa. No a mim", insistiu. " diferente para voc. Seu passado vai a sculos atrs. Est imerso nela, a histria, a tradio.  que formou. 
E devido a isso, o futuro  igual de importante. Voc  um planejador, a longo prazo. I no sou. No pode ser. Maldita seja, eu no quero ser. H neste momento. 
Como esto as coisas agora mesmo. " 
Acreditava ele que ela no podia entender que, depois de todo lhe havia dito? Ela o via muito bem, o menino maltratados, terror dos ltimos, aterrorizado que no 
havia futuro, agarrando-se desesperadamente ao que ele pudesse tomar no presente. 
"Bom, estamos juntos neste momento, no?" Brandamente se cavou sua cara. "Grayson, no posso deixar de te amar para que esteja mais cmodo. No posso fazer para 
me fazer mais cmodo. Simplesmente . Meu corao perdeu a ti, e no posso recuper-lo. Eu duvido faria se pudesse. Isto no significa que voc tem que tomar, mas 
voc seria parvo no faz-lo. No lhe custa nada. " 
"Eu no quero te fazer danifico, Brianna." Relacionou os dedos ao redor de suas bonecas. "Eu no quero te fazer danifico". 
"J sei." Ele,  obvio. pergunta-se que ele no via que tivesse feito mal tambm. "vamos tomar o agora, e estar agradecidos por isso. Mas me diga uma coisa," disse 
ela e lhe deu um beijo  ligeira. "Qual era seu nome?" 
"Cristo, no se d por vencido." 
"No" Seu sorriso era fcil agora, surpreendentemente crdulo. "No  algo que considero um defeito." 
"Logan", murmurou. "Michael Logan." 
E ela ps-se a rir, lhe fazendo sentir como um parvo. "Irlands. Deveria hav-lo sabido. Tal lbia que tem, e todo o encanto do mundo." 
"Michael Logan", disse, at de fogo ", foi um de mente estreita, mesquinha, ladro penique-ante que no valia a pena cuspir. 
Ela suspirou. "Michael Logan era um descuidado, meninos com problemas que necessitam amor e cuidado. E te equivoca a odi-lo. Mas vamos deixar o em paz. " 
Ento ela o desarmou pressionando contra ele, pondo sua cabea sobre seu ombro. Suas mos se moviam acima e abaixo das costas, relaxante. Teria que ter sido aborrecido 
pelo que havia dito. Ela deveria ter sido sua consternao pela forma em que a tinha tratado na cama. Entretanto, ela estava aqui, lhe sujeitando e lhe oferecem 
uma profundidade aterradora do amor. 
"No sei o que fazer com voc." 
"No h nada que tem que fazer." Lhe roou os lbios por cima do ombro. "Deste-me os meses mais maravilhosos de minha vida. E te lembra de mim, Grayson, sempre e 
quando a gente vive". 
Deixou escapar um comprido suspiro. No podia neg-lo. Pela primeira vez em sua vida, seria deixado a uma parte de se mesmo quando ele partiu. Foi ele quem se sentia 
incmoda  manh seguinte. Eles tomaram o caf da manh no salo da sute, com vistas do parque pela janela. E ele esperou para lanar algo que lhe havia dito  
cara. quebrado-se a lei, que tinha dormido com prostitutas, derrubou-se nas bocas-de-lobo das ruas. 
Entretanto, ela se sentou frente a ele, olhando to fresca como uma manh do Clare, falando alegremente sobre sua prxima viagem a todo mundo antes de ir ao aeroporto. 
"No se est comendo seu caf da manh, Grayson. No se sente bem?" 
"Estou bem". O corte nos panqueques lhe tinha ocorrido o que ele queria. "Suponho que me falta sua cozinha." 
Era exatamente o que ter que dizer. Seu olhar se trate transformado em um sorriso de prazer. -vais ter que ser de novo amanh. Te vou arrumar algo especial ". 
Deu um grunhido como resposta. ps-se fora de lhe dizer sobre a viagem ao Gales. No tinha querido estragar seu gozo de Nova Iorque. Agora se perguntou por que tinha 
pensado que podia. Nada do que havia objeto de dumping nela a noite anterior tinha sacudido essa compostura constante. 
"Ah, Brie, estamos realmente vai tomar um pequeno desvio no caminho de volta a Irlanda". 
"OH?" Franzindo o cenho, ficou sua taa de ch abaixo. "voc tem algum negcio?" 
-No exatamente. Estamos fazendo escala no Pas do Gales ". 
"No Pas do Gales? 
"Trata-se de seu stock. Recorda que te disse que tinha meu corredor fazer algumas comprovaes? 
"Sim. Encontrou algo incomum?" 
"Brie, Triquarter Minerao no existe." "Mas  obvio que existe. Tenho o certificado. Tenho a carta." 
"No h Minerao Triquarter em qualquer bolsa de valores. Nenhuma empresa por esse nome que aparece na Web. O nmero de telefone no cabealho  falso." 
"Como pode ser isso? Ofereceu-me mil libras." 
"Por isso vamos ao Gales. Acredito que valeria a pena a viagem para fazer um pouco de cheques pessoal." 
Brianna negou com a cabea. "Estou seguro de que seu corredor  muito competente, cinza, mas deve ter acontecido algo por alto. Se uma empresa no existir, no emisso 
de aes ou a oferta para a recompra". 
"Eles emitem aes se se tratar de um frente", disse, apunhalar a sua comida como ela o olhou fixamente. "Uma fraude, Brie. Tenho um pouco de experincia com os 
contra de valores. Aparecer uma caixa de correios, um nmero de telefone, e tecido para as marcas. Para a gente que vai investir ", explicou." As pessoas que procuram 
fazer dinheiro rpido. Voc consegue um traje e uma perorata, pr um pouco de papelada juntas, de impresso de um folheto e certificados falsos. Voc toma o dinheiro, 
e desaparece. " 
Ela guardou silncio durante um momento, para digeri-la. De fato ela poderia ver seu pai cair por s um truque. Sempre havia se lanou descuidadamente em ofertas. 
Na verdade, ela no esperava nada quando tinha aoitado primeiro o assunto. 
"Entendo essa parte, acredito. E  em consonncia com a sorte de meu pai nos negcios. Mas, como explicar que me respondeu, e me ofereceu dinheiro?" 
"No posso". Apesar de que tinha algumas ideia a respeito. "Por isso vamos ao Gales. Rogam arrumou para que seu avio a nosso encontro em Londres e nos levam. vai 
levar nos de retorno ao aeroporto do Shannon quando estivermos preparados". 
-J vejo. " Com cuidado, ps a faca e o garfo a um lado. -falaste com Rogam, sendo ele um homem, e planejado a cabo entre os dois. " 
Cinza se esclareceu garganta, passou-se a lngua pelos dentes. "Eu queria desfrutar de da viagem aqui sem ter que preocupar-se." Quando s lhe cobriu com esses olhos 
verdes afrescos, encolheu-se de ombros. "Est esperando uma desculpa, e no vamos obter". Juntou as mos, descansava eles no bordo da mesa, e no disse nada. " 
bom no frio grande", comentou, "mas no vai lavar. Fraude fora de sua liga. Deram-me este viaje por minha conta, mas o mais provvel  que te necessita j que o 
stock no nome de seu pai. " 
"E estando em nome de meu pai o faz minha empresa.  amvel de sua parte querem ajudar." 
"Ao diabo com isso." 
Ela sacudiu, sentiu que seu estmago se enrugam na inevitabilidad do argumento. "No use esse tom de mim, Grayson". 
-Ento, no use esse tom de professora de escola irritada em mim. " Quando se levantou, seus olhos brilhavam, reduziu-se. No te afaste, maldita seja. " 
"No vou ser jurado em ou gritava ou lhe faz sentir inadequados porque sou nica filha de um granjeiro dos condados do oeste." 
"Que demnios tem isso que ver com nada?" Quando ela seguiu caminhando para o dormitrio, ele empurrou fora da mesa. Arrancou-lhe o brao, girou as costas. Uma fasca 
de pnico cruzou sua cara antes de que ela fechou com uma alta. "Eu disse, no te afaste de mim." 
"Vm-me e vo como eu quero, igual a se faz. E eu vou agora e te prepare para a viagem que organizou com tanto cuidado." 
"Quer tomar uma mordida de mim, adiante. Mas vamos resolver isto". 
"Eu tinha a impresso de que j tinha. Est machucando meu brao, Grayson". 
"Sinto muito". Soltou-a, colocou as mos nos bolsos. "Olhe, imaginei que poderia estar um pouco molesto, mas eu no esperava a algum to razovel quanto a pessoa 
infle tudo fora de proporo". 
"Voc arrumou as coisas a minhas costas, tomou decises por mim, decidi que no seria capaz de fazer frente por minha conta, e estou soprando tudo fora de proporo? 
Bom, isso est bem, ento. Estou seguro de que deveria estar envergonhado de mim mesmo. " 
"Estou tratando de te ajudar." Sua voz se elevou de novo, e lutou para trazer e seu temperamento sob controle. "No tem nada que ver com seu ser inadequados, mas 
sim tem que ver com que no tenham experincia. Algum irrompeu em sua casa. No pode pr juntos?" 
Ela o olhou, empalideceu. -No, por que no pr juntos para mim? " 
-Voc escreveu sobre a populao, ento algum procura em sua casa. Rpido, descuidado. Talvez desesperado. No muito depois disso, h algum fora de sua janela. 
Quanto tempo viveu nessa casa, Brianna? " 
"Toda minha vida". "aconteceu algo assim antes?" 
-No, mas ... No " 
"Assim tem sentido para conectar os pontos. Quero ver o que todo o quadro parece." 
"Voc deveria haver dito a mim tudo isto antes." Sacudido, baixou ao brao de uma cadeira. "Voc no deve ter guardado de mim." 
" s uma teoria. Cristo, Brie, que tiveste suficiente em sua mente. Sua me, Maggie e o beb, eu. Todo o assunto de encontrar a essa mulher esteve envolto seu pai 
com. Eu no queria acrescentar  ela ". 
"Vocs estavam tratando de me proteger. Estou tratando de entender isso." 
" obvio que eu estava tratando de te proteger. Eu no gosto de verte preocupado. I- interrompeu, aturdido. O que esteve a ponto de dizer? Ele deu um grande passo 
para trs, mentalmente das trs palavras difceis, fisicamente dela. "Voc me importa", disse cuidadosamente. 
-Est bem. " de repente, cansado, empurrou a seu cabelo. "Eu sinto que fiz uma cena dela. Mas no manter as coisas de mim, Gray. 
"No o farei." Tocou-lhe a bochecha e lhe tremia o estmago. "Brianna." 
Sim? 
-Nada-dijo, e deixou cair sua mo de novo. "Nada. Ser melhor que atirar juntos se formos chegar a todo mundo." 
Chovia no Gales e muito tarde para fazer algo mais que comprovar no hotel onde pouco montono cinza tinha reservado uma habitao. Brianna tinha s uma impresso 
fugaz da cidade da Rhondda, da fileira de casas precrias nos grupos apertados, os cus lstima que arrojaram a estrada pela chuva. Compartilharam uma comida no 
gosta, logo se desabou esgotado na cama. 
Ele esperava que ela se queixa. As habitaes no eram as melhores e a viagem foi brutal, inclusive para ele. Mas ela no disse nada  manh seguinte, s se vestiu 
e lhe perguntou o que faria depois. 
"Dava-me conta que havamos comprovar o correio, ver aonde nos leva." Viu-a pin up seu cabelo, seus movimentos limpo, preciso, embora havia sombras sob os olhos. 
"Est cansado". 
-um pouco. Trocando todo o tempo, imagino. " Ela olhou pela janela onde a luz solar aquosa lutado atravs do cristal. "Sempre pensei no Gales como um lugar selvagem 
e formoso." 
"Muito disso . As montanhas so espetaculares, e a costa. A Pennsula do Lleyn- um pouco turstico, cheio de britnicos de frias, mas realmente formosa. Ou as 
terras altas, muito pastoral e o gals tradicionalmente. Se voc viu os pramos no sol da tarde, veria quo selvagens e formosas do pas. " 
"Voc esteve tantos lugares. Surpreende-me voc pode recordar uns dos outros." 
"Sempre h algo que se pega em sua mente." Olhou a seu redor a habitao do hotel sombrio. "Sinto-o por isso, Brie. Foi o mais conveniente. Se voc quer tomar um 
dia extra ou dois, te vou mostrar a paisagem." 
Ela sorriu sobre ela, a idia de lanar sua responsabilidade a um lado e viajar com cinza sobre as colinas e praias estrangeiras. "Preciso chegar a casa, uma vez 
que tenha terminado do que viemos. No posso impor  senhora Ou'Malley muito mais tempo. "Ela se voltou do espelho." E voc  querer voltar para trabalho. Mostra 
". 
"Tem-me". Tomou as mos. "Quando terminar o livro, vou ter um pouco de tempo antes de que eu viaje para o que est por vir. Poderamos ir a algum lugar. Onde voc 
queira. Grcia, ou o Pacfico Sul. As ndias Ocidentais. Voc gostaria disso? Alguns lugar com palmeiras e uma praia, a gua azul, sol branco. " 
"Sonha bonito." Ele, pensou, ele, que nunca fez planos lhes estava fazendo. Ela sentia que no sbia que lhe assinalam. "Pode ser difcil para afastar-se de novo 
to logo." Lhe deu um aperto mos antes de liber-los a recolher sua bolsa. "Estou disposto, se  que ". 
Eles encontraram a agncia de correios com bastante facilidade, mas a mulher encarregada do mostrador parecia imune ao encanto do Gray. No era seu lugar para dar 
a conhecer os nomes das pessoas que alugam casinhas de correio, disse-lhes com firmeza. Poderiam haver uma que se eles queriam, e ela no seria discutindo com os 
estranhos, tampouco. 
Quando Gray lhe perguntou sobre o Triquarter, recebeu um encolhimento de ombros e franzir o cenho. O nome no significava nada para ela. 
Cinza considerar um suborno, tomou outro olhar ao conjunto da prim boca da mulher, e decidiu no faz-lo. 
"Strike um", disse quando saiu de novo. 
"No acredito que alguma vez pensei que seria to fcil." 
-No, mas s vezes se divertem quando menos lhe espera isso. vamos tratar de algumas empresas mineiras. " 
"No deveramos simplesmente relatrio tudo o que sabemos s autoridades locais?" 
-J chegaremos a isso. " 
Olhou sem descanso, o escritrio depois do escritrio, fazendo as mesmas perguntas, obtendo as mesmas respostas. Ningum na Rhondda tinha ouvido falar do Triquarter. 
Brianna lhe permitiu tomar o controle, pelo simples prazer de v-lo trabalhar. Parecia-lhe que podia ajustar, camalenico, qualquer que seja a personalidade que 
escolheu. 
Podia ser encantador, brusco, srio, ardiloso. Foi, supe-se, como ele investigou um tema que poderia escrever. Fez-me perguntas sem fim, por turnos de discusses 
e de intimidao nas pessoas de responder. 
depois de quatro horas que sabia mais sobre a minerao do carvo e a economia galesa do que queria recordar. E nada do Triquarter. 
"Necessita-se um sndwich", decidiu Gray. 
"Eu no diria que no a um." 
-Muito bem, repor e voltar a pensar. " 
"Eu no quero que seja decepcionado por no ter aprendido nada." 
"Mas temos. Sabemos sem sombra de dvida que no h Triquarter Minerao, e nunca o foi. A caixa postal  uma farsa e com toda probabilidade, ainda se est alugado 
por quem quer que frente ao acordo". 
"por que pensa isso?" 
"Eles o necessitam at o assentamento, com voc, e qualquer outros investidores pendentes. Imagino que limparam a maior parte disso. vamos tratar aqui." Lhe deu 
uma cotovelada em um pequeno pub. 
Os aromas eram o suficientemente familiar para fazer sua nostalgia, as vozes estrangeiras s o suficiente para ser extica. instalaram-se em uma mesa onde imediatamente 
deu procurao de cinza no menu de plstico fino. "Mmm. Shepherd's P. No ser to bom como o teu, mas vou fazer. Quer provar?" 
"Isso estar bem. E um pouco de ch." 
Cinza deu sua ordem, inclinou-se para diante. "Estou pensando, Brie, que seu pai morrer to logo depois de que compraram a ao joga um papel nela. Voc disse que 
encontrou o certificado no apartamento de cobertura." 
-Sim, sim. No fomos atravs de todas as caixas depois de que ele tinha morrido. Minha me, bom, Maggie no tinha o corao, e o deixei ir porque " 
"devido ao Maggie lhe doa e sua me te tivesse aoitado." 
"Eu no gosto das cenas." Ela apertou os lbios e olhou fixamente  mesa. " mais fcil dar um passo atrs deles, a p deles." Ela levantou a vista, continuando, 
de novo. "Maggie era a luz da vida de meu pai. Ele me amou, eu sei que o fez, mas o que tnhamos era muito especial. Foi s entre eles. Era duelo to difcil, e 
j existe uma ampliao da casa se deixa para mim, em vez de minha me. Me era amarga e furiosa, e deixar ir as coisas. Queria comear meu negcio, j v. Assim 
foi fcil para evitar as casinhas, o p ao redor deles de vez em quando, e me digo Chega a ele por e por. " "E depois de hav-lo feito." 
"No sei por que escolhi esse dia. Suponho que porque as coisas resolveram o bastante. Me em sua prpria casa, Maggie com Rogam. E eu ..." 
"No estavam prejudicando tanto atravs dele. Tinha passado suficiente tempo para que voc possa fazer o prtico". "Isso  bastante certo. Pensei que podia passar 
pelas coisas que ali tinha guardado sem dor tanto para ele, ou que desejam as coisas com tanta fora tivesse sido diferente. E era a ambio de parte". Ela suspirou. 
"Eu estava pensando que poderia ter convertido a habitao do apartamento de cobertura para os clientes." 
"Esse  meu Brie." Tomou a mo. "Assim que ele tinha posto o certificado dali para sua custdia, e passaram os anos sem que ningum a encontra, ou atuar sobre ela. 
Imagino que o escreveu fora. por que deveriam ter uma oportunidade de fazer contato? Se o fizessem nenhum controle, que 'd aprendeu que Com o Tom canhes tinha morrido, 
e seus herdeiros no se ocupou da populao. Poderia ter sido perdido ou destrudo, ou jogados fora por engano. Ento lhe escrevi uma carta. " "E aqui estamos. Ainda 
no explica por que me ofereceram dinheiro." 
-Muito bem, vamos supor.  uma de meus melhores costure. Suponhamos que quando se fez o trato, que era uma fraude bastante singelo, a forma em que se explica em 
Nova Iorque. Ento suponho que algum foi ambicioso, ou sorte. Ampliado de mesmo. Triquarter estava fora da foto, mas os recursos, o benefcio, a organizao ainda 
estava ali. Talvez se executa outra fraude, talvez inclusive chegar a confiar algo. Talvez voc est jogando com as coisas no lado direito da lei, utilizando como 
cobertura. No seria uma surpresa se as coisas legais comeou a trabalhar? Talvez inclusive fez mais de um benefcio que os contra. Agora ter que arrojar sombras 
que coisas, ou ao menos ocult-la. " 
Brianna se esfregou a tmpora como a comida estava servida. " muito confuso para a coisa." 
"Algo a respeito dos certificados de aes soltas.  difcil de dizer o que". Serve-se um bocado saudvel. "No, no se aproxima da tua." E se ingere. "Mas h algo, 
e eles os querem de volta, inclusive pagar para recuper-los. OH, no muito, no  suficiente para que se suspeita, ou interessados nos novos investimentos. Solo 
o suficiente para fazer que valha a pena para cobrar pulg" 
"Vocs sabem como funciona todo este assunto, no?" 
"Muito. Se no tivesse sido por escrito ..." Ele calou, encolheu-se de ombros. No era algo que fazer insistncia em. "Bom, podemos considerar que a sorte que eu 
ocorre que tem certa experincia neste sentido. Faremos algumas paradas depois de comer, ento a cargo da polcia. 
Ela assentiu, aliviado pela idia de converter toda a confuso s autoridades. A comida ajudou a recolher seus espritos. Pela manh se estaria em casa. Durante 
o ch comeou a sonhar com seu jardim, saudando Com, trabalham em sua prpria cozinha. 
"Terminou?" 
"Hmm?" 
Cinza lhe sorriu. "vai de viagem?" 
"Eu estava pensando em sua casa. Minhas rosas poderia florescer." 
-vais estar no jardim amanh a esta hora ", prometeu que ele e, depois de contar a cabo projetos de lei para a ficha, levantou-se. 
No exterior, que deixou cair o brao por cima do ombro. "Quer provar o transporte pblico local? Se agarrarmos um nibus que vai cruzar a cidade muito mais rpido. 
Eu poderia alugar um carro se preferir. " 
"No seja tolo. Um nibus est muito bem." 
"Ento vamos manter a ...". Lhe deu a volta, empurrando suas costas na porta pub. "No  interessante?" -murmurou, olhando pela rua. "No  simplesmente fascinante?" 
"O que? Est-me esmagando". 
"Sinto muito. Quero que reter tanto como possa e jogar uma olhada a abaixo, ao outro lado da rua". Seus olhos comearam a brilhar. "S no caminho  agncia de correios. 
O homem que levava o guarda-chuva negro." 
Ela apareceu a cabea fora, o escaneio. -Fui-dijo ao cabo de um momento. "H um homem com um guarda-chuva negro." 
"No parece familiar? Pense em um par de meses. Voc nos serviu que salmo pelo que lembrana, e pouco." "No sei como  que voc pode recordar quo comidas sim. 
inclinou-se mais longe, tensa os olhos. "v-se bastante comum para mim. Ao igual a um advogado ou um banqueiro." 
"Bingo. Ou ao menos isso nos disse. Nosso banqueiro retirado de Londres. 
"O senhor Smythe-White." aproximou-se dela em um instante, fez-a rir. "Bom, isso  estranho, no? por que estamos escondendo dele?" 
-Porque  curioso, Brie. Porque  muito, muito estranho que sua hspede durante a noite, que passou a estar fora de turismo quando sua casa foi registrada,  passear 
pela rua no Pas do Gales, a ponto de entrar na agncia de correios. O que quer apostar que aluga um quadro dali? " 
"OH." Ela se afundou de novo contra a porta. "Doce Jesus. Quais so vamos fazer? " 
-Espera. Logo lhe seguem. " 
Captulo Dezoito 
No tiveram que esperar muito. Apenas cinco minutos depois do Smythe-Branco entrou na agncia de correios, saiu de novo. depois de tomar um rpido olhar direita, 
logo  esquerda, correu pela rua, o guarda-chuva oscilando como um pndulo a seu lado. 
-Maldita seja, ela o fez estalar. " 
"O que?" 
"Vamos, rpido". Cinza agarrou a mo da Brianna e se lanou depois do Smythe-White. "Empregada-a de Correios, ou o que seja. Lhe disse que estvamos fazendo perguntas." 
"Como sabe?" 
"De repente ele est em um apuro." Cinza comprovar o trfico, malditos, e atirou da Brianna em um patro lhe ziguezagueiem entre um caminho e um sedan. Seu corao 
pulsava com fora em seu a garganta j que ambos os pilotos responderam com rajadas grosseiro de seus chifres. J preparada, Smythe-Branco olhou para trs, viu eles, 
e ps-se a correr. 
-Fique aqui-lhe ordenou Gray. 
"No vou". Ela correu atrs dele, suas largas pernas mantendo seus no mais de trs passos por detrs. Sua presa poderia ter evitado e se desviou, a cotoveladas 
a um lado os pedestres, mas foi apenas um concurso com dois mais jovens, ss perseguidores lhe pisando os tales. 
Como se tivesse chegado  mesma concluso, chegou a uma parada justo aos subrbios de uma farmcia, ofegando. passou-se o leno branco como a neve para limp-la 
frente, logo se voltou, deixando que seus olhos se abrem detrs de suas lentes com gs. 
-Bom, senhorita Concannon, o Sr. Thane, o que uma surpresa inesperada. " Tinha o engenho, e os meios, inclusive a sorrir amavelmente enquanto apertava uma mo ao 
corao excesso de velocidade. "O mundo  de fato um lugar pequeno. Est voc no Pas do Gales de frias?" 
"No mais que voc," Gray arrojou para trs. "Temos empresas para estudar, amigo. Quer falar aqui, ou devemos procurar  polcia local? 
Todos inocncia, Smythe-Branco piscou. Em um hbito familiar, que se tirou os culos, as lentes polidas. "Os negcios? Temo-me que estou em uma perda. No se trata 
de que este lamentvel incidente em sua estalagem, a senhorita Concannon? Como te disse, perdi nada e no apresentaram nenhuma denncia absolutamente." 
"No  surpreendente que te perdeu nada, que o fez o mesmo dano. Teve que derrubado todos meus bens em seco no cho? " 
"Desculpe-me?" 
"Parece que os policiais, ento," disse Gray e tomou Smythe-Branca pelo brao. 
-Temo-me que no tenho tempo para entreter-se nestes momentos, embora seja precioso para correr dentro de ti desta maneira. " Tentou-o, sem xito, desalojar a agarre 
pelo Gray. "Como voc provavelmente poderia dizer, estou em uma pressa. Uma entrevista que tinha esquecido por completo. Estou terrivelmente tarde. 
"Quer que o certificado de aes de novo ou no?" Cinza tido o prazer de ver a pausa homem, reconsiderar sua deciso. detrs dos cristais dos culos que reajustar-se 
cuidadosamente, com os olhos de repente escondidas. 
"Temo-me que no o entendo. 
"Voc entende bem, e ns tambm. Uma costura de uma fraude em qualquer pas, qualquer idioma. Agora, no estou seguro do que a pena por fraude, jogos de confiana, 
e as populaes da falsificao  no Reino Unido, mas podem ser muito duro para os profissionais de onde eu venho. E utilizou o correio, Smythe-White. Qual foi provavelmente 
um engano. Uma vez que voc pe um selo sobre ele e entreg-los a de correios local, a fraude se converte em fraude postal. Um negcio muito mais desagradvel. " 
Deixou Smythe-Branco suor que antes de continuar. "E logo est a idia de apoiar-se no Gales e fazer fraudes atravs do Mar da Irlanda. Faz internacional. Voc poderia 
estar procurando em um lance muito comprido." 
"Agora, agora, no vejo nenhuma razo para ameaas". Smythe-Branco voltou a sorrir, mas tinha comeado a suar da prola em sua frente. "Somos gente razovel. E  
um assunto sem importncia, um assunto muito pequena, podemos resolver facilmente, e para satisfao de todos. " 
"por que no falamos disso?" -Sim, sim, por que no? " Ele iluminou imediatamente. "mais de um gole. eu adoraria comprar os duas de uma bebida. H um bar  volta 
da esquina aqui. Uma tranqila. por que no temos uma pinta ou dois amistosos enquanto hash a cabo todo este assunto? " "por que no? Brie? "Mas acredito que deveramos" 
"Talk", disse Gray sem problemas e, mantendo uma mo firme no brao do Smythe-White, tomou a dela. "Quanto tempo estiveste no jogo?" Cinza perguntou coloquial. 
"OH, querido, j que antes de que qualquer de vocs nasceram, imagino. Estou fora disso agora, na verdade, totalmente. Justo Faz dois anos, minha esposa e eu compramos 
uma pequena loja de antiguidades no Surrey. 
"Pensei que sua esposa estava morta", ps como Brianna no Smythe-Branco abriu o caminho ao pub. 
-OH, no, por certo. ris  s e feliz. Taas, as coisas para mim enquanto ponho este pequeno negcio para descansar. Fazemo-lo bastante bem ", acrescentou, j que 
entrou no pub. -Muito bem. alm da loja de antiguidades, temos interesses em vrias outras empresas. Todos absolutamente legal, o asseguro. " Cavalheiro 
at o ltimo, que ocupou a cadeira da Brianna por ela. "Uma empresa de turismo, First Flight,  possvel que tenha ouvido falar dele." 
Impressionado, Gray levantou uma sobrancelha. "converteu-se em uma das principais preocupaes da Europa." 
Smythe-Branco pavoneava. "Eu gosto de pensar que minha capacidade de gesto teve algo que ver com isso. O que comeou como uma operao de contrabando e no clandestinos 
inicialmente.-Sorriu em tom de desculpa a Brianna. "Minha querida, espero que no esteja muito impressionado." 
Ela se limitou a negar com a cabea. "Nenhuma outra coisa poderia me surpreender neste ponto." 
"vamos ter um harpa?" -perguntou, tocando o amvel anfitrio. "Parece apropriado." Tomando sua aprovao por sentado, Smythe-Branca ordenou  mesa. "Agora bem, como 
hei dito, fez-nos um pouco de contrabando. Tabaco e o licor em primeiro lugar. Mas no tinha muito de um gosto por ela, e o final de excurso em realidade faz mais 
de um benefcio sem risco, por assim falam. E como ris e eu estvamos entrado em anos, que decidiu retirar-se. Em uma forma de falar. Sabe a populao jogo foi 
um de nossos ltimos? Ela sempre esteve interessado nas antiguidades, minha ris, por isso utiliza os benefcios de que para comprar aes e nossa pequena loja. 
"Fez uma careta, sorriu timidamente." Suponho que  de mau gosto falar disso ". 
"No deixe que isso te detenha." Cinza patadas para trs em sua cadeira, como a cerveja se servia. 
"Bom, imaginem nossa surpresa, nossa consternao, quando recebemos sua carta. mantive que a casinha de correio aberta, porque temos interesses no Gales, mas a coisa 
foi bem Triquarter no passado. Toda a esquecida realidade. Estou envergonho de dizer a seu pai, que em paz descanse, deslizou-se pelas frestas de nossos esforos 
de reorganizao. Espero que o levo como tem que quando digo que me pareceu um homem completamente encantadora. " Brianna s suspirou. "Obrigado". "Devo dizer, ris 
e eu quase pnico quando escutamos de voc. Se estivssemos conectados com a velha vida, nossa reputao, os negcios pequenos com amor construmos nos ltimos anos 
poderia ser arruinado. Por no falar da , ah ... " Secou-se os lbios com um guardanapo. "Ramificaes legais". 
"Podia-se ter ignorado a carta", disse Gray. 
"E o considerado. Passaram por cima a primeira. Mas quando Brianna escreveu mais, sentiu que algo terei que fazer. O certificado". Tinha a graa de descarga. " 
a reduo a admiti-lo, mas tenho feito minha assinatura legal para isso. Arrogncia, suponho, e eu no o estava usando nesse momento. Havendo flutuar  superfcie 
agora, vamos  ateno das autoridades poderia ser um pouco estranha. " 
" como voc h dito," Brianna murmurou, olhando ao Gray. " quase exatamente como voc h dito." 
-Estou bien-murmurou ele e lhe acariciou a mo. "assim, voc veio ao Blackthorn para comprovar a situao por si mesmo." 
"Eu o fiz. ris no pode unir-se a mim como que estvamos esperando um envio mais encantada do Chippendale.  certo, tenho um cargo em virtude de ir de novo. um 
pouco de nostalgia, um pouco de aventura. Encantou-me absolutamente por sua casa, e mais que um pouco preocupado quando descobri que estava aparentado por matrimnio 
com Rogam Sweeney. depois de tudo, ele  um homem importante, uma ntida. Preocupa-me que ele se faria cargo. Assim ... quando se apresentou a oportunidade, joguei-lhe 
uma olhada rpida ao redor do certificado. " 
Ps uma mo sobre a da Brianna, deu-lhe um aperto paternal. "Peo desculpas pela desordem e o desconforto. Eu no podia estar seguro de quanto tempo teria sozinho, 
voc v. Esperava se podia pr minhas mos sobre ela, poderamos pr um ponto ao negcio infeliz toda . Mas " 
"Deram-me o certificado de Rogam para sua custdia", disse-lhe Brianna. 
"Ah. Eu tinha medo de algo assim. Parece-me estranho que no foram seguidos de". 
"Sua esposa estava a ponto de ter um beb, e teve a abertura da nova galeria." Brianna se deteve, deu conta de que esteve a ponto de pedir desculpas por seu irmano-en-ley. 
"Eu poderia dirigir o mesmo assunto." "Comecei a suspeitar que to bem depois de s umas poucas horas em sua casa. Uma alma organizada  muito perigoso para algum 
em meu ofcio anterior. Eu vim uma vez, pensando que poderia haver outra oportunidade, mas entre seu co e seu heri na residncia, tive que levar a meus tales. 
" 
queixo Brianna's subiu. "Voc estava procurando em minha janela." 
"Sem inteno de falta de respeito, prometo-lhe isso. Querida, eu sou o suficientemente major para ser seu pai, e muito felizmente casado." Ele soprou um pouco, 
como se insultado. -Bom, ofereci-me a comprar as aes para trs, e oferecem as adegas. " 
"A meia libera uma pea," Gray lhe recordou secamente. 
"Dobro Tom Concannon o pago. Tenho a papelada se voc necessitar provas". 
"OH, estou seguro de que algum com seu talento pode chegar a qualquer transao de papel que ele queria." Smythe-Branco deixou escapar um comprido suspiro-sufrimiento. 
"Estou seguro que voc sente que tem o direito a me acusar desse tipo de comportamento". 
"Acredito que a polcia estaria fascinado por seu comportamento." 
Olhos em cinza, branco Smythe-tomou um sorvo de cerveja apressada. "Para que servem, em realidade agora? Duas pessoas em seus anos dourados, os contribuintes, os 
maridos devotos, arruinado e enviado a priso pelas indiscries do passado." 
"Voc enganou gente", espetou Brianna atrs ", extorquido a meu pai." 
"Dava a seu pai exatamente o que ele pagou, Brianna. Um sonho. Saiu de nosso trato um homem feliz, com a esperana, como muitos esperam, para fazer algo fora de 
quase nada." Lhe sorriu com suavidade. "Realmente s queria que a esperana de poder". devido a que era certo, ela no pde encontrar nada que dizer. "No fazer 
o correto", optou por fim. 
"Mas arrumamos nossos caminhos. Mudana de uma vida  uma coisa que requer esforo, meu querido. necessita-se trabalho e pacincia e determinao". 
Ela levantou seu olhar outra vez como suas palavras no branco. Se o que disse de si mesmo era certo, havia duas pessoas nessa mesa que tinha feito esse esforo. 
condena-se cinza do que tinha feito no passado? quer ver alguma fonte engano velha e arrasta com ele de novo? 
"No quero que voc ou sua esposa para ir ao crcere, o Sr. Smythe-White." "Ele sabe as regras," Gray interrompido, apertando a mo da Brianna  difcil. "joga-se, 
paga-se. Talvez pode passar por cima as autoridades, mas a cortesia  um valor de mais de mil libras". "Como lhe expliquei-smythe-blanco comeou. 
"As aes no vale verga", voltou cinza. "Mas o certificado. Eu diria que viria em dez mil." 
"Dez mil libras!" Smythe-Branco gabou enquanto Brianna simplesmente se sentou com a boca aberta. "Isso  chantagem.  roubo. ." 
"Uma libra uma unidade-concluiu Gray. "Mais que razovel com o que tem montado nela. E com o pequeno ganho que voc fez dos investidores, acredito que o sonho Tom 
Concannon deveria fazer-se realidade. No acredito que isso  chantagem. Acredito que  a justia. E a justia no t "negocivel". 
Plido, Smythe-Branco se tornou para trs. Uma vez mais, tirou seu leno e se secou a cara. "Jovem, voc est apertando meu corao." "No, s sua caderneta. O que 
 a graxa o suficiente para permitir-lhe Brie Voc causado muitos problemas, muitas preocupaes. Faz-te uma confuso com sua casa. Agora, enquanto eu possa simpatizar 
com sua situao, no acredito que dar-se conta do que isso significa a sua casa. Voc a fez chorar. " 
"OH, bom, de verdade." Smythe-Branco agitou o leno, secou-se com ela de novo. "Peo desculpas, muito sinceramente. Isto  terrvel, realmente terrvel. No tenho 
idia do que ris ia dizer." 
"Se ela for inteligente", arrastando as palavras Gray, "acredito que diria que pagar e conte suas bnes." 
Suspirou, colocou o leno molhado no bolso. "Dez mil libras. Voc  um homem duro, o Sr. Thane." 
"Herb, acredito que me pode chamar a erva, j que, neste momento, os dois sabemos que eu sou seu melhor amigo." Ele assentiu com a cabea tristemente. "Infelizmente 
verdade." Mudana de ttica, parecia esperar a Brianna. "Realmente me afetou que maneira severo, e eu o sinto muito. vamos esclarecer o assunto todo para acima. 
Pergunto-me, talvez poderamos cancelar a dvida no comrcio? Uma viagem agradvel para ti? Ou mobilirio para sua estalagem. Havemos algumas peas encantadora na 
loja. " 
"O dinheiro fala", disse Gray antes da Brianna podia pensar em uma resposta. 
"Um homem duro, que-repetiu-Smythe branco e deixar que seu afundamento ombros. "Suponho que h muito poucas opes na matria. vou escrever um cheque." 
"vai ter que ser em efetivo." 
Outro suspiro. -Sim,  obvio que sim. Muito bem, vamos fazer os acertos. Naturalmente, no levo essas quantidades comigo em excurses de negcios ". "Naturalmente-assentiu 
Gray. "Mas o pode conseguir. Para amanh". 
"Realmente, um ou dois dias seria mais razovel", comeou Smythe-White, continuando, ver o brilho nos olhos do Gray, renderam-se. "Mas posso alambre ris pelo dinheiro. 
No haver problemas para t-la aqui para amanh." 
"No pensei que o faria." 
Smythe-Branco se sorriu. "Se voc me desculpar. Necessito o banho." Sacudindo a cabea, levantou-se e caminhou para a parte traseira do bar. 
"No entendo. Eu no", sussurrou-lhe  a Brianna Smythe-Branco estava fora do alcance do ouvido. "No disse nada porque mantm patadas sob a mesa, mas-" 
"Pequenos empurres ti", corrigiu Gray. "Eu s tinha que cotoveladas." 
-Sim, e vou ter uma claudicao por uma semana. Mas meu ponto , est-lhe deixando ir, e j est lhe fazendo pagar uma quantidade to importante. No parece estar 
bem. " 
" a razo. Seu pai queria que seu sonho, e ele est conseguindo seu sonho. O bom de ervas sabe que s vezes sai mal um contexto e contar suas perdas. Voc no quer 
que enviasse ao crcere e eu tampouco" 
-No, eu no. Entretanto, para tomar seu dinheiro " 
"Ele tomou seu pai, e que quinhentas libras no poderia ter sido fcil para sua famlia de sobra." 
-No, mas-" 
"Brianna. O que diria seu pai?" 
Derrotado, baixou o queixo no punho. "pensaria-se que era uma brincadeira de cauda." 
"Exatamente". Cinza, baixou a vista para o banho de homens, reduziu-se eles. "Ele est tomando muito tempo. Espera um minuto ". 
Brianna franziu o cenho em sua taa. Logo seus lbios comearam a curva. Realmente foi uma brincadeira de cauda. Um que seu pai teria apreciado. 
No esperava ver o dinheiro, no uma quantidade to importante. Em realidade no. Isto foi suficiente para saber que tinha arrumado tudo, sem fazer mal real. 
Olhando para acima, viu cinza, olhos ardentes, a tormenta da habitao dos homens e a cabea para a barra. Tinha uma conversao rpida com o garom antes de voltar 
para a mesa. 
Seu rosto se limpou de novo como se deixou cair em sua cadeira e agarrou sua cerveja. 
-Bom-disse Brianna depois do momento estirado. 
"OH, ele se foi. Direito pela janela. Canny velho bastardo. 
"Gone?" Fragmentadas pelo giro dos acontecimentos, ela fechou os olhos. "Gone", repetiu. "E pensar que me havia o queira, acreditando que era." 
"Isso  exatamente o que um estelionatrio se supe que faa. Entretanto, neste caso, acredito que tem mais da verdade que no." 
"O que fazemos agora? Eu no quero ir  polcia, Gray. No poderia viver comigo mesmo imaginar que o homem pequeno e sua esposa no crcere". Um repentino pensamento 
apunhalado atravs de, por isso seus olhos pop de largura. "OH, diabos. voc crie que realmente tem uma esposa absolutamente?" 
"Provavelmente". Cinza tomou um sorvo de cerveja, considera. "Quanto ao que fazemos agora, agora voltamos para Clara, que o guiso. Espere a sair. vai ser bastante 
fcil de encontr-lo de novo, se e quando queremos." 
"Como?" 
"Atravs de Primeira Tours de vo. E logo est isto". Ante os olhos atnitos da Brianna, Gray tirou uma carteira. "Escolhi o bolso quando estvamos na rua. Seguros", 
explicou quando ela seguiu bocejo. "depois de todos estes anos, nem sequer estou oxidada". Moveu a cabea de si mesmo. "Deveria estar envergonhado." Logo sorriu 
e tocou a carteira contra sua palma. "No olhe to surpreso,  s um pouco de dinheiro e a identificao" 
Com calma cinza tomou bilhetes da carteira e os pegou em seu prprio bolso. "Ainda me deve cem libras, mais ou menos. Eu diria que ele mantm seu dinheiro real em 
um clipe. Tem uma 
direo de Londres-prosseguiu Gray, colocando o moedeiro levantou de distncia. "Olhei atravs dela na habitao dos homens. Tambm h uma foto de um lugar atrativa 
mulher, procurando matrona. ris, eu poderia pensar. Ah, e seu nome Carstairs. John B., no Smythe-White. " 
Brianna apertou os dedos entre os olhos. "Minha cabea est girando." 
"No se preocupe, Brie, garanto-lhe que vo escutar dele. Preparado para viajar?" 
"Suponho". Ainda conmocionado pelos acontecimentos do dia, levantou-se. " um nervo, que um. Cortou a cabo, tambm, sem necessidade de comprar conosco as bebidas." 
"OH, ele os comprou." Cinza passou um brao atravs dela, enviando uma saudao ao garom  sada. " dono do botequim maldito". 
"Ele-Ela se deteve, olhou e logo comeou a rir. 
Captulo XIX 
Foi bom estar em casa. Aventuras e o glamour das viagens eram muita multa, Brianna pensamento, mas tambm o eram os simples prazeres de sua prpria cama, seu prprio 
teto, e o ponto de vista familiar a cabo sua prpria janela. 
No lhe importaria ir-se voando a algum lugar novo, sempre e quando no estava em casa para voltar. 
Contido com a rotina, Brianna trabalhava em seu jardim, que aposte seu delfinios em floraes e acnito, enquanto que o aroma da flor de lavanda mel s o ar. As 
abelhas zumbiam perto ocupado paquerando com ela tremoceiro. 
Da parte traseira da casa chegou o som de meninos rendo, e ladra emocionados Contra enquanto perseguia a bola a seus visitantes americanos jovens empurrados por 
ele. 
Nova Iorque parecia muito longe, to extico como as prolas que ela tinha escondido ao fundo de sua gaveta da cmoda. E o dia que tinha passado no Pas do Gales 
era como um jogo estranho e colorido. 
Ela levantou a vista, o ajuste da asa de seu chapu enquanto estudava janela do Gray. Ele estava trabalhando, tinha sido quase todo o dia desde que se estabeleceram 
suas bolsas. perguntou-se onde estava agora, que lugar, que momento, o que a gente o rodeava. E o que ia ser o estado de nimo em quando voltou para ela? 
Irritvel se a escritura foi mau, pensou. Irritvel como um co guia de ruas. Se tudo saiu bem, tinha que ter hambre-d comida, e para ela. Sorriu para seus adentros 
e brandamente empatou o frgeis caules das participaes. 
Quo incrvel era que se queria como queria ela. Amazing para ambos, decidiu. No era mais acostumados a ele que ela. E lhe preocupava um pouco. Sem fazer nada se 
escovou os dedos por um grupo de campainhas. 
Havia-lhe dito que as coisas a respeito de si mesmo que sabia que ele havia dito a ningum mais. E isso lhe preocupava tambm. Que parvo do que acreditava que poderia 
pensar menos nele pelo que tinha passado, o que tinha feito para sobreviver. 
S podia imaginar o medo e o orgulho de um jovem que nunca tinha conhecido o amor e a demanda, as tristezas e as comodidades, da famlia. Que solo tinha sido, e 
o s que ele mesmo tinha feito de que o orgulho e o medo. E de algum jeito atravs, formou-se em um homem amvel e admirvel. 
No, no acreditava que menos dele. S lhe amava mais pelo conhecimento. 
Sua histria lhe tinha feito pensar na sua, e estudo sobre sua vida. Seus pais no tinham querido, e isso foi hiriente. Mas Brianna sabia que tinha tido o amor de 
seu pai. De ter sabido sempre e levado o consolo da mesma. Ela tinha tido um lar e razes que se mantm ancoradas em corpo e alma. 
E a sua maneira Maeve tinha amado. Pelo menos sua me se havia sentido o dever para os filhos que tinha dado o suficiente para ficar com eles. Ela pde ter dado 
as costas em qualquer momento, Brianna refletiu Essa opinio no ocorreu antes da Brianna, e o mais quente agora que ela desfrutou da tarefas de jardinagem. Sua 
me poderia haver-se afastado da famlia que tinha criado e ressentido. Voltado para a carreira que tanto tinha significado para ela. Inclusive se era a nica obrigao 
de que a tinha mantido, era mais que Gray tinha tido. 
Maeve foi duro, amargurado, que muito freqentemente torcido o corao das Escrituras se l to religiosamente para satisfazer seus prprios meios e usos. Ela poderia 
usar os cnones da igreja como um martelo. Mas ela se dormiu. 
Com um pequeno suspiro Brianna jogo passou a seguinte planta. J chegaria o momento de perdo. Ela esperava que ela tinha em seu perdo. 
"Supe-se que deve estar muito contente quando estiver no jardim, no em problemas." 
Pr uma mo na parte superior de seu chapu, Brianna levantou a cabea para olhar ao Gray. Um bom dia, decidiu de uma vez. Quando ele tinha tido um bom dia, voc 
pode quase sentir o prazer de vibrar dele. 
"Eu era deixar que minha mente vague". 
"Eu tambm Me levantei e olhei pela janela e te vi. Porque a vida de mim eu no podia pensar em outra coisa. " 
" um dia formoso para ser fora das portas. E que comeou a trabalhar na madrugada". Com movimentos rpidos e extraamente tenra, ela apostou outra me. "Vai bem 
para voc, ento?" 
"Vai muito bem". Sentou-se a seu lado, entregou-se a si mesmo com um gole de ar perfumado. "Quase no posso seguir o ritmo de mim mesmo. Eu assassinei a uma formosa 
jovem de hoje." 
Ela ps-se a rir. "E o som muito contente contigo mesmo." 
"Estava muito apaixonado por ela, mas ela tinha que ir. E seu assassinato vai encabear a indignao que propiciaria a queda do assassino." 
"Foi nas runas foram a que ela morreu? " 
"No, isso era outra pessoa. Esta conheceu seu destino no Burren, perto do Altar do druida". 
"OH." A pesar mesma Brianna se estremeceu "Sempre fui aficionado a esse lugar." -Eu tambm. Deixou-a tendido sobre a pedra da coroa, como uma oferenda a um deus 
sedento de sangue. Nu,  obvio. " 
- obvio. E suponho que algum turista desafortunado pobres a encontrar ". 
"Ele j tem. Um estudante americano em uma visita a p da Europa". Cinza estalou a lngua. "Eu no acredito que nunca vou ser o mesmo". Inclinando-se, beijou o ombro. 
"Ento, como foi hoje?" 
"No  to cheia de acontecimentos. Vi fora dos recm casados encantadora do Limerick esta manh, e importava aos meninos da Amrica, enquanto que seus pais tinham 
uma mentira-in." guia de olhos, viu uma pequena erva e sem piedade que arrancaram da cama. "Ajudaram-me a fazer po-doces quentes cruz. Depois, a famlia havia 
um dia no Bunratty, o parque popular, j sabe. S retornou pouco antes. Estamos esperando outra famlia esta noite, do Edimburgo, que ficou aqui dois ltimos anos. 
Ho dois adolescentes, moos, que caram um pouco apaixonada por mim a ltima vez. " 
"Srio?" Braos cruzados correu a ponta do dedo para baixo do ombro. "vou ter que intimid-los." 
"OH, imagino que esto em cima dele agora." Ela levantou a vista, sorriu com curiosidade a sua gargalhada. "O que?" 
"Eu estava pensando o que arruinaste os meninos para a vida. Nunca encontrar a ningum vai comparar com voc." 
"Que disparate". Agarrou outro jogo. "Falei com o Maggie esta tarde. Podem estar no Dubln uma ou duas semanas. E vamos ter o batismo quando voltam. Murphy e eu 
a ser os padrinhos". 
moveu-se, sentou-se com as pernas cruzadas agora. "O que significa isso, exatamente, na catlica?" 
"OH, no, muito diferente, imagino, pelo que significa que em qualquer igreja. Falaremos para o beb durante o servio, como patrocinadores, j v. E nos prometem 
para cuidar de sua educao religiosa, se algo deveria passar ao Maggie e Rogam. " 
" uma espcie de grande responsabilidade." 
" uma honra", disse com um sorriso. "Se voc no est batizado alguma vez, Grayson? 
"No tenho nem idia Provavelmente no.." Moveu os ombros, e logo elevou uma sobrancelha em seu cenho pensativo. "E agora o que? Preocupado vou queimar no inferno 
porque ningum orvalhavam gua sobre minha cabea?" 
"No" Incmodo, olhou de novo. "E a gua  s um smbolo, da limpeza o pecado original." 
"Como  original?" 
Ela o olhou, sacudiu a cabea. "Voc no quer que me explique o catecismo e tal, e no estou tratando de converter. Ainda assim, sei Maggie e Rogam gostaria no servio." 
-Claro, vou. Ser interessante. Como est o menino de todos os modos? " 
"Ela diz que Liam est crescendo como a m erva." Brianna se concentrou em suas mos o que estavam fazendo e tratou de no deixar que sua dor de corao muito. "Disse-lhe 
sobre o senhor Smythe-Branco, quero dizer, senhor Carstairs." 
"E?" 
"Ela se ps-se a rir at que pensei que tinha arrebentado. Pensou Rogam poderia levar o assunto um pouco menos  ligeira, mas ambos convieram em que era to parecido 
a D a cair em uma confuso como este.  um pouco como ter o devolveu por um tempo. Brie," ele poderia dizer: "se no um pouco de risco, no ganha algo." E estou 
para lhe dizer que estava impressionado com sua inteligncia no seguimento Sr. Carstairs abaixo, e gostaria de estar no trabalho que contratamos a detetives para 
". 
"No tive sorte nisso?" 
"Em realidade, havia algo". Sentou-se outra vez, ps suas mos sobre suas coxas. "Algum, um dos primos da Amanda Dougherty, acredito eu, pensei que poderia ter 
ido ao norte em Nova Iorque, nas montanhas. Parece que ela tinha estado ali antes e era aficionado  zona. O detetive, que  fazer uma viagem ali, para, OH, esse 
lugar onde Rip vo Winkle ficou dormido. " 
"O Catskills?" 
-Sim, isso  tudo. Assim, com sorte, vai encontrar algo ali. " 
Cinza tomou um jogo de jardim prprio, observando que ao longo, perguntando-se distradamente o xito de uma arma do crime que poderia ser. "O que vais fazer se 
descobrir que tem um meio irmano ou irm?" 
"Bom, acredito que eu gostaria de escrever  senhorita primeiro Dougherty." Ela j o tinha pensado, com cuidado. "No quero ferir ningum. Mas pelo tom de suas cartas 
a D, acredito que seria uma mulher que poderia estar contente por saber que ela e seu filho, so bem-vindos." 
"E pode que tenham", refletiu, o estabelecimento da fogueira a um lado de novo. "Isto, sinto saudades-veintisis, vinte e sete anos de idade, seria bem-vindo." 
- obvio. " Ela inclinou a cabea, surpreso de que o que se trata. "Ele ou ela tm sangue D, no? Como Maggie e eu sim. Ele no quer que a sua vez as costas  famlia". 
"Mas ele-" Gray rompeu, encolheu-se de ombros. 
"Voc est pensando que fez", disse Brianna brandamente. "Eu no sei se essa  a forma da mesma. Nunca saberemos, suponho, o que fez quando se inteirou disso. Mas 
a sua vez as costas, no, no teria estado nele. Manteve suas cartas, e sabendo ele, eu acredito que tivesse causar pena para o menino que nunca seria capaz de ver. 
" 
Seu olhar vagava, seguiu o caminho revoada de uma mariposa salpicada. "Era um sonhador, Grayson, mas ele foi o primeiro e sempre um homem de famlia. Abandonou em 
grande medida a manter esta toda a famlia. mais do que tinha imaginado alguma vez at que li essas cartas." 
"No o estou criticando." Pensou na tumba, e as flores Brianna tinha plantado sobre o mesmo. " que dio verte em problemas." 
"vou estar menos preocupados quando nos inteiramos do que podemos." 
E sua me, Brianna? Como crie que ela vai reagir se tudo isto sai? " 
Seus olhos se esfriou, e o queixo tomou uma inclinao teimoso. "Ocuparei-me de que, quando e se tiver que faz-lo. Ela ter que aceitar o que . Por uma vez em 
sua vida, ela ter que aceit-lo." 
-Ainda est zangado com ela ", observou. "A respeito do Rory." "Rory feito e feito. E o foi." 
Tomou as mos antes de que pudesse alcanar suas estacas. E esperou pacientemente. 
-Muito bem, estou zangado. Por isso fez ento, pela forma em que falou com voc, e possivelmente por cima de tudo pela forma em que fez o que eu sinto por ti parecem 
maus. Eu no sou bom em estar zangado. Faz que me doa o estmago. " 
-Ento, espero que no vais estar zangado comigo ", disse para ouvir o som de um carro que se aproximava. 
"por que teria que faz-lo?" 
Sem dizer nada, levantou-se, atraindo-a para seus ps. Juntos viram o carro atire para cima, para. Lottie apareceu com um gesto cordial antes que ela e posou Maeve. 
"Chamei a Lottie-murmurou Gray, apertando a mo da Brianna's quando se tensa na sua. "Classificao dos convidou a nos visitar." 
"No quero que outra discusso com convidados na casa." Brianna voz se esfriou. "No deveria ter feito isto, Grayson. Me teria ido ver a manh e teve palavras em 
sua casa em vez da minha." 
"Brie, seu jardim  um quadro-dijo Lottie  medida que se aproximavam. "E o que  um formoso dia que v lhe dar." A sua maneira maternal abraou Brianna e beijou 
na bochecha. "Teve um bom momento em Nova Iorque?" 
-Sim, sim ". 
"Vivendo a boa vida", disse Maeve com um bufo. "E deixando a decncia atrs". 
"OH, Maeve, deixe ser". Lottie deu uma onda de impacincia. "Quero escutar a respeito de New York City". 
"Entra em tomar o ch a seguir," convidou-se a Brianna. -Trouxe-te algumas lembranas. " 
"OH, que amor  voc. Lembranas, Maeve, dos Estados Unidos". Ela sorriu a cinza quando se dirigiam  casa. "E o filme, Grayson? Foi grandioso?" 
-Foi. " meteu-se a mo pelo brao, deu-lhe um tapinha. "E depois que teve que competir com o Tom Cruise para a ateno da Brianna." 
"No! No me diga?" Lottie voz chiou e seus olhos quase caiu no assombro. "ouviste isso, Maeve? Brianna se reuniu pelo Tom Cruise." 
"Eu no pago a mente aos atores de cinema", queixou-se Maeve, desesperadamente impressionado. "Tudo  vida silvestre e divrcios com eles". 
"Ah! Nunca lhe esquece um filme do Errol Flynn  hora na televiso." Ponto anotou, Lottie danou a valsa na cozinha e se dirigiu diretamente  estufa. "Agora, vou 
arrumar o ch, Brianna. Desta forma voc pode ir procurar os presentes." 
"Hei algumas bolos de bagos a ir com ele." Brianna disparou um olhar cinza como ela se dirigiu a seu dormitrio. "Recm feito esta manh." 
"Ah, isso  formoso. Sabe voc, Grayson, meu filho maior, que  Pedro, foi aos Estados Unidos. Para Boston se foi, para visitar parentes que temos ali. Visitou o 
porto onde se Yankees objeto de dumping do ch britnico do navio . voltado duas vezes mais, que tem, e levado a seus filhos. Seu prprio filho, Shawn, vai se mover 
ali e ter um trabalho ". 
Ela conversou a respeito de Boston e sua famlia, enquanto Maeve se sentou em silncio spero. Uns momentos mais tarde Brianna voltou a entrar, com duas pequenas 
caixas. 
"H tantas lojas ali", comentou, decidido a ser alegre. "Em todas partes voc olhe algo mais que est  venda. Era difcil decidir o que traz". 
"Seja o que seja, vai ser formosa." Desejoso de ver, Lottie estabelecem um prato de bolos e tomou sua caixa. "Oxal nos fixamos nisto?" Levantou a garrafa pequena, 
 luz decorativa onde brilhava azul intenso. 
- pelo aroma, se voc gostar, ou simplesmente para nos pr em marcha. " 
" precioso, j que pode ser", declarou Lottie. "Olhe flores assim tem a direita esculpida nela. Lrios. Que doce de vocs, Brianna. Ah, e Maeve, a sua  vermelha 
como um rubi. Com papoulas. Won't este excelentes olhar, sentado na cmoda? 
"Esto bastante bonita." Maeve no pde resistir a dirigir seu dedo sobre a gravura. Se ela tinha uma debilidade, era por coisas bonitas. Sentia que nunca teve sua 
parte justa dos mesmos. "Foi algo que me d um passo pensava enquanto estava ficando em um grande hotel e entendimentos com estrelas de cinema." 
"Tom Cruise", disse Lottie, fcil ignorar o sarcasmo. " to bonita moo como se v nos filmes?" 
"Cada pouco, e com encanto tambm. Ele e sua esposa pode vir aqui." 
"Aqui?" Assombrado pelo pensamento, Lottie se levou a mo ao peito. "Aqui ao Blackthorn Cottage?" 
Brianna sorriu ao Lottie. "Assim que ele disse." 
"Esse ser o dia", murmurou Maeve. "O que seria to rica e de alto vo que um homem queira com sua estadia neste lugar?" 
"A paz", disse Brianna com frieza. "E uma boa mesa alguns. O que todos outros quando quer ficar aqui". 
"E voc obtm um monto de ambos no Blackthorn," pr pulg Cinza "Fiz uma grande viagem, a senhora Concannon, e 
Nunca estive em um lugar to encantador ou to cmodo como este. Deve estar muito orgulhoso da Brianna por seu xito. " 
"Hmph. Imagino que a direita o suficiente que se sinta cmodo aqui, na cama de minha filha." 
"Seria um homem insensato, que no foi", disse amavelmente antes da Brianna podia fazer comentrios. "Tem que ser elogiado por elevar essa cidade clida, amvel 
mulher afvel-que tambm tem o crebro e a dedicao para o xito comercial. Ela me surpreende." 
Desconcertado, Maeve no disse nada. O complemento foi uma curva que no esperava. Ela seguia procurando atravs dele pelo insulto quando Gray se aproximou da barra. 
"Tomei um pouco de algo para os dois eu." Tinha deixado a bolsa na cozinha antes de que ele tinha sado a Brianna. Configurao da cena, pensou agora, como ele queria 
jogar. 
"por que, no  essa classe." A surpresa e o prazer percorreu a voz do Lottie enquanto aceitava o quadro cinza que oferece. 
"S ficha", disse Gray, sonriendo como Brianna simplesmente ficou olhando, desconcertado. Lottie pequeno grito de prazer lhe gostou. 
" um passarinho. Olhe, Maeve, um pssaro de cristal. Veja como se chama a luz do sol." 
"Pode que pendem de um fio na janela", explicou Gray. "vai fazer um arco ris para ti. Faz-me pensar no arco ris, Lottie. " 
"OH, v com vocs. Rainbows". Ela piscou para um filme de umidade e se levantou para lhe dar um abrao cinza duro. "vou estar pendurado justo em nossa janela. Obrigado, 
Gray, voc  um homem querido. No  um homem querido, Maeve? 
Maeve grunhiu, duvidou sobre a tampa de sua caixa de presente. Por direito, sabia que tinha que atirar a coisa em sua cara em lugar de ter um presente de um homem 
de sua classe. Mas pssaro de cristal do Lottie era uma coisa to bonita. E a combinao da avareza de base e a curiosidade lhe havia flipping abrir a tampa. 
Sem palavras, levantou o dourado e cristal com forma de corao. Tinha uma tampa assim, e quando o abriu, msica que se reproduz. 
-OH, uma caixa de msica. " Lottie aplaudiu as mos. 
Que coisa mais formosa, e o inteligente. Qual  a cano que est tocando? " 
Stardust-murmurou Maeve e se conteve justo antes de que comeou a cantarolar junto com ele. "Uma velha melodia." 
"Um clssico", acrescentou Gray. "No tinha nada da Irlanda, mas isto parecia com sua medida." 
As esquinas da boca do Maeve se apresentou como a msica de seu encanto. esclareceu-se garganta, disparou um olhar cinza nvel. "Obrigado, senhor Thane." 
"Cinza", disse com facilidade. 
Trinta minutos mais tarde Brianna ps as mos nos quadris. No havia mais que ela e cinza na cozinha agora, e o prato de bolo estava vazio. -Foi como um suborno. 
" 
"No," twasn't como um suborno ", disse, imitando a ela. "Foi um suborno. Maldita um bom, tambm. Ela me sorriu antes de ir-se." 
Brianna soprou. "No sei que devo ser mais vergonha, voc ou ela." 
"Continuando, s pensar nele como uma oferenda de paz. No quero a sua me lhe dando pena por mim, Brianna." 
"Clever foi. Uma caixa de msica." 
"J me imaginava. Cada vez que o escuta, ela pensar de mim. Em pouco tempo, ela mesma me convencer de que no sou um tipo mau depois de tudo." 
Ela no queria sorrir. Era revoltante. "Figured a sair, verdade?" 
"Um bom escritor  um bom observador. Est acostumada a queixar-se." Abriu o refrigerador, serve-se uma cerveja. "O problema  que ela no tem o suficiente para 
queixar-se destes dias. Deve ser lhe frustre. "Abriu a tampa da garrafa, bebeu um gole." E ela tem medo de que te fechaste para ela. Ela no sabe como fazer que 
o movimento que vai fechar a brecha. " 
"E se supe que devo." 
"Voc.  a maneira que parece. Ela sabe, mas ela est preocupada esta poderia ser a exceo". Inclinou o queixo at a Brianna com um dedo. tambm "No ser assim. 
familiares  importante para voc, e voc j comeou a perdoar." 
Brianna se voltou para limpar a cozinha. "No sempre  cmodo, ter a algum veja em ti como se fora de vidro." Mas ela suspirou, escutava a seu prprio corao. 
"Talvez me pus a perdo-la. No sei quanto tempo tomar o processo." Meticulosamente lavava as taas de ch. "Sua ttica de hoje sem dvida acelerou que ao longo." 
"Essa era a idia." Desde detrs dela se deslizou seus braos ao redor de sua cintura. "portanto, voc no est louco." 
"No, eu no estou louco." voltou-se e apoiou a cabea na curva de seu ombro, onde mais gostava dela. "Quero-te, Grayson". 
Acariciou-lhe o cabelo, olhando pela janela, sem dizer nada. 
Tinham tempo suave sobre nos prximos dias, o tipo de trabalho que fez em sua habitao como existentes no crepsculo sem fim. Era fcil perder a noo do tempo, 
que se deixasse cair no livro com apenas a mais mnima conscincia do mundo que lhe rodeia. 
Ele se aproximava da causa de morte, nessa ltima reunio, violento. Tinha desenvolvido um respeito pela mente de seu vilo, refletindo perfeitamente as mesmas emoes 
de seu heri. O homem era to inteligente como ele era vicioso. No louco, Gray meditou como uma parte mais de sua mente visualizou a cena que estava criando. Alguns 
chamariam um vilo louco, incapaz de conceber que a crueldade, a crueldade dos assassinatos poderiam surgir de uma mente retorcida, no pela loucura. 
Cinza conhecia melhor-e tambm o fez seu heri. O assassino no estava louco, mas estava cordato a sangue frio. No era mais que, simplesmente, mau. 
Ele j sabia exatamente como a caa final seria desenvolver, quase todos os passos e a palavra foi claro em sua cabea. Sob a chuva, na escurido, atravs das runas 
aoitadas pelo vento onde o sangue tinha sido derramada. Sabia que seu heri se v a si mesmo, s por um instante ver o pior de si mesmo se reflete no homem ao que 
persegue. 
E essa batalha final seria mais de direita contra incorreto, o bem contra o mal. Seria, nesse precipcio, empapados de chuva, o vento uivava, uma luta se desesperada 
pela redeno. 
Mas isso no seria o fim. E foi em busca dessa cena final desconhecido que correu cinza. imaginou-se, quase desde o comeo, deixando a seu heri do povo, deixando 
 mulher. Ambos deles trocaram que maneira irrevogvel pela violncia que tinha jogado por terra essa zona tranqila. E pelo que tinha acontecido entre eles. 
Ento cada um deles seguir com o resto de sua vida, ou tent-lo. Por outra parte, devido a que os tinha criado como dinamicamente duas foras opostas, unidos, sem 
dvida, mas no para o comprido agrado. 
Agora bem, no estava to claro. perguntou-se onde ia o heri, e por que. por que a mulher se voltou lentamente, como tinha previsto, avanando para a porta de sua 
casa sem olhar atrs. 
Deveria ter sido singela, fiel a seus personagens e satisfatria. Entretanto, os mais se aproximava de chegar a esse momento, o mais incmodo se sentia. 
Patadas atrs em sua cadeira, olhou fixamente pela habitao. No tinha idia de que hora do dia era, nem quanto tempo tinha estado encadeado a seu trabalho. Mas 
uma coisa era certa, tivesse deslocado em seco. 
Precisava dar um passeio, decidiu, com chuva ou sem chuva. E que tinha que deixar de segunda adivinhar mesmo e deixar que essa cena finalmente se desdobram a sua 
maneira, e seu prprio tempo. Comeou a planta baixa, maravilhado pela tranqilidade antes de recordar  famlia de Esccia se foi. Tinha-lhe divertido, quando lhe 
arrastou fora de sua cova o tempo suficiente para notar, como os dois jovens haviam farejou tales da Brianna, competindo por sua ateno. Era difcil culp-los. 
O som da voz da Brianna havia lhe voltando-se para a cozinha. 
"Bom, bom dia a voc, Kenny Feeney.  voc visitar sua av?" 
"Eu sou, senhorita Concannon. Estaremos aqui por duas semanas." "Estou feliz de verte. cresceste tanto. Quer passar a tomar uma taa de ch e algo do bolo? "No 
me importaria". 
Cinza visto um menino de uns doze lhe dar um sorriso torcido de dentes enquanto saa da chuva. Levou 
algo grande e aparentemente pesado envolto em peridico. "Grande enviado uma perna de cordeiro, a senhorita Concannon. sacrificamos esta manh." 
"isto OH  muito dela." Com aparente prazer Brianna tomou o pacote horripilante enquanto que Gray-escritor de thrillers sangrentos-sinti que lhe revolvia o estmago. 
"Tenho um bolo de passas aqui. Ter uma pea, no  certo, e tomar o resto de novo a ela?" 
"Farei-o." Obedientemente sair de suas botas de gua, o moo se tirou o impermevel e boina. Ento viu o Gray. "bom dia", disse amavelmente. 
"OH, cinza, no ouvi voc vem abaixo. Este  jovem Kenny Feeney, neto da Alicia e Peter Feeney do imvel pelo caminho um pouco. Kenny, trata-se do Grayson Thane, 
um convidado da minha. " 
"O ianque", disse Kenny como solenemente estreitou a mo do Gray, "Voc escreve livros com assassinatos neles, minha av diz." 
-Assim . Voc gosta de ler? " 
"Eu gosto dos livros sobre os carros ou os esportes. Talvez voc poderia escrever um livro sobre futebol". 
"vou ter em conta." 
"vai ter um pouco de torta, Gray? Brianna perguntou enquanto em rodelas. "Ou mas bem um sndwich de agora?" 
Jogou um olhar cauteloso para o vulto sob o peridico. imaginou que balindo. -No, nada. Agora no. " 
"Voc vive em Kansas City? Kenny queria saber. "Meu irmo faz. foi aos Estados, faz trs anos este inverno. Toca em uma banda." 
-No, eu no vivo ali, mas eu estive ali.  uma cidade agradvel. " 
"Pat, diz que  melhor que em qualquer lugar. Estou-me economizando dinheiro para poder ir mais quando estou bastante velho." 
"Ser voc nos deixa, ento, Kenny? Brianna passou uma mo por carrotty do moo rodo. 
"Quando estou dezoito anos." Tomou outro bocado feliz da torta, baixava-o com o ch. "pode-se conseguir um bom trabalho ali, e um bom salrio. Talvez vou jogar por 
uma equipe de futebol americano. Tm uma, ali mesmo, em Kansas City, j sabe." 
"escutei rumores", disse Gray e sorriu. 
"Esta  a grande torta, a senhorita Concannon." Kenny poliu sua pea. 
Quando se foi um pouco mais tarde, Brianna lhe observava dardos sobre os campos, a torta sob o brao includo como um de seus bales de futebol precioso. "Muitos 
deles vo", murmurou. "Perdem-lhes dia detrs dia, ano detrs ano. Sacudindo a cabea, fechou a porta da cozinha de novo." Bom, vou ver sua habitao, agora que 
est fora dela. " 
"Eu ia dar um passeio. por que no vem comigo?" 
"Poderia tomar um curto. me deixe" Ela sorriu em tom de desculpa que soou o telefone. -Boa tarde, Blackthorn Cottage. OH, Arlene, como est? " Brianna lhe tendeu 
uma mo para o Gray. "Isso  bom escutar. Sim, estou bem e bem. Gray s aqui, vou a ... ah?" Sua frente inclinada, e logo voltou a sorrir. "Isso seria grandioso. 
 obvio, voc e seu marido so mais que bem-vindos. Setembro  um momento formoso do ano. Estou muito contente vem. Sim, tenho-o. dcima quinta de setembro, durante 
cinco dias. De fato sim, pode fazer uma srie de excurses de um dia daqui mesmo. Quer que te envie alguma informao a respeito? No, seria um prazer. E espero 
que tambm. Sim, do Gray, como j hei dito aqui. S um momento. " 
Tomou o telefone, mas olhou a Brianna. "Ela vem a Irlanda em setembro?" 
"De frias, ela e seu marido. Parece que sua curiosidade lhe fez ccegas. Ela tem notcias para voc." 
"Mmm-hmmm. Hey, magnfico", disse no receptor. "ir jogar tursticos nos condados ao oeste?" Ele sorriu, assentiu com a cabea quando Brianna lhe ofereceu ch. "No, 
acredito que te vai encantar. O tempo?" Olhou pela janela a chuva constante queda. "Magnfico". Fez uma piscada a Brianna, tomou um sorvo de ch. -No, no tive 
ainda seu pacote. O que oferece? " 
Assente com a cabea, murmurou a Brianna. "Resenhas. No filme". Fez uma pausa, escutando. "Qual  o tambor grande? Mmm. Brilhante, eu gosto de brilhante. Espera, 
dizer que um novo. 'Da mente frtil do Grayson Thane'", repetiu do Bri- 
Anna de benefcios sociais. "Oscar digna. Dois polegares para cima." riu disso. "E o filme mais capitalista do ano. No est mau, embora seja s de maio. No, no 
tenho minha lngua na bochecha.  muito bom. Inclusive melhor. Temprana cita no novo livro", disse a Brianna. 
-Mas no terminou o novo livro. " 
"No  que o novo livro. que vai sair em julho. Esse  o novo livro, o que estou trabalhando  no novo manuscrito. No, s o que explica algumas de publicao de 
base  patr. " 
Franzindo os lbios, escutava. "Na verdade te digo? Como ele." 
Com um olho nele Brianna foi  cozinha por seu assador. Estava fazendo rudos, o comentrio ocasional. de vez em quando havia sorriso ou sacudir a cabea. 
" algo bom no estou usando um chapu. A cabea me est fazendo grande. Sim, a publicidade me enviou uma carta interminvel a respeito dos planos para a excurso. 
aceitei ser a sua merc durante trs semanas. N, faz-se a deciso sobre esse tipo de coisas. Solo se necessita muito tempo para que lhe enviem coisas. Sim, voc 
tambm o direi. Falamos mais tarde. " 
"O filme est fazendo bem", disse Brianna, tratando de resistir o bombeamento ele. "Doze milhes de dlares em sua primeira semana, que no  nada que surpreenda. 
E os crticos esto sonriendo nela. Ao parecer gostam do livro de prxima apario, tambm. Estou no topo de minha forma", disse, chegando em um frasco por uma bolacha. 
"criei uma histria densa na atmosfera com a prosa to aguda como uma adaga afiada. Com, ah, giros dilaceradores e escuros, o humor mordaz No. Nada mal." 
"Voc deve estar muito orgulhoso." 
"Escrevi-o faz quase um ano". Encolheu-se de ombros, mastigado. -Sim,  bom. Tenho um afeto por ele que se atenuar grandemente depois de trinta e uma cidades de 
trs semanas. " 
"A excurso que est falando." 
-Isso. Reunies, livrarias, aeroportos e habitaes de hotel. " Com uma gargalhada que fez estalar o resto da bolacha na boca. "Que vida". 
"Fica bem, eu poderia pensar." 
"O direito ao cho". 
Ela assentiu com a cabea, pois no queria sentido, e estabelecer o assador no mostrador. "Em julho, diz voc." 
-Sim.  miservel para acima em mim. perdi a pista. estive aqui quatro meses. " 
"s vezes parece que estiveste aqui sempre." 
"Acostumar-se a mim." Ele roou uma mo pelo queixo ausente, e ela podia ver sua mente estava em outra parte. "Que tal anda?" 
-A verdade  que necessita para o jantar em ". 
"vou esperar." apoiou-se contra o mostrador amigablemente. "Ento, o que h para jantar?" 
"Perna de cordeiro." 
Cinza deu um pequeno suspiro. "J me imaginava." 
Captulo XX 
Em um dia claro no meio de maio, Brianna, vistos os operrios cavam os alicerces de sua estufa. Um pequeno sonho, pensou, volteando a trana que levava do ombro 
 costas, feito realidade. 
Ela sorriu ao beb que gorgoteaba no balano porttil a seu lado. Ela tinha aprendido a conformar-se com pequenos sonhos, pensou, inclinando-se para beijar a seu 
sobrinho em seu cabelo negro e encaracolado. 
"cresceu tanto, Maggie, em to somente uma questo de semanas." 
"Sei. E eu no." Lhe acariciou a barriga, fez uma careta um pouco. "Sinto-me menos de uma cerda todos os dias, mas me pergunto se voltarei a perder tudo de novo." 
"V-te maravilhosa." 
"Isso  o que lhe digo", adicionou Rogam, cobrindo um brao sobre os ombros do Maggie. 
"E voc o que sabe? Est louco por mim." 
- certo. " 
Brianna olhou para outro lado como vigas de uns aos outros. Que fcil era para eles agora, pensou. Assim comodamente no amor com um formoso beb arrulho junto a 
eles. No lhe importava para a pontada de inveja, ou o puxo da nostalgia. 
"Onde est nossa Yank esta manh?" 
Brianna olhou para trs, perguntando-se com inquietao se Maggie estava lendo sua mente. "Estava acima e para fora com a primeira luz, sem nem sequer o caf da 
manh." 
"Para? 
-No sei. Grunhiu de mim. Pelo menos acredito que era para mim. Seus estados de nimo so imprevisveis nestes dias. O livro  preocupam-se ele, embora ele diz que 
 que a limpeza. O que significa, conforme me ho dito, bricolagem com ela, luminosa para acima. " 
"vai fazer muito antes dessa data,? Rogam perguntou. 
"depois de pouco tempo." E depois ... Brianna estava tomando uma pgina do livro do Gray e no pensando em e para eles. "Seu editor no telefone muito agora, e o 
envio de pacotes por rpido todo o tempo, sobre o livro que sair este vero. Parece-lhe irritar a ter que pensar em um quando est trabalhando em outro." Ela olhou 
aos operrios. " um bom lugar para o estufa, no te parece? Estarei encantado de poder v-lo desde minha janela." 
" o ponto que estivemos falando de vrios meses", assinalou Maggie a cabo e se negou a converter-se no tema. "Esto bem as coisas entre voc e Gray? 
-Sim, muito bem.  um pouco mal-humorada agora como j hei dito, mas seu estado de nimo no durou muito tempo. J te disse como se desenhou uma trgua com a Me. 
" 
"Clever dele. Um mianga de Nova Iorque. Ela era agradvel a ele no batismo do Liam. Tive que dar a luz antes de que pudesse alcanar perto da mesma. "" Est louca 
pelo Liam, "disse Brianna."  um amortecedor entre ns. Ah, o que  o mau, cario-murmurou como Liam comeou a formular muitas perguntas. "Seu nappie est molhado, 
isso  tudo." Levantamento dele, Maggie acariciou as costas e se tranqilizou. "vou trocar". 
" mais rpido que seus voluntrios D". Com um movimento da cabea, Maggie riu. -No, farei-o. Cuidado com efeito estufa. S tomar um minuto. " 
"Ela sabe que eu queria falar com voc." Rogam Brianna levou para as cadeiras de madeira situado perto da endrinos que disposta seu nome a casa. 
"H algo mal?" 
"No" Houve um nervosismo a respeito de seu sob uma calma forada, que estava fora de carter. Que, Rogam decidiu com o cenho franzido ligeiro, teria que ser o departamento 
do Maggie. "Queria falar com voc a respeito deste negcio de minerao do Triquarter. Ou a falta dela." sentou-se, ps suas mos sobre os joelhos. "Realmente no 
tivemos a oportunidade de falar atravs desde que estava no Dubln, continuando, o batismo do beb. Maggie est satisfeito com as coisas sacudiram para baixo. Est 
mais interessado em desfrutar do Liam e voltar para seu copo de perseguir o assunto . " 
"Assim  como deve ser." 
"Para ela, talvez." No disse o que era bvio para os dois. Nem ele nem nenhum do Maggie requer a compensao monetria que poderiam resultar de um traje. "Tenho 
que admitir, Brianna, no se sinta bem comigo. O princpio da mesma. " 
"Posso entender que, sendo voc um homem de negcios a ti mesmo." Ela sorriu um pouco. "Nunca se reuniu com o Sr. Carstairs.  difcil guardar rancor, uma vez que 
voc tem." 
"Vamos  emoo separada de legalidade por um momento." 
Seu sorriso se alargou. imaginou que utilizou s que o tom enrgico com qualquer subordinado ineficiente. -Muito bem, Rogam. " 
"Carstairs cometido um delito. E embora voc pode ser resistentes a v-lo aprisionada,  lgico esperar uma sano. Agora me do a entender que se converteu em xito 
nos ltimos anos. Tomei em meu mesmo para fazer uma algumas pergunta discretas, e parece que seus negcios atuais so de legalidade duvidosa, assim como lucrativo. 
Est na posio para lhe compensar pela falta de honradez em suas relaes com seu pai. Seria uma simples questo de que v a Londres pessoalmente e resolver a mesma. 
" 
"Isso  de vocs." Brianna cruzou as mos, respirou profundo. "Eu te vou decepcionar, Rogam, e o sinto por ele. Posso ver sua tica foram insultados por isso, e 
deseja que s serve para ver a justia". 
-Sim, sim ". Desconcertado, moveu a cabea. "Brie, posso compreender a atitude do Maggie. Ela se centrou no menino e seu trabalho e sempre foi um de passar por cima 
tudo o que interferia com sua concentrao. Mas voc  uma mulher prtica." 
"Eu sou", aceitou. "Eu sou, sim. Mas me temo que tenho um pouco de meu pai em mim." Tender a mo, p-lhe uma mo sobre Rogam. "Voc sabe, algumas pessoas, pela razo 
que seja, comece em um terreno instvel. As decises que tomam no sempre so admirveis. Uma parte deles ficam ali porque  mais fcil, ou o que esto acostumados, 
ou inclusive o que preferem . Outra parte de diapositivas sobre uma base estvel, sem muito esforo. um pouco de sorte, da oportunidade. E outra, uma pequena poro, 
especial ", disse ela, pensando no Gray," abrir-se passo no slido. E fazer algo admirvel de si mesmos. " 
Ela caiu em silncio, olhando por sobre as colinas. Desejando. "Perdi-te, Brie". 
"OH." Ela fez um gesto com a mo e se trouxe de volta. "O que quero dizer  que no sei as circunstncias que levaram a Sr. Carstairs de um tipo de vida a outra. 
Mas ele est machucando a ningum agora. Maggie tem o que quer, e eu o que me contidos. por que nos incomodar? 
"Isso  o que me disse que me dizia." Levantou as mos na derrota. "Tinha que tent-lo". 
"Rogam." Maggie chamou da porta da cozinha, o beb rebote contra seu ombro. "O telefone.  do Dubln para voc." 
"Ela no vai responder  maldita coisa em nossa prpria casa, mas as respostas que aqui." 
"No ameacei a assar por ela se no o fizer." "Nenhum de meus trabalhos ameaa". ficou de p. "estive esperando uma chamada, assim que me deu seu nmero do escritrio 
se no ter respondido em casa". 
"Isso no  problema. Tome todo o tempo que necessita." Ela sorriu e se dirigiu para o Maggie com o beb. "Bom, Margarida Mara, vai voc a compartilhar agora ou 
mant-lo tudo para ti?" 
"Ele estava perguntando por ti, Tia Brie." Com um sorriso, Maggie passou Liam a sua irm e se instalou na cadeira vacante havia Rogam. "OH,  bom para sentar-se. 
Liam foi molesto ontem  noite. Juraria que entre ns Rogam e eu caminhamos todo o caminho ao Galway e as costas." 
"Acredita que esto saindo os dentes j?" Arrulho, Brianna se esfregou os ndulos sobre as gengivas do Liam, em busca da inflamao. 
"Pode ser. Ele baba como um perrito." Fechou os olhos, deixa que o afundamento do corpo. "OH, Brie, quem tivesse pensado que poderia amar tanto? Passei a maior parte 
de minha vida sem saber Rogam Sweeney existido, e agora no poderia viver sem ele". 
Abriu um olho para ter a certeza de Rogam ainda estava na casa e no podia ouvir sua cera to sentimental. "E o beb,  uma coisa enorme este aperto no corao. 
Pensei quando o levava eu entendia o que era para ele o amor. Mas a celebrao dele, da primeira vez que o tinha, era muito mais. " 
Ela se negou, deu-lhe uma risada tremente. "OH,  os hormnios de novo. Esto-me convertendo em mingau." 
"'Tisn't os hormnios, Maggie." Brianna se esfregou a bochecha sobre a cabea do Liam, capturado o perfume maravilhoso dele. "Est sendo feliz". 
"Quero que seja feliz, Brie. Vejo que no ." 
"Isso no  verdade.  obvio que estou feliz." 
"J est vendo afastar-se. E est fazendo a ti mesmo o aceita inclusive antes de que acontea ". 
"Se ele decide ir-se, eu no o possa deter. soube que todo o tempo." 
"por que no?" Maggie replicou. "por que? No lhe amam o suficiente para lutar por ele?" 
"Amo-o muito para lutar por ele. E talvez me falta o valor. No sou to valente como voc, Maggie." 
"Isso  s uma desculpa. Muito valente  o que sempre foste, So Brianna." 
"E se for uma desculpa,  meu." Falou com suavidade. Ela no o faria, prometeu-se, elaborar-se em uma discusso. "Tem razes pelas que vou. No estou de acordo 
com eles, mas eu os entendo. No bofetada a mim, Maggie," disse em voz baixa e evitar a exploso seguinte. -Porque faz mal. E pude ver esta manh quando saiu da 
casa que j estava andando. " 
-Ento, lhe fazer a parada. Ele te ama, Brie. pode-se ver cada vez que lhe olhe. " 
"Acredito que ele faz". E que s aumentou a dor. " por isso que est em um apuro ao mesmo tempo de seguir adiante. E ele tem medo, tambm. Medo de que ele retorne." 
 isso o que est contando? " 
"No" Mas ela queria contar com ela. Ela queria muito. "O amor no sempre  suficiente, Maggie. Podemos ver que a partir do que aconteceu D." 
"Isso foi diferente." 
"Tudo  diferente. Mas vivia sem sua Amanda, e ele fez de sua vida o melhor que pde. Estou bastante a sua filha a fazer o mesmo. No se preocupe por m-murmurou, 
acariciando ao beb. "Sei o que Amanda se sentia quando escreveu que se sentia agradecida pelo tempo que tivemos juntos. No trocaria os ltimos meses pelo mundo 
e mais ". 
Ela olhou por cima, ento ficou em silncio, estudando o olhar posto na cara Rogam como se encontrou com a grama. 
"Poderamos ter encontrado algo", disse, "na Amanda Dougherty." 
Gray no voltou para casa para o ch, e se perguntou Brianna, mas no se preocupe ao ver que seus convidados se fartaram de sndwiches e tortas Dundee. Rogam relatrio 
sobre a Amanda Dougherty foi sempre no fundo de sua mente enquanto se movia pelo resto de seus dias. 
O detetive no tinha encontrado nada em seu exame inicial das cidades e aldeias nas montanhas Catskill. Era, ao pensamento da Brianna i, no constitui uma surpresa 
que ningum se lembrava de uma mulher irlandesa grvida de mais de um quarto de sculo no passado. Mas Rogam, ser um homem completo, contratou s pessoas a fundo. 
Rotineiramente, o detetive de seus controles nas estatsticas vitais, a leitura atravs do nascimento e a morte e os certificados de matrimnio para um perodo de 
cinco anos a partir da data da ltima carta da Amanda ao Tom Concannon. 
E foi em um pequeno povo nas montanhas, onde a tinha encontrado. 
Amanda Dougherty, de trinta e dois anos, casou-se por um juiz de paz, a um homem de trinta e oito anos de idade chamado Colin Bodine. Uma direo se deu simplesmente 
como Rochester, Nova Iorque. O detetive estava j de caminho para continuar a busca da Amanda Dougherty Bodine. A data do matrimnio tinha sido cinco meses depois 
da ltima carta a seu pai, Brianna refletiu. Amanda teria estado perto de prazo, por isso era mais provvel  que o homem se casou sabia que ela tinha estado grvida 
de outro. 
Se ele a amava? Brianna se perguntou. Ela esperava. Pareceu-lhe que teve um homem forte, de bom corao para dar filho de outro homem  seu nome. 
Ela se surpreendeu olhando o relgio, perguntando-se onde Gray tinha ido A. Molesto consigo mesma, o bicicleta at que Murphy lhe informamos sobre os avanos da 
construo de estufas. 
J era hora de terminar preparativos do jantar quando retornou. Murphy se tinha comprometido a vir e comprovar no prprio fundamento do dia seguinte. Mas o propsito 
subjacente da Brianna, a esperana de que Gray tinha estado visitando seu vizinho como fazia freqentemente, viram-se defraudadas. 
E agora, com mais de doze horas passaram desde que tinha sado essa manh, transladou-se de sentir saudades que preocupar-se. 
Ela trastes, no comer nada a si mesmo como a seus convidados um festim de cavala com molho de groselhas. Ela jogou seu papel de anfitri, j no havia aguardente 
em brandy que se queria, uma poro extra de pudim de limo ao vapor para o menino que o olhos, assim espero. 
Ela viu que a jarra de usque em cada habitao se encheu, e toalhas para o banho estavam frescas de noite. Fez conversao sala com seus convidados, que oferece 
jogos de mesa para os meninos. 
s dez, quando a luz se foi e a casa tranqila, que ela tinha ido preocupar-se  resignao. Ele retorna quando ele viria, pensou, e se instalou em sua habitao, 
seu trabalho de ponto em seu regao e seu co a seus ps. 
Um dia cheio de conduzir e caminhar e estudar o campo no tinha feito muito para melhorar o estado de nimo do Gray. Estava irritado consigo mesmo, irritado pelo 
fato de que uma luz se deixou de gravao para ele na janela. 
Ele o apagou no momento entrou no edifcio, para demonstrar-se a si mesmo que no necessita ou quer o sinal caseiro. Comeou a subir as escadas, um movimento deliberado, 
sabia, a demonstrar que era seu prprio homem. 
trama suave Com o deteve. Aceso das escadas, Gray franziu o cenho ao co. "O que quer?" 
Com apenas se sentou, golpeou sua cauda. "No tenho um toque de silncio, e no necessito um co tolo esperando por mim." 
Com apenas lhe olhava, ento se levanta uma pata como se antecipasse Gray sado habitual. 
"Mierda". Cinza voltou a baixar as escadas, tomou a pata a tremer, e lhe deu a cabea do co uma boa resistncia ao rajado. "No h. Melhor agora?" 
Com levantou e caminhou para a cozinha. deteve-se, olhou para trs e se sentou de novo, obviamente esperando. 
"Vou  cama", disse-lhe Cinza. 
Como se de comum acordo, Com ressuscitou como esperando a liderar o caminho para seu amante. 
-Muito bem. vamos fazer o a sua maneira ". Cinza colocou as mos nos bolsos e seguiu ao co pelo corredor,  cozinha, e por meio da habitao da Brianna'S. 
Sabia que seu estado de nimo era imundo, e no era capaz de modific-lo. Era o livro,  obvio, mas havia mais. Ele podia admitir, ao menos para si mesmo, que tinha 
estado inquieto do batismo do Liam. 
Tinha havido algo a respeito, o prprio ritual, que os antigos, pomposo, e extraamente suave rito cheio de palavras e a cor e o movimento. O vesturio, a msica, 
a iluminao se fundiu todas as juntas, ou ao menos isso lhe pareceu, para inclinar o tempo. 
Mas tinha sido a comunidade da mesma, a pertena que tinha percebido de cada vizinho e amigo que tinha ido presenciar o batismo do menino, que lhe tinha dado mais 
profundamente. 
Havia-lhe meio doido, alm da curiosidade de que, o interesse do escritor na cena e o evento. Tinha-lhe movido, o fluxo de palavras, o inquebrvel a f, e o rio 
da continuidade que se transmitiam de gerao em gerao na pequena igreja do povo, acentuada por uivo indignado de um beb, fratura da luz atravs de vidraas, 
madeira gasto por geraes de joelhos. 
Foi a famlia tanto como para compartilhar as crenas, e da comunidade tanto como dogma. 
E seu repentino, sensao de vertigem desejo de pertencer lhe tinha deixado inquieto e zangado. 
Irritado consigo mesmo, e ela, deteve-se na porta da habitao da sesso da Brianna, olhando-a com suas agulhas de tecer clique ritmicamente. A l de cor verde escura 
se derramou sobre o regao de sua camisola branca. A luz oblqua para baixo a seu lado para que pudesse comprovar seu trabalho, mas ela nunca olhou a suas prprias 
mos. Ao outro lado, a televiso murmurou atravs de um filme antigo em negro e branco. Cary Grant e Ingrid Bergman no elegante vestido de noite abraados em uma 
adega. Notorious, cinza pensamento. Uma histria de amor, a desconfiana, e a redeno. 
Por razes que ele no escolheu a compreender, sua oferta de entretenimento lhe incomodava to mais. 
"No deveria ter esperado para acima." 
Ela olhou a ele, com agulhas nunca vacilante. "Eu no o fizeram." Lhe via cansado, pensou, e de mau humor. Tudo o que tinha procurado em seu dia sozinho, no parecem 
ter encontrado. "comeste?" 
"Alguns pub grub esta tarde." 
-vais ter fome, ento. " Ela comeou a configurar sua malha a um lado em sua cesta. "Te vou fixar um prato". "Eu posso arrumar minha prpria se quiser um", espetou. 
"Eu no te necessito  me de mim." 
Seu corpo ficou rgido, mas ela s se voltou a sentar e recolheu sua l. -Como voc queira. " 
Ele entrou na habitao, desafiantes. "E bem?" 
"Bom, o que?" 
Onde est o interrogatrio? No vais perguntar me onde estava, o que estava fazendo? por que no me chamou? " 
"Como voc acaba de assinalar, eu no sou sua me. Seu negcio  a tua." 
Por um momento no havia mais que o som de suas agulhas e a voz comercial forosa de uma mulher na televiso que tinha descoberto a graxa ficha na blusa nova. 
"OH, voc  um afresco uno-murmur cinza e se dirigiu para o aparelho  imagem de slam. 
"Est tratando de ser rude?" Brianna lhe perguntou. "Ou no pode te ajudar a ti mesmo?" 
"Estou tratando de chamar sua ateno." 
-Bom, voc o tem. " 
"Tem que fazer isso quando estou falando com voc?" 
Dado que no parecia haver forma de evitar a confrontao que to obviamente queria, Brianna deixou seu trabalho de ponto de descanso no regao.  isso melhor? " 
"Precisava estar sozinha. Eu no gosto de estar cheio de gente." 
"No pedi uma explicao, Grayson". 
-Sim,  certo. Mas no em voz alta. " 
A impacincia comeou a cozinhar a fogo lento. "Assim, agora que est lendo minha mente, verdade?" 
"No  to difcil. Estamos dormindo juntos, no essencial que vivem juntas, e sinto que estou obrigado a lhe fazer saber o que estou fazendo." 
 isso o que sinto? " 
Ele comeou a caminhar. No, pensou, era mais de uma espreita, como um gato grande poderia rondam detrs de barrotes da jaula. 
"vais sentar se ali e tratar de me dizer que no est louco?" 
"Pouco importa o que te digo quando os meus pensamentos no se fala." Ela vinculados com as mos juntas, elas descansava sobre a l. No ia brigar com ele, disse-se. 
Se seu tempo juntos se aproximava de seu fim, no deixaria que as ltimas lembranas de ser dos argumentos e sentimentos negativos. "Grayson, poderia assinalar a 
voc que tenho uma vida prpria. Um negcio para correr, os prazeres pessoais. Enchi meu dia o suficientemente bem." 
"Assim no lhes importa um nada se estiver aqui ou no?" Era seu cabo, no? por que a idia lhe enfurecem ? 
Ela se limitou a suspirar. "Voc sabe que eu gosto de te ter aqui. O que quer que te diga? Isso me preocupava? Talvez o fiz, por um tempo, mas  um homem adulto 
e capaz de cuidar-se de si mesmo. Parece-me que foi cruel, no de ti para me fazer saber que tivesse ido tanto tempo quando se trata de seu hbito de estar aqui 
quase todas as noites? Voc sabe que foi, por isso no vale a pena me assinala isso a voc. Agora, se isso satisfizer que voc, eu vou  cama. Convidamo-lhe a unir-se 
a mim, ou subir e ficar de mau humor. " 
antes de que pudesse levantar-se, golpeou as mos em cada brao da cadeira, sua introduo em jaula pulg Seus olhos se abriram, mas ficou em seu nvel. 
"por que no gritar para mim?" -perguntou. "Throw algo? Arranque-me por meu como s? " 
"Essas coisas podem te fazer sentir melhor", disse de maneira uniforme. "Mas no  meu trabalho para que se sinta melhor". 
"Assim  isso? S se encolha de tudo apagado e vem a cama? Por tudo o que sei que poderia ter estado com outra mulher." 
Por um momento o calor tremendo cintilou em seus olhos, fazendo coincidir a fria na sua. Logo se tranqilizou, tendo na malha de seu regao e se estabelece na cesta. 
"Est voc tratando de me fazer zangar?" 
-Sim. Maldita seja, sim. " tornou-se para trs dela, apartou-se. "Pelo menos seria uma luta justa a seguir. No h maneira de vencer essa serenidade geada dos seus." 
"Ento eu seria absurdo deixar de lado uma arma formidvel, no teria que faz-lo?" Ela se levantou. "Grayson, Estou apaixonado por ti, e quando voc pensa que faria 
uso desse amor para apanhar a vs, para trocar, logo me insulta.  para que voc deveria pedir desculpas ". 
Desprezando a corrente progressiva da culpa, lhe devolveu o olhar. Nunca em toda sua vida havia outra mulher lhe fez sentir-se culpado. perguntou-se se havia outra 
pessoa na existncia, que poderiam, com razo, tal calma, fazem-lhe sentir muito o parvo. 
"Imaginei que ia encontrar uma maneira de conseguir uma me sinto fora de mim antes de que se terminou." 
Ela o olhou um momento e logo sem dizer nada, voltou-se e entrou no dormitrio contigo. 
"Cristo". Cinza lhe esfregavam as mos pela cara, apertou os dedos contra os olhos fechados, e logo deixou cair as mos. Voc s pode derrubar-se em sua prpria 
idiotice tanto tempo, decidiu. "Estou louco", disse, entrando no dormitrio. 
Ela no disse nada, s ajustar-se a uma de suas janelas para deixar entrar mais no ar fresco e fragrante noite. 
"Sinto muito, Brie, para todos os dela. Eu estava em um men de um estado de nimo esta manh, e s queria estar sozinho." 
Lhe deu nenhuma resposta, nenhum estmulo, s rechaou a colcha. 
"No congelar-me out. Isso  o pior." Deu um passo detrs dela, p-lhe uma mo sobre seu cabelo provisrio. "Tenho problemas com o livro. Era pssimo de mim para 
lev-lo a cabo em ti." 
"No espero que voc ajuste seus estados de nimo para meu gosto." 
"Um no espera", murmurou. "No  bom para voc." "Eu sei o que  bom para mim." Ela comeou a afastar-se, mas lhe deu a volta. Fazendo caso omisso da forma rgida 
ela mesma declarou, envolveu seus braos ao redor dela. 
"Deveria me haver expulso", murmurou. 
-Voc  desembolsado atravs do ms. " 
Apoiou a cara em seu cabelo, ps-se a rir. "Agora est sendo mau." 
Como se supe que uma mulher manter-se ao dia com seus estados de nimo? Quando ela tratou de afastar, s abraou a sua mais prxima. 
"Tive que me afastar de ti", disse-lhe, e sua mo percorriam acima e abaixo das costas, insistindo  costas para relaxar-se. "Tive que demonstrar que podia me afastar 
de ti." 
"No crie que sei?" Desenho de novo o que o permitia, que emoldurava seu rosto entre as mos. "Gray-filho, sabe que vai sair logo, e no vou fingir que no deixa 
uma greta em meu corao. Mas lhe doa muito mais, para ns, se passarmos estes ltimos dia brigando por ela. Ou a seu redor. " 
"Pensei que seria mais fcil se estivesse louco. Se me atirou fora de sua vida." 
- mais fcil para quem? " 
"Para mim". Apoiou sua frente na dela e lhe disse o que tinha evitado dizer dos ltimos dias. "Irei ao final do ms." 
Ela no disse nada, descobriu que no podia dizer nada sobre a dor repentina no peito. 
"Quero tomar algum tempo antes de que o incio do tour." 
Ela esperou, mas ele no pediu, como que uma vez teve, para que ela venha com ele a alguma praia tropical. Ela assentiu com a cabea. "Ento vamos desfrutar do tempo 
que temos antes de ir" Voltou a cara para que sua boca se reuniu com sua cinza a puseram lentamente na cama. E quando ele a amava, amava-a com ternura. 
Captulo Vinte e um 
Pela primeira vez desde a Brianna tinha aberto sua casa para convidados, deseja a todos ao diabo. Incomodava-lhe a intruso em sua intimidade com o Gray. Apesar 
de que sua vergonha, incomodava-lhe o tempo que passou em sua habitao fechada de terminar o livro que lhe tinha levado a ela. 
Ela lutou as emoes, fez todo o possvel para evitar que se mostre. Conforme passavam os dias, ela se assegurou que a sensao de pnico e a infelicidade se desvaneceria. 
Sua vida foi to perto do que ela queria que fora. Assim muito perto. 
Ela no poderia ter o marido e seus filhos que sempre tinha desejado, mas no havia tantas outras coisas a seu Cumprir. Ajudou, pelo menos um pouco, para contar 
as bnes que ela voltou para sua rotina diria. 
Levava roupa de cama, afrescos da linha, pela escada. Desde 
a porta estava aberta cinza, entrou. Aqui, ps a roupa de cama a um lado. No era necessrio trocar os lenis, j que no tinha dormido em toda a cama, mas ela 
durante dias. Mas a habitao necessitava uma boa tirar o p, decidiu, j que ele estava fora dela. Seu escritrio era uma desordem terrvel, para estar seguro. 
Comeou ali, esvaziando seu transbordante cinzeiro, pr em ordem os livros e papis. Com a esperana, sabia, de encontrar alguma arrebatar algo da histria que estava 
escrevendo. O que encontrou foram arrancados envelopes, sem responder a correspondncia, e algumas nota rabiscadas em supersties irlandesas. Divertido, leu: 
Cuidado falando mal das fadas na sexta-feira, porque esto pressentem e trabalhar algum mal, se ofendido. 
Para uma urraca para chegar  porta e lhe olham  um signo seguro da morte, e nada pode impedi-lo. 
Uma pessoa que passa por debaixo de uma corda de cnhamo a sofrer uma morte violenta. 
-Bom, surpreende-me voc, Brianna. Bisbilhotando ". 
Rubor vermelho, deixou cair o bloco de papel de notas, colocou as mos  costas. OH, no era igual a Grayson Thane, pensou, para vir aproximo de uma pessoa. 
"Eu no estava bisbilhotando. Tire-me o p." 
Bebeu um sorvo de braos cruzados no caf que tinha ido  cozinha para elaborar cerveja. Para seu pensamento, ele nunca a tinha visto to desconcertado. "Voc no 
tem um trapo do p", assinalou. 
Sentir-se nu, Brianna envolto ao redor de sua dignidade. "Eu estava a ponto de conseguir um. Seu escritrio  um desastre lamentvel, e eu estava arrumando." 
-Estava lendo minhas notas. " 
"Estava-me pondo o porttil a um lado. Talvez um olhar  escritura nele. Supersties  tudo o que , do mal e a morte." 
"O mal e a morte  minha vida". Sonriendo, aproximou-se dela, levantou a almofadinha. "Eu gosto desta. No Hallowtide-que  primeiro de novembro." 
"Estou consciente de quando Hallowtide quedas." 
"claro que sim. De todos os modos, no Hallowtide, o ar se enche com a presena dos mortos  tudo, um smbolo do destino. Se nessa data, chama-se no nome de uma pessoa 
do exterior, e repetir trs vezes, o resultado  fatal. "Sorriu para si mesmo." Pergunto-me o que o garda poderia lhe cobrar com. " 
" uma tolice." E lhe deu calafrios. " uma tolice grande. Usei essa". Deixou o caderno, estudou-a. Sua cor de alta no se desvaneceu de tudo. "Voc sabe, o problema 
com a tecnologia?" Levantou um dos discos de seu computador, golpeando-a na palma como ele a olhou com olhos risonhos. "No fez uma bola com papis, descartado pelo 
escritor frustrado que os curiosos podem suavizar e ler." 
"Como se eu faria uma coisa assim." Ela volantes fora a recolher sua roupa de cama. "Hei camas para fazer." . "Quer ler alguns dela? " 
deteve-se a meio caminho da porta, olhando para trs por cima do ombro com receio. "De seu livro?" 
-No, pelo prova litogrfica do clima local. Suposto de meu livro. Em realidade, h uma seo que poderia utilizar um local de volta em. Para ver se tiver o ritmo 
do dilogo para baixo, a atmosfera, as interaes. " 
"OH, bom, se te possa ajudar, eu adoraria". "Brie, que esteve morrendo para conseguir um olhar no manuscrito. Voc poderia ter pedido." 
"Eu sei melhor que isso, que vivem com o Maggie." Ps a roupa de cama de novo. "Vale a pena sua vida para ir em sua loja a ver uma pea que est trabalhando". 
"Sou um tipo mais equnime". Com um hbil poucos movimentos arrancou seu ordenador, deslizou-se no disco apropriado. " uma cena pub. Cor local e algumas introdues 
de carter.  a primeira vez que se rene McGee Tulia". "Tulia.  Gaelic". 
-Isso. Mdios pacficos. vamos ver se posso encontrar. " Comeou a mover de um puxo telas. "Voc no fala Gaelic, verdade?" 
-Sim, sim. Ambos os Maggie e aprendi que nossa av. " 
Elevou o olhar, olhou-a fixamente. "Filho de puta. Nem sequer me ocorreu. Sabe quanto tempo passei procurando as palavras? Eu s queria um arrojou poucos, aqui e 
l." 
-Ser s que perguntou. " 
Ele soltou um grunhido. "Agora  muito tarde. Sim, aqui est. McGee  um policial incendiados, de origem irlandesa. veio a Irlanda a estudar um pouco de histria 
antiga famlia, talvez encontrar o equilbrio, e algumas respostas a respeito de si mesmo. Sobre tudo, ele s quer que o deixem sozinho para reagrupar-se. Esteve 
envolto em um busto que saiu mau e tem o mesmo responsvel pela morte de um transeunte de um menino de seis anos de idade. " 
"Que triste para ele". 
-Sim, tem seus problemas. Tullia tem muito da sua. Ela  uma viva, perdeu a seu marido e filho em um acidente que s ela sobreviveu. Ela est conseguindo atravs 
dele, mas levando em torno de um monto de bagagem, seu marido no o era. qualquer prmio, e havia vezes que ela queria v-lo morto. 
"Assim que ela  culpado de que ele , e com cicatrizes devido a seu filho foi tirado dela, como um castigo por seus pensamentos." 
"Mais ou menos. De todos os modos, esta cena no bar do povo. S se executa umas quantas pginas. Sinta-se. Agora disposta ateno." inclinou-se sobre seu ombro, 
tomou a mo. "Ver estes dois botes?" 
"Sim". 
"Esta ser a pgina para cima, este se far uma pgina para baixo. Quando terminar o que est na tela e querem seguir adiante, impulso este. Se quer voltar atrs 
e olhar algo novo, impulso que um. E Brianna?" 
Sim? 
"Se se tocar qualquer dos outros botes, vou ter que cortar todos seus dedos". 
"Ser um tipo equnime". 
-Assim . Os discos so uma cpia de segurana, mas no queremos que o desenvolvimento de maus hbitos. " Beijou-a na parte superior da cabea. "Eu vou baixar, controlar 
os progressos em sua estufa. Se voc encontrar algo que tinajas, ou simplesmente no soa de tudo certo, voc pode fazer uma nota sobre a almofadinha dali." -Est 
bem. " J a leitura, despediu-lhe com a mo. "Vete, pois. 
Cinza vagava abaixo e fora. Os seis cursos da pedra local, que seria a base para sua estufa foram quase terminado. No lhe surpreendeu ver o Murphy fixar pedras 
em seu lugar prprio. 
"No sabia que voc era um pedreiro e um agricultor," chamado Cinza. 
"OH, posso fazer um pouco disto, um pouco disso. voc memore no faz que o morteiro solto para este momento", ordenou o adolescente fraco prximo. "Aqui est meu 
sobrinho, Tim MacBride, de visita desde o Cork. Tim no pode ter suficiente de sua msica country dos Estados." 
"Randy Travis, Wynonna, Garth Brooks? 
"Todos eles". Tim dedicou um sorriso ao igual a seu tio. Cinza se inclinou, levantou uma nova pedra do Murphy, enquanto discutem sobre o interesse da msica country 
com o menino. Em pouco tempo ele estava ajudando a mesclar o morteiro e a tira de satisfazer rudos varonil sobre o trabalho com seus companheiros. 
-Tem um bom par de mos para um escritor ", observou Murphy. 
"Trabalhei em uma equipe de construo de um vero. Mescla de morteiro e transporte em carrinhos de mo enquanto que o calor frito meu crebro." 
" agradvel clima de hoje". Satisfeito com o progresso, Murphy fez uma pausa para um cigarro. "Se se mantiver,  possvel que tenhamos isto para o Brie por outra 
semana". 
Outra semana, Gray refletiu, era quase tudo o que tinha. " agradvel de que voc tome o tempo de seu prprio trabalho para ajud-la com isto." "Isso  comhair", 
disse Murphy facilmente. Comunidade ". Assim  como vivemos aqui. Ningum tem que sair adiante solo se houver familiares e vizinhos. Estaro trs homens ou mais 
que aqui quando  o momento de pr o marco e o vidro. E others'll vir se ajudar a que se necessita para construir seus bancos e tal. Ao final dela, todo mundo sentem 
que no tm um pedao do lugar. Brianna E dar a cabo plante e novelo para o jardim de todos ". Soprou a fumaa. "trata-se de ronda, j v. Isso Comhair ." 
Cinza entendido o conceito. Foi muito o que havia sentido, e por um momento invejvel, na igreja do povo durante o batismo do Liam. "Faz-o sempre ... limitar seu 
estilo de que ao aceitar um favor est obrigado a fazer? " 
"Voc ianques." Rendo, Murphy teve uma ltima imerso e logo esmagou o cigarro nas pedras. Sabendo Brianna, ele guardou a parte no bolso em lugar de piscada a um 
lado. "Sempre se contam nos pagamentos. Obrigado no  a palavra.  uma garantia, se voc est necessitando um trmino mais slida para isso. sabendo de que s tem 
que chegar a uma mo, e algum lhe ajudar ao longo de se que o necessite. Um conhecimento que voc faria o mesmo ". 
voltou-se para seu sobrinho. -Bom, Tim, vamos limpar nossas ferramentas. Temos que ser voltar. Voc dir que no Brie que ser depois de jogar com estas pedras, verdade, 
Grayson? Precisam estabelecer. " 
-Claro, I'll-OH Cristo, esqueci-me dela. At mais tarde. " apressou-se a retornar  casa. Um olhar ao relgio da cozinha lhe fez estremecer-se. Ele a tinha deixado 
para mais de uma hora. 
E era, descobriu, exatamente onde a tinha deixado. 
"Leva-te um tempo para ler um meio captulo." 
Por muito que sua entrada a surpreendeu, no tinha sacudida este momento. Quando levantou o olhar da tela a sua cara, seus olhos estavam midos. 
"Isso  mau? Sorriu um pouco, surpreso de encontrar-se a si mesmo nervoso. 
" maravilhoso". Colocou a mo no bolso de seu avental por um leno de papel. "Na verdade. Esta parte da Tulia, onde sentado sozinho em seu jardim, pensando em seu 
filho. Faz-te sentir sua dor. No  que ela  uma pessoa confeccionados absolutamente." 
Sua segunda surpresa foi que ele deve experimentar vergonha. Quanto ao louvor foi, o seu tinha sido perfeito. "Bom, essa  a idia." 
-Tem um dom maravilhoso, Cinza, para a tira das palavras em emoes. Fui um pouco alm da parte que me queria ler. Sinto muito. Fique apanhado nela. " 
"Sinto-me adulado." Assinalou pela tela que tinha lido mais de cem pginas. "Est-o desfrutando". 
"OH, muito obrigado. Tem uma diferente ... algo", disse ela, incapaz de localizar, "que seus outros livros. OH,  de mau humor, como sempre o so, e ricos em detalhes 
e aterrador. O primeiro assassinato , o das runas. Pensei que meu corao se detm quando o estava lendo. sangrentos E foi, tambm. Alegremente assim. " 
"No se detenha." alvoroou-se o cabelo, deixou-se cair sobre a cama. "Bom". Ela vinculados com as mos, colocou-os sobre o bordo da mesa enquanto pensava atravs 
de suas palavras. "Seu humor est ali tambm. E seu olho, sente falta de se nada. A cena no bar, andei nessa infinidade de vezes em minha vida. Pude ver Tim Ou'Malley 
detrs da barra, e Murphy tocando uma melodia. Ele vai gostar que lhe fez to bonito. " 
"A gente pensa que vai reconhecer se a si mesmo?" 
"OH, sim, sim. No sei como se sentir de ser um dos suspeitos, ou o assassino, se for isso o que tem feito no final". Esperou, com a esperana, mas ele se limitou 
a negar com a cabea. 
"Realmente no acredito que vou dizer quem o fez, verdade?" 
"Bom, no." Ela suspirou e apoiou o queixo no punho. "Quanto ao Murphy, provavelmente o vai desfrutar. E seu afeto pelo povo, pela terra aqui e a mostra s pessoas. 
Nas pequenas coisas-la famlia de enganchar uma viagem a casa da igreja com seus melhores ornamentos, o velho caminhar com seu co com o passar do bordo da estrada 
sob a chuva, o baile com sua menina grandda no pub ". 
" fcil escrever as coisas quando h tanto que ver." 
" mais do que v, com seus olhos, quero dizer." Levantou as mos, deixou cair outra vez. No tinha palavras, como o fez, fazer jogos malabares no sentido correto. 
" o corao dela. No h uma profundidade no corao do que  diferente do que tenho lido de seus escritos antes. A forma McGee briga que tira e afrouxa dentro 
de si mais do que devia fazer. A forma em que gostaria de poder fazer nada e sabe que no pode. E Tulia, a forma em que leva sua dor quando se encontra perto a seu 
dobrado em dois, e trabalha para fazer de sua vida o que precisa voltar a ser. No posso explic-lo ". 
"Est fazendo um trabalho bastante bueno-murmurou Gray. 
"Toca-me. No posso acreditar que foi escrito aqui mesmo, em minha casa." 
"Eu no acredito que poderia ter sido escrito em outro stio." levantou-se ento, decepcionar a seus pulsando os botes que tilintavam a tela. Ela esperava que ele 
a deixou ler mais. 
"OH, voc trocou o nome dela", disse quando a pgina do ttulo se aproximou. "A redeno final. Eu gosto. Esse  o tema da mesma, verdade? Os assassinatos, o que 
passou ao McGee e Tulia antes, e que mudanas depois de que se cumpram? " 
"Essa  a maneira conseguimos sair adiante." Bate para outro boto, com o que a pgina de dedicao. Em todos os livros que tinha escrito, era s a segunda vez 
que tinha dedicado um. A primeira, e nica, tinha sido a do Arlene. 
Para a Brianna, para os presentes que no tem preo. 
"OH, Grayson". Sua voz se enganchou no aumento das lgrimas no fundo de sua garganta. "Sinto-me honrado. vou comear a chorar outra vez-murmurou e voltou a cara 
no brao. "Muito obrigado". 
"H muito de mim neste livro, Brie". Ele levantou o rosto, esperando que ela o entenderia. " algo que lhe pode dar." 
"Sei. Eu o tesouro." Medo que havia danificar o momento de lgrimas, ela passou as mos com fora sobre seu cabelo. "Voc querer voltar a trabalhar, estou seguro. 
E recortei todo o dia." Ela recolheu sua roupa de cama, sabendo que havia chorar no momento que estava detrs da porta fechada primeiro. "Devo levar o ch aqui quando 
chegar o momento?" 
Ele inclinou a cabea, entreabriu os olhos enquanto a estudava. perguntou-se se se tinha reconhecido na Tulia. A calma, a quietude, a graa quase inquebrvel. "vou 
vir abaixo. Hei perto, fazer tudo o que preciso fazer para hoje." 
"dentro de uma hora depois." 
Ela saiu, fechando a porta detrs dela. Sozinha, Gray se sentou e olhou fixamente, durante muito tempo, na dedicao breve. 
Era a risada e as vozes que atraiu ao Gray, quando era a hora para acima, para o salo em lugar da cozinha. Brianna's convidados estavam reunidos ao redor da mesa 
de ch, tira de amostras ou placas de cheio. Brianna se levantou, balanando-se brandamente de um lado a outro para rockear a beb dormido sobre seu ombro. "Meu 
sobrinho," ela estava explicando. "Liam. Estou-o cuidando de uma ou duas horas. OH, Gray. Ela sorriu ao v-lo. "Olhe que tenho aqui." 
"J o vejo." O entrecruzamiento, Gray apareceu  cara do beb. Seus olhos estavam abertos, e de sonho, at que se pegou a cinza e ficou olhando buho. "Ele sempre 
me olhe como se soubesse todo pecado cometi.  lhe intimide." 
Cinza se transladou  mesa de ch e decidiu quase em suas opes quando observou Brianna lhe escapa da habitao. Alcanou-a com ela em perto da porta da cozinha. 
"aonde vai?" "Para pr ao beb." "Para que?" 
"Maggie disse que lhe falte uma sesta". "Maggie no est aqui." Tomou Liam si mesmo. "E nunca vamos jogar com ele." Para divertir-se, fez caretas a seu beb. Onde 
est Maggie? " 
"Ela  disparado seu forno. Rogam teve que fazer-se  galeria para tratar algum problema, assim que se veio correndo at aqui faz to somente um pouco." Com uma 
risada que ela baixou a cabea perto do Gray. "Pensei que nunca ia passar. Agora tenho a todos vocs a mim mesmo", murmurou. Ela se endireitou no golpe na porta. 
"Manter a cabea apoiada, a mente," disse enquanto foi se abrir. 
"Eu sei como sustentar ao beb. As mulheres," disse ao Liam. "No acredito que possamos fazer nada. Eles todos pensam que  uma coisa quente agora, moo-ou, mas 
s tem que esperar. Em uns poucos anos vo calcular seu propsito na vida  arrumar pequenos eletrodomsticos e matar aos insetos. " 
Dado que ningum estava olhando, inclinou a cabea para pressionar um ligeiro beijo na boca do Liam. E o viu curva. 
"Esse  o caminho. por que no vamos na cozinha, y- interrompeu em exclamao da Brianna. Mudana do Liam com mais segurana no oco de seu brao, apressou-se pelo 
corredor. 
Carstairs se situou na soleira, um jogador de boliches to em suas mos, um sorriso em seu rosto. "Grayson, que lindo voltar a verte. Eu no estava seguro de que 
ainda estaria aqui. E o que  isto?" 
" um beb", disse Gray breve. " obvio que sim." Carstairs ccegas queixo do Liam e faziam rudos tolos. "Guri bonito. Tenho que dizer, favorece-te um pouco, Brianna. 
ao redor da boca." 
"Ele  filho de minha irm. E o que pode estar fazendo aqui no Blackthorn, Carstairs senhor?" 
"S de passagem, por assim diz-lo. Havia-lhe dito a ris tanto da casa de campo, e o campo, que queria v-lo por si mesmo. Ela est no carro." Fez um gesto a Bentley 
estacionado na porta do jardim. "Em realidade, espervamos que possa ter um espao para ns, de noite." Lhe exagerados. "Quer ficar aqui? "Gabei-me, talvez imprudentemente, 
a respeito de sua coco." inclinou-se para diante de forma confidencial. "Estou assustada ris foi um pouco molesto ao princpio. Ela  um bom cozinheiro mesma, 
j sabe. Ela quer ver se eu estava exagerando. "" Mr. Carstairs. Voc  um homem sem vergonha "." Isso pode ser, querida-dijo-, abrir e fechar. "Isso pode ser." 
Ela soprou, suspirou. -Bom, no deixe a pobre mulher sentada no carro. Traz-a a tomar o ch. " 
"No posso esperar a v-la", disse Gray, movendo-se pelo beb. 
"Ela diz o mesmo de ti. Ela  muito impressionado de que podia levantar minha carteira sem mim ter a menor ideia. Eu estava acostumado a ser muito mais rpido." 
Ele moveu a cabea em arrependimento. "Mas ento, eu estava acostumado a ser muito mais jovem. Devo levar em nossa bagagem, Brianna?" 
"Tenho um quarto.  mais pequeno que o que tinha passado." "Estou seguro de que  encantador. Absolutamente encantadora. afastou-se em busca de sua esposa. "Pode 
Beat It? "Brianna disse em voz baixa." No sei se rir ou esconder a prata. Se eu tivesse tido prata ". 
"Ele te quer muito para lhe roubar. portanto," refletiu Gray, "Esta  a famosa ris". 
A foto da carteira tinha beliscado uma boa semelhana, Brianna descoberto. ris levava um vestido floreado que agitava na brisa entre as pernas de excelente. Aos 
olhos da Brianna, ris tinha utilizado o tempo no carro para refrescar o cabelo e a maquiagem e assim parecia fresco e muito bonita como ela a p pelo passeio junto 
a seu marido sonriendo. 
-OH, senhorita Concannon. Brianna, espero que posso te chamar 
Brianna. Penso em ti como Brianna,  obvio, depois de ouvir falar muito de voc e sua encantadora estalagem. " Sua voz era suave, culto, apesar de que todas suas 
palavras, mas caram uns sobre outros para sair. antes da Brianna pudesse responder, ris arrojou as duas mos, apoderou-se dela, e o canho. 
- igual de formosa como Johnny me disse. Que amvel  voc, que doce que encontrar espao para ns quando temos cansado to inesperadamente a sua porta. E seu jardim, 
minha querida, tenho que te dizer que sou vertigem de admirao. Suas dlias! nunca tenho um pouco de sorte com eles eu mesmo. E suas rosas, magnfico Tem que me 
dizer seu segredo.. Fala com eles? conversa-me no dia e a noite de minas, mas nunca me floresce como isso ". 
"Bom, eu-" 
-E voc  Grayson. " ris simplesmente laminadas sobre a resposta da Brianna e se voltou para ele. liberou-se uma das mos da Brianna para que pudesse agarre pelo 
Gray. "O que um homem inteligente, jovem e inteligente que . E arrumado o mesmo. por que, v-te como uma estrela de cinema. Tenho lido todos seus livros, cada um. 
me assustar  morte, sim, mas no posso t p-los abaixo. Em qualquer lugar que vem com idias to emocionante? estive to ansioso por conhecer os dois, "ela continuou, 
sustentando a cada um deles. "Johnny pobres acossando  morte, j sabe. E agora, aqui estamos." 
Houve uma pausa enquanto ris sorriu aos dois. "Sim". Brianna descobriu que podia encontrar pouco mais que dizer. "Aqui tem. Ah, por favor venha pulg Espero que 
tenham tido uma viagem agradvel." 
"OH, adoro viajar, no? E pensar com todos os racketing ao redor Johnny e eu fizemos em nossa juventude desperdiada, nunca chegamos a esta parte do mundo.  bastante 
como postal, no  certo, Johnny? 
", meu doce. Certamente o ." 
"OH, que formosa casa. Simplesmente encantadora. ris mantm firmemente em sua mo Brianna enquanto ela olhou a seu redor. "Estou seguro de que ningum pode ser 
algo menos cmodo aqui." 
Brianna cinza deu um olhar impotente, mas ele se encolheu de ombros. "Espero que voc ser. H ch no salo se voc gostar, ou te posso mostrar sua primeira sala". 
"Faria-o? vamos pr nossas bolsas de distncia, vamos, Johnny? Ento, talvez todos podemos ter um bate-papo agradvel." 
ris exclamou sobre a escada, j que subiu, a sala de acima, a sala da Brianna eles acompanhado. No era a colcha com encanto, as cortinas de encaixe precioso, a 
vista da janela de soberba? 
Em pouco tempo Brianna se encontrou na elaborao da cerveja cozinha outra taa de ch enquanto seus novos convidados sentados  mesa para fazer-se em casa. ris 
feliz Liam ricocheteou em seu regao. 
"O inferno de uma equipe, no?" Cinza murmurou, ajudando a sair por taas e pratos. 
"Ela me enjoa", Brianna sussurrou. "Mas  impossvel no como ela." 
-Isso. Voc no acreditaria que no havia um pensamento sem escrpulos na cabea. Tia favorita de todos ou vizinho divertido. Talvez deveria ocultar que a prata 
depois de tudo. " 
"Hush". Brianna se voltou a levar os pratos  mesa. Carstairs imediatamente se serve o po e gelia. "Espero que lhe umas a ns", comeou a ris, a eleio de um 
po-doce, que se inundem na nata coagulada. "Johnny, meu querido, queremos conseguir que as empresas com mais, no? To lhe angustiem de ter negcio nublando o ar." 
"Os negcios?" Brianna teve Liam de novo, instalou-lhe no ombro. 
"Disciplina pendente." Carstairs se secou a boca com um guardanapo. -Digo, Brianna, este po  saboroso. Sei um pouco, fazer, ris. " 
"Johnny rhapsodized por cima de sua cozinha. Temo-me que tenho um poquitn de cimes. Eu sou uma cozinheira justo a mim mesmo, sabe." 
"Um cozinheiro brilhante", um Carstairs leais corrigido, arrebatando a mo de sua esposa e beijando-a prdigamente. "Um cozinheiro magnfico". 
-OH, Johnny, no seguir adiante. " Ela riu como menina antes de esmagar seu lado. Logo apertou os lbios e lhe lanou vrios beijos rpida. O jogo cnico secundrio 
havia Cinza movendo as sobrancelhas na Brianna. "Mas posso ver por que estava to impressionado com a tabela que estabelece, Brianna." Ela mordiscou delicadamente 
em seu po-doce. "Temos que encontrar tempo para intercambiar algumas receita enquanto estamos aqui. Minha especialidade  o frango e um prato de ostras. E se me 
permite diz-lo,  bastante saborosa. O truque  usar um vinho realmente bom, um branco seco, que v. E um toque de estragn. Mas a vou, correndo de novo, e no 
se ocuparam de nosso negcio. " 
Agarrou outro po-doce, assinalando as cadeiras vazias. "Sinta-se, no? Assim que muito mais acolhedor para falar de negcios durante o ch." 
Agradavelmente cinza se sentou e comeou a encher seu prato. Quer que levar a menino? " -perguntou Brianna. 
-No, tenho-o. " sentou-se com o Liam descansando comodamente na curva de seu brao. 
"O que um anjo", sussurrou ris. "E voc de uma maneira to fcil com os bebs. Johnny e eu sempre lamentou no ter ns mesmos. Mas ento, sempre estvamos fora 
de ter uma aventura, por isso nossas vidas estavam enchem." 
"Aventuras", repetiu Brianna. Um trmino interessante, pensou, para extorquir. 
"Fomos um par de peraltas". ris riu, e o brilho em seus olhos disse que entendia os sentimentos da Brianna exatamente. "Mas o que nos divertimos. No seria muita 
razo ao dizer que nos sentimos por ele, quando o desfrutamos de muito. Mas ento, algum se volta velho." 
"Algum o faz", Carstairs acordado. "E s vezes a gente perde o bordo." Enviou um olhar cinza suave. "Faz dez anos, moo, que nunca lhe beliscaram minha carteira." 
"No apostar por ela." Cinza sorvo a seu ch. "Eu estava faz dez anos ainda melhor". 
Carstairs atirou para trs a cabea e riu. "No te disse que era uma pistola, ris? OH, eu gostaria que o vi eu no boto do Gales, meu corao. Eu estava cheia de 
admirao. Espero que pensar em voltar o moedeiro que me , Grayson. Pelo menos as fotografias. A identificao se substitui facilmente, mas eu sou muito sentimental 
sobre as fotos. E,  obvio, o dinheiro. " 
sorriso do Gray foi rpido e voraz. "Ainda me deve cem libras. Johnny". 
Carstairs se esclareceu garganta. - obvio. Sem lugar a dvidas. S tomei a sua, voc v, para faz-lo parecer como um roubo ". 
"Naturalmente-assentiu Gray. "Sem dvida nenhuma. Acredito que discutimos uma indenizao do Gales, antes de ter que sair de maneira to inesperada." 
"Peo desculpas. Voc me tinha apanhado, que v, e no me sentia cmoda de chegar a um acordo firme sem consultar primeira ris". 
"Estamos firmes defensores de uma plena associao," pr ris pulg 
"De fato". Deu-lhe a mo a sua esposa um tapinha carinhoso. "Eu honestamente posso dizer que todas nossas decises so uma questo de trabalho em equipe. Acreditam 
que, combinado com grande afeto,  por isso que tivemos quarenta e trs anos de xito juntos". 
"E,  obvio, uma boa vida sexual", disse ris com comodidade, sorrir quando Brianna afogada por cima de seu ch. "O matrimnio seria mas bem aborrecido do contrrio, 
no te parece?" 
"Sim, estou seguro de que tem razo." Esta vez Brianna se esclareceu garganta. "Acredito que entendo por que vieste, e o agradeo.  bom para limpar o ar sobre ela." 
"Ns queramos pedir desculpas em pessoa por qualquer molstia que lhe causamos. E eu queria acrescentar minha simpatia por meu Johnny  torpe e completamente desacertado 
de busca de sua casa na rua." Cortou um olhar severo a seu marido. "Carecia de toda finura, Johnny." 
"E assim foi. De fato o fez." Inclinou a cabea. "Estou profundamente envergonhado". 
Brianna no estava totalmente seguro disso, mas negou com a cabea. -Bom, no tinha feito mal real, suponho. " 
"No h nada mau!" ris recolheu a luva. "Brianna, minha querida amiga, estou segura de que estava furioso, e com razo. E em dificuldades alm de crena." 
"Fez-me chorar". 
"Grayson". Inquietava, e Brianna olhou a sua taa de ch. "Parece". 
"S posso imaginar como deveu sentir-se." a voz de ris se suavizou. "Johnny sabe o que sinto por minhas coisas. por que, se eu chegava a casa e encontrou todo patas 
acima, estaria devastada. Simplesmente devastada. Eu s espero que possa perdo-lo pelo impulso de lamentar, e para pensar como um homem . " 
"Sim quero. Tenho. Tenho entendido que se encontrava sob uma grande presso, e" Brianna interrompeu, elevando a cabea quando 
deu conta de que estava defendendo ao homem que tinha enganado a seu pai e invadiu sua casa. "Que bom corao que tem." ris escutadas na antecmara. "Agora bem, 
se poderia entrar neste negcio incmoda do certificado de aes por ltima vez. Em primeiro lugar, me permitam dizer que foi muito ampla de mente, muito paciente, 
no de ficar em contato com as autoridades depois do Gales." 
"Gray disse que estaria de volta." 
"Menino listo-murmur ris. 
"E no vi qualquer ponto dela." Com um suspiro Brianna agarrou um dedo de po e mordiscar. "Foi faz muito tempo e o dinheiro que meu pai perdeu foi seu perder. Conhecendo 
as circunstncias foi suficiente para satisfazer". 
"Voc v, ris,  assim como eu lhe disse isso." 
"Johnny". Sua voz era de repente ao mando. O olhar que passou entre eles ocupou at o Carstairs deixou escapar um comprido suspiro e deixou cair seu olhar. -Sim, 
ris,  obvio. Tem toda a razo. Muito bem. " Mobilizao, colocou a mo no bolso interior de sua jaqueta, tirou um sobre. "ris e eu discutimos isto em detalhe, 
e ns gostaramos muito para resolver o assunto a satisfao de todos. Com nossas desculpas, querida-dijo, entregando o sobre da Brianna. "E nossos melhores desejos." 
Inquieto, levantou-se a lapela. Seu corao se saiu de seu estmago e at a garganta. " dinheiro. Dinheiro em efetivo." 
"Um cheque fariam da manuteno difcil", explicou Carstairs. "E logo h os impostos que estariam envoltos. Um transao em efetivo tanto nos salva desse inconveniente. 
So dez mil libras. Libras irlandesas." 
"OH, mas eu no podia-" 
"Sim, pode," Gray interrompido. 
"No  justo." 
Ela comeou a entregar o sobre de volta ao Carstairs. Seus olhos se iluminaram brevemente, seus dedos se aproximou. E sua esposa lhes deu um tapa de distncia. 
"Sua jovem  correta na matria, Brianna. Esta  toda a razo, para todos os envoltos. Voc no precisa preocupar-se de que o dinheiro far uma diferena aprecivel 
em nossa vida. Ns fazemos bastante bem. Aliviaria minha mente, e meu corao, se o aceitaria. E, acrescentou, "o certificado para ns." 
"Rogam tem", disse Brianna. 
-No, tenho-o detrs dele. " Cinza se levantou, meteu-se em quartos da Brianna. 
"Toma o dinheiro, Brianna," disse ris brandamente. "Guarda-o agora, no bolso do avental. Considero-me um grande favor. " 
-No te entendo. " 
"No acredito que voc o faz. Johnny e eu no me arrependo da maneira em que viveu. Desfrutamos de cada minuto dele. Mas um pouco de seguro para a redeno no viria 
mau." Ela sorriu, alargou a mo para apertar a mo da Brianna. "Concebemo-me isso como um favor. Ambos de ns. No  certo, Johnny? 
Deu-lhe o sobre um ltimo olhar, a nostalgia. -Sim, querida. " 
Cinza caminhou para dentro, sustentando o certificado. "Yours, acredito." 
"Sim. Sim,  obvio." Ansioso por agora, Carstairs tomou o papel. Ajustando-as culos, olhou nele. "ris", disse com orgulho enquanto se inclina o certificado para 
que ela estude tambm. "Fizemos os melhores trabalhos, no? Absolutamente impecvel". "Fizemo-lo, Johnny, querida. Certamente o fez." 
Captulo Vinte e dois 
"Jamais em toda minha vida tive um momento de satisfao mais fino." Todos menos ronrono, Maggie se estirou no assento do co-piloto do carro da Brianna. Ela enviou 
um ltimo olhar atrs na casa de sua me como sua irm tirou a rua. 
"No se est convertendo em desfruto, Margarida Mara." 
"Ser ou no, estou-o desfrutando". Moveu-se, chegando a pr um chocalho na mo saudando Liam enquanto estava sentado comodamente em seu assento de segurana na parte 
posterior. "Viu a cara, Brie? Ah, v-o?" 
"Eu o fiz." Sua dignidade se deslizou um momento, e um sorriso penetrou atravs. "Pelo menos voc teve o bom tino de no esfregar o nariz nele." "Esse foi o trato. 
Ns lhe dizia somente que o dinheiro provinha de um investimento D fez antes de morrer. Um que recentemente deu seus frutos. E resisto a que, no importa como me 
doeu, assinalando que no tinha merecer sua terceira parte dela como nunca acreditou nele. " 
"A terceira parte do dinheiro era legitimamente dele, e que deveria ser o final da mesma." 
"Eu no vou a texugo a respeito. Eu sou muito desfruto muito ocupado". Saboreando, Maggie cantarolou um pouco. "me diga quais so seus planos para o seu?" 
"Hei algumas ideia para as melhoras na cabana. O apartamento de cobertura de um, que iniciou o negcio conjunto." 
Como Liam alegremente arrojou a primeira um lado, Maggie tirou outra cascavel. "Pensei que amos a Maneira de fazer compras." "Estamos". Grayson tinha importunado 
 idia e quase tinha arrancado a sair de sua prpria porta. Ela sorriu agora, pensando nisso. "Tenho uma mente para comprar um desses robs de cozinha profissional. 
Os que usam em restaurantes e nos programas de cozinha." 
"Isso teria agradado D muito." Maggie sorriso se suavizou em um sorriso. " como um presente dele, j sabe." 
"Estou pensando dessa maneira. Parece correto se o fizer. E voc?" 
"Vou a p um pouco na casa de cristal. O resto se vai pelo Liam. Acredito que D o tivesse querido." Sem fazer nada lhe aconteceu os dedos sobre o salpicadero. " 
um bom carro que chegaste at aqui, Brie". 
"". Ela riu e disse a ela que terei que dar as obrigado cinza para empurrar a sair da casa para o dia. "Imagine, volta-me para o Galway sem preocupar-se algo vai 
cair.  to cinza como dar coisas revoltantes e fazer que parea natural." 
"Essa  a verdade. O homem me d uma ponta de diamante to alegremente como se fora um punhado de ramalhetes. Tem um corao formoso e generoso." 
"Ele o faz." 
-Falando dele, o que est fazendo? " 
-Bom, ele est trabalhando ou ser entretidos pelos Carstairs. " 
"Que caracteres. Sabe Rogam me diz que quando foram  galeria, que tratou de encanto em sua venda de antiguidades na mesa da sala de estar acima?" 
"No me surpreenderia no mais mnimo. Ela quase me convenceu de comprar, s cegas, um abajur, diz ser perfeito para minha sala. Um desconto do bem que me do isso, 
tambm. "Brianna riu entre dentes." vou jogar os de menos quando saem de amanh ". 
"Tenho a sensao de que voltaro." Fez uma pausa. "Quando cinza ir?" 
"Provavelmente a prxima semana." Brianna manteve os olhos no caminho e lhe tremesse a voz. "Ele est fazendo nada mais que jogar no livro agora, pelo que posso 
dizer." 
"E voc crie que voltar?" 
"Espero que o far. Mas no vou contar que no posso.." 
"Pediste-lhe que ficasse? 
"No posso fazer isso, tampouco." 
-No-murmurou Maggie. "No se pode. Tampouco pude nas mesmas circunstncias." Ainda assim, pensou, ele  um imbecil se ele se for. "Voc gostaria que fechar a casa 
por umas semanas, ou tem a senhora Ou'Malley cuid-lo? Pode vir ao Dubln, ou o uso da vila." -No, embora seja doce de sua parte pensar nisso. Serei mais feliz 
em casa ". 
Isso era provavelmente certo, pensou Maggie, e no discutir. -Bom, se voc trocar de opinio, s tem que dizer. " Fazer um esforo decidido para aliviar o ambiente, 
voltou-se para sua irm. "O que pensa voc, Brie? vamos comprar algo parvo quando chegarmos  loja de ruas. O primeiro que chama nossa fantasia. Intil algo e caro, 
uma dessas bagatelas que usamos para olhar com o nariz pego a uma loja D janela quando nos levaria ". 
"Ao igual s bonecas pouco com os trajes bonitos ou os casos de jias com as bailarinas que se deu a volta no topo." 
-OH, acredito que podemos encontrar algo um pouco mais se adapte a nossas idades, mas sim, essa  a idia. " -Muito bem, ento. vamos fazer o ". 
Era porque tinha falado de seu pai que as lembranas pululavam Brianna depois de que chegou ao Galway. Com o carro estacionado, uniram-se aos pedestres, os compradores, 
os turistas, os meninos. 
Viu uma jovem rendo enquanto subia nos ombros de seu pai. 
Estava acostumado a fazer isso, recordou. Lhe daria e Maggie aparece e, s vezes tinha deslocado ao que haviam rebote, chiando de prazer. 
Ou que havia manter suas mos firmemente metida no enquanto vagava, girando a histrias enquanto se empurravam pelas ruas lotadas. 
Quando a nave entra, Brianna meu amor, te vou comprar vestidos bonitos, como o tm feito nessa janela ali. Um dia vamos viajar at aqui para a cidade do Galway com 
moedas de escapamento fora de nosso bolso. S espera, meu amor. 
E embora ela tinha conhecido at ento eram histrias, sonhando, no tinha diminudo o prazer da vista, o olfato, a audio. 
Tampouco as lembranas danific-lo agora. A cor e o movimento da rua da loja fez sorrir como sempre o fez. Ela desfrutou das vozes que cortam o cadencioso irlandesa-razas, 
as vozes lentas dos americanos, o som gutural da Alemanha, o impaciente francs. Podia cheirar um pouco da baa do Galway que levou a brisa e a graxa que chiada 
de um pub prximo. 
"No". Maggie dirigiu a cadeira de passeio mais perto de uma janela da loja. "Isso  perfeito." < p> Brianna manobrou entre a multido at que pde olhar por cima 
do ombro do Maggie. "O que ?" 
"Esse grande vaga gorda ali. Justo o que quero." 
"Quer uma vaca?" 
"Parece que a porcelana", refletiu Maggie, olhando o corpo negro brilhante e branco e sonriendo bobamente frente  espcie bovina. "Arrumado a que  terrivelmente 
caros. Inclusive melhor. Estou-o tendo. vamos entrar" 
"Mas, o que vais fazer com ele?" 
"Give It To Rogam,  obvio, e ver que ele mesmo diz nesse congestionada escritrio do Dubln dos seus. OH, espero que pesa uma tonelada." 
Fez-o, por isso dispostos a deixar com o secretrio, enquanto que completou o resto de suas compras. No foi mas sim at que tinha comido o almoo e Brianna tinha 
estudado os prs e os contra de uma meia dzia de processadores de mantimentos que encontrou a seu prprio pedacinho da estupidez. As fadas eram feitas de bronze 
pintado e danaram nos cabos penduram de uma varinha de cobre. Em um movimento dos dedos da Brianna, que dava voltas, suas asas pulsando juntos musicalmente. 
"vou pendurar fora de minha janela do dormitrio. Me far pensar em todos os contos de fadas D nos dizia." 
" perfeito." Maggie passou um brao ao redor da cintura da Brianna. -No, no olham o preo ", disse quando Brianna comeou a chegar para o tag pouco. "Isso  parte 
de tudo isto. Custe o que custar,  a eleio correta. Ir comprar sua bagatela, ento vamos encontrar a maneira de conseguir o meu no carro." 
Ao final se decidiu que Maggie esperaria na loja com a vaca, com o Liam e o resto de suas bolsas, enquanto que Brianna conduziu o carro em tudo. Em um estado de 
nimo brisa se passeava de novo ao estacionamento. Ela, pensou, bloqueia-se seu baile de fadas, logo que chegou a sua casa. E ento ela jogava com seu brinquedo 
fina cozinha nova. Pensava em quo delicioso seria a criao de uma mousse de salmo ou cogumelos finamente aos jogo de dados com um instrumento de preciso. 
Humming, deslizou-se atrs do volante, apagou o motor. Talvez havia um prato poderia tentar acrescentar o pescado  churrasqueira tinha a inteno de fazer para 
o jantar. Qual seria cinza desfrutar de tudo? , perguntou-se enquanto se dirigiu para a sada para pagar seus honorrios. Colcannon, talvez, e um tolo groselha Espinosa 
para o prostre-si podia encontrar suficientes groselhas amadurecidas. 
Pensou na temporada dos bagos como os primeiros dias de junho. Mas Gray, teria ido ento. Ela aplicou mo dura contra a pontada ao redor de seu corao. Bom, era 
quase de junho, em todo caso, disse-se e comeou a tirar do lote. E ela queria ter sua cinza sobremesa especial antes de que ele se foi. 
Brianna ouviu o grito que comeou em seu turno. Surpreendida, ela levantou a cabea. S teve tempo para aspirar uma baforada de gritar como um carro, tomar a volta 
muito aguda e no lado equivocado, estrelou-se no seu. 
Ouviu o grito dilacerador de metal, de cristais quebrados. Ento ouviu nada absolutamente. 
"Assim foi s compras Brianna's", comentou ris se uniu ao Gray na cozinha. "Isso  formoso para ela. Nada pe a uma mulher em um melhor estado da mente que uma 
bebedeira de boas compras. " 
No podia imaginar prtica atracones Brianna em nada. "Ela se foi ao Galway com sua irm. Disse-lhe que podia dirigir se no chegar a casa pelo ch." Sente-se um 
pouco a respeito da propriedade de cozinha, Cinza repleto a comida Brianna tinha preparado anteriormente em discos. " s o trs de ns esta noite de todos os modos." 
"Estaremos aqui acolhedor." ris estabelece a bule em sua acolhedora na mesa. -Tinha razo de convencer a de que tome um dia para ela com sua irm. " 
"Quase tive que arrast-la at o automvel-que est to ligada a este lugar." 
"Razes profundas, frteis.  por isso que floresce. Ao igual s flores que h. Nunca em minha vida vi jardins como o seu. por que, esta manh, eu estava-ah, a 
est, Johnny. Bem a tempo ". 
"Tive o passeio mais estimulante". Carstairs pendurou seu chapu em um cabide, e logo se esfregou as mos. "Sabe, querida minha, que ainda se curta seu prprio territrio?" 
"Voc no o dizem." 
-Sim por certo. Encontrei o pntano. E havia montes dela, secando-se ao vento e o sol. Foi como retroceder um sculo ". Deu a sua esposa um beijo na bochecha antes 
de voltar sua ateno  mesa. "Ah, o que temos aqui?" 
"Lav-las mos, Johnny, e teremos um bom ch. vou verter, Grayson. Voc acaba de sentar-se." 
Desfrutar deles, e sua maneira entre si, Gray sua obrigao. "ris, espero que no se ofenda se lhe pergunto algo." "Querido moo, voc pode pedir o que quiser." 
"Sente falta de se?" 
No pretendia no entender como lhe aconteceu o acar. -Sim. de vez em quando, fao-o. Que a vida no silvestre tipo de sentimento. Assim estimulante ". Ela derramou 
a taa de seu marido, ento sua conta. "E voc?" Quando Gray s elevou uma sobrancelha, ela se ps-se a rir. "A gente reconhece uma". 
"No," disse Gray depois de uma pausa. "No o percam." 
-Bom, teria que se retirou muito cedo, assim no teria o mesmo tipo de vnculo emocional. Ou talvez voc o faz, e  por isso que nunca usei nenhuma de suas experincias 
prvias, por diz-lo assim, em seus livros . " 
Encolheu de ombros e levantou sua taa. "Talvez eu no lhe vejo a piada, olhando ao passado. " 
"Sempre hei sentido que no tm uma viso muito clara do que vem se no olhada sobre o ombro de vez em quando." 
"Eu gosto das surpresas. Se amanh j estiver resolvido, por que incomodar-se com ele?" 
"A surpresa vem porque amanh nunca absolutamente o que voc pensava que seria. Mas voc  jovem," disse ela, lhe dando um sorriso maternal. -Vai ou seja que por 
ti mesmo. Utiliza um mapa quando viaja? " 
"claro que sim." 
-Bom, isso  tudo, j v. Passado, presente, futuro. Todos cabo atribuda. " Com o lbio inferior sujeita entre os dentes, mediu-se uma colher trimestre miserveis 
de acar para seu prprio ch. "Voc pode planejar uma rota. Agora, algumas pessoas se aderem a ela no importa o que. N separaes para explorar algum caminho 
pouco, sem paradas no se detm para desfrutar de um pr-do-sol muito agradvel. Uma lstima para eles ", refletiu ela." E OH, o que se queixam quando se vem obrigados 
a desviar-se. Mas a maioria de ns gostamos de um pouco de aventura no caminho, de que lado da estrada. Ter uma viso clara do destino final no tem que manter a 
uma de desfrutar do passeio. Aqui tem, querido Johnny, o ch  s serve. " 
"Bendito seja, ris." 
"E com apenas uma gota de nata, da maneira que voc goste." 
"Eu estaria perdido sem ela", disse Carstairs ao Gray. "OH, parece que est tendo a empresa." 
Cinza olhou para a porta da cozinha como Murphy abriu. Com lanou em adiante, sentou-se aos ps do Gray, apoiou a cabea no regao do Gray. Inclusive como Gray levantou 
uma mo para acariciar as orelhas do co, seu sorriso de saudao desapareceu. 
"O que ?" encontrou-se ficando em p, fazendo soar as taas sobre a mesa. a cara do Murphy era muito conjunto, com os olhos muito escuros. "O que passou?" 
"houve um acidente. Brianna foi ferido". 
"O que quer dizer que est ferido?" exigia mais de sopro de ris de angstia. 
"Maggie me chamou. Houve um acidente quando conduzia Brie do estacionamento  loja onde Maggie e o beb estavam esperando." Murphy se tirou a boina, uma questo 
de costume, e logo apertou os dedos sobre o bordo. "Levarei-te at o Galway. Ela est no hospital ali." 
"Hospital". De p, de feltro cinza, sentia fisicamente, o sangue escape para fora dele. "Que to mal? Que to grave ?" 
"Maggie no estava seguro. No acreditava que era uma lstima, mas ela estava esperando ouvir. Levarei-te ao Galway, Grayson. Acreditei que poderamos utilizar seu 
carro. Seria mais rpido". 
"Necessito as chaves." Seu crebro sentia aborrecida e intil. "Tenho que conseguir as chaves." 
"No o deixe dirigir", disse ris quando cinza veteado da habitao. 
-No, senhora, no lhe ser deixar fazer isso. " 
Murphy no tenho que discutir. Simplesmente, tomou as chaves da mo do Gray, e ficou ao volante. Desde o Gray disse nada, Murphy se concentrou em afinando toda a 
velocidade do Mercedes foram construdos. Em outra ocasio, talvez, tivesse valorado positivamente a resposta do carro elegante que oferece. por agora s o utilizou. 
Para o Gray a viagem foi interminvel. A magnfica paisagem do oesta se precipitou pelo, mas que parecia fazer nenhum progresso. Era como a animao, pensou vagamente, 
execute uma e outra vez, cel por cel, enquanto que ele no podia fazer nada mais que sentar-se. 
E esperar. 
Ela no se teria ido se no a tinha intimidado nela. Mas tinha pressionado para sair, tomar um dia. Assim que ela tinha ido ao Galway, e agora estava ... Cristo, 
que no sabia o que era, como estava, e no podia suportar a idia de imaginar. 
"Eu deveria ter ido com ela." 
Com o carro cruzando perto de noventa anos, Murphy no se incomodou em jogar uma olhada A. -vais fazer que o pensamento mesmo doente dessa maneira. J quase chegamos 
agora, ento j veremos. " "Eu lhe comprei o carro de mierda." - certo. " O homem no necessita compaixo, Murphy pensamento, a no ser prtico. "E no estavam 
conduzindo o que o golpeou. A meu modo de pensar, se tivesse estado nesse cubo oxidado que tinha antes, as coisas seriam piores". "No sabemos quo maus som." "Logo. 
Assim aferrar-se a ti mesmo at que o faamos". Deslizou-se fora de uma sada, mais lenta, e comeou a manobrar atravs de trfico mais denso. " provvel que ela 
est bem e nos dar pena para a conduo de todo este caminho." 
voltou-se para o estacionamento do hospital. Haviam nada mais saiu e se dirigiu para a porta, quando viram Rogam p do beb. "Brianna." Tudo era cinza poderia dizer. 
"Ela est bem. Querem-lhe manter durante toda a noite pelo menos, mas ela est bem." O sentimento saiu das pernas do Gray, de modo que ele tomou o brao de tanto 
para o equilbrio para dar nfase Rogam. "Onde, onde est?" 
"Acabam de p-la em uma habitao do sexto piso. Maggie com ela ainda. Levei a sua me e Lottie comigo. Esto a acima tambm. She's- interrompeu, passando ao bloco 
cinza de correndo  entrada. "Ela est bem pego, e acredito que di mais do que est deixando o. Mas o doutor nos disse que ela  muito afortunado. Alguns hematomas 
pelo cinto de segurana, o que lhe impedia de ser pior. Seu ombro arrancados, e que est causando mais dor.  um n na cabea, e alguns cortes. Querem que a manteve 
silncio durante vinte e quatro horas. " "Tenho que v-la." 
"J sei." Rogam se manteve firme. "Mas no  necessrio para ver que to zangado est. Ela  quem tomo muito a peito e a preocupao sobre ele." 
"Est bem". A luta pelo equilbrio, cinza apertou os dedos aos olhos. -Muito bem. vamos manter o tranqilo, mas tenho que v-la por mim mesmo. " 
-Irei com voc ", disse Murphy e abriu o caminho pulg 
Mantendo seu prprio advogado, ele no disse nada enquanto esperavam o elevador. 
"por que esto todos aqui?" Cinza exigido quando o elevador se abriu. "por que esto aqui, Maggie, sua me. Rogam, Lottie, se ela estiver bem?" 
"So da famlia." Murphy pulsou o boto para seis. "Onde mais poderiam ser? Agora, uns trs ltimos anos me rompi um brao quebrado e a cabea jogando a futebol. 
No podia livrar-se de uma irm, mas ser que na porta. Minha me ficou durante duas semanas, no importa o que fiz para seu impulso em seu caminho. E para falar 
a verdade, alegrei-me de que disponha seu alvoroo a meu redor. No ingressar em uma louca carreira ", advertiu Murphy como o elevador se deteve." Enfermeiras irlandesas 
executar um navio forte. E aqui est Lottie. " 
"Clemente, deve ter pirado todo o caminho." Ela se adiantou, com um sorriso to tranqilizadores. "Est-o fazendo bem, que esto cuidando de seus grandes. Rogam 
acertos para que ela tenha uma sala privada para que ela teria tranqilo e ntimo. J est inquieta por voltar para casa, mas com a comoo cerebral, que dever 
manter o olho de cima. " 
"As contuses? 
"Um leve, em realidade-a tranqilizou ela, levando-os pelo corredor. "No parece que ela estava inconsciente por mais de uns minutos. E estava o suficientemente 
lcido para lhe dizer ao homem no estacionamento onde Maggie estava esperando. Olhe, Brianna, tem mais visitantes j." 
Todos os cinzas que podia ver era Brianna, brancos contra lenis brancos. 
"OH, Cinza, Murphy, no deveria ter vindo at aqui. Vou a casa logo". 
"No vou". a voz do Maggie era firme. "Voc fica a noite". 
Brianna comeou a girar a cabea, mas o batimento do corao fez pensar melhor. "No quero passar a noite. Golpes e moretones  tudo o que . OH, Cinza, o carro. 
Sinto-o muito sobre o carro. O lado de tudo  dobrada dentro, e a luz dos destroados, e- " 
"te cale, verdade, e deixar que te olhe?" Tomou a mo, celebradas os dias. Estava plida, e um hematoma tinha florescido ao longo de seu ma do rosto. por cima 
dele, no lado frente do templo era uma vendagem branca limpa. Por debaixo da bata de hospital sem forma que podia ver mais vendagens no ombro. 
Devido a sua mo comeou a tremer, ele se afastasse, introduziu-o no bolso. "Est fazendo mal. Posso v-lo em seus olhos." 
"Di-me a cabea". Ela sorriu fracamente, levantando um dedo  atadura. "Sinto-me um pouco como se tivesse sido atropelado por uma equipe de rugby de tudo." 
"Deveriam lhe dar algo." 
"Eles, se o necessito." 
"Ela  assustadios de agulhas", disse Murphy e se inclinou para beij-la brandamente. Seu prprio alvio ao ver sua inteira se manifestou em um amplo sorriso, descarado. 
"Eu Recordo ter ouvido seu alarido, Brianna Concannon, quando estava na sala de espera do Dr. Hogan e que estava recebendo um tiro. " 
"E no me envergonho disso. As coisas horrveis, as agulhas. No quero que me colocar mais do que j temos. Eu quero ir a casa." 
-Ficar justo onde est. " Maeve falou de uma cadeira debaixo da janela. " pouco o suficiente para ter uma agulha ou dois depois do susto que nos deste." 
"Me, no  de falta da Brianna que algum idiota ianque no podia recordar em que lado da estrada de unidade." os dentes apertados do Maggie no pensamento dele. 
"E eles, com apenas um arranho entre eles." 
"Voc no deve ser to duro com eles. Foi um engano, mas todos eles e um susto de morte." Os tambores na cabea da Brianna's aumentou  idia de uma discusso. -Ficarei 
se dever, mas se to somente pudesse pedir ao mdico de novo. " 
-vais deixar o mdico e o resto se como lhes disse. " Maeve ficou em p. "E no h descanso com toda esta gente queixar-se ao redor. Margarida Mara,  hora de que 
te levou seu beb a casa." 
"No quero estar sozinho Brie aqui", comeou ao Maggie. "Fico". Gray se voltou, reuniu-se Maeve olhar constantemente. "Fico com ela." 
Ela sacudiu um ombro. -Claro que no  meu assunto o que faz. Perdemos nosso ch ", disse. "Lottie e vou ter algo de abaixo, enquanto que Rogam se encarrega de nos 
ter a sua casa. Faz o que lhe dizem aqui, Brianna, e no armar um escndalo." Ela se inclinou um pouco rgido, e beijou a bochecha ileso da Brianna. -Voc nunca 
foi um curador rpido, assim no espero que esta vez ser diferente ". Seus dedos se apoiava, por um instante em seus lbios havia, ento se voltou e saiu correndo, 
chamando o Lottie a seguir. 
"Ela disse que dois rosrios na unidade daqui", murmurou Lottie. A ti mesmo "Resto". depois de um beijo de despedida, que arrastava Meave. 
"Bom". Maggie deixou escapar um comprido suspiro. "Acredito que posso confiar no Grayson a ver que te leva bem. Encontrarei Rogam e ver como vamos lutar conseguindo 
aos duas a casa de novo. vou voltar antes de seguir, em caso do Grayson necessita ajuda." 
"Irei contigo, Maggie." Murphy deu uns tapinhas no joelho envolto em folha da Brianna. "Se lhe devem pinarem, a sua vez sua cabea e fecha os olhos. Isso  o que 
fao." 
Ela se ps-se a rir e, quando a sala vazia, olhou ao Gray. "Eu gostaria que se sentasse. Sei que est molesto." 
"Estou bem". Tinha medo de se se sentava, iria um melhor e s deslize bonelessly ao cho. "Eu gostaria de saber o que aconteceu, se voc est dizendo para mim." 
"Foi tudo to rpido". Dar um capricho o mal-estar e o cansao, fechou os olhos um momento. "Tnhamos comprado muito para levar, e eu ia procurar o carro e conduzir 
ao redor da loja onde Maggie estava esperando. Assim como eu saa de um estacionamento, ouvi algum gritar. Foi o assistente. Tinha visto o outro carro que vem pelo 
meu. No havia nada que ningum pudesse fazer a seguir. No houve tempo. golpeou-se na cara. " 
Ela comeou a trocar e o ombro em sinal de protesto ressonou. "Eles foram rebocar o carro. No recordo onde". 
"No importa. Nos ocuparemos dele mais tarde. Pegou a sua cabea." Brandamente se agachou, mas manteve a ponta dos dedos um suspiro da atadura. 
"Devo ter, pelo seguinte que lembrana, havia uma multido ao redor, e a mulher americana estava chorando e me perguntou se estava bem. Seu marido tinha ido chamar 
a uma ambulncia. Eu estava bbado. Acredito que pediu que algum que minha irm, e logo os trs de ns, Maggie, o beb e para mim-que viajavam em uma ambulncia. 
" 
No acrescentou que se produziu uma grande quantidade de sangue. Suficiente para aterrorizar a seu mdico at que o assistente havia secou o fluxo. 
-Sinto-o Maggie no pde dizer mais quando me chamou. Se tivesse esperado at que o mdico me tinha terminado de olhar por cima, teria que guardou muito da preocupao. 
" 
"Preocuparam-me de todos os modos. CO'T I dom'ti-" Fechou os olhos e se esforou por encontrar as palavras. " difcil para mim para dirigir a idia de que ser 
ferido. A realidade  ainda mais difcil." 
" s contunda e golpes." 
"E uma comoo cerebral, um ombro tirou." Pelo bem de ambos, atirou-se para trs. "me diga,  verdade ou mito a respeito de no dormir com uma comoo cerebral porque 
 possvel que no desperte? " 
" um mito." Ela voltou a sorrir. "Mas estou pensando seriamente em manter-se acordado por um dia ou dois, no caso de." 
-Ento, voc querer companhia ". 
"Me vai encantar a empresa. Acredito que me voltaria louco deitado nesta cama sozinho, sem nada que fazer e ningum a ver." 
"Como  isto?" Cuidado, no seu cntaro, sentou-se no bordo da cama. "A comida provavelmente chupa aqui.  a lei do hospital em todos os pases desenvolvidos. vou 
sair, buscam-nos um pouco de hambrgueres e batatas fritas. Vamos jantar juntos." 
"Eu gostaria disso." 
"E se vierem e tratar de lhe dar um tiro, vou lhes dar uma surra." 
"No me importaria se o fez. Quer fazer algo mais para mim?" 
"Nome dele." 
"Poderia chamar  senhora Ou'Malley? Hei eglefino em espera de ser  churrasqueira para o jantar. Sei que Murphy se encarregar de Com, mas a Carstairs ter que 
atender, e h mais hspedes que vm amanh ". 
Cinza levantou a mo aos lbios, continuando, apoiou a frente sobre o mesmo. "No se preocupe por isso. me deixe te cuidar". 
Era a primeira vez em sua vida tinha feito nunca a solicitude. 
Captulo Vinte e trs 
No momento de retornar cinza com o jantar, sala da Brianna's Hospital se parecia com seu jardim. Sprays de rosas e fresias, lanas de tremoceiro e os lrios, flores 
de margaridas e cravos alegre apostado sua janela, enche a mesa junto  cama. 
Cinza trocou o enorme ramo que ocupou para que pudesse ver por cima dele e sacudiu a cabea. "Parece que estes so suprfluos." 
"OH, no, no o so. So preciosas. Tanta alharaca em realidade para um golpe na cabea." Sustentou o ramo em seu brao so, ao igual a sustentava um menino, logo 
afundou a cara nela. "Estou-o desfrutando. Maggie e Rogam trouxe esses, e Murphy eles. E os ltimos que foram enviados do Carstairs. No era esse doce deles?" 
"Eles estavam muito preocupados." Ele estabelece as grandes paperbag sustentou. "Eu sou dos que lhe dizem que vai se ficar mais de uma noite mais, possivelmente 
dois, dependendo de quando sair daqui." 
"Isso est bem,  obvio. E vou estar amanh, se tiver que subir pela janela." Ela lanou um olhar nostlgico  bolsa. "De verdade levemos o jantar? " 
"Eu o fiz. Administrado para penetrar atravs da enfermeira grande, com olhos de guia para fora ali." 
"Ah, senhora Mannion. Terrorfico, verdade?" "D-me medo." Tirou uma cadeira  cama e se sentou a cavar na bolsa. "bom proveito", disse, lhe tendendo um hambrguer. 
"OH, aqui, queria aproveitar esses". Ele se levantou outra vez para levantar o ramo de seu brao. "Suponho que necessitam a gua, n? Aqui, voc come." Tirou uma 
bolsa de batatas fritas para ela. "Vou procurar um floreiro". 
Quando saiu de novo, ela tratou de passar a ver que mais havia na bolsa que tinha montado no cho. Mas o ombro feito movimento estranho. Estabelecimento de novo, 
mordiscava-se o hambrguer e tratou de no faneca. O som das pegadas de retornar lhe tinha pego um sorriso em seu rosto. "Onde os quer? Cinza perguntou. "Ah, nessa 
mesa pouco mais  frente. Sim,  encantadora. Seu dinner'll ser frio, cinza." 
S grunhiu, e logo voltou a sentar-se a sua prpria parte da comida da bolsa. "Sentir-se melhor?" 
"No me sinto quase o suficientemente forte para ser mimada esta maneira, mas me alegro de que ficou para jantar comigo". 
"S o princpio, o mel." Lhe piscou os olhos um olho e com o hambrguer ao meio comer em uma mo, colocou a mo na bolsa. 
"OH, Gray, uma camisola. Uma camisa de dormir de verdade." Estava claro, branco, e o algodo e todos, mas fez brotar lgrimas de gratido aos olhos. "No posso lhes 
dizer quanto o aprecio. Esta coisa horrvel que pem em ti." 
"vou ajudar lhe a trocar depois do jantar. H mais. "" Sapatilhas, tambm. OH, uma escova para o cabelo. Graas a Deus. "" Em realidade, no pode atribuir o mrito 
de tudo isto. Foi idia do Maggie. " 
"Benze a ela. E voc." 
"Ela disse que a blusa estava arruinada." Sangrento, recordou que lhe havia dito e se tomou um momento para recuperar o equilbrio. 
"Nos encarregamos de que manh, se lhe a primavera. Que mais temos aqui? Escovo de dentes, uma botellita de que a nata se utiliza todo o tempo. Quase esquecido as 
bebidas." Entregou um copo de papel, talheres com plstico com um buraco para a palha. "Uma colheita excelente, ho-me dito." 
"Pensou em tudo." 
- obvio. Inclusive o entretenimento ". 
"OH, um livro". 
"Uma novela romntica. Dispe de vrias em sua plataforma continental na cabana." "A meu gosta." Ela no tinha corao para lhe dizer que a dor de cabea que fazem 
que a leitura impossvel. "Voc foi a um monto de problemas." 
"S um dia de compras rpidas. Trate de comer um pouco mais." 
Obedientemente se mordeu em um chip. "Quando chega a casa lhe agradecero isso a senhora Ou'Malley para mim, e lhe dizer que por favor, no incomodar com a lavagem." 
"Eu no vou retornar at que se v." 
"Mas no posso ficar aqui toda a noite." 
"Claro que posso." Cinza gentil do hambrguer, apertou o envoltrio e a jogou no lixeiro. "Tenho um plano." 
"Grayson, precisa voltar para casa. Descansa um pouco." 
"Este  o plano", disse ele, fazendo caso omisso dela. "depois das horas de visita, vou esconder me no banheiro at que as coisas se acalmem.  provvel que fazer 
um varrido, assim vou esperar a que venha e comprove em voc. " 
"Isso  absurdo." 
-No, que vai trabalhar. Ento as luzes se apagam, e isso  tudo escondido pulg A  quando saio. " 
"E se sintam na escurido pelo resto da noite? Grayson, no estou em meu leito de morte. Eu quero que v a casa". 
"No posso faz-lo. E no se sentar na escurido." Com um sorriso satisfeito, tirou sua ltima compra da bolsa. "V isto?  uma luz de livros, o tipo que recorte 
de modo que no perturbem seu companheiro de cama se voc quer ler tarde. 
Assombrado, moveu a cabea. "perdeste o julgamento." 
"Pelo contrrio, sou muito inteligente. Desta maneira no vou estar na casa de campo preocupar-se, voc no estar aqui, s e miservel. vou ler a voc at que se 
sinta cansado. " 
"Ler para mim?" -repetiu em um murmrio. -Te vais ler para mim? " 
"claro que sim. No se pode ter que tratar de centrar-se nesta estampita com uma comoo cerebral, verdade?" 
"No" Ela no sabia nada, absolutamente nada em sua vida havia meio doido nunca mais. "Quero deixar de ir, mas eu pelo muito que fique". 
"Isso faz que dois de ns. Voc sabe, isto soava muito bem da tampa posterior copia. 'Uma aliana mortal'", leu. "'Katrina-que nunca se suavize. A beleza de cabelos 
de fogo com a cara de uma deusa e a alma de um guerreiro que o arriscam tudo para vingar o assassinato de seu pai. Inclusive casada e a cama de seu pior inimigo." 
"Levantou uma sobrancelha. "O inferno de uma garota, que Katrina. E o heri no fica atrs tampouco." Ian, ele nunca se renderia. A audaz e cicatrizes de batalha 
principal do altiplano conhecido como o Senhor Escuro lutaria amigos e inimigos para proteger sua terra, e sua inimigos mulher. jurada, os amantes do jurado, formam 
uma aliana que os arrasta para o destino e a paixo. " " 
Passou o livro sobre a coberta frontal, sem fazer nada para chegar a um chip. -Bastante bem, n? E um par de bom aspecto que tambm o so. Veja-se, leva-se a cabo 
em Esccia, do sculo XII. Katrina  o nico filho deste laird viva.  permita que corra bastante selvagem, por isso faz um monto de coisas de homens. esgrima 
e arco e flecha, a caa. Logo est este malvado compl e ele  assassinado, o qual a converte na presa do Laird e o vilo cruel e louco ligeiramente. Mas no felpudo 
nossa Katrina. "Sorriu Brianna, procurou a mo do Gray." Voc o tem lido? " 
"Eu paginado atravs dele quando eu estava esperando para pagar por isso. H uma cena muito ertica na pgina cinqenta e dos-uno. Bom, vamos trabalhar para sair 
a isso. So provavelmente vai vir e exames de sangue presso, e no queremos que a elevou. melhor desfazer-se da evidncia, tambm. " Recolheu os pacotes da comida 
de contrabando. 
Havia apenas se os oculta na bolsa quando se abriu a porta. Enfermeira Mannion, grande como um corredor, bulia polegadas "As horas de visita esto por terminar, 
o Sr. Thane." 
-Sim, senhora. " 
"Agora, a senhorita Concannon, como o estamos fazendo? Qualquer enjos, nuseas, viso imprecisa? 
-No, absolutamente. Sinto-me bem, de verdade. De fato, perguntava-me se " 
"Isso  bom, isso  bom." Enfermeira Mannion facilmente sobre a solicitude de estrada que vo abandonar enquanto tomava notas na carta aos ps da cama. "Voc deve 
tratar de dormir. Estaremos a ver voc toda a noite, cada trs horas." Ainda com fora em movimento, ficou em uma bandeja sobre a mesa junto  cama. 
Brianna s tinha que tomar para tratar de ir um plido. O que  isso? Disse-te me sinto bem. No necessito um tiro. No quero uma. Grayson. " 
"Eu, ah-" Um olhar acerado da enfermeira lhe havia Mannion pinando no papel de heri. 
"No  um tiro. Quo nico devemos fazer um pouco de sangue." 
"Para que?" O abandono de toda pretenso de dignidade, Brianna se encolheu de novo. "perdi um monto. Lago algo disso." 
"No h sentido agora. me d seu brao." 
"Brie. Olhe aqui". Cinza vinculados com os dedos com os seus. "Olhe a mim. Alguma vez voc a respeito da primeira vez que fui ao Mxico? Conectou-me com algumas 
pessoas e saram em seu navio. Isto foi no Golfo. Foi realmente formoso. Balmy ire, mares de cristal azul. Vimo-lo nadar barracuda pouco a bombordo ". 
Pela extremidade do olho viu a enfermeira de diapositivas Mannion a agulha sob a pele da Brianna. E seu estmago se voltou. 
"De todas formas, de todos os modos," disse, falando rapidamente. "Um dos meninos foi procurar sua cmara. Volta, inclina-se sobre o corrimo e a barracuda mama 
salta at fora da gua. Era como de imagem fixa. Olhou  direita na lente da cmara e sorriu com todos os dentes. Ao igual a uma pose. Logo se deixou cair de novo 
 gua, ficou a seu beb, e se foi nadando. " 
"Est inventando." 
"A verdade de Deus", disse, a mentira desesperadamente. "Ele tem a imagem, tambm. Acredito que o vendeu ao National Geographic, ou talvez foi o Enquirer. Quo ltimo 
soube que estava ainda no Golfo do Mxico, com a esperana de repetir a experincia." 
-Isso parece. " A enfermeira lhe deu uns tapinhas uma vendagem na dobra do cotovelo da Brianna. "Seu jantar em seu caminho, senhorita, se tiver um quarto para ela 
depois de que seu hambrguer." 
"Ah, no, obrigado de todos os modos. Acredito que vou descansar agora. 
"Cinco minutos, o Sr. Thane. " 
Grayson se arranhou o queixo quando a porta se fechou detrs dela. "Suponho que no acabava de tirar isso." 
Agora Brianna fez panelas. "Disse que lhes dar uma surra se entrou com agulhas". 
"Ela  muito maior que eu." inclinou-se, beijou  ligeira. "Brie pobres". 
Ela golpeou um dedo no livro que jazia na cama junto a ela. "Ian no haveria marcha atrs." 
-Bom, o inferno, olhe como est construdo. Podia lutar a cavalo. Nunca vou qualificar para o Senhor Escuro. " 
"Levarei-te da mesma maneira. Barracudas Sonriendo", disse e riu. "Como pensa voc destas coisas?" 
"O talento, o talento puro". Dirigiu-se  porta, apareceu. "No a vejo. vou apagar a luz, o pato no banheiro. Vamos dar dez minutos ". 
Leu a ela por duas horas, tendo ela atravs da Katrina e perigosas aventuras e romntico de lAN pela pequena luz do abajur libero. Uma e outra vez sua mo estender 
a mo e pincel sobre a dela, detendo-se no momento do contato. 
Sabia que sempre recordaria o som de sua voz, a forma em que se meteu em um morango de Esccia pelo dilogo para distrai-la. E a maneira em que o viu, pensou, a 
maneira em que seu rosto estava iluminado pelo foco pequeno, por isso seus olhos eram escuros, mas do rosto sombreados. 
Seu heri, pensou. Agora e sempre. Fechou os olhos e Brianna deixar que as palavras que leu a deriva sobre ela. 
"Voc  o meu." LAN a varrida em seus braos, braos fortes que tremia da necessidade de que se apoderou dele. Por lei e por direito,  meu. E estou comprometido 
a que, Katrina, a partir de hoje, a partir desta hora. " 
"E voc  o meu, lAN? Sem medo lhe cravou os dedos no cabelo, aproximaram-lhe. " meu, Senhor Escuro? 
"Ningum amou mais que eu" Ele o jurou. Nunca ningum. 
Brianna dormiu que desejem ler as palavras cinza poderia ser a sua. 
Cinza a olhava, sabendo da lenta e constante som de sua respirao que havia fora de deriva. Ele se entregou a seguir, e afundou o rosto entre as mos. No o aflija. 
prometeu-se que havia mantenha a luz, e a cepa era ficar ao dia com ele. 
No estava mal ferido. Mas no importa quantas vezes se recordou disso, no podia evitar o terror do osso de profundidade que se deu procurao dele do momento Murphy 
se colocou na cozinha. 
Ele no a queria em um hospital, golpeado e enfaixado. No queria pensar em lhe fazer danifico de maneira nenhuma. E agora sempre o recordo, ele sempre sabe que 
algo lhe pode passar a ela. Que no pode ser, como ele a desejava ser sempre, cantarolando na cozinha ou babying suas flores. 
Enfureceu-lhe que ia ter esta foto dela para levar a todas as demais. E lhe enfureceu ainda mais que ele tinha vindo  ateno do muito que sabia que esses quadros 
no se desvanecem  medida que centenas de outras lembranas tinha. 
Havia recordar Brianna, e esse vnculo, seria difcil de deixar. E  necessrio que o faam rapidamente. 
Ele se abatia sobre ele enquanto esperava a noite para passar. Cada vez que uma enfermeira que devem comprovar Brianna, escutou a suas perguntas murmurou, suas respostas 
sonho. Uma vez, quando voltou a sair, chamou para ele em voz baixa. 
"Volta a dormir." sacudiu-se o cabelo da frente. "No  pela manh ainda. 
"Grayson". Deriva de novo, tomou a mo. -Ainda est aqui ". 
"Sim". Ele a olhou, franziu o cenho. "Ainda estou aqui". 
Quando despertou de novo, foi a luz. O esquecimento, que comeou a sentar-se, e a dor surda no ombro sacudiu sua memria. Mais agora que molesta angustiada, lhe 
tocou a ponta dos dedos  atadura na cabea e olhou a seu redor para o Gray. Ela esperava que ele tinha encontrado alguma cama vazia ou sof da sala de espera para 
dormir. Sorriu a suas flores e desejava que lhe tinha pedido que os ps mais perto para que pudesse toc-los tambm. 
Com muito cuidado lhe atirou o suti de sua camisola, mordeu-se o lbio. No havia um arco ris de moretones pelo esterno e o torso no cinto de segurana se assegurou 
ela. Ao v-los, que se sentia agradecida cinza lhe tinha ajudado a trocar na camisa de dormir na escurido. 
No era justo, pensou. No era justo que o vem to maltratadas pelos ltimos dias que passaram juntos. Ela queria ser bela para ele. 
-bom dia, senhorita Concannon, por isso est acordado. " Uma enfermeira em brotavam, tudo os sorrisos e os jovens e a sade em flor. Brianna queria dio. 
"Eu sou, sim. Quando o mdico vem para mim em liberdade?" 
"OH, ele estar fazendo sua ronda antes, no se preocupe. Mannion enfermeira disse que passou uma noite tranqila." Enquanto falava, ela pacote um manguito de presso 
arterial no brao da Brianna, colocou um termmetro sob a lngua. "No enjos ento? Bem, bem-disse quando Brianna negou com a cabea. Olhou o indicador da presso 
arterial, assentiu com a cabea, meteu-se o termmetro a sair e voltou a assentir com os resultados. -Bom, est-o fazendo bem, ento, no? " 
"Estou preparado para ir a casa." 
"Estou seguro de que est ansioso". A enfermeira tomou notas no grfico. "Sua irm que se chama j esta manh, e um senhor Biggs. Um americano. Disse ele foi o que 
golpeou seu carro. " 
"Sim". 
"Tranqilizou aos dois que voc est descansando comodamente. O ombro lhe doa?" 
-um pouco. " 
"Voc pode ter algo para que agora," disse ela, lendo a carta. 
"No quero uma oportunidade". 
"Oral". Ela sorriu. "E o caf da manh se aproxima. OH, Enfermeira Mannion disse que necessitaria duas bandejas. Uma para o senhor Thane?" Obviamente desfrutar da 
brincadeira, olhou para o banho. "Irei em um momento, o Sr. Thane, e voc pode sair. Ela diz que  um homem mais boa moo", murmurou a enfermeira a Brianna. "Com 
um sorriso do diabo". 
"Ele ". 
"Que sorte. Darei-te algo para a dor." 
Quando a porta voltou a fechar-se, Gray saiu do quarto de banho, franziu o cenho. "O que faz que a mulher tem radar?" 
"Estava voc realmente a? OH, cinza, pensei que tinha encontrado um lugar para dormir. esteve toda a noite?" 
"Estou acostumado a estar acordado toda a noite. Hey, v-te melhor." Ele se aproximou, seu cenho franzido desvanecendo em um olhar de puro alvio. "V-te melhor." 
"No quero pensar em como me vejo. E te v cansado". 
"No me sinto cansado. Morto de fome", disse, ao pressionar uma mo no estmago. -Mas no cansado. O que crie que nos vo comer? " 
"No me vo levar a casa." 
-Sim, sou-o. " Cinza borde o cap de seu carro e abriu a porta do passageiro. "O doutor disse que podia voltar para casa, se se tomar com calma, descansar cada 
pela tarde, e evitar levantar objetos pesados. " 
-Bom, no estou levantar algo, verdade? " 
-No. Eu sou. " Cuidadoso de seu ombro, deslizou-se um brao detrs das costas, outra detrs de seus joelhos. "As mulheres se supe que este tipo de tecidos romnticos." 
"Sob circunstncias diferentes. Posso caminhar, Grayson. No h nada mau com minhas pernas." 
"No  uma coisa. So excelentes." Beijou-a no nariz. "No hei dito isso antes?" 
"No acredito que voc tem." Ela sorriu, apesar de que tinha golpeado o ombro e os golpes no peito doam. Era a idia, depois de tudo, o que contava. -Bom, j que 
est jogando a ser o Senhor Escuro, varrer dentro de mim, ento. E espero que a beijasse. Bom um beijo. " 
-chegaste muito exigentes j que se pegou na cabea. " Levou-a pelo atalho. "Mas suponho que tenho que desfrutar." 
antes de que pudesse alcanar a porta, abriu-a e 
Maggie saiu correndo. "J est. Parece que estivemos esperando para sempre. Como est?" 
"Estou sendo mimada. E se todos vocs no vem, eu acostumar a ele." 
"Traga seu interior, cinza. H algo no carro que necessita?" 
"ao redor de um hectare de flores." 
"Vou busc-los". Ela saiu correndo como o Carstairs apressou a entrar no corredor da sala. 
"OH, Brianna, pobre, querido coisa. estivemos to preocupados. Johnny e eu logo que pego olho pensando em ti cama no hospital dessa maneira. Tais lugares deprimentes, 
hospitais. No posso pensar por que algum escolheria para trabalhar em uma, verdade? Quer um pouco de ch, um pano frio agradvel? Algo? " 
"No, obrigado, ris," administrado Brianna quando podia dizer uma palavra pulg "Sinto que estavam preocupados. Foi s uma pequena coisa, de verdade." 
-Tolices. Um acidente de carro, uma noite no hospital. Uma comoo cerebral. OH, tem sua dor de cabea pobres? " 
Estava comeando A. 
"Alegramo-nos de que esteja de novo em casa", Carstairs ponha, e lhe aplaudiu a mo de sua esposa a sua calma. 
"Espero que a senhora Ou'Malley fez sentir cmodo." 
"Ela  um tesouro, asseguro-lhe isso." 
"Onde quer estas flores, Brie? Maggie perguntou desde detrs de um bosque de ramalhetes. < P> "OH, bem" 
"vou pr os em sua habitao," decidiu que ela por si mesmo. "Rogam'll ser de at verte logo que se acordada de sua sesta Liam. Ah, e que recebeu chamadas de todo 
o povo, e o suficientemente produtos assados enviados atravs de alimentar a um exrcito durante uma semana." 
"No  nossa garota." Secando-as mos com uma toalha, Lottie apressou a cabo da cozinha. 
"Lottie. Eu no te d conta de que aqui se." 
" obvio que sou. vou ver que se estabeleceram e cuidados. Grayson, tome sua direita em sua habitao. Ela precisa descansar." 
"OH, mas no. Grayson, deixou-me." 
Cinza s trocou seu controle. "Est superados em nmero. E se no te leva bem, no vou ler o resto do livro." 
"Isto no tem sentido." Durante seus protestos Brianna se encontrou em sua habitao ficou na cama. "Eu tambm poderia estar de volta no hospital." 
"Agora, no faa um escndalo. Eu vou fazer uma boa taa de ch." Lottie comeou a arrumar os travesseiros, alisando os lenis. "Ento lhe sesta. vais ficar alagado 
pelos visitantes em pouco tempo e precisa descansar." 
"Pelo menos me deixe seguir meu ponto." 
"Isso o veremos mais adiante. Gray, voc pode manter sua companhia. Veja-se que ela fica." 
Brianna apareceu um lbio, cruzou-se de braos. "Vete-le disse ela. "Eu no te necessito Que tal se voc no se levantar por mim." 
-Bom, bom, a verdade sai. " Olhando-a, apoiou-se comodamente na porta. "Tem toda uma arpa, no?" 
"Uma musaraa, verdade? Queixo-me por ter sido intimidados e ordenou que aproxima e isso me faz uma musaraa? " 
"Est fazendo uma careta e se queixam de ser cuidados e atendidos. Isso te faz uma arpa". 
Abriu a boca, fechou-a de novo. -Bom, ento, sou-o. " 
"Necessita-se suas pastilhas." Tomou a garrafa da prescrio de seu bolso, logo entrou no quarto de banho para encher um copo com gua. 
"Fazem-me atordoado", murmurou quando retornou, estendendo a cpsula. 
"Quer ter que beliscar o nariz para que te abra e trague." 
A noo de que a humilhao havia roubo da plula, o vidro. "No h. Feliz?" 
"Serei feliz quando deixam de doer." 
A luta saiu dela. "Sinto muito, Gray. Estou-me comportando to mal ". 
"Est na dor." sentou-se no bordo da cama, tomou sua mo. "fui maltratadas um par de vezes a mim mesmo. O primeiro dia  uma misria. Inferno O segundo". 
Ela suspirou. "Pensei que seria melhor, e eu estou zangado no o . No me refiro ao complemento de ti." 
"Aqui est seu ch agora, o cordeiro." Lottie se produziu no pires e equilibrado nas mos da Brianna. "E vamos conseguir estes sapatos para que esteja cmodo." 
"Lottie. Obrigado por estar aqui." 
"OH, voc no tem que me dar as obrigado por isso. Senhora Ou'Malley e vou manter as coisas funcionando por aqui at que voc se est sentindo de novo. No se preocupe 
com nada." Ela estendeu uma manta sobre as pernas de luz da Brianna. "Grayson, v-se que ela descansa agora, no? " 
"Pode contar com isso." O impulso se levantou para beijar a bochecha do Lottie. - um encanto, Lottie Sullivan. " 
"OH, v." Enxge com prazer, que bulia de novo na cozinha. 
"Assim que voc , Grayson Thane-murmurou Brianna. "A meu amor." 
"OH, vamos," disse. Ele inclinou a cabea. "Pode cozinhar?" 
Ela riu como ele tinha esperado que o fizesse. "Um excelente cozinheiro  nossa Lottie, e no teria muito para encanto de um sapateiro dela. Se tiver um gosto por 
uma." 
"vou ter isso em mente. Maggie interposto no livro." Recolheu-o, de onde Maggie o tinha posto sobre a mesa de noite da Brianna. "Est preparado para outro captulo 
de formao de ampolas rOM medieval minto? " 
"Eu sou". 
"Voc ficou dormido enquanto eu estava lendo ontem  noite", disse enquanto se folheou o livro. "O que  quo ltimo recorda?" 
"Quando lhe disse que a amava." 
-Bom, que certamente se estreita para baixo. " 
"A primeira vez". Lhe aplaudiu a cama, desejando que se sintam a seu lado outra vez. "Ningum esquece a primeira vez que o escute." Seus dedos se buscou nas pginas, 
em calma, e ele no disse nada. Entendimento, Brianna lhe tocou o brao. "No devemos deixar que isso se preocupe, Grayson. O que eu sinto por ti no tem a inteno 
de preocupar-se." 
E assim foi.  obvio que sim. Mas havia algo mais, e pensou que podia lhe dar que, ao menos. "Aceito humildemente 
Brianna mim. "Levantou o olhar, esses olhos de oro-marrn incerto. "E me assombra." 
"Um dia, quando se recorda a primeira vez que o ouviu, espero que voc prazeres." Contido por agora, ela bebeu um sorvo de ch, sorriu. "me conte um conto, Grayson" 
Captulo Vinte e quatro 
No se foi em primeiro de junho como tinha previsto. Poderia haver. Sabia que devia ter. Mas parecia mau, sem dvida covardes, para ir antes de que fora positivo 
Brianna estava bem na reparao. 
As ataduras se desprendeu. Tinha-o visto por si mesmo os moretones e tinha gelado pela inflamao de seu ombro. Ele tinha sofrido quando se voltou em sonhos e causou 
molstias a si mesmo. Ele repreendeu quando exagerou. 
No fazer o amor com ela. 
Queria que ela, por hora. Ao princpio tinha tido medo at os mais suaves de toques lhe faria mal. Ento decidiu que o melhor era como era. uma espcie de segue, 
pensou, de amante, ao amigo,  memria. Certamente seria mais fcil para ambos, de seus ltimos dias com ela se gastaram na amizade e no em paixo. 
Seu livro estava terminado, mas no o fez por correio. Cinza se convenceu de que devia tomar um desvio rpida de Nova Iorque antes de sua excurso e entreg-la ao 
Arlene pessoalmente. Se pensava que, de vez em quando, como ele tinha pedido a Brianna para ir-se com ele por um momento, disse-se que foi a mais esquecida. 
Por ela,  obvio. Tinha s pensando nela. 
Viu, atravs da janela, que estava tomando pela lavagem. Levava o cabelo solto, que sopra da cara com a brisa do oeste rgido. detrs dela, o efeito estufa terminado 
brilhava sob o sol. A seu lado, as flores que tinha plantado se balanava e danava. Viu-a desprendido um gancho, o colocou de novo na linha, transladou-se  prxima 
reunio, ondeando as folhas  medida que ia. 
Era, pensou, uma postal. Algo que personificava um lugar, um tempo, uma forma de vida. Dia detrs dia, pensou, ano detrs ano, ia pendurar a roupa e lenis a secar 
ao vento e o sol. E eles se renen de novo. E com ela, e os que como ela, a repetio no seria a monotonia. Seria uma tradio que a fez forte e auto-suficiente. 
Curiosamente sobressaltada, saiu-lhe  rua. "Est utilizando o brao muito". 
"O doutor disse que o exerccio  bom para ele." Ela olhou por cima do ombro. O sorriso que se curvava os lbios no chegou a seus olhos, e no havia por dias. Ele 
se estava afastando dela com tanta rapidez, que no podia seguir o ritmo. "Logo que tenho uma pontada agora.  um dia glorioso, no  certo? A famlia se aloja conosco 
levou ao Ballybunion  praia. D estava acostumado a tomar Maggie e eu h vezes, nadar e comer cones de sorvete." 
"Se tivesse querido ir  praia, voc no tinha mais que perguntar. Tomou-me." 
O tom de sua voz lhe havia rigidez coluna vertebral. Seus movimentos se fizeram mais deliberada enquanto desprendida uma capa de travesseiro, "Isso  de vocs, estou 
seguro, Grayson. Mas eu no tenho tempo para uma viagem ao mar. Hei trabalho por fazer." 
"Tudo o que fazemos  um trabalho", que explorou. "Rompe-te as costas por cima deste lugar. Se voc no est cozinhando, voc est de lavagem, se no estar esfregado, 
que est lavado. Pelo amor de Cristo, Brianna,  s uma casa". 
"No" Ela dobrou a capa de travesseiro pela metade, ento a metade outra vez antes da colocao em sua cesta de vime. - minha casa, e eu gosto de cozinhar nele, 
e o matagal nela, e lavar nele. " 
"Nunca E olhar alm dela." 
E onde est procurando, Grayson Thane, isso  to condenadamente importante? " Ela afogou as borbulhas temperamento, voltou para gelo. E quem  voc para criticar 
para fazer uma casa para mim. " 
" uma casa ou uma armadilha?" 
voltou-se ento, e seus olhos no eram nem quente nem frio, mas cheio de dor. " assim como te parece, realmente, em seu corao? Esse  o mesmo que o outro, e deve 
ser? Se o for, na verdade, sinto-o por ti. " 
"No quero a simpatia", disparou ele para trs. "Tudo o que estou dizendo  que voc trabalha muito duro, por muito pouco." 
"No estou de acordo, nem que tudo o que disse. Talvez foi tudo o que queria dizer." Ela se agachou e recolheu sua cesta. "E  mais do que hei dito a mim em busca 
dos ltimos cinco dias." 
-No seja ridculo ". Estendeu a mo para levar o cesto dela, mas ela o apartou. "Posso falar com voc todo o tempo. Quero aproveitar isso". 
"Levarei-me eu mesmo. No sou uma sangrenta vlido." Impaciente ps a cesta no quadril. "Voc falou que mim e a meu redor, Grayson, estes ltimos dias. Mas para 
mim, e de tudo o que eram realmente pensa ou sente, no. No falou comigo, e voc no me h meio doido. No seria mais honesto me acaba de dizer que no me quer 
j? " 
"No o" J estava espreitando detrs dele para a casa. Tinha agarrado quase a ela antes de que se deteve. "De onde tirou a idia de que como?" 
"Cada noite". Deixou a porta de vaivm para trs e quase o alcanou na cara com ela. "Voc dorme comigo, mas no me toque. E se dirijo a voc, gire  distncia." 
"No  mais que sair do hospital de mierda." 
"estive fora do hospital durante quase duas semanas. E no insultam para mim. Ou se voc deve jurar, no mintam." Ela golpeou a cesta na mesa da cozinha. "Preocupados 
com ter desaparecido  o que , e no sei como ser amvel a respeito. E voc est cansado de mim". Ela tomou uma folha da cesta e o dobrou cuidadosamente, esquina 
a esquina. "E no encontraram a maneira de diz-lo." 
"Isso  mentira. Isso  mentira." 
" curioso como sua habilidade com as palavras sofre quando est zangado." Passou a folha no brao em um movimento praticado, inferior ao comeo de emparelhamento. 
-E voc est pensando, pobre Brie, que estar rompendo seu corao por cima de mim, no o farei. Bem. " Outra vezes, e a folha era um quadrado perfeito que se estabeleam 
na mesa da cozinha esfregada. "Fiz o suficiente antes de que te vi, e eu farei o suficientemente bem depois." 
"Palavras muito afresco de algum que diz estar apaixonado." "Estou apaixonado por ti." Tirou outra folha, e com calma comeou a mesma rotina. "O qual me faz um 
parvo para estar seguro de amar a um homem to covarde que tem medo de seus prprios sentimentos. Medo de amor porque no o tinha quando era menino. Atreveu a fazer 
uma casa, porque ele nunca sabia um." 
"No estamos falando do que eu estava," disse Gray de maneira uniforme. 
"No, voc acredita que pode fugir disso, e faz-lo cada vez que pacote de sua bolsa e o hip o prximo avio ou em trem. Bom, no se pode. mais do que pode permanecer 
em um lugar e pretender que cresceu feliz no mesmo. Sentia falta de minha parte de amor, tambm, mas no tenho medo dela. " 
Mais tranqila, ps a segunda folha para baixo. "No tenho medo de te amar, Grayson. No tenho medo de deixar ir. Mas me temo que estejamos os dois o sinto se no 
partir com honestidade. " 
No podia escapar desse entendimento calma em seus olhos. "No sei o que quer, Brianna." E teve medo, pela primeira vez em sua memria para adultos, que no sabia 
o que ele mesmo queria. Por si mesmo. 
Foi difcil para ela o diz, mas ela pensou que seria mais difcil no ser. "Quero que me toque, para dormir comigo. E se no ter o desejo para mim mais, doa-me 
muito menos se me disserem isso." 
Ele a olhou fixamente. No podia ver o que estava custando a ela. 
Ela no o deixava ver, s em p, as costas reta, seu nvel dos olhos, esperando. 
"Brianna, no posso respirar sem querer voc." "Logo me tem agora, na luz do dia." Derrotado, adiantou-se, tomou o rosto entre as mos. "Queria fazer mais fcil 
para voc." "No. S comigo agora. por agora." Levantou-a, fez-a sorrir como ela apertou os lbios na garganta. "Ao igual a no livro." 
"Better", prometeu enquanto a levava a dormitrio. "Isto vai ser melhor que qualquer livro". Ele a deixou nos ps, penteando-se lanados pelos ventos da cara antes 
de chegar aos botes de sua blusa. "sofri mentir a seu lado na noite e no te toca." "No foi necessrio." 
"Pensei que era". Muito brandamente riscou um dedo sobre as marcas cor amarelada em sua pele. "Segue sendo golpeado." 
"Esto desaparecendo." 
"vou recordar como se viam. E como meu n no estmago quando os vi. Como me aperte no interior quando se gemeu em seu sonho. "um pouco desesperado, levantou seu 
olhar para ela." No quero  ateno desta quantidade sobre qualquer pessoa, Brianna. " 
"Sei." inclinou-se para diante, apertou a bochecha  sua. "No se preocupe nisso agora. No h mais que ns dois, e eu estive perdido assim". Com os olhos mdio 
fechados, correu uma linha de beijos at sua mandbula enquanto seus dedos trabalhavam nos botes de sua camisa. "Vem a cama, Grayson," murmurou, deslizando a camisa 
dos ombros. "Vem comigo". 
Um suspiro do colcho, um sussurro de folhas, e estavam nos braos do outro. Ela levantou a cara, e procurou a boca dele. O primeiro calafrio se estremeceu de agradar 
atravs dela, e logo outro, como o beijo foi profundo. 
Seus dedos eram frescas contra sua carne, traos suaves como ele a despiu. E os lbios da luz sobre a moretones, machucones, como por querer s ele poderia desaparecer. 
Um pssaro cantava na rvore de pra pouco fora, e a brisa enviado o baile de fadas que ela tinha pendurado o canto, elevava-se o encaixe delicado de suas cortinas. 
agitou-se por cima de suas costas nua enquanto se desagrade sobre ela, como ele ps sua bochecha em seu corao. O gesto lhe fez sorrir, o bero de sua cabea entre 
as mos. 
Tudo era to simples. Um momento de ouro que seria um tesouro. E quando ele levantou a cabea, e seus lbios se buscava a sua de novo, sorriu aos olhos. 
No havia necessidade, mas no tem pressa, sem desespero e o desejo. Se qualquer deles pensaram que isto poderia ser sua ltima vez juntos, viam-se para saborear 
em lugar da urgncia. 
Suspirou por seu nome, que aproveitava a respirao. Tremia. 
Ento ele estava dentro dela, o ritmo dolorosamente lento. Seus olhos permaneciam abertos. E suas mos, palma com palma, terminado o vnculo com os dedos entrelaados. 
Um eixo da luz atravs da janela, e bolinhas de p danando na viga. A chamada de um pssaro, a casca de um co longnquo. O aroma de rosas, cera de limo, a madressilva. 
E a sensao dela, a clida e mida sensao de seu rendimento por debaixo dele, chegando a seu encontro. Seus sentidos afiados de tudo, como um microscpio s vo 
dirigidas. Logo estava unicamente o prazer, a alegria pura e simples de perder tudo o que era, nela. 
Ela sabia por hora do jantar que se ia. Em seu corao que tinha conhecido quando tinha permanecido tranqila juntos depois de amar, vendo a mudana da luz solar 
atravs de sua janela. 
Ela serve a seus convidados, escutaram a sua conversao brilhante de seu dia na praia. como sempre, arrumou-se a cozinha, lavando seus pratos, guard-los de novo 
nos armrios. esfregou-se fora de sua estufa, pensando outra vez que ela no pode ser substitudo breve. Possivelmente durante o inverno. Teria que comear a lhes 
pr aprecio. 
Com foi farejar a porta, assim que o deixe sair de noite para sua carreira. Durante um tempo, ficou ali, olhando-lhe raa sobre as colinas na luz do sol brilhante 
da noite durante o vero. 
perguntou-se como seria gosta de correr com ele. Para s raa como ele estava correndo, esquecendo todos os pequenos detalhes de soluo da casa de noite. Esquecendo 
por cima de tudo o que tinha que enfrentar. 
Mas,  obvio, ela ia voltar. Ali era onde ela sempre retornava. 
Ela se voltou e fechou a porta detrs dela. Entrou em sua habitao pouco antes de subir ao Gray. 
Ele estava em sua janela, olhando a seu jardim dianteiro. A luz que pendurava ainda no cu dourado oeste dele e lhe fez pensar, como havia tantos meses antes, de 
piratas e poetas. 
"Tinha medo de que tivesse terminado de embalagem." Viu sua mala aberta sobre a cama, quase completa, e os dedos apertados no suter que levava. 
"Eu ia vir e falar contigo." Apoiado por ela, voltou-se para ela, desejando poder ler seu rosto. Mas ela tinha encontrado uma forma de fechar a dele. "Eu pensei 
que poderia fazer esta noite do Dubln." 
" um comprido viaje, mas voc ter a luz por um tempo ainda." 
"Brianna" 
"Eu queria que te desse estou-dijo ela rapidamente. Por favor, queria pedir, no h desculpas, nem desculpas. "Fiz-o por ti." 
olhou-se as mos. lembrou-se da l de cor verde escura, de como tinha estado tecendo com ela a noite que tinha entrado em sua habitao tarde e agarrou uma briga 
com ela. A forma em que se derramou sobre o branco de sua camisa de dormir. "Voc o fez para mim?" 
"Sim. Um suter. Voc pode encontrar uso para ele no outono e o inverno." Ela avanou para ele, levantando-o no ar a medida. "acrescentei  longitude das mangas. 
Foi faz muito no brao." 
Seu corao j no estacionrio trocado  medida que a tocou. No conjunto de sua vida, ningum tinha feito jamais o nada. "No sei o que dizer." 
"Cada vez que me deu um presente, voc sempre me dizem que dizer obrigado". 
"Assim que o fiz." O Presidente entende, sentiu a suavidade e calidez nas Palmas de suas mos. "Obrigado". 
"No h de que. Necessita algo de ajuda com sua bagagem?" Sem esperar resposta, tomou o suter e o dobrou cuidadosamente em sua mala. "H mais experincia com ela, 
sei, mas voc tem que resultar tedioso." "Por favor, no o fazem." Ele ps uma mo no ombro, mas quando ela no levantou o olhar, deixou cair outra vez. "H todo 
o direito de estar molesto." 
-No, no sei. E no o sou. Voc no fez nenhuma promessa, Gray-filho, por isso tenho quebrado nada. Isso  importante para ti, sei. revisou as gavetas? Voc se 
surpreender do que a gente se esquece. " 
"Tenho-me que ir, Brianna." 
"Sei." Para manter as mos ocupadas, abriu a cmoda se gavetas, dolorosamente angustiado encontr-los realmente vazio. 
"No posso ficar aqui. quanto mais tempo o fao agora, mais difcil ser. E eu no posso te dar o que necessita. Ou pensa que necessita." 
"Ento ter que me dizer que h a alma de um cigano, e no h necessidade disso. Sei." Fechou a ltima gaveta e se voltou outra vez. "Sinto-o por dizer o que fiz 
antes. No quero que v recordando as palavras duras entre ns, quando no havia muito mais." 
Tinha as mos dobradas de novo, sua placa de controle. "Eu gosto de fazer as malas um pouco de comida para a viagem, ou um recipiente trmico de ch, talvez?" 
"Deixa de ser a anfitri amvel. Pelo amor de Cristo, que te estou deixando. Estou caminhando para fora." 
"Vai", replicou ela com voz fria e constante ", como voc sempre disse que o faria. Poderia ser mais fcil em sua conscincia se eu chorava e gemia e fez uma cena, 
mas no me convm." 
"Isso  tudo." Atirou uns meias trs-quartos no caso. 
"Voc tem feito sua eleio e lhe desejo nada mais que felicidade. Voc  a bem-vinda de novo,  obvio, se voc viajar esta maneira outra vez." Seu olhar se corte 
a dela como lhe espetou o caso fechado. "Eu o farei saber." 
"Eu te ajudarei abaixo com suas coisas." 
Ela se levou a mo de lona, mas ele a agarrou primeiro. "Eu lhes levou pulg vou levar a cabo." 
-Como voc queira. " Logo cortou seu corao ao vir a ele e o beijou na bochecha. "Que v bem, Grayson". 
"Adeus, Brie". Baixaram os passos juntos. No disse nada mais at que tinham chegado  porta principal. "Eu no se esquecerei." 
"Espero que no." 
Caminhou forma parte com ele no carro, mas se deteve no atalho do jardim,  espera enquanto se carrega sua mochila, subiu ao volante. Ela sorriu, levantou a mo 
em uma onda, e logo voltou para a casa sem olhar atrs. Uma hora mais tarde estava sozinha na sala com sua reparao cesta. Ouviu a risada atravs das janelas e 
fechou os olhos brevemente. Quando Maggie entrou com Rogam e o beb, que estava mordendo um fio e um sorriso. 
"Bom, agora, est fora tarde esta noite." 
"Liam estava inquieto." Maggie se sentou, levantando os braos para Rogam poderia passar ao beb com ela. "Pensamos que gostaria de alguma empresa. E aqui est uma 
foto, a proprietria da casa no salo da reparao." 
"Eu estou detrs dele. Quer um gole? Rogam?" 
"No me um a sua vez para baixo." aproximou-se da jarra. "Maggie?" 
-Sim, um pouco de usque sentaria bem. " 
"E Brie? 
"Obrigado. Acredito que o farei." Ela enrosca uma agulha, atados ao final. " seu trabalho vai bem, Maggie?" 
" maravilhoso estar de volta nela. Sim, -o." Ela plantou um sonoro beijo na boca do Liam. "Terminei uma pea na atualidade. Era cinza de falar destas runas  
to aficionado a que me deu a idia para ele. Resultou assim penso." 
Ela tomou o copo Rogam lhe entregou, levantou a sua. "Bom, aqui est a uma noite de descanso." "Vou dar nenhum argumento ali", disse seu marido com ardor e beberam. 
"Liam no acredita que as horas entre dois e cinco AM deve ser para dormir." Com uma risada Maggie trocou o beb sobre seu ombro. "Queramos lhe dizer, Brie, o seguimento 
do detetive Amanda Dougherty aonde esta esse lugar, Rogam?" 
"Michigan. Ele tem uma vantagem sobre ela, e o homem com quem se casou." Olhou a sua esposa. "E o menino". 
"Ela tinha uma filha, Brie-murmurou Maggie, abraos a seu prprio beb. "Ele encontra o certido de nascimento. Amanda nomeou Shannon." 
"Pelo rio", sussurrou Brianna e lgrimas sentia levantar-se na garganta. "Temos uma irm, Maggie." 
"Havemos. Podemos encontr-la logo, para bem ou para mau." 
"Espero que sim. OH, me alegro de que me deveu dizer." Ajudou-me um pouco, tomou parte da picada de seu corao. "vai ser bom pensar nisso." 
"S pode estar pensando por um tempo", advertiu Rogam. "O chumbo est seguindo  de vinte e cinco anos." 
"Ento vamos ser pacientes", disse Brianna simplesmente. 
longe de alguns de seus prprios sentimentos, Maggie passou ao beb, e o tema. "Eu gostaria de mostrar a pea que acabei ao Gray, ver se ele reconhecer a inspirao. 
Onde est ele? Trabalho?" 
"Foi-se." Brianna enviou a agulha cuidadosamente atravs de uma casa. 
"Aonde? Para o bar?" 
-No, ao Dubln, acredito, ou onde o caminho o leva ". 
"Quer dizer que se foi? Esquerda?" levantou-se ento, fazendo que o beb gargalhada de alegria no movimento repentino. 
-Sim, faz uma hora ". 
"E se sinta aqui costurar?" 
"O que devo fazer? Aoite mim mesmo?" 
"Aoite lhe parece mais. por que, esse filho de puta ianque. Pensar que tinha afeioado com ele." 
"Maggie". Rogam lhe ps uma mo no brao de advertncia. "Est bem, Brianna?" 
"Estou bem, obrigado, Rogam. No tome assim, Maggie. Est fazendo o correto para ele. " 
"Ao diabo com o que est bem para ele. E voc? Leve a beb, quer?" disse com impacincia a Rogam, ento, os braos livres, foi ajoelhar se diante de sua irm. "Sei 
como se sente por ele, Brie, e no posso entender como pde deixar desta maneira. O que te disse quando lhe pediram que ficasse". 
"No lhe pedimos que fique." 
"Voc no o fez-por que diabos no?" 
"Devido a nos tm feito to infeliz." Ela cravou a agulha, jurou ligeiramente na espetada no polegar. -E eu tenho meu orgulho. " 
"Um monto de matria graxa de bem que faz.  provvel que lhe oferece arrumar sanduches para a viagem." 
"Eu o fiz." 
"OH." Aborrecido, Maggie se levantou, deu a volta ao quarto. "No h raciocnio com voc. Nunca o foi." 
"Estou seguro que voc est fazendo Brianna sinto muito melhor que a rabieta", disse Rogam com secura. 
"Eu estava justo" Mas a captura de seu olho, Maggie se mordeu a lngua. -Tem razo,  obvio. Sinto muito, Brie. Se voc gostar de me posso ficar um momento, que 
lhe faa companhia. Ou vou empacotar algumas costure para o beb, e que estejamos os dois passar a noite. " 
"Os dois pertencem em sua casa. vou estar bem, Maggie, por minha conta. Sempre o estou." 
Gray foi quase ao Dubln e a cena seguiu trabalhando em sua mente. O final do livro, o maldito que termina s no se conformaria. Isso  por que estava to nervoso. 
Teria que ter enviado por correio o manuscrito fora ao Arlene e esquecido. Essa ltima cena no seria a escavao nele agora se que tinha. J podia estar jogando 
com a seguinte historia. 
Mas no podia pensar em outro quando ele no era capaz de deixar atrs o passado. 
McGee tinha jogado de casa porque se acabou o que tinha vindo a Irlanda a fazer. ia recolher a sua vida outra vez, sua obra. Tinha que seguir adiante porque ... 
porque tinha que, Gray pensou com irritao. 
E Tulia tinha dormido porque sua vida estava na casa de campo, na terra a seu redor, a gente. Ela era feliz ali a maneira que ela nunca seria em outro stio. Brianna-Tulia, 
corrigiu, murcharia-se sem suas razes. 
O sentido final fez.  perfeitamente plausvel, adaptam-se a ambos os personagens e o humor. 
por que se molesta a ele como um dente mau? 
No lhe tinha pedido que ficasse, pensou. No tinha derramado uma lgrima. Quando se deu conta que sua mente havia uma vez mais trocou da Tullia a Brianna, jurou 
e apertou mais forte o acelerador. 
Essa  a forma em que se supe que , recordou-se. Brianna era uma mulher sensvel, sensato. Foi uma das coisas que admirava por ela. 
Se lhe tinha amado to maldito muito, o menos que podia ter feito era, disse que havia lhe sinto falta de. 
Ele no queria que ela o sinto falta de. No queria que uma luz acesa na janela, ou seu cerzir os meias trs-quartos ou engomar camisas. E, sobre tudo, no queria 
que ela se aproveitam de sua mente. 
Foi sem travas e livre, como tinha sido sempre. Como ele precisava estar. Havia lugares aonde ir, um alfinete para pegar em um mapa. um pouco frias em algum lugar 
antes da excurso, continuando, novos horizontes para explorar. 
Essa era sua vida. Deu uns golpecitos com os dedos com impacincia no volante. Gostava de sua vida. E o estava subindo de novo, ao igual a McGee. 
Ao igual a McGee, pensou com o cenho franzido. 
As luzes brilhavam do Dubln em sinal de bem-vinda. Relaxada-lhe para ver, para saber que tinha chegado onde havia a inteno de ir. No lhe importava o trfico. 
 obvio no o fez. Ou o rudo. Tinha passado muito tempo fora das cidades. 
O que precisava era encontrar um hotel, check in Tudo o que ele queria era uma oportunidade para estirar as pernas depois do comprido viaje, para comprar um gole 
ou dois. 
Cinza deteve um meio-fio, deixou cair a cabea contra o assento. Quo nico queria era uma cama, uma taa, e sala de relax. 
O inferno era. 
Brianna se levanta o amanhecer. Era uma tolice ficar na cama e pretender que podia dormir quando no podia. Comeou seu po e deixe-o a um lado a subir antes de 
penetrar a primeira taa de ch. 
Ela tomou uma taa para ela no jardim traseiro, mas no pde estabelecer-se. Inclusive um percurso pelo efeito estufa no foi do agrado dela, assim que ela entrou 
de novo e pr a mesa para o caf da manh. 
Contribuiu a isso que seus convidados se foram cedo. s oito, que lhes tinha fixado uma comida quente e uma oferta em seu caminho. 
Mas agora estava sozinha. Alguns encontraria satisfao na rotina, disps-se a cozinha aos direitos. Vamos, despojou-se das camas sem fazer, suavizadas nas folhas 
que tinha tomado da linha de afrescos do dia anterior. Recolheu as toalhas midas, substituiu-os. 
E no poderia ser posto apagado por mais tempo, disse-se. No deveria ser. Ela se transladou rapidamente  habitao onde Grayson tinha trabalhado. Necessitava um 
bom p, pensou e passou um dedo brandamente sobre o bordo da mesa. 
Ao pressionar os lbios, endireitou-se a cadeira. 
Como podia ter sabido que se sente to vazio? 
Ela se negou. Foi s uma habitao, depois de tudo. Espera agora para o seguinte convidado a vir. E ficaria a muito prxima a ele, prometeu. Seria bom para fazer 
isso. Seria de ajuda. 
transladou-se  banheira, tomando as toalhas que tinha utilizado do bar onde se secou. E ela podia cheir-lo. 
A dor foi to rpido, to violentamente, que quase se cambaleou em virtude do mesmo. s cegas tropeou de novo no dormitrio, sentou-se na cama e afundou a cara 
nas toalhas, chorou. 
Cinza podia ouvir seu pranto enquanto subia as escadas. Era um som selvagem de dor que lhe surpreendeu, fez-lhe ralentizar seu ritmo antes de que se enfrentava. 
Da porta viu, balanando-se para a comodidade, com sua cara pega nas toalhas. 
No fresco, pensou, ou controlado. No sensato. 
esfregou-se as mos por cima de seu prprio rosto, raspando um pouco da fadiga da viagem e a culpa. 
-Bom-disse com voz fcil, "Est seguro como o inferno me tinha enganado." 
Sua cabea se dispararam, e ele podia ver a angstia nos olhos, as sombras debaixo deles. Ela comeou a crescer, mas ele fez um gesto com a mo. 
-No, no param de chorar, mantenha-se  direita em. Faz-me bem saber o que  falso que . "Deixa que lhe ajudem a empacotar, Gray. por que no posso te arrumar 
um pouco de comida para sua viagem? vou levaremos dandy sem ti. " " 
Ela lutou contra as lgrimas, mas no pde ganhar.  medida que derramou, afundou a cara de novo. 
"Voc vai, realmente me tinha. Voc nunca olhou para trs. Isso  o que estava mal na cena. No jogou. Nunca o fez." Ele se aproximou dela, atirou as toalhas de 
distncia. -Voc  impotente apaixonado por mim, no  assim, Brianna? Todo o caminho no amor, sem truques, nem armadilhas, nem frases debulhadas ". 
"OH, v. por que veio para c?" 
"Esqueci-me de um par de coisas." "No h nada aqui". 
"Est aqui". Ajoelhou-se, tendo em suas mos para impedir que se cobrem as lgrimas. "me deixe que te conte uma histria. No, vo chorando se quiser", disse quando 
ela tratou de apartar-se. "Mas, oua. Pensei que tinha que partir. McGee". 
"tornaste a falar comigo a respeito de seu livro? 
"Me deixe que te conte uma histria. Imaginei que ele tinha que ir-se. E o que se nunca tinha atendido a ningum como se cuidasse da Tulia. E o que se ela o amava, 
tinha-o trocado, trocou toda sua vida. Terminado . Eram quilmetros de distncia em todos outros, no eram eles? " 
Pacientemente viu outra lgrima correr por sua bochecha. Ela estava lutando contra eles, sabia. E ela estava perdendo. 
"Era um solitrio", continuou Gray. "Sempre o tinha sido. Que diabos estaria fazendo, plantando-se em alguns casita no oeste da Irlanda? E ela o deixou ir, porque 
ela era muito maldito teimoso, muito orgulhoso e muito apaixonado para lhe pedir que estadia. 
"Preocupava-me mais disso", continuou. "Durante semanas. Voltava-me louco. E todo o caminho ao Dubln mastigou-imaginaba que no pensaria voc se eu estava pensando 
nisso. E de repente me dava conta de que no ia, e ela Wouldn ' No o deixaram. OH, que haviam sobreviver um sem o outro, porque so nascidos superviventes. Mas 
nunca estaria completo. no  a forma em que estavam juntos. Assim fiz uma nova verso, ali mesmo no lobby do hotel no Dubln. " 
Tragou com fora contra as lgrimas e a humilhao. "Assim que voc solucionou seu problema. Bem por ti." 
"Um deles. No vamos a nenhuma parte, Brianna." Ele apertou at que deixou de arrastar em suas mos. "Quando terminei a reescritura, pensei, vou tomar um gole em 
alguma parte, e ir  cama. Lugar disso, meti-me no carro, deu a volta e voltei aqui. Porque me esqueci de que passei mais feliz dos seis meses de minha vida aqui. 
esqueci que eu queria ouvir cantando na cozinha pela manh ou nos vemos pela janela do dormitrio. Esqueci-me de que a sobrevivncia no sempre  suficiente. me 
olhe. Por favor. " 
Quando o fez, esfregava-se uma de suas lgrimas com o polegar, logo se vinculam as mos com as suas de novo. "E sobre tudo, Brianna, me esqueceu me deixar te dizer 
que Te quero. " 
Ela no disse nada, no podiam como a respirao contnua ao gancho. Mas seus olhos se aumentaram e se deixou duas novas lgrimas em suas mos unidas. 
"Foi uma novidade para mim tambm", murmurou. "mais de um choque. Ainda no estou seguro de como lutar com isso. Eu nunca quis sentir desta maneira qualquer pessoa, 
e que foi fcil para evit-lo at que. Significa cordas, e as responsabilidades, e isso significa que talvez posso viver sem ti, mas nunca estaria completo sem ti. 
" 
Brandamente, levantou as mos unidas aos lbios e provou suas lgrimas. "Imaginei que tinha conseguido sobre mim muito rpido com a despedida de ontem  noite. Isso 
me fez entrar em pnico. Estava tudo preparado para pedir quando entrei e escutei chorar. Tenho que dizer, era msica para meus ouvidos ". 
"Voc queria que eu a chorar." 
-Talvez. Sim ". Levantou-se ento, a liberao das mos. "Supus que se lhe tinha feito alguns soluos em meu ombro a noite anterior, se voc me pediu que no vai, 
tivesse-me ficado. Ento te poderia ter culpado se me enredavam as coisas." 
depois de uma breve gargalhada se secou as bochechas. -Acomodei-te, no eu? " 
"Em realidade no." voltou-se para olh-la. Ela era to perfeito, deu-se conta, com o avental limpo, o cabelo lhe escapa das forquilhas, e as lgrimas de secagem 
nas bochechas. "Tive que vir ao redor disto por minha conta, asi que no tenho um mais a quem culpar se me suja isso. Quero que saiba que vou tratar de no difcil 
o suja." "Ter que voltar." agarrou-se com as mos apertadas juntas. Foi to difcil  esperana. 
"Mais ou menos. Mais, em realidade." O pnico estava ainda ali, elaborao da cerveja em seu interior. S esperava que no se apresentou. "Disse-lhe Te quero, Brianna." 
"Sei. Lembro-me." Ela esboou um sorriso enquanto se levantava. "No esquecerei a primeira vez que o escute". 
"A primeira vez que ouvi foi a primeira vez que fiz o amor. Eu esperava que me ouvi-lo outra vez." 
"Quero-te, Grayson. Sabe o que fazer." 
"vamos ver isso." Colocou a mo no bolso e tirou uma pequena caixa. 
"No fazia falta que me comprasse um presente. No havia mais que voltar para casa." 
"Pensei muito nisso, conduzir de volta do Dubln. A volta a casa.  a primeira vez que tenho. "Entregou-lhe a caixa." Eu gostaria que o convertem em um hbito. " 
Abriu a caixa e, apoiando uma mo na cama detrs dela, sentou-se de novo. 
"Perseguiram-me ao gerente do hotel no Dubln at que teve a loja de presentes aberta. Voc irlandeses som to sentimental, nem sequer ter que subornar". Tragou 
saliva. "Pensei que teria mais sorte com um anel tradicional. Quero que te case comigo, Brianna. Quero que faamos uma casa juntos." 
"Grayson" 
"Sei que sou uma m aposta", que se apressou. "Eu no te mereo. Mas voc me ama de todos os modos. Posso trabalhar em qualquer lugar, e te posso ajudar aqui, com 
a estalagem." 
Como ela o olhou, seu corao simplesmente se transbordou. Amava-a, desejava-a, e seguir sendo o faria. "Grayson" 
"Ainda ter que viajar um pouco. O arado sobre ela, aterrada que lhe havia lixo. "Mas no seria como antes. E s vezes se podia vir comigo. Sempre havamos tornado 
aqui, Brie. Sempre. Este lugar, que significa quase tanto para mim como o faz a voc." 
"Sei. I-" 
"Voc no pode saber-me interrompeu. "Eu mesmo no sabia at que me tinha deixado.  o lar. Voc est em casa. No  uma armadilha", murmurou. "Um santurio. Uma 
oportunidade. Quero fazer uma famlia." passou-se uma mo pelo cabelo enquanto o olhava fixamente. "Jesus, eu quero isso. Os meninos, os planos a longo prazo. Um 
futuro. E sabendo que esta a, cada noite, cada manh. Ningum poderia te amar como eu, Brianna. Queria suplicar a voc . " Assinalou a uma respirao irregular. 
"A partir deste dia, a partir desta hora." 
"OH, Grayson". Ela se engasgou com seu nome. Os sonhos, ao parecer, poderiam fazer-se realidade. "quis" 
"Nunca quis a ningum antes, Brianna. Em toda minha vida houve ningum mais que voc. Assim que lhe tesouro. Juro-lhe isso. E se voc acabar" 
-OH, te cale, verdade, "disse entre risadas e lgrimas", assim posso dizer que sim. " 
Sim? Ele a arrancou da cama outra vez, olhou aos olhos. "No me faz sofrer pela primeira vez?" 
"A resposta  sim. Assim sim." Ps seus braos ao redor dele, apoiou a cabea em seu ombro. E sorriu. "Bem-vindo a casa, Grayson". 
